Nesta sexta-feira será 3 em 1, já que na semana passada não teve o Cabine da Pipoca, por motivos de forças maiores, mas não se preocupem pois nesta semana será uma espécie de ‘Especial Marvel’, já que hoje dia 26/julho, lançou o novo filme do Wolverine nos cinemas, sobre reunião segunda geração de X-Men no cinema e o teaser de O Espetacular Homem-Aranha 2.
Vamos começar do lançamento é claro… O diretor do filme, James Mangold contou que neste filme encontramos Wolverine em um ponto em que se retirou de todo o contato com outros seres humanos.
Jackman também afirmou que o novo filme permitirá ao público entender melhor a relação do personagem com Jean Grey.
Lembrado novamente do feito de estar caminhando para seu sétimo filme como Wolverine (com “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Jackman diz se considerar sortudo. “Foi o primeiro filme que fiz nos Estados Unidos e abriu muitas portas. E continua sendo uma jornada incrível”.
Assista o trailer do filme Wolverine Imortal:
Os atores da trilogia original de X-Men se reuniram com o elenco da versão mais recente da franquia no cinema, “X-Men: Primeira Classe”, em San Diego Comic-Con, para anunciar a volta dos mutantes de todos eles às telas em “Dias de um Futuro Esquecido”, novo filme da série e todos concordaram que foi divertido voltar a vestir o uniforme dos mutantes da Marvel. Liderados pelo diretor Bryan Singer, o responsável por dar vida na tela aos X-Men há 14 anos, participaram do painel Ian McKellen, Patrick Stewart, Halle Berry, Anna Paquin, Shawn Ashmore, Hugh Jackman, Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy, Ellen Page, Evan Peters, Nicholas Hoult, Omar Sy e Peter Dinklage.
Por fim, ficamos com o teaser de O Espetacular Homem Aranha, estrelado por Andrew Garfield (Homem-Aranha/ Peter Parker) e Emma Stone (Gwen Stacy). A estreia acontece em 1º de maio de 2014, no Brasil. O atorJamie Foxx foi visto em abril filmando seu papel de Electro para O Espetacular Homem-Aranha 2 e agora imagens dele como o vilão estrearam na Comic Con. Na cena, Electro (ou o engenheiro Maxwell Dillon) está ligado a uma máquina complexa. Teaser de O Espetacular Homem-Aranha 2 mostra o vilão Electro:
E por aqui encerramos nossas transmissões e já preparando novas ideias para a próxima semana, que esperamos estar bem menos fria que nesta, que está tão gelada quanto o clima na Sibéria. Bom fim de semana à todos e até semana que vem, com mais cinema aqui no OBCPor Priscila Visconti
Salve salve tripulação roqueira do site mais cultural das profundezas dos sete mares, hoje é dia de ROCK baby e para celebrar este dia tão importante para os roqueiros de todo mundo, vamos fazer algo diferente aqui no O Barquinho Cultural, para não cairmos no clichê de falarmos de filmes com temas do rock n’ roll, como diversos sites e programas e Tvs já fazem isso à anos.
Vamos ser diferente e inovar, pois o rock n’ roll de verdade, é ser original, autêntico e com muita diversidade cultural, como juntar a música com o cinema.
Como imortalizar ícones do cinema de terror, como Jason Voorhees, que por coincidência nasceu no dia 13 de Julho, do ano de 1946, apesar do dia ser reconhecido apenas 39 anos, como o Dia Mundial do Rock, que é uma data celebrada anualmente e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “dia mundial do rock”.
Jason, foi e é um personagem fictício, principal personagem dos filmes de terror da franquia Sexta-Feira 13, o assassino Jason é filho de Pamela Voorhees e Elias Voorhees.
Sua principal característica é a utilização de uma máscara de hóquei para não expor a terceiros seu horrível rosto (detalhe: ele não usa a máscara em algumas edições da série, como o segundo filme, pois ainda não a tinha encontrado, usando antes uma fronha de travesseiro branco ).
Além disso, sempre utiliza uma faca machete, embora, saiba manusear com habilidade qualquer arma branca que esteja ao seu alcance, (como machado, machadinha, cutelo, faca, lança, arpão, forcado, entre outros). Entretanto, jamais usou algum tipo de arma de fogo.
Jason Voorhees supostamente se afogara no lago do amor, próximo ao acampamento Crystal Lake por negligência dos monitores que no momento estavam ocupados. Pamela, sua mãe, era a cozinheira do acampamento. A 13 de junho de 1958, à noite, a sra. Pamela Voorhees, em um ato de vingança, executou os dois conselheiros (Claudette e Barry) e mais sete monitores. Assim, no primeiro filme da série Sexta feira 13, quem matava as pessoas não era Jason e sim Pamela.
Porém, uma das monitoras conseguiu decapitar a mãe de Jason enquanto lutava contra ela. Supostamente, Jason encontrou sua mãe decapitada e voltou para aniquilar todos que cruzam seu caminho. Já o remake de 2009 mostra claramente que ele viu mesmo a mãe sendo morta e foi isso que provocou sua revolta. Desde então, mata todos aqueles que cruzam seu caminho.
