[Cabine da Pipoca] 24 horas em Sampa!

Quantas histórias somariam em um vídeo em um único vídeo?
É isso que alguns alunos do curso dos alunos de Rádio e TV, da Universidade Anhembi Morumbi pensou quando desenvolveu a ideia do trabalho de conclusão de curso, o temível TCC, no projeto SP24.

A ideia é unir várias histórias, vivência, conhecimentos e experiências em 24h dos moradores da cidade de São Paulo, que poderão pegar sua câmera que pode ser uma profissional, digital ou até mesmo a do celular, e gravar a sua ida ao trabalho, a convivência com a família, a noite em uma festa, a sua arte, ideologias, enfim, o que você quiser compartilhar do período de vinte e quatro horas e julgar mais importante ou interessante.
Após a seleção das imagens, o grupo irá fazer uma montagem diferenciada, intercalando vídeos produzidos pelos habitantes da metrópole, valorizando as várias maneiras de como moradores da cidade, sem restrição de sexo, idade, cor, religião ou classe social, vivem as vinte e quatro horas do dia e visando o valor social de uma população que enfrenta constantes desafios, mas que se motiva pela admiração de onde vive.
Sinopse do projeto:
SP24 é um documentário experimental que mostra vinte e quatro horas da cidade de São Paulo pela visão de seus moradores. Com vídeos enviados pelos participantes através do website do projeto, a equipe faz uma montagem paralela exibindo em vinte e quatro minutos, as horas de uma sexta feira, passando por madrugada, manhã, tarde e noite. Durante a montagem, os participantes, pessoas reais e diversificadas, passam por pontos em comum, respondendo perguntas determinadas pelos diretores. Assim, tornando-se o protagonista do SP24 o participante tem a oportunidade de mostrar a sua individualidade em meio ao coletivo turbulento da cidade, mostrando variações pessoais e parte da rica miscigenação paulistana.
Organizadores do projeto:
A Ómega Produções é formada por alunos do último semestre de Rádio e TV da Universidade Anhembi Morumbi. O projeto em questão, o SP24, está sendo desenvolvido para o Trabalho de Conclusão Curso do ano de 2013.
E aí, curte documentário e principalmente adora a cidade em que vive, então coloca a cachola pra funcionar, pega sua câmera e manda bala nas ideias, pois os vídeos escolhidos estarão na conclusão final do trabalho e também irão ser remunerados pela equipe do projeto.
Para mais informações acesse o site SP24 ou envie um e-mail, e vamos fazer juntos um filme bem interativo retratando a nossa querida Sampa. Mas, os interessados devem ser rápidos, pois os vídeos devem ser enviados até o dia 3 de novembro.

[Caixa de Som] Uirá França: O "populesco" em HQ!

A música popular brasileira é bem mais ampla do que a grande mídia dita em seus canais de comunicação, afinal, nossa cultura é rica ao extremo de unir não apenas instrumentos musicais, com voz e percussão, mostramos mais do que música, e sim arte, cultura e uma amostragem de uma sociedade extramente rica culta e diversificada. 

O músico brasileiro, assim como qualquer cantante de outra nacionalidade também têm influências ainda na infância, mas com uma diferença, principalmente aqueles que vivem o regional e aprendem a valorizar o conhecimento popular desde sua origem, retratando melhor em suas canções e composições.
Assim aconteceu com nosso entrevistado de hoje, o músico Uirá França, que assim como grande nomes da música brasileira também começou sua carreira em Brasília, sua cidade natal e atualmente está radicado em Sampa.
Confira abaixo o que Uirá nos contou sobre seu início, carreira, single, expectativas para o novo álbum, shows, produções, inspirações…

OBC – De onde surgiu essa ânsia de ser músico? E quando foram seus primeiros acordes em sua vida? 

Uirá França – Costumo falar que não busquei a música, não ansiei ser músico, a música meio que me encontrou numa dessas esquinas. Aconteceu muito naturalmente. 
Meu pai é compositor, tinha um violão lá em casa, e quando eu não tinha o que fazer, ficava “fuçando”. Na escola todos meus amigos queriam aprender a tocar e pediram um violão de natal, como já tinha violão lá em casa eu adiantei o serviço, mas sem grandes pretensões.

