Todos os posts de Priscila Visconti

Sou uma jornalista, blogueira, produtora de eventos e produtora Cultural. Amo o que faço, pois faço o que amo da minha vida, que é escrever, ler e ver a as coisas de uma visão diferente dos demais seres humanos.

[Cabine da Pipoca] O Mundo é muito grande para viver trancado

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Na sexta-feira passada, dia 11, estreou em todos os cinemas,  o filme brasileiro “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”,  que foi dirigido, produzido e roteirizado por Daniel Ribeiro.  O enredo do filme, é de um adolescente cego, que como qualquer outro adolescente quer buscar seu lugar no mundo, mas a superproteção de sua mãe, limita essa sua liberdade, mas seus amigos Giovana e Gabriel,  fazem o jovem Leonardo ter uma nova vida.

Mas o título original do filme seria Todas as Coisas Mais Simples, porém nome não dava a ligação necessária para o curta-metragem Eu Não Quero Voltar Sozinho lançado em 2010 pelo o mesmo diretor. Após várias discussões, a produção do filme chegaram a uma consenso levando em conta os conflitos do personagem Leonardo interpretado por Ghilherme Lobo, originando o atual nome do filme.

O longa-metragem já tem diversos prêmios antes mesmo de ser estreado mundialmente, como o prêmio Fipresci concedido pela Federação Internacional de Críticos de Cinema e no Mostra Panorama, que é um evento paralelo ao Festival de Berlim, que teve o filme exibido em primeira mão no evento. A organização do festival escolheu dois filmes para representar o Brasil: Hoje Eu Não Quero Voltar Sozinho e O Homem das Multidões, dos diretores Cao Guimarães e Marcelo Gomes.

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Elenco:
Ghilherme Lobo – Leonardo
Fábio Audi – Gabriel
Tess Amorim – Giovana
Selma Egrei – Maria
Eucir de Souza – Carlos
Isabela Guasco – Karina
Júlio Machado – Professor
Victor Filgueiras – Guilherme
Naruna Costa – Professora
Lúcia Romano – Laura

Direção – Daniel Ribeiro
Produção – Daniel Ribeiro
Diana Almeida
Roteiro – Daniel Ribeiro
Género – Drama e Romance
Música – Ariel Henrique
Gabriela Cunha
Cinematografia – Pierre de Kerchove
Edição – Cristian Chinen
Estúdio – Lacuna Filmes

heqvs_0002_cartaz_lomo_final_01_omSinopse:
Leonardo é um adolescente cego que, como qualquer adolescente, está em busca de seu lugar. Desejando ser mais independente, precisa lidar com suas limitações e a superproteção de sua mãe. Para decepção de sua inseparável melhor amiga, Giovana, ele planeja libertar-se de seu cotidiano fazendo uma viagem de intercâmbio.

Porém a chegada de Gabriel, um novo aluno na escola, desperta sentimentos até então desconhecidos em Leonardo, fazendo-o redescobrir sua maneira de ver o mundo novo para a vida dele.

Assista o trailer do longa abaixo:

Confira abaixo mais informações sobre filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”:

Facebook: http://www.facebook.com/hojeeuquerovo
Facebook (English): http://www.facebook.com/thewayhelooks
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1702014/
Twitter: http://twitter.com/voltar_sozinho/
Tumblr: http://hojeeuquerovoltarsozinho.tumbl

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Madrugada sangrenta da Lua

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Nesta madrugada de terça-feira (15), quem olhou para a Lua, viu ela um tanto quanto diferente, pois estava ocorrendo um eclipse lunar em todo o continente americano, este fenômeno da lua acontece quando a Lua fica na sombra da Terra em relação ao Sol e ganha uma cor mais vermelhada, razão pela qual foi chamado de “Lua de Sangue”. Esses eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes.

No Brasil, esse eclipse total pode ser visto a partir das 3:00 horas e a visão foi melhor nas regiões Norte e Centro-Oeste. O último ocorreu no dia 10 de dezembro de 2011 e a última vez que aconteceu, essa série de quatro eclipses lunares totais foi entre 2003 e 2004, segundo a agência espanhola EFE.

