Esta semana no Cabine da Pipoca, não terá nenhum filme em destaque, como lançamento, recorde de bilheteria ou então, apresentação de atores de Hollywood ou então, longas-metragens super ‘high-tech’ e com alta evolução em tecnologia e efeitos visuais e sonoras.
Nesta semana será uma homenagem ao grande ator mexicano, que mesmo nunca vindo ao Brasil, conseguiu atrair muitos fãs, sendo eternizado como o rei do humor, Don Ramón Valdés, ou mais conhecido como Seu Madruga.
Ramón foi um ator e comediante mexicano, célebre por interpretar o personagem Don Ramón (Seu Madruga, no Brasil) na série de televisão El Chavo del Ocho, além de ter atuado nos mais diversos papéis em outras produções do escritor Roberto Gomez Bolaños, tais como El Chapulín Colorado e Chespirito.
Sua carreira teve início na Era de Ouro do Cinema Mexicano, junto com seus irmãos Manuel “El Loco” Valdés e Germán Valdés Tin Tán. Seu personagem alcançou o status de ícone da cultura popular em grande parte da América Latina.
Inicialmente, ele, Roberto Gómez Bolaños (Chaves) e María Antonieta de las Nieves (Chiquinha) começaram com o programa ” Los supergenios de la mesa cuadrada”, durando até 1970, quando iniciaram as filmagens de Chapolin Colorado e, finalmente em 1972, Chaves.
Ao final da década de 70, Ramón deixou o programa e diversos rumores a respeito do motivo surgiram, nenhum sendo confirmado até que seu filho, Estebán Valdés, declarou que o pai havia abandonado o seriado devido Florinda Meza, a Dona Florinda e mulher de Roberto Bolaños, querer controlar o programa, então foi nessa época que Valdés e Carlos Villagrán (Quico) viajaram
apresentando o programa Frederico, em que Ramón representava o dono de uma loja.
Já na década de 80 foi descoberto um tumor maligno no estômago, fazendo com que fosse internado, passando a maior parte de seus últimos dias sedado até que em 9 de agosto de 1988, após 7 anos lutando contra o câncer, Ramón Valdés faleceu, mas seu legado resiste até hoje, sendo assistido e adorado inclusive pelas gerações mais recentes.
Relembre abaixo os famosos bordões, do grande e eterno rei Madruga:
A virtude do bem viver está nos princípios morais.
Tinha que ser o Chaves (mesmo/de novo) (depois que Chaves o dá uma bofetada acidentalmente)
Não existe trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar.
Segure isso aqui. (quando pede para Chaves segurar alguma coisa dele antes de bater)
Toma! (quando bate em Chaves)
Eu posso explicar (Quando o Seu Madruga quer explicar para a Dona Florinda antes dela bater nele, mas ela sempre bate nele sem deixá-lo explicar)
Só não te dou outra porque… (depois que bate em Chaves e o garoto começa a chorar. Às vezes, ao fim dessa frase, ele fala algo sobre sua vozinha, que é anteriormente citada por Chaves, em consequência de algum fato que ocorreu após apanhar de Dona Florinda)
Digo… digo… (dito para Dona Clotilde, quando ele a chama de bruxa acidentalmente ou ao Sr. Barriga, quando ele erra o seu nome)
Chiquinha, vá já pra casa!
Chiquinha, cale a boca! (geralmente quando Chiquinha o interrompe quando ele está conversando com alguém)
Dá licencinha pro Madruguinha ou Uma licencinha pro Madruguinha que vai tomar um cafezinho/uma aguinha
Que que foi, que que foi, que que há?/Que que foi, que que foi, que que isso!?
Francamente, Francamente!
A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.
As pessoas boas devem amar seus inimigos.
Desculpe… atores conhecemos, costumes não sabemos. (frase dita ao querer emprestar seu macaco para Héctor Bonilla consertar seu carro)
Escute, aqui minha senhora… (Quando Dona Florinda está brigando com Seu Madruga)
Não há nada mais trabalhoso que viver sem trabalhar!
E tudo por culpa de quem? (Referindo-se ao Chaves, após apanhar de Dona Florinda, porque na maioria das vezes a culpa é dele)
Diga ao seu Barriga que eu fui cortar o cabelo do Kojak. (tentando fugir do aluguel)
Um momentinho, um momentinho.
Não chame a srta. Clotilde de bruxa.
Não se pode dormir aqui com tanta criança, com tanta bruxa! (tentando dormir por causa da insônia)
Já te dou uma cacetada!
E é com o rei Madruga que nos despedimos, aliás não queremos ser acordadas às 11 da madrugada, como o Rei e por isso, a gente vai saindo, mas voltamos na semana que vem, com mais Cabine da Pipoca.
Bons sonhos para toda a tripulação d’O Barquinho Cultural e principalmente para o rei Madruga, que dorme com um bebê, mesmo chegando as 4:30 da madrugada.