OBC – Quais são suas principais inspirações para compôr e cantar?

Uirá França – Gosto de contar estórias com minha música, falar de coisas que passam comigo, com pessoas ao meu redor, coisas do cotidiano mas de uma forma bem particular, dou a quem escuta a minha versão do que acontece. Como exemplo minha última composição #VEMPRARUA, que retrata bem a minha visão e sentimentos em relação às manifestações que aconteceram esse ano no Brasil.

OBC – Quais são suas influências musicais? Por quê?

Uirá França – Sempre, muita música e de todo tipo! 
Graças a Deus lá em casa fomos criados livres de preconceito o que me permitiu acumular uma bagagem cheia de canções boas, de estilos distintos, ao menos pra mim. 
Posso citar alguns nomes que influenciam diretamente meu trabalho atual como, Beatles, Newton Faulkner, John Mayer, Dave Matthews Band, Nando Reis, Frejat, Caetano Veloso entre outros.

OBC – Você disse uma ve que ser pop não necessariamente é ser “populesco”, ou sucumbir a mesmice. O que você traduz com “populesco” e sucumbir a mesmice? Por quê?

Uirá França – Música pop não é sinônimo de música de baixa qualidade, como os artistas que havia citado, eles são prova disso, em vários momentos de suas obras, fizeram canções extremamente populares e de muita qualidade.
O que acontece é que existem músicos acomodados com certas “fórmulas de sucesso”, canções formatadas, que acabam se parecendo demais umas com as outras, afinal se tratam de cópias umas das outras. 
Dá sim, para fazer uma canção com apelo popular mas que tenha conteúdo, contribua pra quem escute, sem ser mais do mesmo.

OBC – Qual o gênero musical você define seu som? Por quê?

Uirá França – Não gosto de limitar minha música a um estilo, mas para responder sua pergunta acho que me enquadro em: Música Popular Brasileira, que para mim não é necessariamente MPB, pois essa carrega uma certa marca que não cabe muito bem na minha música.

OBC – Em sua primeiro EP, lançada em Agosto/2012, o que você mostrou de seu trabalho, e qual o público você quis atingir? Você acha que atingiu ao seu objetivo?

Uirá França – Quando parei para fazer esse trabalho, foquei na canção como ela veio ao mundo pra mim, voz e violão. Quando sentei pra pensar nos arranjos a ideia era descaracterizar o menos possível a natureza das canções e fui muito feliz, já que o EP ficou leve e as melodias são quem guiam os álbum, os instrumentos entram para compôr e não saltar aos ouvidos, a canção é mais importante. 
O público alvo é qualquer brasileiro que goste de músicas boas para cantar ao acordar, de baixo do chuveiro numa roda de violão e por aí vai. 
Não curto a ideia de segregar um público, minha música está aí pra quem goste dela, o que posso dizer é que nela tem muita verdade e amor.

OBC – Como foi a produção desse trabalho?

Uirá França – Fizemos a pré produção toda em meu quarto em Belo Horizonte, Gui Amaral e eu, ficamos meses fazendo e refazendo arranjos, Eu compus todas as linhas de guitarra, violão, baixo e backing vocals, o Gui entrava com sua minuciosa e extremamente bem acabada composição de bateria e somava alguns elementos percussão. 
Terminada a fase do quarto veio a parte prazerosa, gravar o que já estava na ponta das línguas e de baixo dos dedos. Estávamos muito afiados e gastamos pouquíssimo tempo para gravar tudo no Estúdio Gifoni, onde contamos com o excelente trabalho de Fabrício Gavani e Sergio Gifoni na técnica e captação.

OBC – Há previsão para o lançamento do seu álbum de estreia?  Quando e como ele será?