Por isso quem não viu este eclipse lunar desta madrugada, pode ver o próximo, que será o eclipse total e está previsto para a madrugada do dia 8 de outubro, ainda deste ano. Este fenômeno acontece a cada seis meses, repetindo apenas sete vezes neste século 21.

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Veja abaixo os eclipses previstos para 2014:

15 de abril: Eclipse total da Lua – visível na parte oeste da África, na parte oeste da Europa, Américas, Austrália e leste da Ásia;

29 de abril: Eclipse anular do Sol (quando a Lua fica na frente do Sol e se forma um “anel” do Sol em volta da Lua) – visível na Antártica e Austrália;

8 de outubro: Eclipse total da Lua – visível nas Américas, na Austrália e Ásia;

23 de outubro: Eclipse parcial do Sol – visível na maior parte da América do Norte, no México e na Rússia;

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Veja abaixo o vídeo da transformação do fenômeno da “Lua de Sangue”:

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] O pequeno vilarejo de Fábio Rodrigues

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Esta semana o escritor será um conhecido, já pelos navegantes do boletim, pois este jovem escritor e jornalista, já nos ajudou bastante aqui n’O Barquinho Cultural, com suas reportagens, artigos, crônicas e poemas de sua própria autoria, mas nem tudo na vida é para sempre e ele seguiu seu caminho em novos projetos e um deles é a divulgação de seu livro, “Marcílio Dias nos corações: A história de um vilarejo”, que é o resultado do trabalho de conclusão de curso, que não mora na vila, não tem parentes e tampouco conhecia a história do lugar.

993002_339293432863925_1793823495_nO escritor desta semana aqui no OBC, é nosso querido amigo Fábio Rodrigues de 22 anos, um jovem amante da escrita, de Canoinhas, Santa Catarina, se formou em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário de União da Vitória e depois ingressou em especialização em Jornalismo Literário, e no ano de 2012, escreveu o livro-reportagem “Marcílio Dias nos corações: a história de um vilarejo” como Trabalho de Conclusão de Curso. O livro recebeu sua primeira edição no ano seguinte, pelo Conselho Editorial da Uniuv e lançado em abril pelo Conselho Editorial Uniuv e Clube de Autores, o livro é o primeiro registro da história da comunidade que já foi grande centro econômico no município.

O livro está estruturado em blocos com pequenas narrativas, com diálogos, metáforas, descrições e onomatopeias. Com “Marcílio Dias nos corações”, o leitor consegue viajar no tempo e visualizar cada lugar descrito, cada personagem-entrevistado.

“Marcílio Dias nos corações: a história de um vilarejo” é resultado do trabalho de conclusão de curso de Rodrigues, que não mora na vila, não tem parentes e tampouco conhecia a história do lugar.

O livro está disponível pelo site, ou então com o próprio autor;

Sinopse:
Marcílio Dias nos corações narra a história do vilarejo que fica a 4 quilômetros do centro de Canoinhas (SC).
Utilizando recursos da literatura, o autor conduz uma viagem ao passado, com referências do cotidiano da vila e da cultura dos primeiros moradores.

O leitor consegue identificar ambientes, conhecer personagens e viver momentos da história sem sair de casa.

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Trailer do livro:



Contatos do ecritor e jornalista Fábio Rodrigues:
Blog pessoal
Twitter
Facebook

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] O Exótico Hotel Marigold

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Hoje é dia cinema, aqui na embarcação com o nosso colaborador, que sempre nos ajuda com um filme diferente, Fábio Astaire, que como já dissemos aqui, ele tem o site que fala tudo sobre cinema, o CinemaCom.com.br.

Sempre trazendo dicas, resenhas ou análises sobre o filme, mas não só os filmes comerciais, mas também aqueles que a grande mídia não pauta.