“Trem das Onze“, “Saudosa Maloca”, “Samba do Arnesto“, entre outras canções que fizeram o êxito deste cantor e compositor que desde pequeno sempre sonhou em ser artista.
João Rubinato, nasceu em Valinhos, interior de São Paulo, no ano de 1910, porém ele era mais conhecido como Adorinan Barbosa, era cantor, compositor, humorista e ator brasileiro. Começou fazendo interpretações em diversos programas de rádio, entre quais o criatura acabou sendo confundida com seu criador, dando popularidade entre os demais.
Filho de uma família numerosa, e tendo que trabalhar desde cedo, o que ocasionou em abandonar os estudos, mas ok, pois Rubinato nunca foi fã de estudar mesmo.
A carreira artística começa na adolescência, bem antes do advento do rádio, o palco, mas sempre é rejeitado, e como dizem por ai que sem padrinho não segue a lugar algum, o caminho para ele parecia impossível, tendo frustrações a cada teste nos teatros e companhias.
O samba em sua vida, surgiu como um acidente, pois João Rubinato sempre se encantou pelas artes, então ele usou dessas frustrações ocorrentes em sua vida e começou a compôr canções, que depois poderiam ser apresentadas em programas radiofônicos, que neste nicho fez com que aos poucos se entregasse ao papel de ator de rádio, criando diversos ditos populares e interpretações feitas pelo própria, e escritas por Osvaldo Moles. Popularizando e interagindo os programas em todo o Brasil, criando modas, e mexendo com os costumes das pessoas.
O primeiro sucesso musical foi “Trem das Onze“, música que se tornou tão popular que virou quase que um hino nas rodas de samba, e casas de show. Canção que se torna imemorável aos brasileiros, independendo do ano em que nasceu. Com certeza, mesmo que seja um trecho todos conhecem ou já cantarolaram essa música.
Tanto que, anos mais tarde, em 1951, o grupo paulistano Demônios da Garoa regravou novamente, sendo executada pela primeira vez no Rio de Janeiro e com sucesso retumbante.
Adoniran Barbosa era um artista nato, que pode não ter nascido em uma família de artista, mas vivia a arte com todo o coração. Um boêmio que vivia questionamento e em constante dificuldade.
Ele morreu aos 72 anos (1982) vítima de um enfisema avançado, que o impossibilitava de sair de casa pela noite, fazendo-o com que o sambista dedica-se recriar alguns espaços mágicos que percorrer durante sua vida, criando para si uma pequena arte, com pedaços velhos de lata, de madeira, movidos à eletricidade.
Rodas-gigantes, trens de ferro, carrosséis. Vários e pequenos objetos da ourivesaria popular – enfeites, cigarreiras, bibelôs… Fiel até o fim à sua escolha.
Confira abaixo um pouco da carreira de Adoniran Barbosa ano a ano:
Discografia
1951 – “Os mimosos colibris/Saudade da maloca” (78 rpm)
1952 – “Samba do Arnesto/Conselho de mulher” (78 rpm)
1955 – “Saudosa maloca/Samba do Arnesto” (78 rpm)
1958 – “Pra que chorar” (78 rpm)
1958 – “Pafunça/Nois não os bleque tais” (78 rpm)
1972 – “A Música Brasileira Deste Século -Adoniran Barbosa”
1974 – “Adoniran Barbosa”
1975 – “Adoniran Barbosa”
1979 – “Seu Último Show” (Ao Vivo)
1980 – “Adoniran Barbosa e Convidados”
1984 – “Documento Inédito”
2003 – “2 LPs em 1” (Re-lançamento dos LPs de 1974 e 1975)
Coletâneas
1990 – “Claudinha Do céu” (Com interpretes de suas músicas)
1996 – “MPB Compositores: Adoniran Barbosa” (Com participações e interpretes de suas músicas)
1999 – “Meus Momentos: Adoniran Barbosa”
1999 – “Raízes do Samba: Adoniran Barbosa”
2001 – “Para Sempre – Adoniran Barbosa”
2002 – “Identidade: Adoniran Barbosa”
2004 – “O Talento de: Adoniran Barbosa” (Com participações especiais)
Vídeo
1972 – “Programa Ensaio: Adoniran Barbosa”
Principais Musicas
Malvina, 1951
Saudosa maloca, 1951
Joga a chave, 1952
Samba do Arnesto, 1953
As mariposas, 1955
Iracema, 1956
Apaga o fogo Mané, 1956
Bom-dia tristeza, 1958
Abrigo de vagabundo, 1959
No morro da Casa Verde, 1959
Prova de carinho, 1960
Tiro ao Álvaro, 1960
Luz da light, 1964
Trem das Onze, 1964
Trem das Onze com Demônios da Garoa, 1964
Aguenta a mão, 1965
Samba italiano, 1965
Tocar na banda, 1965
Pafunça, 1965
O casamento do Moacir, 1967
Mulher, patrão e cachaça, 1968
Vila Esperança, 1968
Despejo na favela, 1969
Fica mais um pouco, amor, 1975
Acende o candeeiro, 1972
Filmografia
1953 – “O Cangaceiro”
1954 – “Candinho”
1955 – “A Carrocinha”
1956 – “A Estrada”
1956 – “A Pensão da D. Stela”
Ouça o primeiro samba composto por Adoniran Barbosa, “Trem das Onze“:
‘Tamô na área’ com mais um Total Flex nesta quarta-feira, trazendo o melhor do entretenimento para toda a tripulação de O Barquinho Cultural, que nesta semana, assim como de algumas semanas atrás está com bastante humor, pois no próximo dia 16 de agosto, chega no Teatro Fernando Torres, na região do Tatuapé, o espetáculo com o humorista mais ‘gluglu yeeh yeeh’ de todo planeta, sim, é ele, Sérgio Mallandro.
