[Cyber Cult] Solu – O PC de bolso feito de madeira

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Quem já imaginou andar com um PC portátil feito de madeira como um smartphone, mas com muito mais memória que um telefone? Agora já é possível sonhar, pois uma equipe de desenvolvedores finlandeses criou um computador portátil de madeira, o Solu, nome dado ao PC que cabe no bolso e é totalmente baseado na nuvem.

Para utilizar o computador o usuário não precisa se preocupar com backup de arquivo, pois a instalação de software e o HD já fazem isso, e caso perder o aparelho, o usuário pode comprar outro e continuar a utilizar de onde parou o outro, pois o sistema faz o backup de todas as definições e programas.

Segundo um dos criadores, o Solu é um computador social, pois seu dispositivo funciona em um sistema fechado, com um modelo baseado em assinaturas que custam a partir de US$ 19 dólares por mês. Porém para funcionar, o Solu necessita de outros usuários.

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Todavia, o Solu não está a venda, porém já podemos ajudar os desenvolvedores a arrecadar dinheiro para que esse projeto se torne realidade, pois ele está na plataforma de arrecadação KickStarter, que é um site para arrecadar dinheiro para ajudar novos projetos e a até agora a campanha já arrecadou mais de €170 mil no site.

Para quem se interessou em adquirir seu PC de bolso, pode dar seu lance por €349 e receberá seu Solu em casa. A previsão de entrega dos dispositivo é maio de 2016.

Mais informações

Clique aqui para saber mais sobre Solu no KickStarter

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Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] TI: Do backstage a personagem principal

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Nesta semana os profissionais da Tecnologia de Informação comemorou seu dia – 19 de Outubro -,todavia não assim como em outras áreas eles pouco têm o que comemorar, já que além de não terem um conselho ou um sindicato, seus trabalhos são pagos dependendo de seus trabalhos ofertados às empresas, e cá entre nós, eles são uns anjos da guarda quando a Internet caí ou o laptop trava meio no meio da produção de um projeto.

Eles estão no backstage das empresas, bancos, hospitais, entre outros serviços, hoje em dia um profissional primordial com o avanço que a tecnologia caminha, e para explicar melhor sobre como um técnico da informação trabalha, nossa redação bateu um papo com a analista de sistema, Liceana Rodrigues, 28, formada no Centro Universitário Luterano de Manaus em 2009, e atualmente mestranda em Gestão de Tecnologia da Informação na Universidade do Estado de Manaus.

Confira abaixo a entrevista:

O Barquinho Cultural: Por quê você escolheu a área de TI? E qual a sua formação acadêmica?

10440168_308226609350390_4102801431967551752_nLiceana Rodrigues – Escolhi TI por influência dos meus amigos, que eram nerds/geeks como eu, e eles me indicaram “Sistemas de Informação” como a área do conhecimento que desenvolve software e projetos de tecnologia. Eu não tinha a menor ideia de onde isso me levar, na época. Foi meu tiro no escuro mais certeiro, até agora.

OBC: Com o mercado em alta, em relação a outras profissões, como está a concorrência em TI? Por quê?

LR ​- ​Não tenho certeza quanto ao resto do país, mas estamos em crise em Manaus. Muitas empresas fechando e amigos mudando de profissão. Eu​ não pretendo mudar de á​rea, sou apaixonada por aquilo que faço. E tenho em mente me manter no mercado e procurar oportunidades no segmento que eu escolhi, dentro de TI.

trampo_lillyOBC: Explique um pouco sobre essa área,e quais os benefícios e malefícios da profissão?

LR ​- Com o advento da internet, informação disponível ao alcance de todos, os profissionais de TI precisaram se reinventar. Afinal, existem muitos vídeos ensinado como se formata um computador (risos). O profissional de TI hoje, é a pessoa que busca inovar. Criar novas tecnologias, novos processos, novas facilidades e meios de diminuir a distancia entre a tecnologia e as pessoas. Seja com aplicativos de celular, uma funcionalidade nova em um site de um banco, um dispositivo novo a ser usado em hospitais, por exemplo. Ainda existe muito o que desbravar, e muito a entregar para a sociedade.