Como análise do filme, “Tratando de Negócios com O Exótico Hotel Marigold”, que é um filme inglês, mas com grande parte das filmagens na Índia, confira análise abaixo.

marigold_evelynMarigold é um filme de John Madden, diretor inglês conhecido pelo premiado Shakespeare Apaixonado (1998), cujo enredo conta as aventuras de um grupo de idosos britânicos decididos em deixar o cotidiano do país de origem para explorar novas experiências na Índia. Já vale a pena assisti-lo pela variedade de temas apresentados numa suave produção, porém este texto dedica-se a dar atenção no seu interessante exemplo de empreendedorismo.

O cenário é composto por nada menos que um velho hotel localizado na cidade de Jaipu, onde expõe visualmente características sociais e econômicas familiares às brasileiras. Seu proprietário é o jovem sonhador Sonny (Dev Patel), movido por atitudes cheias de energia que não são suficientes para comandar um negócio familiar
decadente, ainda que seja um maravilhoso resort no próprio ponto de vista.

Mesmo com a situação precária, ele toma a iniciativa de atender uma clientela diferenciada ao optar pelo público da terceira idade. Porém, os primeiros hospedes não sentem nada bem ao perceber que caíram numa armadilha de propaganda publicada na internet.

Ignorando seus descuidos iniciais, Sonny passa a maior parte de seu trabalho improvisando a estadia dos clientes, além de se perder nos devaneios de um futuro promissor. Logo o que se vê é um grande esforço de uma só pessoa para compensar seu imprudente erro ao enganar os consumidores forasteiros. Por outro lado, eles demonstram todos os tipos de insatisfação possíveis, mesmo na tentativa de se adaptar à inusitada realidade oferecida. É evidente que não há perfil de planejamento no personagem, principalmente quando apresenta seu caótico ambiente aos possíveis investidores. O Exótico Hotel Marigold – Sonny.

Como segundo plano, o longa também mostra outra qualidade duvidosa na prestação de serviço ao abordar o atendimento remoto, já que se trata de um segmento muito explorado pelas novas corporações indianas.

A falta de cordialidade deste canal (sabemos muito bem que não se trata de uma deficiência regional) concede à Evelyn, personagem atuada por Judi Dench, a oportunidade de ser consultora para jovens operadores de telemarketing. Desta forma, ela pôde usar sua vivência tradicional de boas maneiras para ensiná-los como aprimorar sua comunicação a partir do senso crítico.

Comparando os dois casos, é possível perceber que a carência de um lado pode cogitar o potencial do outro. Afinal, uma companhia estruturada por vários colaboradores guiados por funções robóticas podem não ter a sensibilidade de Sonny para cativar fregueses, mesmo que seu serviço não seja estupendo quanto imagina. O que lhe falta é equilibrar seu otimismo visionário com a cooperação de pessoas especializadas em áreas que indicam indiscutível fragilidade, como no caso da administração financeira.

Com o controle da situação, pacientemente o empreendimento hoteleiro deve levar em consideração a estratégia de aproveitar os aspectos turísticos da cidade para se tornar realmente um estabelecimento exótico. Cada personagem mobilizado em conhecer novos horizontes, é responsável por evidenciar seu relacionamento com a cultura da região, bem como consumir o comércio local e principalmente a gastronomia peculiar, quando bem preparada.

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O Exótico Hotel Marigold
Título original: Best Exotic Marigold Hotel
Elenco: Bill Nighy, Maggie Smith, Tom Wilkinson, Judi Dench, Dev Patel, Penelope Wilton, Celia Imrie, Ronald Pickup, Tena Desae.
Direção: John Madden
Gênero: Drama
Duração: 124 min.
Distribuidora: Fox Film
Estreia: 2012

Sinopse: Aposentados britânicos viajam para a Índia para morar no que acreditam ser um recém reformado hotel, mas o lugar não é tão luxuoso quanto parecia nos anúncios.

