[Caixa de Som] Bratislava apresenta o álbum ‘Carne’ no “Puxadinho da Praça” em São Paulo

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No último sábado aconteceu o show de lançamento do primeiro álbum da banda Bratislava [veja aqui], ‘Carne’, porém não estreia do álbum em si, mas do primeiro registro físico da banda. Já que o disco foi lançado em meados de 2012, e apenas no início de 2014 que o álbum ficou propriamente pronta na versão concreta e finalizada.

Esse projeto já havia alguns anos que os garotos estavam confeccionando, mas apenas agora eles puderam finalizar e dar continuidade a carreira da banda, e claro, neste tempo os irmãos Victor e Alexandre Meira perdeu companheiros, mas ganhou novos, como o baterista (fera por sinal), Lucas Felipe.IMG_0101

O show contou com a participação da banda paulistana, Cosmogum, que abriu o show dos garotos, e por coincidência também estava lançando seu primeiro registro oficial, e fez um show regado com muito rock, soul, funk, agitando a galera e dando o aval para que a Bratislava fechassem a noite no Puxadinho da Praça, um espaço extremamente cultural localizado na Vila Madalena, zona oeste da megalópole paulistana.

A apresentação dos garotos começou já havia passado das nove e meia da noite, contou um setlist com diversas canções próprias, que marcam os ouvidos de quem escuta, tocando-as direto na alma e com a verdadeira essência do rock nacional alternativo, além de muita poesia e questionamentos sociais que residem na humanidade. Dentre as músicas do álbum foram mostradas Vermute, Mapa do Deserto, Calma, Aconchego, entre outras, que podem ser auscultadas no próprio disco, além das inéditas Vermelho, 17 Relâmpagos, Ruídos e Aprendendo a Andar.

A banda segue promovendo e propagando o compacto em seu site oficial e também, nos concertos que eles realizam na noite paulistana.

IMG_0147O álbum ‘Carne’ é o primeiro da banda, e contém 12 faixas inéditas, além do EP ‘Longe do Sono’ – lançado em 2011 e remixada por Matschulat.

Como os garotos mesmo descrevem no site oficial da banda, o disco traz a saga de um alguém sem lenço e sem documento, que vaga por por situações reais e surreais, se questionando com seu próprio ego comparando-os com os valores sociais, os vícios da memória, a vida eterna e o paradoxo da perfeição.

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O compacto foi produzido por Claudio Machado, Fabio Santini, Luis Lopes e Victor Meira no estúdio C4, em São Paulo. CARNE conta com a participação dos amigos Brunno Cunha (teclados), Thamires Tannous (vozes), Daniel Nunes (beats eletrônicos), James Muller (percussão) e Lucas Weier (acordeon). Além do mais, ele pode ser encontrado no site do grupo na versão para download, mas para os amantes do produto físico pode adquiri-lo através das apresentações ou pelo Facebook da banda.

Mais informações: Site | Facebook | Twitter

Assista abaixo o videoclipe homônimo ao primeiro disco da banda, ‘Carne’, que também integra-se a playlist do mesmo:

[Cyber Cult] 25 anos da Internet – criação da World Wide Web

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Nós temos muito à agradecer ao físico britânico, cientista da computação e professor do MIT , Tim Berners-Lee, que no dia 25 de março de 1989, criou a primeira propostas de Internet para o mundo, pois ele foi o criador da World Wide Web (o WWW, da Rede Mundial de Computadores).

Está ideia de Tim era para tentar convecer a CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear) de que um sistema global de hipertexto, que ele viria a batizar, um ano depois, de World Wide Web, que era a melhor solução para compartilhar, organizar e distribuir informação de forma eficiente e segura.

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Por isso agradecemos muito ao Tim, pois se não fosse por ele, nós d’O Barquinho Cultural, não poderíamos trabalhar e repassar cultura à toda a nossa tripulação, que está espelhada por toda a Internet, absorvendo as informações do mundinho subcultural das grandes cidades do Brasil e todo do mundo.

Parabéns WWW e na semana do seu aniversário, faremos uma grande festa por aqui, na Internet, afinal é nela que passamos grande parte do nosso tempo, pois mesmo não estando conectados ao PC, estamos vidrados na telinha do celular.

Segue um vídeo abaixo em celebração aos 25 anos da Internet, feito pelo editor-chefe @webdigblog, Jefferson Meneses:

 

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Happy St.Patrick’s Day

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Hoje dia 17 de Março, é dia se São Patrício, santo padroeiro Irlanda, festa é comemorada pela maioria dos países de língua inglesa, com autoridade da Igreja, já que é uma celebração religiosa, apesar de haver muita bebida, a cerveja é claro. Mas o primeiro “Saint Patrick’s Festival” foi realizado no dia 27 de Março de 1997 e em 1999, tornou-se um evento de três dias, e em 2000 o evento durou quatro dias e em 2006, o festival durou 10 dias.

