[Cyber Cult] E-cig pode ser tão nocivo quão os cigarros convencionais

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A nova sensação entre os fumantes que querem evitar o tabaco enrolado nos cigarros, são os cigarros eletrônicos, ou então os e-cig ou vaping, que são aparelhos eletrônicos desenvolvidos com o objetivo de simular o ato de fumar.

Esse dispositivo produz uma fumaça sem nicotina, porém com vapor inalável, podendo ter com vários sabores diferentes, como de frutas, doces e bebidas, sendo uma alternativa peculiar aos fumantes, mas como dito acima, sem adição do tabaco.

Todavia, segundo uma pesquisa de Havard, esses cigarros não são uma alternativa segura e saudável com muitos há de pensar. Já que os vaping podem sim contem substâncias químicas nocivas, podendo causar doenças respiratórias e problemas nos pulmões, dificultado a respiração.

Os organizadores da pesquisa analisou 51 tipos de e-cig, e também alguns modelos líquidos, encontrando os compostos diacetil, acetoína ou 2,3-pentanodiona em 47 deles. Ainda mais, o que alegam que ficam isenta de nicotina não é tão verídico assim, já que os os autores do projeto encontraram diferentes níveis da substância nos cigarros eletrônicos, além de outras cancerígenas, como o formaldeído.

Hoje já são quase dois milhões de usuários do e-cig em todo o mundo, um aumento exorbitante de 2013, quando o número de “fumantes eletrônicos” eram de 660 mil, aumentando tanto em 2014 e sendo tendência uma no ano de 2015.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Energia elétrica gerada por bactérias, iluminam regiões sem luz

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Alguns pesquisadores da Universidade de Engenharia e Tecnologia, do Peru desenvolveu uma nova forma de gerar luz para a população, que tem difícil acesso a energia elétrica, chamada de “lâmpada planta”, mas o que é esse tipo de energia?

Pois bem, essa tecnologia se utiliza das geobactércias, ou seja, é um tipo de bactéria que alimenta uma lâmpada de LED e ilumina todo ambiente.

‘Nuevo Saposoa’, uma aldeia onde teve suas redes elétricas destruídas por fortes chuvas, os pesquisadores levaram 10 protótipos, que estão sendo testado por algumas famílias, sendo a primeira região peruana, a utilizar desse tipo de energia de geobactérias.

Essa energia é captada dos microorganismos, que é gerada e armazenada em uma bactéria comum, mas pode alimentar uma lâmpada por duas horas do dia.

Mas, os cientistas afirmam que essas novas lâmpadas são mais brilhantes e menos prejudiciais à saúde, do que os modelos de querosene, também sendo mais sustentável
ao meio ambiente.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Wik PowerPak – A mochila que carrega seus gadgets

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Quem não queria ter uma mochila que carrega seus aparelhos eletrônicos, como smartphone, tablet e até o notebook? Agora já é possível sonhar com isso, pois está disponível para venda no Kickstarter e já pode ser encomendaoa para o Brasil.

O produto foi nomeada de WIK PowerPak, vem com uma capa com revistimento impermeável, para proteção de seus equipamentos, além da bateria de 10.000 mAh, que fica na parte interna dos cabos USB, aonde o usuário pode carregar seus dispositivos e também pode ser anexada a bolsa na mala de viagem.

A mochila vem batendo recorde de vendas pelo site e logo terá sua produção iniciada e o preço da bolsa com bateria é de US$ 139 doláres, cerca de R$ 560 reais.

Possuí três opções de cores, preta, cinza e amarela, a Wik PowerPak pesa aproximadamente 1 kg, como um pacote de feijão e as entregas de compras pelo site Kickstarter devem começar a ser entregues em março de 2016.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Simon – O robô que conversa com os humanos

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Os pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, Chrystal Chao e Andrea Thomaz, criaram um robô, batizado de Simon, que se comunica com os seres humanos. Afinal, com o mundo cada vez mais tecnológico, em que tudo em nossa volta é monitorada por câmera, máquinas e em que a comunicação humana está cada vez mais escassa, por quê não conversar com um robô?

Simon recebeu uma inteligência artificial, chamado Candence, que permite que ele entenda todo o conceito de falar em turnos quando se está conversando, pois há dois padrões de conversa, o ativo e o passivo, no ativo ele é mais extrovertido, fala alto e interrompe mais as pessoas com quem está falando. Já no passivo ele é mais introspectivo e permite que o interlocutor fale mais.

Além do mais, o robô fica com a fala do sere humano, que conversar, inclusive mudando o tópico de uma conversa, que de repente pode ser interrompido pelo interlocutor.

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Assista abaixo um vídeo do robô Simon:

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Rufus Cuff – O Primeiro Tablet de Pulso

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Que tal sair com o tablet na rua, mas em seu pulso? Agora já pode sonhar com isso, pois enquanto grande maioria das empresas, trabalham nos relógios inteligentes e discretos, a starup correu um risco, mas quis andar pelo lado contrário da tecnologia, pois acaba de lançar o primeiro tablet de pulso, o Rufus Cuff.

O tablet tem uma tela retangular de 3,2 polegadas, roda o sistema Android, permite o envio de recebimento de e-mail e mensagens de textos, tem jogos, internet, filmes e músicas. Mas para se conectar o dispositivo tem que se conectar a um smartphone via Bluetooth ou então pela rede Wi-Fi.

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O Rufus Cuff não possuí entrada para o cartão SIM, mas tem relógio, GPS, acelerômetro, giroscópio e compasso que podem ser usados em serviços de localização e para quem gostou do tablet de pulso.

O aparelho deve chegar às lojas no começo de 2016, será lançado em três cores, com oito pulseiras diferentes e custará entre US$ 249 e US$ 300 dólares, mas ainda não tem previsão de quando deve chegar aqui no Brasil.

Veja abaixo alguns vídeos do dispositivo Rufus Cuff

The Rufus Cuff from rufuslabs on Vimeo.

Bluetooth Streaming Update from rufuslabs on Vimeo.

 

Por Priscila Visconti