Assista o trailer do filme abaixo:

Por Fabio Astaire

[Cantinho Literário] Literatura é a cura para a vida

“A escrita é terapia para quem lê e para quem escreve, o que em nosso tempo, não é pouca coisa.”
(por: @FebredeRato)

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Para mantermos o ritmo na divulgação de novos artistas, vamos seguir nosso rumo, promovendo mais um jovem poeta, Josué Rowstock, 20 anos, de Santa Maria, Rio Grande do Sul, ou como ele assina seus textos, J. Rowstock.

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J. Rowstock é um escritor “spunk punk violento” e sua escrita é libertária e terapêutica, se diz um beatnik sem ter dormido na montanha da desolação, contudo se encontra no deserto de Mojave na poesia, nas ruas através dos contos, nas notícias pela crônica, pois ele vive para escrever, pois sua vida é baseada em suas leituras, poemas e análises textual, porque a escrita é uma terapia para a vida.

Rowstock já ganhou divervos prêmios , é coordenador do projeto Febre de Rato, que é o blog, onde ele publica seus textos, poemas, dicas e movimentos da literatura.

Ele é formado em Letras, pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, cidade na qual mora e toda sua vida é ao redor da literatura e por isso, uma vez por mês, J. estará aqui, mostrando seus anseios literários, como um colaborador do Cantinho Literário.

Mas não pensam que vamos parar de promover esses novos talentos da literatura, isso jamais irá acontecer, afinal estamos aqui para divulgar e promover a cultura alternativa, para que todos saibam que neste Brasil e mundo a fora, há diversos artistas trancados em seu quarto, produzindo e montando suas ideias, como o J.Rowstock, que vive 24 horas do seu dia, no mundo literário.

Sinceridade Literária
“É impressão minha, ou realmente existem escritores que enfiam agulhas em si mesmos para terem uma boa história para contar? Ou uma infame poesia para ser escrita…

É lamentável e nada mais do que mediocridade mentir para o leitor. E não estou falando de literatura fantástica, pois estes ainda cultivam uma imaginação enorme, simplesmente estou falando desses tipos que agora sofrem,bebem sem ter vontade de beber, tomam porres de vinho e acreditam que esses alfinetes pingados na pele vão dar boas histórias.

Meu amigo, se tua história não for sincera, todo este teu “drama” não valerá de nada e já sugiro que volte sua escrita para os concursos literários e premiações ou tente uma vaga na Casa dos Poetas. Afinal, existem palavras para todos, existem muitos escritores, mas poucos são os que dão a sua alma para o diabo, quero dizer, o negócio.”

Veja abaixo os livros premiados de Rowstock:
– Coração de Tinta
-Nos olhos negros da Solidão
-Os javalis não Transpiram
-Das histórias de Clarisse
-De tudo e mais um Pouco
-Poesias Cotidianas.
Gênero Plural (misto)

Clique aqui para comprar seus livros:

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Confira mais informação do jovem, J.Rowstock:
E-mail – febrederato@hotmail.com
Blog – http://febrederato9.webnode.com/sobre-nos/
Facebook projeto – https://www.facebook.com/febre.derato
Facebook pessoal – https://www.facebook.com/jrowstock

Por Priscila Visconti

[Total Flex] E aí “Vamos Conversar?”

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Desculpa pelo atraso do Total Flex desta semana, mas é que ontem foi trampo pesado aqui em casa, com algumas mudanças por aqui, como mudança do guarda-roupa de lugar e desmontar a cama velha, para dar espaço a nova, que deve chegar nas próximas semanas, mas como nós nunca deixaremos nossa tripulação na mão e mesmo atrasado, estamos aqui, publicando e informando todos vocês, então é isso que iremos fazer.

Let’s go to ‘labuta’, porque aqui não pode parar JAMAIS!!!

Nos tempos de hoje, em que a correria e a falta de tempo predomina muitas pessoas e não sobra tempo nem para bater um papo, para esparecer a cabeça e conhecer gente nova, há uma jovem capixaba, Mariana Schettino, 22, que faz dos seus fins de semana uma diversão, pois ela fica sentada em plena à Avenida Paulista, desenhando e com uma placa chamando o pessoal para conversar e fazendo novas amizades.