Conheça abaixo um pouco quem é Jason Voorhees:
Matou 285 pessoas;
Pendurou 85 de seus cadáveres em tetos ou árvores;
Levou cerca de 435 tiros, foi esfaqueado 106 vezes, foi cortado muitas vezes por Freddy Krueger, levou 20 machadadas, foi atingido por um mastro de bandeira, foi atropelado por um trator e um carro, soterrado por um telhado, foi atingido por vasos, um sofá, pedaços de madeira, dois torpedos, duas cadeiras, livros, uma estante, uma televisão, quebrou o pescoço no bote de Crystal Lake, teve um machado cravado no crânio (parte 3), foram fincados ao longo do seu corpo 15 barras de metal, foi atingido por uma barra de metal diversas vezes, ficou muito tempo embaixo do lago preso por uma pedra e uma corrente em seu pescoço, foi arremessado junto a Freddy por um carro de mina, foi parcialmente queimado (por gasolina em Freddy vs. Jason), levou 25 socos no rosto (parte 8), foi chutado por Freddy, levou pedradas no rosto (parte 6), perdeu 4 dedos da mão direita, teve os dois olhos furados, foi afogado em água e lixo tóxico, foi explodido, foi
criogenizado, foi enforcado, foi decepado, foi eletrocutado (por um fio de poste, um painel destruído e em um trilho de metrô), sua cabeça foi furada por Freddy, foi arremessado contra andaimes cerca de 15 vezes (Freddy vs. Jason), foi esmagado, perdeu a perna, teve metade de sua cabeça estourada por uma hélice de barco, foi obrigado a se bater em uma parede de metal várias vezes por Freddy, ficou no espaço sem ar e em baixas temperaturas, sofreu entrada brusca na atmosfera em uma temperatura de 300°C e sobreviveu.
Esse cara conhecido por usa uma máscara de Hóquei, para não mostrar seu rosto horrível, em alguns filmes ele não a usa, ele a encontrou em uma espécie de galpão, depois de ter assassinado um drogado. Ele tem um grande habilidade com armas que não sejam de fogo (Armas Brancas) como por exemplo: Arco e flexa, Facão, Machado etc… Mas sua arma preferida é um facão gigante.
Gostaram de conhecer este ícone dos filmes e séries do terror? Que aliás, tem tudo haver com este dia mundial do rock, pois ele realmente é o personagem ideal para representar este dia tão especial em todo o MUNDO.
Este é um tributo para e filho, Pamela e Jason Voorhees, de todos os filmes Sexta-Feira 13!!!
Yeaaaaaah baby, let’s go to Rock n’ Roll and Congrats Jason Voorhees!!!
Por Priscila Visconti(devota de Jason Voorhees e feliz por nascer na década mais rock n’ roll no mundo)
Julho é mês de férias, e férias combina com cinema, então nada mais justo do que apenas se focar nos filmes comerciais que há em shoppings e cinemas convencionais, e abranger seu conhecimento para novas estreia.
Acontece nos dias 11 a 18 de julho, a oitava edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, no Memorial da América Latina, Cinesesc, Cinemateca Brasileira, Cinusp Paulo Emílio e Cinusp Maria Antônia, com entrada franca.
O festival irá apresentar obras de diretores e autores renomadas na América Latina, com uma programação bem ampla e diferenciado, para todos os gostos e estilos.
Confira a programação abaixo:
7 Caixas Paraguayas | 7 Cajas Juan Carlos Maneglia e Tana Schémbori Paraguai | 100 min | 2012
A Balada do Provisório | La Balada de Provisório Felipe David Rodrigues Brasil | 86 min | 2012
A Chamada | La Llamada David Nieto Wenzell Equador, Argentina, Alemanha | 76 min | 2012
A Cidade é Uma Só? | ¿La Ciudad es Una Sola? Adirley Queirós Brasil | 80 min | 2012
Acidente | Accidente Cao Guimarães e Pablo Lobato Brasil | 72 min | 2008
A Comuna | La Commune Armand Guerra França | 23 min | 1914
A Eterna Noite das Doze Luas | La Eterna Noche de las Doces Lunas Priscila Padilla Colômbia, Bolívia | 87 min | 2013
A História Quase Verdadeira de Pepita, a Pistoleira | La Historia Casi Verdadera de Pepita, la Pistolera Beatriz Flores Silva Uruguai, Espanha | 62 min | 1993
A Linguagem das Flores | El Lenguaje de las Flores Magdalena Diez Argentina – UBA | 11 min | 2012
A Memória Que Me Contam | La Memoria Que Me Cuentan Lúcia Murat Brasil, Argentina, Chile | 100 min | 2012
A Moda é Viola | La Moda es Viola Reinaldo Volpato Brasil | 105 min | 2013
A Música Silenciada | La Música Silenciada Andrea Oliva México – CUEC-UNAM | 28 min | 2013
Amor Crônico | Amor Crónico Jorge Perugorría Cuba | 83 min | 2012
Nem sempre é fácil encontrar disponível no mercado obras do francês Jacques Rivette, mas uma mostra em São Paulo vai reunir diversos títulos do cineasta e até mesmo alguns filmes nunca exibidos por aqui. São 25 longas que entram em cartas entre os dias 3 e 21 de julho no Centro Cultural do Banco do Brasil, em São Paulo.