Uirá França – Até o fim do ano esperamos estar com tudo pronto, estamos trabalhando forte nisso e acho que vamos ter um resultado bem legal. Não é a toa que dizem, “trabalhe com o que ama pois assim você não vai precisar trabalhar nunca na vida”, (rs).

Ele vai ser mais músicas do Uirá, mas não “mais do mesmo”.

OBC – Shows, apresentações, performances, clipes…, há algo programado em sua agenda? O que e quando?

Uirá França – Em breve começaremos uma série de shows divulgando o Clipe #vemprarua em São Paulo, e a ideia e já emendar com o lançamento do disco antes do final do ano.
OBC – Quais as expectativas futuras para a sua carreira?

Uirá França – As expectativas são grandes em relação ao disco novo, uma vez que o EP já teve um feedback muito interessante.
A expectativa é que o disco alcance vôos mais altos, esperamos agenda cheia em 2014, afinal preciso de dinheiro pra comprar ingressos pra Copa do Mundo (rs).

Assista abaixo o primeiro single oficial de Uirá #VEMPRARUA, que já têm mais de 12 mil visualizações no Youtube:


Se você curtiu o trabalho do Uirá, então confira o primeiro disco “Réu Confesso“, lançado em 2012 de forma independente. Além do mais, você poderá fazer o download da faixa “Vagabundo“.
Ouça AQUI
Espero que tenham curtido, e para informações sobre esse grande música, confira os links deles abaixo, enquanto isso, vou garimpar novos talentos para incluir na nossa caixa de som dos tripulantes do nosso barco.
Contato para shows:Maura CostaFones: (11) 98512-4265 | (11) 2985-0563e-mail: maura.costa@gmail.com
Site | Facebook 
Até a próxima, pessoal!Patrícia Visconti

[Total Flex] São Paulo vista nas lentes dos novos talentos da fotografia

São Paulo é uma cidade multicultural, e tão multi quão seu tamanho, muitos talentos ficam as sobras dos becos e ruelas dessa megalópole brasileira.
No próximo domingo uma parte dessas artes serão reveladas na segunda mostra fotográfica de novos talentos paulistanos “Fotoarte – Os Olhos de quem vê!”.
Somando ao êxito da primeira exposição, a segunda vem multiplicar e reunir mais um grupo de fotógrafos e seus olhares sobre arte paulistana, em uma exposição de artistas e amigos que apresentam a arte da cidade para o mundo.
O evento acontecerá no dia 27 de Outubro, no Hostel Alice, na Vila Madalena. Além da exposição, as fotos serão vendidas em um bazar por valores bastante acessíveis.

Fotógrafos participantes:
Ana de Oliveira
Cursou Fotografia Luz Marginal na instituição de ensino MAM, e foi sócio-proprietária do DUO FotoClube – Escola de Fotografia. Atualmente leciona aulas particulares de fotografia.
Fabio Astaire
Fotógrafo das luzes e cores, que servem de incentivo para continuar o registro dos pequenos fragmentos da vida. Um adorador de música e cinema, qual transmite essa energia para sua arte fotográfica.
Fernando Siqueira
Aventureiro por natureza, antes de ser fotógrafo, viveu alguns anos viajando pelo Brasil e pelo mundo, trabalhando com consultoria no seguimento de automação de topografia e navegação por satélites, uma área cheia de equipamentos e técnicas. 
Da teoria à pratica, é dono de um estilo próprio de fotografias comerciais para revistas de moda, eventos e acontecimentos corporativos, ações sociais ou casamentos. Sua fotografia autoral se caracteriza pela proximidade com o objeto e é sempre carregada de sentimentos e energias.
Priscila Visconti
Jornalista, produtora e uma curadora nata em organizar eventos culturais. Trabalha como repórter e fotógrafa no boletim sobre cultura pop “O Barquinho Cultural” e faz alguns outros ‘frilas’ sobre música, cultura e entretenimento.
Raquel Luzia
Trabalhou como designer e ilustradora em um estúdio de um amigo, e foi o próprio quem disse para comprar uma máquina fotográfica, pois uma vez que você compreender bem seus trabalhos, tanto na ilustração quanto design ficarão melhores, era o que ele dizia. E foi assim que tudo começou, ela comprou a câmera e foi amor a primeira vista.
Além do mais, também haverá apresentação da banda de pop-rock nacional, PrásKbças Music, apresentando um pouco de seu novo projeto e mostrando sua essência na música popular brasileira.

