[Cabine da Pipoca] Jason é Rock n’ Roll!!!

Salve salve tripulação roqueira do site mais cultural das profundezas dos sete mares, hoje é dia de ROCK baby e para celebrar este dia tão importante para os roqueiros de todo mundo, vamos fazer algo diferente aqui no O Barquinho Cultural, para não cairmos no clichê de falarmos de filmes com temas do rock n’ roll, como diversos sites e programas e Tvs já fazem isso à anos.

Vamos ser diferente e inovar, pois o rock n’ roll de verdade, é ser original, autêntico e com muita diversidade cultural, como juntar a música com o cinema.

Como imortalizar ícones do cinema de terror, como Jason Voorhees, que por coincidência nasceu no dia 13 de Julho, do ano de 1946, apesar do dia ser reconhecido apenas 39 anos, como o Dia Mundial do Rock, que é uma data celebrada anualmente e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “dia mundial do rock”.
Jason, foi e é um personagem fictício, principal personagem dos filmes de terror da franquia Sexta-Feira 13, o assassino Jason é filho de Pamela Voorhees e Elias Voorhees.
Sua principal característica é a utilização de uma máscara de hóquei para não expor a terceiros seu horrível rosto (detalhe: ele não usa a máscara em algumas edições da série, como o segundo filme, pois ainda não a tinha encontrado, usando antes uma fronha de travesseiro branco ). 
Além disso, sempre utiliza uma faca machete, embora, saiba manusear com habilidade qualquer arma branca que esteja ao seu alcance, (como machado, machadinha, cutelo, faca, lança, arpão, forcado, entre outros). Entretanto, jamais usou algum tipo de arma de fogo.
Jason Voorhees supostamente se afogara no lago do amor, próximo ao acampamento Crystal Lake por negligência dos monitores que no momento estavam ocupados. Pamela, sua mãe, era a cozinheira do acampamento. A 13 de junho de 1958, à noite, a sra. Pamela Voorhees, em um ato de vingança, executou os dois conselheiros (Claudette e Barry) e mais sete monitores. Assim, no primeiro filme da série Sexta feira 13, quem matava as pessoas não era Jason e sim Pamela. 
Porém, uma das monitoras conseguiu decapitar a mãe de Jason enquanto lutava contra ela. Supostamente, Jason encontrou sua mãe decapitada e voltou para aniquilar todos que cruzam seu caminho. Já o remake de 2009 mostra claramente que ele viu mesmo a mãe sendo morta e foi isso que provocou sua revolta. Desde então, mata todos aqueles que cruzam seu caminho.
Conheça abaixo um pouco quem é Jason Voorhees:
Matou 285 pessoas;
Pendurou 85 de seus cadáveres em tetos ou árvores;
Levou cerca de 435 tiros, foi esfaqueado 106 vezes, foi cortado muitas vezes por Freddy Krueger, levou 20 machadadas, foi atingido por um mastro de bandeira, foi atropelado por um trator e um carro, soterrado por um telhado, foi atingido por vasos, um sofá, pedaços de madeira, dois torpedos, duas cadeiras, livros, uma estante, uma televisão, quebrou o pescoço no bote de Crystal Lake, teve um machado cravado no crânio (parte 3), foram fincados ao longo do seu corpo 15 barras de metal, foi atingido por uma barra de metal diversas vezes, ficou muito tempo embaixo do lago preso por uma pedra e uma corrente em seu pescoço, foi arremessado junto a Freddy por um carro de mina, foi parcialmente queimado (por gasolina em Freddy vs. Jason), levou 25 socos no rosto (parte 8), foi chutado por Freddy, levou pedradas no rosto (parte 6), perdeu 4 dedos da mão direita, teve os dois olhos furados, foi afogado em água e lixo tóxico, foi explodido, foi

criogenizado, foi enforcado, foi decepado, foi eletrocutado (por um fio de poste, um painel destruído e em um trilho de metrô), sua cabeça foi furada por Freddy, foi arremessado contra andaimes cerca de 15 vezes (Freddy vs. Jason), foi esmagado, perdeu a perna, teve metade de sua cabeça estourada por uma hélice de barco, foi obrigado a se bater em uma parede de metal várias vezes por Freddy, ficou no espaço sem ar e em baixas temperaturas, sofreu entrada brusca na atmosfera em uma temperatura de 300°C e sobreviveu.

