MSP e Sicredi visam educar o hábito de consumo em nova coleção da Turma da Monica

MSP

Foto por Priscila Visconti

Não é de hoje que o Mauricio de Sousa incentiva e educa gerações, e por muitos anos com a turma do bairro do Limoeiro, mostrando de forma lúdica, um bem estar e educacional para a boa convivência em sociedade. Continuar lendo “MSP e Sicredi visam educar o hábito de consumo em nova coleção da Turma da Monica”

[Total Flex] As palavras Constroem

Total Flex de hoje fala da importância da leitura para o crescimento cultural da população.
Os novos aparelhos eletrônicos dominaram o mercado nos últimos tempos, com isso se pensou que ocorresse uma tendência do estimulo a leitura, mero engano. 

De acordo com o Instituto Pró-Livro/Ibope Inteligência, 2011, que realizou uma pesquisa nomeada “Retratos da Leitura no Brasil” revelou que ler era a quarta atividade mais apreciada pelos brasileiros no seu tempo livre, média de livros lidos por brasileiros nos últimos anos é a baixo da média mundial, cerca de 1,8 livros por ano, enquanto na Colômbia a media atinge o índice de 2,4 e nos Estados Unidos encontramos uma média de 5,1 ou seja os brasileiros não se atraem tanto pelo mundo dos livros, embora o Brasil seja um país com vários autores reconhecidos como Machado de Assis e José Alencar que são nomes clássicos da literatura no país.
Ler faz com que pessoas aprendam a formular suas próprias opiniões, estimula a crítica construtiva e contribuem para que novas ideias sejam formadas e lançadas rumo às melhorias da sociedade. Quando uma população ler ela não se submete a seguir por um sistema imposto pelos seus governantes, ela quebra qualquer tipo de tabu e luta por aquilo em que acredita. Cidades do interior do país são amostras grátis do que a falta da leitura pode levar, muitas vezes discursos com alto teor de politicagem hostil e decadente encanta a metade da população, que por sua vez elege candidatos sem o menor preparo para conduzir as cidades.
Hoje a leitura de sites, blogs, jornais impressos ou eletrônicos devem ser feitos com frequência, a seleção de livros clássicos ou até mesmo com abordagens poucos mais despojadas mas que leva o leitor a refletir precisam se tornar hábito, uma dica para uma leitura leve e que aborda conteúdo atual e contribuí com a opinião bem fundamentada é o livro da autora Valéria Piassa Polizzi “Depois daquela Viagem”, o livro possuí uma abordagem leve e descontraída que conta a história da própria autora, uma jovem que precisou aprender a conviver com a AIDS.
A história se passa em um cenário que pode fazer com que várias pessoas se identifiquem e ajude na convivência com vários tipos de obstáculos que encontramos em nosso dia a dia, seja de alguma doença ou realmente de algum problema de difícil solução. Com o livro se pode fazer uma nova análise das crendices, repensar valores e mudar velhos conceitos, a contribuição para a formação enquanto pessoa e profissional é evidente, ler ainda pode sim ser considerado um santo remédio.
Vai fazer o que hoje? Então aproveite tire um tempinho e faça uma boa leitura e seja feliz.

[Total Flex] Nosso jeito cultural de ser gente!

O crescimento das mídias tem possibilitado um acesso a um novo mundo de informações, as diversas formas de pesquisa que chegaram até o consumidor tem se confundido com a forma na qual o publico tem recebido essas informações.

Geralmente pensaríamos que quanto mais informação, maior seria o grau de conhecimento e capacidade de discussões das pessoas, tanto em suas relações interpessoais quanto em maneiras de discussões para resolver situações referentes ao trabalho e também ao âmbito familiar, porém não é o que se tem notado.

Mas o que será que vem acontecendo com nossa sociedade?

Será que a falta de acesso a outras formas de cultura como de visitação a exposições, apreciações de peças teatrais, oportunidades de ir ao cinema tem causado algum reverso no que diz respeito ao que é de fato conhecimento adquirido? Será que o grande acesso de massa as novas tecnologias tem impossibilitado o publico de realmente ter acesso ao que é cultural? Mas afinal o que julgamos como cultura?

