[Total Flex] A cultura caipira vai invadir a capital

A 17ª edição do Revelando São Paulo – Festival da Cultura Tradicional Paulista começa na próxima sexta-feira (13) e vai até o dia 22 de setembro, no Parque da Vila Guilherme – Trote/Mart Center. Trazendo uma mistura de tradições e manifestações típicas de diversas regiões do Estado, mostrando seu artesanato e culinária, além da exclusiva exposição de flores e frutos cultivados em oito municípios, pela primeira vez no evento, onde terá um espaço batizado de  Praça Verde. Realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Uma festividade que mostra o patrimônio cultural do Estado de São Paulo, que apresentará toda essa cultura durante os dez dias de evento, com cerca de 250 grupos de cultura tradicional. Fandango, Folias de Reis, Catira, Cavalhada, Moçambique, Congadas e Dança de Santa Cruz, Orquestras de Violas, Caiapós, Cavalhadas, Bonecões e outros grupos e comunidades tradicionais ainda presentes em festivais de municípios no interior também celebram este encontro.
Além dos cortejos que são realizados ao longo do RSP, como o o Ubuntu – Cortejo com as Irmandades de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário – a Caminhada pela Paz, com cerca de 40 segmentos religiosos pelas ruas da Zona Norte e Corridas de Cavalhada. 
E para a criançada, haverá o “Espaço Fazendinha”, com mais de 150 animais, entre cavalos, bois, búfalos e mulas, circularão pela arena do Parque. Charretes e carros de bois possibilitam ao público um passeio rural pelo evento.
Um evento para toda a família curtir e aproveitar a cultura tradicional paulista em um espaço amplo, divertido e com muito entretenimento à todos, e o melhor a entrada é franca.
SERVIÇO

XVII Revelando São Paulo
Data: 13 a 22 de setembro
Horário: das 9h às 21h
Local: Parque Vila Guilherme – Trote / Mart Center
Endereço: Avenida Nadir Dias de Figueiredo s/n – Vila Guilherme
Estacionamento no local – Entrada franca
Ao vivo pela internet: www.revelando.tv.br
Twitter: @revelandosp |Facebook: revelandosaopaulo1 | Instagram: @revelandosp

[Cantinho Literário] Lançamento "Literatura de Quintal" na Casa das Rosas

Hoje é segunda-feira, dia de literatura aqui em nossa embarcação, no Cantinho Literário e como já foi dito neste final de semana, aqui estamos com algumas novidades do lançamento do livro “Literatura de Quintal”, do jovem jornalista e escritor, Thiago Sogayar Bechara, que recepcionou à todos na Casa das Rosas, na cidade de São Paulo.

Na última quarta-feira (4), o jornalista e escritor Thiago Sogayar Bechara, lançou no espaço mais literário da capital paulistana, a Casa das Rosas, localizado na Avenida Paulita, 37, seu novo livro de poemas, “Literatura de Quintal”, pela Editora Pádua.
No evento havia diversas pessoas, como familiares e amigos do jornalista, além literários e jornalistas, que estavam prestigiando o jovem autor, que com apenas 26 anos, ele já lançou três livros de poesias, poesia Impressões (Independente, 2002) e Encenações (Editora Zouk, 2004), com prefácio de Heródoto Barbeiro.
Thiago é apresentador de televisão, do canal TV Geração Z, já trabalhou na Secretaria da Cultura, como assessor de imprensa e escritor , de junho de 2011 até janeiro de 2012, hoje ele se dedica aos livros e à seu programa na web tv, “Memórias Brasil”.
Confira um vídeo (curto e um pouco desengonçado), do lançamento do livro de Thiago, na Casa das Rosas: 
(Não repara na gravação, pois ainda estamos começando neste ‘ramo’ de vídeos por aqui no site e prometemos, melhorar cada dia mais…)
Para mais informações sobre o livro “Literatura de Quinta”, acesse a página da Editora Patuá, clicando aqui;  
Livro: Literatura de Quintal
Autor: Thiago Sogayar Bechara
Gênero: Poesia
Número de Páginas: 120
Formato: 14×21
Preço: R$ 30,00 + frete
Para conferir algumas fotos tiradas pela nossa equipe, clique aqui ou então acesse a página do Facebook de Thiago Bechara.
Por Priscila Visconti (Trazendo novidades e especiais do mundo literário aqui no OBC.)