Esse cara conhecido por usa uma máscara de Hóquei, para não mostrar seu rosto horrível, em alguns filmes ele não a usa, ele a encontrou em uma espécie de galpão, depois de ter assassinado um drogado. Ele tem um grande habilidade com armas que não sejam de fogo (Armas Brancas) como por exemplo: Arco e flexa, Facão, Machado etc… Mas sua arma preferida é um facão gigante.
Gostaram de conhecer este ícone dos filmes e séries do terror? Que aliás, tem tudo haver com este dia mundial do rock, pois ele realmente é o personagem ideal para representar este dia tão especial em todo o MUNDO.

Este é um tributo para e filho, Pamela e Jason Voorhees, de todos os filmes Sexta-Feira 13!!!

Yeaaaaaah baby, let’s go to Rock n’ Roll and Congrats Jason Voorhees!!!
Por Priscila Visconti (devota de Jason Voorhees e feliz por nascer na década mais rock n’ roll no mundo)

[Caixa de Som] It’s Rock n’ Roll, baby!!!

Nascido nas décadas de 40 e 50, o Rock n’ Roll sempre foi um estilo de massa, sem frescura e muita explicação. Um gênero criado pelos negros e um tabu aos brancos.
Sempre rebelde, mas cheio de atitudes, o Rock n’ Roll sempre mostrou sua cara, politizando, inventando sua maneira de ver o mundo e viver à vida.

Mas desde Elvis Presley, o estilo nunca mais foi o mesmo, e o ‘boom‘ causado por aquele jovem de Memphis, branco e cristão, provou que o rock não era apenas dos negros e que todos com projeção social,   presam pela liberdade e querem fugir da mesmice também poderia ser adepto ao Rock and Roll.
Desde então o rock deixou de ser um gênero de minorias e passou a ser de massa, e o mais ouvido no mundo inteiro.
Os anos se passaram e o rock se popularizou ainda mais, atingindo um público cada vez maior, fazendo com que uma geração propagasse aquele estilo, não apenas pelo som, mas pelo maneira Rn’R de viver.
The Who, Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Santana, entre outros artistas causaram e abusaram daquele 1969, na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Entrava para a história dos festivais o Woodstock Music & Art Fair, conhecido informalmente como Woodstock ou Festival de Woodstock, onde alavancou ainda mais à popularização do rock.
Os anos 80 chegaram com mais rebeldia, atitude e muita mudança, sendo conhecido como a década do ‘sexo, drogas e Rock n’ Roll, com bandas de cunho mais pesado, deixando mais a vida levar, sem pensar no amanhã, vivendo e curtindo o bom e velho rock do jeito mais porra louca de ser.
Depois daí, o rock ganhou outra roupagem, sendo mixado ao rap, funk, pop e outros gêneros musicais, mas nunca perdendo sua origem e essência de ser, sempre mostrando sua atitude e ânsia de proceder e nunca deixar morrer.
E nesta semana, quando é comemorado o Dia Mundial do Rock (13/Julho), nada mais justo do que homenagearmos um estilo tão cheio de progresso e que se restaura a ada dia, agregando a juventude de ontem, hoje e porque não a de amanhã.

Live ROCK N’ ROLL!!!!! 
\m/

[Total Flex] Mário de Andrade além das palavras

Mário de Andrade foi mais do que um autor modernista, ele teve uma ação forte e expressiva na política cultural, principalmente quando o escritor foi secretário de cultura do Estado de São Paulo.

O poeta democratizou o acesso à cultura, proteção do patrimônio histórico, valorização do folclore, educação infantil – o trabalho do autor de Macunaíma se estendeu de forma inovadora em várias vertentes.

Baseado nisso, o programa Ocupação irá retratar durante todo o mês de julho esse lado da vida do escritor, cronista, música, pesquisador da cultura e expoente da Semana de 1922, onde será reunido documentos, fotografias, canções populares, entre outros itens do acervo pessoal do autor.

Além da exposição, o site do Ocupação irá lançar uma seção especial com um conteúdo exclusivo sobre Mário de Andrade.

A exposição começou no último dia 28 de junho e vai até 28 de julho, no Itaú Cultural, na Avenida Paulista, região central de São Paulo e a entrada é gratuita.

Confira um pouco sobre a biografia do Mário de Andrade:

Mário Raul de Moraes Andrade (São Paulo SP 1893 – idem 1945). Poeta, cronista e romancista, crítico de literatura e de arte, musicólogo e pesquisador do folclore brasileiro, fotógrafo. Conclui o curso de piano pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo em 1917. Nesse ano, sob o pseudônimo de Mário Sobral, publica seu primeiro livro de versos, Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema. Conhece Oswald de Andrade (1890 – 1954) e assiste à exposição modernista da pintora Anita Malfatti (1889 – 1964).