Nas próximas semanas iremos publicar aqui no “Barquinho” qual é o real pensamento das pessoas sobre a cultura, quais são as fontes exploradas para a busca pelo conhecimento, o que a população tem definido como cultural, e o que tem achado da interferência das novas mídias no meio cultural.

Em nossa entrevista de hoje contamos com a participação de jovens que demonstram seus diversos pontos de vista sobre o que é a cultural e qual o seu contexto nas sociedades. O acesso a cultura é um direito garantido constitucionalmente, sabemos que uma lei é a maneira pela qual nossas comunidades são organizadas, garantindo assim os direitos e deveres de cada cidadão.

O jovem Márcio Antônio Souza, de 32 anos, motorista se posicionou quanto à questão cultural, ele relata que cultura é tudo o que nos diz do passado e do presente de uma comunidade em geral, como as manifestações dos povos indígenas, e relata que; “Hoje não me encontro em contato com cultural, tenho trabalhado muito e não tenho tido tempo de ler os livros que estão disponíveis no mercado, acredito que os principais meios de acesso a cultura, e por meio da leitura, bem também como os telejornais e programas de televisão. Hoje em dia a pessoa que não tiver acesso à internet estará totalmente desligada do que acontece na sociedade em geral”.

Mas será que a nossa vivencia no trabalho não é também uma forma de vivenciar a cultura?

Pois em nossas empresas cada profissional trás de sua casa, cidade, família, vivencia o seu modo de se vestir, falar, interpretar, jeito, pensamento, cada qual trás consigo sua história seus valores, logo ao unificarmos todos esses quesitos de cada um podemos chegar a um dos conceitos que temos sobre o que é realmente cultura. Concluímos então que a mistura, mais precisamente o que nos tempos atuais chamamos de diversidade é o que faz com que a cultura aconteça.

Por hoje é isso pessoal, começamos a conhecer hoje um pouquinho dos conceitos que temos sobre as manifestações culturais, fechando nossa matéria de hoje o nosso pensamento é que a cultura também pode ser manifestada e encontrada nas organizações.

Semana que vem tem mais, então não percam.
Ah! E a conexão com o mundo continua, só que agora um pouquinho mais no lado cultural.
Márcia Martins

[HUMOR] Falando sério sobre humor

O Brasileiro consegue estragar tudo, até o stand up.

Esses dias parei pra pensar como a coisa tá ficando: uma merda!

Alguns programas de TV estão menosprezando o stand up obrigando os humoristas a improvisarem cenas sem sentido, censurando e proibindo eles de usarem seus verdadeiros textos, com palavras pesadas e temas polêmicos.
Não adianta querer comparar o stand up americano com o brasileiro. Não adianta comparar NADA no Brasil com os EUA.
A internet devia ser um meio de divulgação de um trabalho e uma maneira de facilitar a comunicação entre humoristas, comediantes e admiradores dessa arte.
O problema é que existem pessoas mal intencionadas que ROUBAM material do outro que está começando para fazer como seu próprio.
Sinceramente, o barato do stand up é criar, inventar, escrever e se apresentar.
Claro que as vezes ideias de redatores batem. Geralmente acontece com trocadilhos de nomes e piadas fáceis.
Novos comediantes estão surgindo. Muitos são bons, mas uma grande maioria só muda alguma coisa do material do outro e sobe contar. Filhos da puta!
Não bastasse isso, também existe muita gente querendo derrubar o outro.
Eu queria muito escrever umas coisas, subir num palco e falar, mas tô perdendo a vontade de fazer isso. Muita gente boa está.
O que era por diversão e pra diversão está ficando sério demais.
Quando começou aqui, o stand up era um tipo de humor inteligente, pesado e principalmente crítico.
Deveria continuar assim.
Muitas partes da imprensa e da mídia tentaram e meio que conseguiram “queimar” o stand up.
Dizem que PIADAS são comentários “preconceituosos”
Estranho isso: Pra eles,
O preconceito pode existir, mas não podemos falar sobre ele de uma forma crítica e engraçada. Apenas falar sério e lamentar.
Lamento por esse preconceito contra o verdadeiro stand up comedy brasileiro.