
Por: Patrícia Visconti


Por Beth Tavares
PS: A Beth está nos deixando, apesar de pouco tempo, ela nos ajudou batstante, pelo menos ao seu limite. Mas, as portas da nossa embarcação estará sempre aberta, por isso pode voltar quando quiser, garota. Então boa sorte em seu novo caminho.
Quando a madrugada adentra, as vitrines do centro da capital paulista são invadidas para fazer uma crítica ao Feminicídio, a Mercantilização do corpo e mente das Mulheres, e também a vampirização dos mesmos, desmistificando o capital patriarcal.
Um projeto integrado ao Vulvar, tem como proposta das Mal-Amadas Poéticas do Desmonte Grupo de Teatro Feminista da Cooperativa Paulista de Teatro. “Vitrines Mortas” as mulheres são peças de vitrines, mas bem distinta do que como são mostradas nas passarelas e mostruários da moda.
As apresentações acontecem duas vezes por mês, sendo a próxima ocorrerá no dia 29 de Abril, a partir das 18h, na rua Cel. Xavier de Toledo, 210/ sala 112, em frente ao metrô Anhangabaú. Sempre com uma análise crítica e social da maneira que a mulher é exibida na sociedade.
Por: Patrícia Visconti
O que faz que uma das maiores cidades do mundo, seja Sampa? A arquitetura? Os paulistanos? A história? Sem duvida, tudo isso faz parte dessa icônica metrópole que acolhe gente de toda parte do mundo.
Mas, há detalhes que quase passam despercebidos no caos, mas que fazem diferença aos olhos atentos de quem vive e sobrevive nessa pauliceia desvairada!
Parque da Independência, bairro do Ipiranga
Sobrevivente solitária, no centro de São Paulo!
Vivendo a infância na Avenida Paulista
Jardim vertical, avenida 9 de Julho
Estação da Luz
Parque Minhocão
Selva de Pedra, conhecida também por Sampa!
Por: Beth Tavares