PrásKbça Music
Jovens ex-alunos da ETEC de Artes que se juntaram e para fazer música popular brasileira, com uma pitada de rock, soul, funk e os estilos regionais do país. Levando música, festa e alegria por onde quer que eles passam, contagiam à todos apenas pelo seu som.

Serviço:

“FotoArte – Os olhos de quem vê”
Data: 27/Outubro/2013
Horário: 14h
Local: Hostel Alice
End.: Rua Harmonia, 1275 – SP/SP
Entrada Franca
Facebook do evento: facebook.com/expofotoarte
Foto por: Fabio Astaire
Será arte que não acaba mais! Por isso, ao invés de ficar deitado no sofá, vá prestigiar um pouco da arte ainda marginalizada pela sociedade que só visa os lucros, a ganância e poder.

[Cyber Cult] Google irá mostrar modelos 3D para compostos químicos

Ao buscar por compostos químicos na versão americana do Google, os resultados de pesquisas agora exibem um interativo modelo 3D, que pode ser visualizado em 360º, junto ao painel do conhecimento.

Para visualizá-lo, basta clicar na imagem com o ícone 3D e uma janela inline será aberta com o composto químico em tamanho maior.

Veja AQUI um exemplo de como ficará a exibição em 3D do composto químico a cima ;

[Cantinho Literário] Lygia Fagundes Telles – A escritora dos contos e das mudanças

