[Plantão OBC] Jack Sparrow está de volta!

A saga de Piratas do Caribe pode ter de volta o astro Johnny Depp, pois produtores do filme lhe ofereceram uma proposta de cerca de R$ 192 milhões para o papel do capitão Jack Sparrow.

Porém Depp quer ser cauteloso em participar de muitos filmes, pois ele não quer arruinar sua carreira por superexposição, como fizeram John Travolta e Nicolas Cage.
Agora só resta aguardar as gravações de Piratas do Caribe começarem e conferir se Johnny Depp será o incrivel e inesquecível Jack Sparrow, que é um grande marco na história
da saga.
É isso ai e até o próximo breaknews ou então até segunda com o Cantinho Literário

[Plantão OBC] Nova versão de a Bela e a Fera

Emma Watson está confirmada como protagonista de A Bela e a Fera

A atriz só aceitou o papel, após exigir que Guillermo Del Toro fosse diretor do filme. “Eu fui até ele e disse que a Warner me deu um roteiro de A Bela e a Fera, mas que a única maneira de realmente querer fazê-la era se ele estivesse envolvido. E então, milagrosamente, ele disse ‘Oh, curiosamente é meu conto de fadas favorito, não posso deixar ninguém mais fazer isso! Vou começar a colocar minha equipe pra trabalhar'”. 
As gravações começam ano que vem, por isso confira novidades sobre o filme aqui n’ O Barquinho, pois assim que as gravações começarem, nos manteremos todos da tripulação informados sobre essa nova versão da Bela e a Fera.


Por: Priscila Visconti

Cabine da Pipoca

por Estela Marques

Cinépolis JK Iguatemi, em São Paulo. Foto: Divulgação

Há alguns anos – não sei dizer com precisão a quantidade, mas eu sei que eu era pequena ainda -, estreou Sharkboy e Lavagirl em 3D. Era a sensação. Todas as crianças estavam indo aos cinemas pra assistir ao filme e isso só fazia minha vontade crescer. Acabei não indo por uma razão ou outra, não me recordo o porquê. De qualquer modo, quando paro pra relacionar o tempo com o desenvolvimento tecnológico, percebo como as coisas têm acontecido rapidamente. 
Tão rápidas que nos dias atuais já é possível assistir aos filmes como se estivéssemos acompanhando cada cena numa janela que separa o mundo real do mundo imaginário, sofrendo impactos sensoriais, como o frio, aroma, umidade, entre outros, além da sincronia entre as luzes e cadeiras da sala com as cenas do filme.  Para tanto, as salas que dispõem desse efeito são equipadas com duchas, máquinas de fumaça, ventiladores e poltronas especiais para o chacoalho. 
Até o ano passado, a novidade existia apenas no Alpen Park, localizado em Canelas, na Serra Gaúcha. Neste ano, mais três salas contam com a tecnologia: em São Paulo, no shopping JK Iguatemi; em Curitiba, no shopping Pátio Batel; e em Salvador, no shopping Bela Vista. 
A Rede Cinépolis é quem traz o 4D para o Brasil. Com a credibilidade de quarta operadora de cinemas do mundo e a maior na América Latina, a empresa opera mais de 2500 salas de cinema espalhadas pelo México, Colômbia, Guatemala, Costa Rica, Panamá, Honduras, Peru, El Salvador, Índia, Estados Unidos e, recentemente, Brasil. 

Cabine da Pipoca

por Estela Marques

Foto: Internet



No vestibular da Universidade Federal da Bahia deste ano, cuja prova fora realizada ano passado, um dos filmes que fazia parte do conteúdo da prova de Língua Portuguesa era Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha. Assisti ao filme e, confesso, pouco entendi. Não digo que terminei a sessão da mesma forma que comecei – sem saber do que se tratava – porque a história me lembrava outras obras. 

Nomeadamente, o dilema sofrido por Manoel e Rosa e o drama da seca também vivido pelo casal remeteu-me a Vidas Secas, de Graciliano Ramos, no qual o estado de pobreza oriundo da estiagem e a estrutura familiar do casal protagonista, em ambas, se assemelham. Trazendo para o âmbito do cinema, o longa de Glauber Rocha tange num determinado momento com A Guerra de Canudos (1997), cujo filme retrata a guerra ocorrida entre 1896 e 1897, na Bahia, que tinha como oponentes o exército brasileiro e religiosos liderados por Antônio Conselheiro. Na obra de Glauber, o “conselheiro” era o santo Sebastião: inspirado em trajes, cultos, pregações e postura no personagem do drama de Sérgio Rezende. Outras figuras ainda compõem o elenco do cineasta baiano, como os cangaceiros Dadá e Curisco – personagens que me remeteram outra obra literária, de título com nome dos personagens, mas que prefiro deixar comentários em outro momento. 

Não fui a única a incompreender o longa de Glauber Rocha e os vestibulandos que também não a compreenderam não tiveram a dúvida apenas nos anos atuais. Enquanto vivo e diretor dos seus filmes, ele também era incompreendido, polêmico e tinha uma visão apocalíptica do mundo, o que é perceptivelmente demonstrado em suas obras. Por suas controvérsias, estava sempre sendo alvo de ataques dos dois lados da política: a direita e esquerda. Seus filmes tinham um quê a mais de crítica social (vê-se, como já foi citado, por Deus e o Diabo na Terra do Sol) e buscavam romper com os moldes importados dos Estados Unidos (o que é bastante percebido no mesmo filme). 

Talvez hoje, que estamos acompanhando um crescente rompimento com os enlatados americanos, Glauber fosse melhor compreendido e tivesse mais liberdade para fazer suas críticas à sociedade e ao mundo. Totalmente incompreensível ele não é. Os nossos questionamentos e confusões quanto a suas obras são justificadas pelo ínfimo contato com o produzido por ele e maior afeição àquilo produzido como se numa espécie de indústria cultural. 

Cabine da Pipoca

A lenda do cavaleiro das trevas chega ao final, pelo menos por algum tempo, com o filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, o filme estreou na última sexta-feira, dia 27/Julho, em todos os cinemas do Brasil com em exibição também em 3D e IMAX.

Então, corra para o cinema mais próximo, para não perder o último da saga do cavaleiro. Confira logo abaixo, o trailer oficial do Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge.
Para mais informações sobre o filme acesse o site oficial do filme.
Bom é isso ai pessoal…
Boa sessão, bom fim de semana e até a próxima.