Este trabalho surgiu, pois ela se sentia muito sozinha, quando veio para São Paulo e para ela não ficar trancada em sua casa, pintando e sem ter contato com o mundo lá fora, e claro, só se estressando de ficar presa em casa, ela decidiu pegar seus materiais artísticos e ir às ruas, para mostrar sua arte para todos e também, conhecer gente e porque não, fazer novas amizades.

A Avenida Paulista, foi o palco para Mariana expor suas ideias, não só porque ela mora por ali perto, mas também, porque lá passam milhares de pessoas, de todos os tipos, gêneros e etnias, com isso, faz com que Mari exponha cada vez mais seu trabalho, fazendo com que todos a conheça como a garota da conversa.

Por isso quem quiser bater um papo com a Mari, basta ir todos os fim de semanas, na Avenida Paulista, no Conjunto Nacional, sentar e conversar, afinal o mundo só precisa disso, de mais conversas e arte e menos violência e mentiras.

Para mais informações sobre o projeto “Vamos Conversar?”, confira os endereços na WEB:

Facebook https://www.facebook.com/vmsconversar
Twitter https://twitter.com/VmsConversar
Instagram http://instagram.com/vmsconversar

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Bom fim de semana à todos e a próxima
Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] 10 filmes nacionais para entender os 50 anos do Golpe Militar 1964

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Nesta semana no Cabine da Pipoca, vamos homenagear os 50 anos do Golpe Militar, que aniveráriou na última quarta-feira, 1º de abril, sendo uma história tensa e bastante triste, para muitos brasileiros, como pais que tiveram filhos mortos e filhos que não conheceram seus pais. Ditadura essa que foi marcada pela contradição dos direitos humanos, diversos casos de tortura e abuso de poder e além de uma situação econômica alarmante.

O Golpe Militar de 1964 designa o conjunto de eventos ocorridos em 31 de março de 1964 no Brasil, atos que culminaram, no dia 1º de abril de 1964, com um golpe de Estado que encerrou o governo do presidente democraticamente eleito João Goulart, também conhecido como Jango. Jango havia sido democraticamente eleito vice-presidente pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) – na mesma eleição que conduziu Jânio da Silva Quadros, do Partido Trabalhista Nacional (PTN), à presidência, apoiado pela União Democrática Nacional (UDN).

Os militares brasileiros favoráveis ao golpe, se declararam herdeiros do país, tornando o Brasil, um regime autoritário e nacionalista, politicamente alinhado aos Estados Unidos, que acarretou profundas modificações na organização política do país, bem como na vida econômica e social. O regime militar durou até 1985, quando Tancredo Neves foi eleito, indiretamente, o primeiro presidente civil desde 1964.

No cinema este período já foi relatado em diversos filmes nacionais, às vezes de maneira lúdica, outras vezes de modo duro e realista, tanto em documentário quanto em ficção. Confira abaixo 10 filmes, que contam um pouco do golpe de 1964.

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Cabra Marcado Para Morrer (1985), de Eduardo Coutinho: O documentário sobre um líder camponês teve que ser interrompido com o golpe militar. Dezessete anos depois, o cineasta retorna ao local onde filmava, e retrata como a ditadura afetou a vida das pessoas envolvidas no filme.

O Dia que Durou 21 Anos (2012), de Camilo Tavares: Documentário sobre a influência norte-americana no golpe, com a grande pressão exercida pelo governo dos Estados Unidos para a retirada de Goulart do poder. Confira a nossa crítica.

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger: Ficção sobre uma criança deixada sozinha quando seus pais são perseguidos e sequestrados durante a ditadura.

Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias: Um dia, um trabalhador é confundido com um militante, sequestrado pelo regime militar e brutalmente torturado nos porões da ditadura.

Dossiê Jango (2013), de Paulo Henrique Fontenelle: Documentário sobre o governo de João Goulart e as consequências de sua saída ao poder. Confira a nossa crítica.