Nesta festa as pessoas se vestem de verde e saem as ruas em uma longa caminhadas, bem alegre e festiva, pois dizem por ai, que São Patrício, usou um trevo para explicar a Santíssima Trindade aos pagãos celtas, com isso, o uso de trevos de três folhas e similares estão intimamente ligados aos festejos.

Na rebelião irlandesa de 1798, na esperança de propagar seus ideais políticos, soldados irlandeses vestiram uniformes verdes no dia 17 de março na esperança de chamar a atenção pública à rebelião, por isso o significado de usar verde e também da expressão “the wearing of the green” (Vestindo o verde), que isso se remete em referência as roupas dos soldados rebeldes.

Mas hoje é segunda dia de literatura, então vamos ao que interessa e homenagear o dia de “St. Patricks’s Day”, falando um pouco da literatura irlandesa, que é tão antiga, quanto a história do bispo São Patrício e como a Irlanda é um país bastante religioso, a principal manuscrito ilustrado, foi feito por monges célticos em meados dos anos 800 e a principal peça do cristianismo irlandês e da arte-saxônica irlandesa, é, apesar de estar inacabada, um dos mais sumptuosos manuscritos iluminados que sobreviveram desde a Idade Média.

O livro mais famoso na Irlanda, provavelmente é o “Book of Kell”, que contém quatro evangelho do Novo Testamento e um excelente acabamento técnico, pois eles manuscrito é considerado um dos mais importantes vestígios da arte religiosa medieval, ele é todo escrito em latim e abrange toda cultura e irlandesa e da arte-saxônica.

A poesia irlandesa representa a mais antiga poesia vernácula na Europa, os primeiros exemplos datam do século VI, e são geralmente pequenas obras de poesia lírica, que abordam questões de carácter religioso ou naturalista. Eram muitas vezes compostas por escribas, à margem dos manuscritos iluminados que eles próprios copiaram.

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Grandes escritores famosos nasceram na Irlanda, como Jonathan Swift, Brendan Behan, Douglas Bernard Shaw, Richard Brinsley Sheridan, Oliver Goldsmith, Oscar Wilde, Bram Stoker, W. B. Yeats, Samuel Beckett, Seamus Heaney, Herminie T. Kavanagh, C. S. Lewis, entre outros.Hyde, Flann O’Brien, Sheridan Le Fanu, Sean O’Casey, George Berkeley, James Joyce, George

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] O amor verdadeiro no filme “Azul É a Cor Mais Quente”

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Isso ai galera, depois de quase uma semana resolvendo problemas técnicos, aqui estamos, voltando com força total e com muitas novidades no mundo cultural, para trazer sempre o melhor para nosso tripulação e o Cabine da Pipoca, traz um filme francês, que mostra o amor verdadeiro de duas pessoas.

O filme, “Azul É a Cor Mais Quente”, que foi uma adaptação das histórias em quadrinhos, escritas e desenhadas pela escritora Julie Maroh, com o mesmo nome e foi publicada no ano de 2010.

Azul É a Cor Mais Quente, ou seu título original, La vie d’Adèle, foi dirigido por Abdellatif Kechiche e já ganhou diversos prêmios importantes do cinema, como a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2013, e a história se baseia no romance de duas garotas, Adéle de 15 anos e Emma, a menina do cabelo azul, que Adéle descobre sua primeira paixão por outra mulher, mas não revela este segredo e seus desejos à ninguém, enquanto a jovem se entrega totalmente ao seu amor secreto, ela trava uma guerra com sua própria família.

A trama teve sua pré-estreia em primeira mão no festival de Cannes, na França, no dia 23 de maio de 2013, mas foi lançada mundialmente no dia 9 de outubro, também na França, no mesmo ano. Por isso que gosta de filmes que mostram o amor verdadeiro, mas que mescla com um pouco de drama, vai curtir “Azul É a Cor Mais Quente”, que tem um enredo forte, pelo drama que as meninas passam por ter que manter um amor secreto, mas também contém um amor puro e verdadeiro.

Confira abaixo o trailer de “Azul É a Cor Mais Quente”:

Sinopse:
Aos 15 anos, Adele não tem duvidas de que garotas saem com garotos. Sua vida muda para sempre ao conhecer Emma, uma jovem de cabelos azuis, que a permitirá conhecer novos desejos, se conhecer como mulher e adulta. Diante disso, Adele cresce, procura-se, perde-se, encontra-se…

Elenco
Adèle Exarchopoulos – Adèle
Léa Seydoux – Emma
Jérémie Laheurte – Thomas
Catherine Salée – a mãe de Adèle
Aurélien Recoing – o pai de Adèle
Sandor Funtek – Valentin
Direção: Abdellatif Kechiche

Produção executiva: Brahim Chioua
Abdellatif Kechiche
Vincent Maraval

Roteiro: Julie Maroh
Ghalia Lacroix
Abdellatif Kechiche

Gênero: Drama
Direção de fotografia: Sofian El Fani

Edição: Ghalia Lacroix
Albertine Lastera
Jean-Marie Lengelle
Camille Toubkis

Distribuição: Wild Bunch

Facebook: https://www.facebook.com/azuleacormaisquente

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Por Priscila Visconti