Jacques Rivette – Já Não Somos Inocentes teve curadoria de Francis Vogner dos Reis e Luiz Carlos Oliveira Jr. e mostrará filmes desde o início da carreira do cineasta que é considerado um dos pioneiros da Nouvelle Vague francesa.
Paris nos Pertence (foto), de 1961, mostra Rivette já à vontade por trás das câmeras e será responsável por abrir a mostra com sessão na quarta, 3, às 19h. 36 Vistas do Monte Saint-Loup, de 2009, foi o último filme do diretor e será visto pela primeira vez na cidade de São Paulo.
Mostra Jacques Rivette – Já não somos inocentes em São Paulo
Data: de 3 e 21 de julho
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – R. Álvares Penteado, 112 – Sé
Sabemos que hoje não é dia de cinema no O Barquinho Cultural e muito menos é sexta-feira, mas por forças maiores, não deu para subir a coluna da Cabina da Pipoca na semana passada e como não queremos deixar nossa tripulação na mão, por não deixá-los informados sobre o mundo cultural, nós resolvemos subir não um, mas dois textos de cinema para vocês e além é claro, do desta semana, que será especial rock and roll aqui no OBC.
Mas vamos ao que interessa e subir os atrasados, que é claro que iremos falar sobre a Flip 2013, que aconteceu semana passada do dia 3 a 7 de julho, na cidade de Paraty, Rio de Janeiro e a como se sabe, o cinema é uma arte literária e com isso, teve a participação do cineasta Nelson Pereira dos Santos, que marcou presença na última mesa no evento, da sexta-feira (5), o diretor de “Vidas secas” e “Memórias do cárcere” , ambos baseados em obras de Graciliano Ramos, contou histórias dos bastidores das filmagens. Na maior parte do tempo, os episódios eram inicialmente citados pelo mediador, Claudiney Ferreira, que então incentivava Nelson Pereira a detalhá-los.
O debate do cineasta teve exibições de trechos de longa, como o caso da morte da cachorra Baleia em “Vidas secas”. Ali, vieram alguns dos principais momentos da mesa. Nelson Pereira recordou-se do sucesso que o bicho fez no Festival de Cannes em 1964 e de uma acusação de ter assassinado de verdade a “intérprete” da personagem.
“Uma condessa italiana ficou furiosa com o filme, disse que só povo subdesenvolvido, para fazer o filme, mata o animal”, comentou. “Aí, a Air France [companhia aérea] ofereceu uma passagem para a Baleia ir para Cannes. Essa história estourou.” Segundo ele, a tal defensora dos animais seguiu cética, argumentando que, na verdade, a produção encontrou uma nova cachorra apenas para exibir aos desconfiados – “porque vira lata é tudo igual”.
O cineasta detalhou que pretendi, em princípio, trabalhar “cientificamente” com a cachorra para dirigi-la, usando um “método pavloviano, de reflexo condicionado”. Na prática, confessou Nelson Pereira, a ideia era deixá-la sem comer e, apenas na hora das filmagens, distribuir porções de refeição estrategicamente pelo set, conforme a necessidade de movimentá-la pelo espaço.
De acordo com ele, contudo, o plano fracassou. Quem sabotou foi um próprio integrante da equipe, descoberto após alguns dias. Era o próprio ator protagonista, Jofre Soares, responsável pelo papel de Fabiano e por dividir clandestinamente o almoço com Baleia. “O Jofre não comia junto com a equipe, saía andando e ia derrubando pedaço de carne para ela comer. Eu falei: ‘Já que você deu de comer, você vai dirigir a baleia!’.”
Nelson Pereira afirmou que cogitou a possibilidade de, na versão para a tela, dar um novo final à personagem Madalena. No livro, ela se mata. Ao receber uma carta dando conta da proposta de alteração, o próprio Graciliano respondeu que aceitava, mas desde que ficasse desligado da produção.
“A resposta do Graciliano foi: ‘Tudo bem, podem fazer, mas tira o meu nome dessa porcaria’”, apontou. O escritor teria recorrido ao óbvio: o suicídio de Madalena é a razão pela qual o Paulo Honório, o narrador, “escreve o livro”. Sem morte, não haveria romance – nem filme –, portanto. Nelson Pereira, por seu lado, justificou o ponto de vista: “Fiquei apaixonado pela Madalena”. Daí a opção, longo abandonada, por tentar mantê-la vida.
Por fim, o mediador instigou Nelson Pereira a explicar por que não adaptou um terceiro livro de Graciliano, “São Bernardo”. O cineasta contou que foi o próprio autor quem o “impediu” de levar adiante o projeto, quando a ideia do roteiro estava pronta.
Assista abaixo um trecho do filme Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos:
Isso ai tripulação, aguardem pois ainda terá mais textos da Flip 2013, na coluna do Cantinho Literário. Por Priscila Visconti