Autor Patricia Visconti
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O Natal está chegando, e com ele vem as apresentações dos corais cantando canções tradicionais natalinas. Crianças, adultos, idosos, em todo lugar há pessoas que se reúnem para mostrar o espírito natalino em forma de músicas.
O mais tradicional, o coral do Palácio Avenida, em Curitiba, Paraná, todo ano junta multidões no centro da capital paranaense para assistir e se emocionar ouvindo as vozes dos pequenos.
As canções natalinas surgiram a anos atrás, o primeiro registro remete-se ao ano de 129, onde um bispo romano teria dito que a canção ‘Hino dos Anjos’ deveria ser cantada durante o Natal. No entanto, as músicas natalinos originalmente criadas na Europa, quando surgiram eram consideradas pagãs, cantadas em cerimônias do Solstício de Inverno. Com o tempo as músicas foram substituídas por canções cristãs, e apresentadas nas vésperas do Natal.
E hoje, os corais podem ser formados por qualquer pessoa, apresentados não só nas igrejas, mas também para grandes públicos, como nos centros das cidades, nos colégios, em teatros e nos tradicionais ambientes religiosos.
Confira o vídeo da apresentação do coral do banco Itaú, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Um Natal master iluminado e repleto de felicitações a todos os navegantes de O Barquinho Cultural, e claro cheio de musicalidade.Por: Patricia Visconti
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Não teve iPhone 5 que garantisse sozinho seu lugar na pauta da semana. A estreia do The Hobbit – Uma Jornada Inesperada no Brasil, hoje, foi comentada desde o início da semana e discussões já foram fomentadas.
O filme é uma adaptação dividida em três partes do livro homônimo publicado originalmente em 1937, de autoria do britânico J.R.R. Tolkien. A primeira parte foi lançada hoje, 14 e foi dirigida por Peter Jackson, que também produziu-o e o coescreveu. As demais partes serão lançadas nos próximos dois anos, 2013 e 2014. A filmagem da primeira parte do Hobbit foi dirigida por Peter Jackson, que também produziu e coescreveu-o.
Peter tem se destacado não somente pelo seu trabalho, mas pela polêmica discussão que gerou após a nova tecnologia aplicada neste longa. Fugindo do convencional 3D rodado a 24 fps (fotometragem por segundo, quantidade de imagens capturadas pela câmera no tempo de um segundo), o diretor de The Hobbit I propôs uma rodagem de 48 fps, com duas câmeras digitais. O novo efeito dá a sensação de que as imagens estão rodando com mais velocidade, o que pode gerar desconforto aos espectadores acostumados à rodagem mais lenta.
The Hobbit é um dos filmes mais esperados do mês e essa novidade é mais uma boa razão para conferi-lo.









