[TOTAL FLEX] Música de qualidade e gratuita para agitar o seu fim de semana

O fim de semana está aí, e nada melhor do que aproveitá-lo com muita música, poesia e diversão. E para esses adeptos haverá um extensão de programas espalhados pela cidade de São Paulo, desde show gratuito no parque até sarau poético e musical na Avenida Paulista, e o melhor todos GRÁTIS.
Mas, sem mais delongas e confira nossa agenda cultural e a partir desta semana será todas as sextas, trazendo sempre alguma novidade cultural nesta cidade multifuncional.

Venha curtiu o som leve e descontraído de Vinicius Lopps em um ambiente mais aconchegante e livre ainda, no parque. Traga sua toalha, sua garrafinha de água e venha conferir e esse talentosíssimo artista que apenas quer mostrar seu som e contagiar a todos com a sua música. 
Serviço 
Dia: 22/Fevereiro/2014 (sábado)
Horas: 14:00 horas 
Onde: Parque da Juventude 
Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 – Santana São Paulo/SP 
Entrada Franca 
Concentração: Em frente a lanchonete entre as ETECs; 
Mais informação: AQUI;

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Também neste fim de semana, acontece o sarau temático na Casa das Rosas, com muita música e poesia para os fãs de poesias algum ‘botarem’ defeito, pois tem para todos os estilos, do Pop, Rock e Hip Hop, ou seja, todos poderão desfrutar de seu estilo de música favorita, com um ares poético, afinal é na Casa das Rosas, lugar onde a poesias e literatura tomam conta.
No sarau haverá apresentação de bandas e artistas jovens, com projeção e leitura de poemas, diversidade de expressões musicais e repertórios, eletrônico e acústico, do Rock ao Hip Hop. Espaço para expressão de novos talentos e o diálogo entre a música e a poesia. 
Serviço
Quando: 22/02/2014 (sábado) 
Horas: 19:00 horas
Onde: Casa Das Rosas
Endereço: Avenida Paulista, 37
São Paulo/SP
Mais informações:

[Caixa de Som] Glaucia Cris canta a guerra com astúcia e suavidade

Cantando a guerra, mas com sutileza e delicadeza, a carioca Glaucia Cris traz a música popular brasileira suas transpirações e inspirações, suavizando suas músicas com sua voz forte e alta.

Seu primeiro trabalho foi lançado em 2010, no EP “A Minha Força é Outra”, a primeira faixa a ser trabalhada foi “Caos Confusão”, que tomou tamanha proporção, atingindo um parâmetro maior do que apenas o nacional, ainda mais  pelos ocorridos recentemente, como manifestações, invasões e violência surgiu a inspiração do vídeo clipe lançado nas redes sociais.
O vídeo foi gravado de forma simples, com uma câmera na mão e muitas ideias borbulhando na cabeça, o clipe apresenta as questões de guerra e intolerâncias humanas são colocadas de forma delicada na tela.
Porém, a trajetória musical de Glaucia não começou hoje, pois a cantora inciou sua jornada ainda criança, aos seis anos de idade, onde ela já praticava acordes naquele que seria seu principal instrumento,o violão. Além de cantora e instrumentista, Cris é compositora.
Suas grandes inspirações na cena poética e musical vem de grandes ícones do gênero, destacando-se os principais,  Bandeira, Manoel de Barros, Vinícius de Moraes e Arnaldo Antunes, que foram os que

impulsionaram a cantora compôr suas primeiras letras. Outrossim suas inspirações de músicos nacionais e internacionais, que estão em atividade atualmente, como Calcanhotto, Chico, Caê, Bethânia, Camille, John Mayer, Gil, Donato, Tom, Irmãos Tatit, Ná, entre outros.