Mallandro já é um ícone da cultura trash dos anos 80, divertindo a plateia revivendo seu passado, desde sua estreia na televisão com o apresentador Silvio Santos, passando por suas participações na TV Globo com a apresentadora Xuxa Meneghel e Chico Anysio, na Escolinha do Professor Raimundo.
O espetáculo foi sucesso absoluto no Rio de Janeiro e em São Paulo, e visto por mais de 500 mil pessoas no Rio e em julho de 2012, o humorista apresentou para um público de cinco mil pessoas em apenas duas sessões realizadas em um único dia, em Curitiba.
Com os bordões “gluglu” e “yeeh yeeh”, Sergio Mallandro diverte a plateia, dança no palco e conta muitas histórias com outros famosos.Desde o retorno de Mallandro aos palcos, através do stand up, ele tem cativado uma plateia jovem e adulta, divertindo o público com seus famosos bordões, dançar e além de contar muitas histórias.
Como a história do encontro com o Chico Buarque e Ben Jor num avião, o filme que fez com Xuxa (no qual era o príncipe) e uma série de aventuras vividas com mulheres bêbadas. Há, ainda, uma simulação da Porta dos Desesperados, com a participação do público, e dicas de paquera para que um rapaz chegue junto e consiga conquistar uma garota só no papo.
O espetáculo “Sem Censura” protagonizado pelo humorista Sergio Mallandro terá sua única apresentação no dia 16 de agosto às 21h no Teatro Fernando Torres, a partir das 23h30, no Teatro Fernando Torres, em São Paulo, capital.
Ficha técnica:
Elenco: Sérgio Mallandro
Produção e Realização: ET Eventos
Assessoria de Imprensa: TRY Comunicação
Serviço:
Sem Censura com Sérgio Mallandro
Local: Teatro Fernando Torres
Endereço: Rua Padre Estevão Pernet, 588 – Tatuapé (Esquina Com Rua Serra do Japi) – próximo aos metros Tatuapé e Carrão
Telefone: (11) 2227-1025
Temporada: única apresentação dia 16/08
Quando: Sexta-feira
Horário: 23h30
Valor: R$ 80,00 inteira (R$40,00 meia)
Duração: 70 minutos
Gênero: Stand up Comedy
Estacionamento: Parceria com estacionamento no valor de R$ 20,00 durante o espetáculo.
A Microsoft levou levado um tombo de 900 milhões de dólares devido as vendas fracas do Surface RT, parte devido à redução de preço e por estoque parado, o mesmo não podia ser dito da versão Pro que concorre num mercado diferente, o de ultrabooks. Apesar de ter cara de tablet ele é um computador completo, rodando Windows 8 Full. As vendas dele tem sido satisfatórias, o que poderia significar que a Microsoft não tentaria queimar seu estoque num primeiro momento.
Agora a situação mudou. Redmond já está considerando uma nova linha Surface, com o modelo RT sendo equipado com o processador Snapdragon 800 da Qualcomm e o Pro com os chips Haswell da Intel, sendo a Microsoft mais uma empresa a abandonar os processadores Tegra 3 da nVidia. Com isso a empresa anunciou que começando entre os dias 4 e 29 de agosto, a linha Top do Surface sofrerá uma redução de preço de 100 dólares.
Com isso o Surface Pro de 64 GB, aquele que sofre com o problema de memória passa a custar US$ 799 ao invés dos US$ 899 cobrados normalmente. Da mesma forma, o modelo de 128 GB cai de US$ 999 para US$ 899. Ainda que não seja um senhor desconto é uma quantia suficiente para bancar mais de 80% da Touch Cover, que custa 119 dólares.
Como a Microsoft foi um tanto pé no chão e não lançou o Surface em muitos mercados, o desconto só vale para Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, China, Hong Kong e Taiwan.