Jango (1984), de Silvio Tendler: O documentário retrata toda a história de Jango, desde a sua formação até a entrada na política, o golpe e o exílio no Uruguai.

Ação Entre Amigos (1998), de Beto Brant: Muitos anos após o regime militar, quatro antigos militantes discutem sobre as consequências deste governo no país.

Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda: Enquanto os militares controlam e reprimem diversas formas de manifestação artística no Brasil, um soldado se apaixona pelo líder de um grupo teatral anárquico. Confira a nossa crítica.

O Que É Isso, Companheiro? (1997), de Bruno Barreto, e Hércules 56 (2006), de Silvio Da-Rin: Uma ficção e um documentário retratam de maneiras distintas a mesma história sobre o sequestro de Charles Burke Elbrick, embaixador dos Estados Unidos no Brasil, por militantes que exigiam a liberação de presos políticos.

Zuzu Angel (2006), de Sergio Rezende: Quando descobre que seu filho foi torturado e morto por militares, a estilista Zuzu Angel tenta localizar o corpo e enterrá-lo.

Assista abaixo o trailer do filme “Zuzu Angel”, de 2006:


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Sinopse: Brasil, anos 60. A ditadura militar faz o país mergulhar em um dos momentos mais negros de sua história. Alheia a tudo isto, Zuzu Angel (Patrícia Pillar), uma estilista de modas, fica cada vez mais famosa no Brasil e no exterior. O desfile da sua coleção em Nova York consolidou sua carreira, que estava em ascensão.

Paralelamente seu filho, Stuart (Daniel de Oliveira), ingressa na luta armada, que combatia as arbitrariedades dos militares. Resumindo: as diferenças ideológicas entre mãe e filho eram profundas. Ela uma empresária, ele lutando pela revolução socialista e Sônia (Leandra Leal), sua mulher, partilha das mesmas idéias. Numa noite Zuzu recebe uma ligação, dizendo que “Paulo caiu”, ou seja, Stuart tinha sido preso pelos militares.

As forças armadas negam e Zuzu visita uma prisão militar e nada acha, mas viu que as celas estavam tão bem arrumadas que aquilo só podia ser um teatro de mau gosto, orquestrado pela ditadura. Pouco tempo depois ela recebe uma carta dizendo que Stuart foi torturado até a morte na aeronáutica.

Então ela inicia uma batalha aparentemente simples: localizar o corpo do filho e enterrá-lo, mas os militares continuam fazendo seu patético teatro e até “inocentam” Stuart por falta de provas, apesar de já o terem executado. Zuzu vai se tornando uma figura cada vez mais incômoda para a ditadura e ela escreve que não descarta de forma nenhuma a chance de ser morta em um “acidente” ou “assalto”.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Pokemón no Google Maps será que é verdade?

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Essa vai para os fãs de Pokemón, que está doido para encontrar o seu bichinho preferido e lutar contra o mal. O Google Maps criou um recurso, que permite que os usuários sai em busca dos bichinhos e para fazer parte da brincadeira, o usuário precisa atualizar seu app do Maps para Android ou iOS. Em seguida, basta pressionar a barra de buscas do serviço e selecionar “Press Start”.

Depois de dando o ‘start’, o usuário é direcionado ao “Laboratório Pokemón”, que na verdade é uma imagem em pixel art colocada sobre uma área de pesquisas científicas próximas ao usuário.

Depois disso, é só se divertir procurando os Pokémons espalhados pelo mundo. Enquanto testávamos, encontramos um Gyarados flutuando sobre o lago do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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Veja o vídeo que Google divulgou contando sobre esta expedição a caça de Pokemóns:

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E aí, acreditaram nesta notícia que está espalhada por todo o mundo em diversas redes sociais?

Para quem já viu, isso não passa de uma brincadeira do Google, para pegar seus usuários, já que isso é bastante normal na área de tecnologia, de espalhar notas falsas e alguns ‘easter eggs’ divertidos nos serviços tradicionais da empresa.