Mas, Glaucia nunca fica parada, ela está sempre em movimento, buscando novidades e inspirações para enriquecer sua carreira, carreira essa tão prazerosa, mas volúvel, então ela busca se inspirar em fatos do cotidiano, como as injustiças humanas, até mesmo,  pura e simplesmente pequenas questões do cotidiano, para construir suas canções.
2013 foi um ano de muita preparação e realização à cantora, já que ela preparava seu primeiro álbum, que trás a tona  a discussão sobre a guerra e suas dolorosas consequências.
O disco ainda não tem título e ainda não há data de lançamento, já que a multi artista encontra-se em estúdio gravado o mesmo, mas muito em breve um novo som estará surgindo para abrilhantar a música popular brasileira.

Enquanto isso, confira um desafio que a artista realizou na internet, onde seus fãs tinham que mandar histórias de suas vidas, para compôr uma de suas canções. Essa história foi inspirada na história de Camila Salgado Lacerda. Confira abaixo:

Conheça mais o trabalho de Glaucia Cris em seu site e em suas redes na web:

Site | Twitter | Facebook | Youtube | Google + | SoundCloudPor. Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Marco Dutra traz de volta o terror ao cinema nacional

Depois de realizarem o curta “Um Ramo” e o drama “Trabalhar Cansa”, o diretor Marco Dutra – confira aqui a entrevista que o diretor concedeu para OBC em 2013 – e o ator Marat Descartes voltaram a trabalhar juntos no longa “Quando Eu era Vivo”.

Baseado no livro “A Arte de Produzir Efeito Sem Causa”, de Lourenço Mutarelli, estreou na última semana o longa-metragem “Quando eu era Vivo”. Dirigido por Marco Dutra, e na atuação conta com artistas de peso, como o experiente Antônio Fagundes, além do parceiro de Dutra em produções cinematográficas, Marat Descartes, Sandy Leah, Gilda Nomacce, Kiko Bertholini, Tuna Dwek, Helena Albergaria.
O filme traz de volta a cena de terror as produções nacionais, causando até um certo estranhamento, já que ultimamente o cinema brasileira apenas retrata longas de comédia, que em 2013 renderam as maiores bilheterias no país.
“Quando eu era Vivo” traz uma exploração já treinada pelo diretor Marco Dutra, como nos curtas-metragens de horror, O Lençol Branco (2004), parceria com Juliana Rojas, sua fiel e escudeira parceira, além do mais, Dutra buscou inspirações em outras produções do gênero na cena nacional, entre eles estão Walter Hugo Khouri (de As Deusas e Estranho Encontro) e, claro, José Mojica Marins, o Zé do Caixão (de À Meia Noite Levarei Sua Alma e Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver).
O longa traz o clima o terror, o suspense e o humor, deixando a obra mais leve e descontraída, mas mantendo a essência das produções realizadas por Dutra. Contando com momentos realmente aterrorizantes, conduzidos com precisão pelo diretor, até mesmo, brincando com alguns ditos e adornos populares.
O roteiro foi escrito por Dutra e Gabriela Amaral Almeida, mostra as nuances do longa, e quão a música se tornou imprescindível a trama, já que em algumas cenas a cantora Sandy aparece cantando e dando um foco fundamental ao filme.

SINOPSE:
Após o fim do casamento e a perda do emprego, Júnior (Marat Descartes) retorna à casa do pai (Antonio Fagundes). Mas esta não é mais a casa de sua infância. Seu quarto agora é habitado pela jovem inquilina Bruna (Sandy Leah) e todo o ambiente lhe parece inóspito e opressor. No quartinho dos fundos, Júnior encontra objetos estranhos que pertenciam à sua mãe, incluindo uma misteriosa mensagem criptografada. Certo de que a compreensão da mensagem é a chave para entender melhor seu passado e seu presente, Júnior desenvolve uma obsessão pela história da família, ao mesmo tempo em que acontecimentos sombrios passam a fazer parte da rotina da casa.
Assista abaixo o trailer do filme “Quando Eu era Vivo”:

Mais informações:FACEBOOK Por. Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Laura Finochiaro traz um mix de ritmos do Brasil

Que tal misturar o som do nordeste, com umas pitadas das raízes gaúchas do Brasil, com canções limpas e livres de “agrotóxicos”?