[Fotografia] Lançamento do livro "Literatura de Quintal" na Casa das Rosas

Na última quarta-feira (4), o jornalista e escritor Thiago Sogayar Bechara lançou seu mais novo livro de poesias intitulado, “Literatura de Quintal”, pela Editora Patuá, na casa mais literária de São Paulo, a Casa das Rosas.
Confira alguns cliques registrados pela nossa equipe:

Na próxima segunda-feira (9), traremos mais detalhes desse evento e também do novo livro de poesia do Thiago.
Aguardem!!!

[Cabine da Pipoca] Feriado é isso, filminho, descanso….feriado de quê mesmo hein?

Bem que eu queria começar dizendo que encontrei uma série de filmes que contam, com orgulho e seriedade, algo sobre ou exatamente retratam a independência do Brasil. Pois é, mas, salvo por favor  – aqui  – qualquer injustiça minha, eu não achei nada muito sério ou que são fosse uma sátira sobre período imperial e independência.


Calma, eu adorei ver “Carlota Joaquina”, princesa do Brasil, interpretada pela, graças a Deus,  maravilhosa, Marieta Severo, dirigido sob muita acuidade e persistência por Carla Camuratti.

É de uma maestria e você até esquece mesmo onde ela está, a sim no Brasil, e foca sua atenção naquela figura marcante que é a esposa de D. João VI, aliás vivido por Marco Nanini ( sim eles também são um casal na comédia em série, A Grande Família).
Confira o making of do longa abaixo:
Mas, críticas à parte sobre repetir casais que deram certo em cena e voltando para a questão ‘Brasil ‘, acredito que essa risada toda sobre nossa independência e sobre o que ‘passamos’ antes dela, é uma reação na telona de como nossos cineastas meio que protestam ou dizem, “ foi uma história feia, que nos deixou marcas até hoje”.
É bem verdade afinal, tivemos um grupo de exilados que nos conduziu durante o império, uma família real foragida de Napoleão e finalmente imperadores no mínimo estranhos. Mas puxa vida, continuei pensando, mas e os norte-americanos e os ingleses? Todo mundo sabe a história da Rainha Elizabeth II, a era de ouro do grande império inglês, e olha que sou fã de Cate Blanchett e de Geffrey Rush. Este último também majestoso como o médico, em “O Discurso do Rei“, sobre o rei inglês George e sua gagueira.
Então….ninguém nem se lembra que os ingleses tinham seus piratas, eram um império avassalador no século…. ou mesmo que tiveram reis malucos, gagos, não….tudo fica sob uma névoa de nobreza e para nós brasileiros o que restou a retratar no cinema?
Temos nossa independência de outra forma, tardia de novo, diferente de novo, mas vem através do retrato dos jovens que pensaram um Brasil melhor, que nos fizeram cantar “Que País é esse”, como no retrato do surgimento da banda Legião Urbana, no filme de Antônio Carlos da Fontoura “Somos tão jovens”.
Assista o trailer oficial:
Somos mesmo, talvez a música dessa geração, os artistas que aprenderemos ainda a admirar, os cineastas nacionais que vamos valorizar porque fazem arte com parcos recursos, somos jovens em muitas coisas e ainda podemos rir de nossa história. Podemos reinterpretá-la, só direi que se somos um pouco de Oscar, um pouco É tudo verdade. Somos mistura, nos deixamos aportuguesar ou dar um Google, porque há tanto de pluralidade nesse Brasil, que por mais que o cinema tenha a sátira, há um drama, um romance com a miséria, o medo do futuro, o país do futebol também faz arte, e no bom sentido.

Quando na década de 80, assisti Fernandinha Torres fazer “Inocência” (1983), baseado na obra do romancista regionalista Visconde de Taunay, achei aquele filme tão taciturno, seus poucos diálogos, e um ar sem explicação e eu queria a conclusão. Mas eu achava que não havia, como talvez hoje não vejamos algo de nossa independência, seu processo, como é próprio de quem constrói uma identidade, tanto por fazer. Irônico pensar que Visconde de Taunay foi senador na época imperial, mas como escritor romântico seu foco era destacar a beleza do Brasil, vai entender…

Muito mais de 100 anos depois do nascimento deste escritor, você vai rir com Fernanda Torres amadurecida em Os Normais 1, 2, talvez até permita-se comemorar este feriado vendo um bom filme nacional, critique, fale mal, comente por aí, fale bem, mas veja sua língua, seu dia, aquele olhar familiar, que vem de algum lugar chamado país, e isso é parte da sua história também, por mais estranho que possa parecer!

Por: Fabíola Mello