A estrela da vez aqui em nosso Cantinho Literário, é a escritora paulistana, Lygia Fagundes Telles, que é dona da cadeira 28 da Academia Paulista de Letras, desde 1982 e a cadeira 16 da Academia Brasileira de Letras, desde 1985 e da Academia das Ciências de Lisboa, vaga deixada por Pedro Calmon, tomando posse em 12 de Maio de 1987.
Lygia é a quarta filha do casal Durval de Azevedo e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura, que teve seu primeiro livro publicado, dois depois da separação de seus pais, no ano de 1938, o livro de contos, “Porão e sobrado”, na qual teve ajuda de seu pai. No ano seguinte, que ela lançou seu primeiro livro, Lygia termina o curso fundamental no Instituto de Educação Caetano de Campos, na capital paulista e ingressa, em 1940, na Escola Superior de Educação Física e ao mesmo tempo, começa a freqüenta o curso pré-jurídico, preparatório para a Faculdade de Direito do Largo do São Francisco.
Quando a escritora, ingressou na faculdade de direito, no ano de 1941, ela também começou a participar de ativamente nos debates literários, onde conheceria Mário e Oswald de Andrade, Paulo Emílio Salles Gomes, entre outros nomes da cena literária brasileira, foi ai que Lygia entra para a história da Acadêmia de Letras, da faculdade, escrevendo para os jornais Arcádia e A Balança e ao mesmo tempo, trabalhava no Departamento Agrícola do Estado de São Paulo para pagar os estudos e para a sua própria subsistência. No ano de 1941, quando terminou o curso de Educação Física, ela conheceu a também poeta, que se tornaria sua melhor amiga, Hilda Hilst.
No ano de 1944, seu segundo livros de contos é publicado pela editora Martins, “Praia Viva” e no ano seguinte seu pai falace e Lygia participa junto com os colegas da faculdade, uma passeata contra o Estado Novo. Terminado o curso de Direito, em 1946, só três anos depois a escritora publica, pela editora Mérito, seu terceiro livro de contos, “O cacto vermelho”, o volume recebe o Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras. 
Casa-se com o jurista Goffredo da Silva Telles Jr., seu professor na Faculdade de Direito que, ano de 1950, ele era deputado federal e mudam  para o Rio de Janeiro, onde funcionava a Câmara Federal e dois anos depois no ano de 1952, quando regressa a São Paulo, Lygia começa a escrever seu primeiro romance, “Ciranda de pedra”, na fazenda Santo Antônio, em Araras, interior de São Paulo, a fazendo era propriedade de sua avó de seu marido, para onde viaja constantemente, escreve várias partes desse romance. Essa fazenda ficou famosa na década de 20, pois lá reuniam-se os escritores e artistas que participaram do movimento modernista, tais como Mário e Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Mafaldi e Heitor Villa-Lobos.
Logo após sua volta a São Paulo, no ano de de 1953, sua mãe falece e ela fica grávida de seu único filho, Goffredo da Silva Telles Neto e também tem seu livro “Ciranda de Pedra”, publicado, nas edições de O Cruzeiro, no Rio de Janeiro. Este livro de contos, hpa histórias do desencontro, é publicado pela editora José Olympio, do Rio de Janeiro, e é premiado pelo Instituto Nacional do Livro, em 1958.
A escritora lançou diversos livros, trabalhando com vários escritores famosos, como o jornalista e literário, Mário de Andrade, na qual lhe deu várias dicas e ensinamentos há ela, pois Lygia fala mais de três idiomas, é renomada em diversas partes no mundo, já participou de feiras do livro, como a Feira do Livro de 
Frankfurt, na Alemanha, em 1994, na qual ela lançou um livro de contos, “A noite escura e mais eu”, que ganhou os prêmios de Melhor livro de contos, concedido pela Biblioteca Nacional, Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro e Prêmio APLUB de Literatura.
Seu livro “Invenção e Memória”, foi agraciado com o Prêmio Jabuti, na categoria ficção, em 2001 e recebe, também, o “Golfinho de Ouro” e o Grande Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte, no ano de 2005, a escritora é condecorada com o prêmio mais importante de literatura, da língua portuguesa, o 
Prêmio Camões.
Lygia além de escrever diversos livros de romance e contos, que são suas habilidades, ela recebeu vários prêmios, desde condecorações na faculdade, até prêmios máximo da literatura, como a Prêmio Camões, que para um literário, é como receber um Oscar, isso significa na arte literária, que a pessoa já está no 
grau mais alto da literatura de língua portuguesa e Lygia Fagundes Telles, aos seus 90 anos, é uma escritora que deve ser lembrada sempre, pois ela começou na carreira literária, em uma época em que mulheres não poderia nem sair de casa e tão pouco fazer faculdade e ser escritora.
Confira a página no Facebook da escritora Lygia Fagundes Telles, que não tem ‘milhões’ de seguidores, mas tem algo que os amantes da literatura, precisam saber, que é o amor pela arte de escrever, criar e de mudanças. A página não é administrada por ela, já que a ela não tem nem site oficial, afinal ela é de outros tempos, a página é administrada por Cristiane Brito, que também administra a comunidade da também escritora Hilda Hilst, mas confiram a página da Lygia, para conhecer um pouco dos poemas, contos e textos da autora.
Abaixo confira as obras de Lygia Fagundes Telles:
Romances
Ciranda de Pedra, 1954
Verão no Aquário, 1964
As Meninas, 1973 (Prêmio Jabuti)
As Horas Nuas, 1989
Livros de Contos
Porão e sobrado, 1938
Praia viva, 1944
O cacto vermelho, 1949
Histórias do desencontro, 1958
Histórias escolhidas, 1964
O Jardim Selvagem, 1965
Antes do Baile Verde, 1970
Seminário dos Ratos, 1977
Filhos pródigos, 1978 (reeditado como A Estrutura da Bolha de Sabão, 1991)
A Disciplina do Amor, 1980
Mistérios, 1981
Venha ver o pôr-do-sol e outros contos, 1987
A noite escura e mais eu, 1995
Oito contos de amor, 1996
Invenção e Memória, 2000 (Prêmio Jabuti)
Durante aquele estranho chá: perdidos e achados, 2002
Biruta, 2004
Conspiração de nuvens, 2007
Passaporte para a China, 2011
O segredo e outras histórias de descoberta, 2012
Antologias
Seleta, 1971 (organização, estudos e notas de Nelly Novaes Coelho)
Lygia Fagundes Telles, 1980 (organização de Leonardo Monteiro)
Os melhores contos de Lygia F. Telles, 1984 (seleção de Eduardo Portella)
Venha ver o pôr-do-sol, 1988 (seleção dos editores – Ática)
A confissão de Leontina e fragmentos, 1996 (seleção de Maura Sardinha)
Oito contos de amor, 1997 (seleção de Pedro Paulo de Sena Madureira)
Pomba enamorada, 1999 (seleção de Léa Masima).
Participações em coletâneas
Gaby, 1964 (novela – in Os sete pecados capitais – Civilização Brasileira)
Trilogia da confissão, 1968 (Verde lagarto amarelo, Apenas um saxofone e Helga – in Os 18 melhores contos do Brasil – Bloch Editores)
Missa do galo, 1977 (in Missa do galo: variações sobre o mesmo tema – Summus)
O muro, 1978 (in Lições de casa – exercícios de imaginação – Cultura)
As formigas, 1978 (in O conto da mulher brasileira – Vertente)
Pomba enamorada, 1979 (in O papel do amor – Cultura)
Negra jogada amarela, 1979 (conto infanto-juvenil – in Criança brinca, não brinca? – Cultura)
As cerejas, 1993 (in As cerejas – Atual)
A caçada, 1994 (in Contos brasileiros contemporâneos – Moderna)
A estrutura da bolha de sabão e As cerejas, s.d. (in O conto brasileiro contemporâneo – Cultrix)
Crônicas publicadas na imprensa
Não vou ceder. Até quando?. O Estado de São Paulo – 6 de Janeiro de 1992
Pindura com um anjo. Jornal da Tarde – 11 de Agosto de 1996
Traduções e adaptações