Pois bem, é isso que a cantora Laura Finochiaro apresenta em seu primeiro álbum lançado no mundo, “Música orgânica”, que traz uma homenagem as raízes brasileiras, principalmente o espírito brincante da cultura nordestina, com muita originalidade e mostrando a natureza exuberante da região.
Um trabalho puro, neutro em suas composições, e arranjos , instrumentação, interpretação e todo processo de mixagem e masterização únicos e autênticos.
Misturando os ritmos, como ciranda, embolada, frevo, forró e baião movimentam poesias e melodias que sintetizam, ilustram, ironizam, “copiam e colam” arranjos para viola, violão, sanfona, sax, alfaia, pandeiro, zabumba, triângulo e ganzá, estabelecendo conexões entre o estilo pop da música de Laura e a sonoridade regional brasileira.
“Copy-Paste, Música Orgânica”, ´o sexto disco de Laura, gravado em Recife, conta com o apoio artístico do maestro Spok e direção musical e arranjos de Renato Bandeira, instrumentista da “Spok Frevo Orquestra”.
Neste álbum a artista canta suas dores e alegrias, enaltecendo as belezas da natureza, e do povo nordestino, ao mesmo tempo, ela expõe sua crítica à cultura da cópia, da banalização e da massificação da indústria cultural contemporânea.
Laura Finocchiaro é uma artista de personalidade inquieta e irreverente. Além de cantora, é compositora, guitarrista e produtora musical. Já fez parcerias com grandes nomes da música popular brasileira, como Cazuza, Tom Zé, Vitor Martins, Glauco Mattoso, Caio Fernando Abreu, Cassandra Rios, Leca Machado e João Luiz Vieira, além de composições próprias incluídas em inúmeras coletâneas distribuídas por vários países. Durantes esses 30 anos de carreira, a cantora criou uma sonoridade única, refinada, pop e inusitada, trazendo a sua verdadeira essência à seus ouvintes.
Assista o primeiro videoclipe do álbum “Copy-Paste, Música Orgânica”, e confira toda essa excentricidade:

Conheça mais sobre o trabalho de Laura:SITE | FACEBOOK | YOUTUBEPor Patrícia Visconti

[Total Flex] Projeto Via Brasil fomenta o intercâmbio da cultura brasileira

2014 será o ano do Brasil, além dos eventos que acontecerão aqui em nosso país, que somará visibilidade por todo o Planeta, o país ainda será homenageado em outros países no mundo, como por exemplo, o intercâmbio da cultura brasileira, que acontecerá ao longo deste ano no Wexner Center, galeria de arte contemporânea da Universidade de Ohio (Estados Unidos), que está realizando uma iniciativa interdisciplinar intitulada Via Brasil.

O projeto visa apresentar a diversidade cultural da nação brasileira, promovendo uma troca internacional da universidade com a arte e cultura do Brasil. Além do mais, o Wexner Center há uma gama integrada que abrange diversos nichos da nossa cultural, como exposições, filmes, vídeos, educação, juntamente com programações complementares do departamento de artes cênicas, tendo por fim, promover a compreensão e apreciação da arte contemporânea brasileira.
A mostra exposta ao projeto é um resultado de quase três anos de pesquisa e viagens de curadores da universidade, passando pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Belo Horizonte, entre outros lugares, conhecendo o trabalho de artistas, curadores e críticos brasileiros. Uma investigação da cultura brasileira atual, através de uma perspectiva de costumes, mostrando uma ampla e vasta programação cultural no Brasil.
Para mais informações acesse o site do Ministério da Cultura, e confira os editais a serem apresentados durante o projeto.