A notícia dos Pokemóns Selvagens, foi a primeira informação do Google, mas depois dela veio outras, como MADIC HAND, que uma espécie de luva para ser utilizadas em tablets e smartphones, para não estragar as unhas, GMAIL SHELFIE, que publica seu ‘selfie’ em sua conta do Gmail, CURRÍCULOS MELHORADOS, que é um Auto-Awesome aplicado aos currículos, VISITANTES EXTRATERRESTES, que permite que usuário conheça outros lugares, como cidades, países, continentes, planetas ou até mesmo a lua e entre outras ferramentas da Google.

Mas fala sério, a Google sabe pegar seus usuários nessas brincadeirinhas de 1º de Abril, deve ser por isso que eles são os primeiros em tudo… hehehe

Feliz 1º dia de Abril para toda a tripulação do OBC!

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] “A Garota do Ônibus” de Dayana Araújo

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Assim como nas duas últimas semanas, vamos focar em divulgar e promover nossos artistas aqui no O Barquinho Cultural, afinal é esse o nosso foco, que é pegar o ‘under’ da cultura, em que poucas pessoas conhecem e transformar em popular para todo o mundo, como já fazemos aqui no boletim na editoria de música, a Caixa de Som.

Por isso, nós do Cantinho Literário, viajamos, ‘internéticamente’ falando, até o nordeste e descobrimos a escritora e assim como todos que já publicamos aqui, a jovem Dayana Araújo, 21 anos, que é apaixonada por livros, chocolate e vive com a cabeça no mundo imaginário. Dayana começou a escrever aos 14 anos, mas só aos 20, decidiu tornar seu sonho de ser escritora em prática, então resolveu correr atrás de seus sonhos e ir à luta.

Pois muito batalhadora e sonhadora, a garota resolveu transformar fantasia em realidade, escrevendo seu primeiro livro publicado, “A Garota do Ônibus”, que esta ideia veio através de uma insônia no meio da noite, ai ela resolveu expor para todos, por uma ideia, que ficava gritando em sua cabeça, então colocou para fora, iniciando assim, seu primeiro livro.

A garota do ônibus nasceu de reflexos do cotidiano, como aquele ‘tiozinho’ do ônibus que é super engraçado e todo mundo o conhece? E aquele motorista mal humorado que ninguém suporta e a maioria dos passageiros brigam com ele? E aquele cobrador bem paquerador que não pode ver um “rabo de saia”?

Foi assim que nasceu o livro, que a libertou suas ideias e sonhos, mais difíceis da minha vida, que para ela isso era só o primeiro passo e aos poucos, pelas teclas do computador surgiram grandes incentivadores, que apoiaram Dayana nesta ideia. Então ela resolveu se arriscar e publicar “A Garota do Õnibus”.

Confira abaixo a sinopse de “A Garota do Ônibus, de Dayana Araújo:
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Não pense que vai encontrar, aqui, uma menina muito educada e refinada. Elisa é totalmente diferente disso. Fala o que quer e quando quer, mas no fundo é uma boa moça. Recém formada no segundo grau com sonhos e vontades como qualquer outra. A única diferença na sua história é como ela vê o mundo, do seu ponto de vista e da sua classe social.

Quando consegue seu primeiro emprego de manicure e maquiadora, num salão, ela se depara com uma coisa inusitada: ao pegar o ônibus, ela percebe que todo mundo se conhece e que sabem os horários uns dos outros, como se fossem uma grande família. Elisa acaba conquistando a simpatia de todos e entrando. Com o passar do tempo, aquela louca família começa a ser parte da sua própria história e dos outros passageiros.

Assista abaixo o book trailer do livro:

1890345_672504756143371_1704615261_oMais informações sobre a escritora Dayana Araújo, confira seus endereços na WEB:
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O livro “A Garota do Ônibus já está disponível para a venda:
Livraria Cultura (Livro físico)
Amazon (E-book)

Por Priscila Visconti