Em 1918, escreve em A Gazeta como crítico de música e no ano seguinte colabora em A Cigarra, O Echo e continua em A Gazeta. Trabalha assiduamente na revista paulista Papel e Tinta em 1920. Nessa época freqüenta o estúdio do escultor Victor Brecheret (1894 – 1955), de quem compra um exemplar do bronze Cabeça de Cristo. Em 1921, escreve para o Jornal do Comércio a série Mestres do Passado, contra o parnasianismo e colabora com a revista Klaxon, em 1922. Integra o Grupo dos Cinco com Tarsila do Amaral (1886 – 1973), Anita Malfatti, Oswald de Andrade (1890 – 1954) e Menotti del Picchia (1892 – 1988).

Um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922, na ocasião do evento lê seus poemas no palco do Theatro Municipal de São Paulo e é vaiado. Nesse ano, lança seu segundo livro, Paulicéia Desvairada, um marco na literatura moderna brasileira. Leciona história da música e da estética no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Em 1923, compra uma câmera fotográfica Kodak e exerce a atividade de fotógrafo até 1931. Realiza com Olívia Guedes Penteado (1872 – 1934), Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e outros, uma viagem de estudos às cidades históricas mineiras com o objetivo de mostrar o interior do país ao poeta franco-suíço Blaise Cendrars (1887 – 1961), em 1924.

O livro de ensaios A Escrava que Não É Isaura, de 1925, discute algumas tendências da poesia modernista, e firma seu autor como um dos principais teóricos do movimento modernista. Em 1927 viaja pela região amazônica, e, no ano seguinte, pelo Nordeste brasileiro, registrando em fotos as paisagens, a arquitetura e a população dos locais visitados. Também fotografa paisagens de São Paulo, em especial da região central, e cenas na fazenda de Oswald e Tarsila. Lança o romance Amar, Verbo Intransitivo em 1927. Passa a escrever para o Diário Nacional, órgão do Partido Democrático – PD, ao qual se filia. Nesse jornal publica a maior parte de sua produção, entre críticas, contos, crônicas e poemas, até 1932. Em 1928, lança Macunaíma, Herói sem Caráter e Ensaio Sobre Música Brasileira; em 1929, Compêndio da História da Música; em 1930, Modinhas Imperiais e, em 1933,  Música, Doce Música. Sempre interessado pela música erudita e popular, busca promover pesquisas de nacionalização da música brasileira.

De 1933 a 1935, é crítico do Diário de São Paulo. Em 1935, funda, com Paulo Duarte, o Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, do qual se torna o primeiro diretor. Nesse cargo, cria a Discoteca Pública, hoje Discoteca Oneyda Alvarenga. No ano seguinte, participa da elaboração do anteprojeto da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Sphan. Em 1937, como diretor do Departamento, convida o casal Lévi-Strauss para ministrar um curso de etnografia. Cria, com Dina Lévi-Strauss, a Sociedade de Etnografia e Folclore, e se torna seu primeiro presidente. Organiza o Congresso de Língua Nacional Cantada. É eleito membro da Academia Paulista de Letras.

De fevereiro a julho de 1938, envia um grupo de pesquisadores ao Norte e ao Nordeste do Brasil. Batizada de Missão de Pesquisas Folclóricas, a expedição por ele idealizada grava, fotografa, filma e estuda uma grande diversidade de melodias cantadas no trabalho, em festas e rezas. Em 1938, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde dirige o Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal, além de ocupar a cátedra de história e filosofia da arte. Retorna a São Paulo em 1941. Como técnico da seção paulista do Sphan, viaja por todo o Estado realizando pesquisas. Com outros intelectuais, contrários ao regime ditatorial do Estado Novo, funda em 1942 a Associação Brasileira de Escritores – Abre, entidade que luta pela redemocratização do país. Colabora no Diário de S. Paulo e na Folha de S. Paulo. No salão de conferências da Biblioteca do Ministério das Relações Exteriores ministra a célebre conferência “O movimento modernista”, incluída no livro Aspectos da Literatura Brasileira, de 1943.