Para o alemão
Filhos pródigos, 1983
As horas nuas, 1994
Missa do galo, 1994
Para o espanhol:
As meninas, 1973
As horas nuas, 1991
Para o francês
Filhos pródigos, 1986
Antes do baile verde, 1989
As horas nuas, 1996
W. M., 199
As meninas 2005 (Les pensionnaires, Brésil 70, un rêve de liberté)
Para o inglês
As meninas, 1982
Seminário dos ratos, 1986
Ciranda de pedra, 1986
Para o italiano
As pérolas, 1961
As horas nuas, 1993
Para o polaco:
A chave, 1977
Ciranda de pedra, 1990 (traduzido também para o chinês e espanhol).
Para o sueco
As horas nuas, 1991
Para o tcheco:
Antes do baile verde, s.d. (traduzido também para russo)
Edições em Portugal
Antes do baile verde, 1971
A disciplina do amor, 1980
A noite escura e mais eu, 1996
As meninas, s.d.
Para o cinema
Capitu (roteiro); parceria com Paulo Emílio Salles Gomes, 1993 (Siciliano).
As meninas (adaptação), 1996
Para o teatro

As meninas, 1988 e 1998
Para a televisão
O jardim selvagem, 1978 (Caso especial – TV Globo)
Ciranda de pedra, 1981 e 2008 (Novela – TV Globo)
Era uma vez Valdete, 1993 (Retratos de mulher – TV Globo)
Prêmios
Prêmio do Instituto Nacional do Livro (1958)
Prêmio Guimarães Rosa (1972)
Prêmio Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras (1973)
Prêmio Pedro Nava, de Melhor Livro do Ano (1989)
Melhor livro de contos, Biblioteca Nacional
Prêmio APLUB de Literatura
Prêmio Bunge (2005)
Prêmio Jabuti
Prêmio Camões (2005)
É isso aí pessoal, se liguem que semana que vem terá entrevista do escritor e jornalista Nil Marques, que vai lançar seu livro “Europa na Mochila“, no próximo dia 9 de novembro, em São Paulo, confira semana que vem, aqui em nossa embarcação. 
Boa semana e boa leitura a todos