Obras publicadas:

Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, 1917
Pauliceia Desvairada, 1922
A Escrava que Não É Isaura, 1925
Losango Cáqui, 1926
Primeiro Andar, 1926
O clã do Jabuti, 1927
Amar, Verbo Intransitivo, 1927
Ensaios Sobra a Música Brasileira, 1928
Macunaíma, 1928
Compêndio Da História Da Música, 1929 (Reescrito como Pequena História da Música Brasileira, 1942)
Modinhas Imperiais, 1930
Remate de Males, 1930
Música, Doce Música, 1933
Belasarte, 1934
O Aleijadinho de Álvares De Azevedo, 1935
Lasar Segall, 1935
Música do Brasil, 1941
Poesias, 1941
O Movimento Modernista, 1942
O Baile das Quatro Artes, 1943
Os Filhos da Candinha, 1943
Aspectos da Literatura Brasileira 1943
O Empalhador de Passarinhos, 1944
Lira Paulistana, 1945
O Carro da Miséria, 1947
Contos Novos, 1947
O Banquete, 1978 (Editado por Jorge Coli)
Dicionário Musical Brasileiro, 1989 (editado por Flávia Toni)
Será o Benedito!, 1992
Introdução à estética musical, 1995 (editado por Flávia Toni)

Serviço

MARIO DE ANDRADE NO ITAU CULTURAL

Data: 28/junho a 28/julho
Local: Itau Cultural
Endereço: Avenida Paulista, 149
São Paulo – SP
Horário: Ter a Sex 9 as 20h | Sab, Dom e feriados das 11 as 20h
Entrada Franca
Mais informações: AQUI

[Total Flex] A Galeria mais Rock n’ Roll do país completa 50 anos em pleno mês do rock

Já que neste sábado, dia 13 de julho é o comemorado o dia mundial do rock e neste ano a galeria mais Rock n’ Roll do Brasil completa 50 anos, e somando uma coisa a outra, unindo o útil ao agradável, nada mais justo do comemorarmos essa data dupla desta semana aqui em nossa embarcação.
A Shopping Center Galeria, ou a Galeria do Rock, como ela é popularmente conhecida foi fundada em 1963 e está localizada entre a Rua 24 de Maio e o Largo do Paiçandu (Avenida São João). São mais de 400 estabelecimentos comerciais, com predominância para o comércio de produtos relacionado à música, com mais evidência ao rock.

Além do mais, na galeria há apresentações musicais e uma reunião de diversas tribos urbanas, subculturas e diversidade musical bem no centro de São Paulo.
A galeria em princípio não era para ter seu foco em música, projetada pelo arquiteto Alfredo Mathias, que de início era apenas um centro comercial em que em que abrigava-se salões de beleza, lojas de serigrafia e assistência técnica de aparelhos eletrônicos, até então, nada relacionado a música, até o final da década de 70, em que as lojas de discos e fãs clubes começaram se instalar pelo local. Desde então, lojas de diversos diversos estilos musicais agregaram-se ao recinto, fazendo-o com que o público fosse ampliado e diversificado, indo do heavy metal ao pop, do brega ao trendy, passando pelo rap, funk e porque dizer, também pelo samba.
Um espaço democrático, em que presa a liberdade de expressão, sem distinção de estilo, gênero, raça, classe social ou sexo, um lugar onde diversidade cultural vale mais do que qualquer costume.
Quem vai um dia, volta e ainda convida os amigos para irem também, portanto se foi ainda não conhece a Galeria do Rock, não custa nada dar uma passada por lá quando você estiver pelo centro de São Paulo.
Serviço
Galeria do Rock
Rua 24 de Maio, 62 – Centro
São Paulo/ SP
Próximo aos Metrôs República | Anhangabaú | São Bento
Horário: de segunda a sexta das 9h às 20h | sábado das 9h às 17h | domingo, não abre.
Entrada: GRÁTIS 

[Cyber Cult] Windows 8.1, o que mudou?

A Microsoft ouviu os clamores dos usuários, consertou certos problemas e adicionou novos recursos, sem nada muito excepcional. Mas essas pequenas alterações fizeram a diferença.

O que o Windows 8.1 traz de novo? Confira a seguir.

Menu Iniciar
Ele está de volta, presente desde o Windows 95, e removido no Windows 8, a Microsoft o trouxe de volta depois que os usuários reclamaram da sua falta, porém ele é só uma atalho para a tela inicial.


Interface
Para quem usa a nova interface do Windows, há algumas novidades. A tela inicial agora tem uma setinha que abre uma lista com todos os aplicativos instalados no sistema. Está mais prático nomear grupos, e você pode mover ou redimensionar vários blocos dinâmicos de uma só vez. E esses blocos ganharam dois novos tamanhos (grande e pequeno).

Caso queira testar o Windows 8.1 Preview, o download pode ser feito aqui. A versão final será lançada até o fim do ano e chegará através de uma atualização na Windows Store. Ela será gratuita para os atuais usuários do Windows 8.

A Microsoft anunciou hoje, durante a conferência anual Worldwide Partner Conference, que a versão Release to Manufacturing (RTM) do Windows 8.1 será disponibilizada aos fabricantes e parceiros de hardware no final de agosto.