A grande ​desvantagem é o não reconhecimento dessa realidade: os profissionais da tecnologia da informação não são as pessoas que só vão consertar o seu computador. Existe muito mais por trás de cada um. Um perito em processamento digital de imagens, um gerente de projeto, um criador de aplicativos que inova todos os dias… E por aí vai.lice_trampo

A grande vantagem é ver o mundo à frente das outras pessoas. Eu consigo ver hoje, na universidade que eu sou mestranda, e na fábrica que trabalho, tecnologias que só vão estar disponíveis no mercado, para o usuário final, daqui uns quatro anos. Isso é muito incrível.

OBC: O que você visa no futuro para a área de TI? Por quê?

LR ​-​ Futuro… O futuro é muito incerto. Pessoalmente, eu quero muito voltar a ser só pesquisadora. Trabalhar com pesquisa e desenvolvimento, porque é ali que nascem as grandes inovações, você tem mais liberdade criativa. Quero estar a um passo do resto das pessoas. Acho que é isso que move todas as pessoas, buscar novos desafios.lilly_trampo

Apesar da área de TI ser uma carreira tão nova, mas já sofre com a crise de mercado, pela evolução que a informação e pela escassez de profissionais qualificados na área, além da falta de incentivo que o país dá aos trabalhos científicos desenvolvidos para os especialistas desta área, por isso muitos optam em trabalhar nas empresas multinacionais e realizar os projetos e trabalhos no exterior, pela burocracia exigida no país e a falta de incentivo dos nossos governantes.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] O primeiro smartphone da Pepsi

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Nesta semana vazou imagens na internet de que a empresa de refrigerantes Pepsi estaria produzindo seu primeiro smartphone, que deve ser produzido e lançando na China, em breve.

Segundo a empresa o objetivo de lançar um smartphone não é para entrar na competição do mercado dos fabricantes de aparelhos móveis, mas sim, para produzir um item especial e exclusivo para o consumidor asiático. Além do projeto do telefone, a Pepsi também trabalha com o apoio de outras fabricantes e distribuidoras da linha de acessórios para dispositivos móveis.

O Pepsi P1 terá uma tela de 5,5 polegadas, com resolução de 1080p, processador de 1,7GHz, 2GB de memória RAM, 16GB de armazenamento interno e Android 5.1 e a câmera do telefone deve ter 13MP da traseira e 2MP da frontal.

Ainda não tem data de lançamento, mais segundo a própria Pepsi a data de lançamento do produto seria em 20 de outubro, mas só lá na China. Mais informações sobre o lançamento informaremos por aqui OBC ou em nossas redes sociais.

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Veja mais informações do Pepsi P1:

Sistema Operacional: Android 5.1 Lollipop
Tela: 5,5 polegadas, 1.080 x 1.920 pixels
Processador: MediaTek MT6592, octa-core, 1,7 GHz
Memória RAM: 2 GB
GPU: ARM Mali 450 MP4
Armazenamento: 16 GB
Bateria: 3.000 mAh
Câmera principal: 13 MP

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Sharp anuncia lançamento de um smartphone-robô

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O futuro chegou, e os robôs estão chegando ao nosso mundo. A Sharp anunciou recentemente um produto que funciona como smartphone, assistente pessoal e um amigo robô, que foi batizado de RoBoHon.

O RoboHon tem aproximadamente 19,5 cm e pesa cerca de 390 gramas e faz várias serviços, que um smartphone ou tablet faz, como chamadas telefônica, envia e lê mensagens, por e-mail ou SMS, reconhecimento de pessoas, fotografa, grava vídeos, faz projeções de imagens e também pode ser usado como GPS.

Este produto que até parece um brinquedo, tem conexão 3G, 4G e Wi-Fi, sua tela é QVGA de duas polegadas e o processador é quad-core.

O RoBoHon deve ser lançando já no primeiro semestre de 2016, por enquanto só lá no Japão, mas a Sharp ainda não anunciou quanto irá custar o produto e nem quais mercados receberão o robô smartphone.

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Para mais informações, acesse o site do smartphone – robô e veja mais informações sobre o produto;

Assista abaixo um vídeo demostrativo do RoBoHon:

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] BatBand – Ouvidos livres ao ouvir música

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Já imaginou um fone em que não vai ao ouvido? Parece estranho, mas existe um projeto assim.

A KickStarter quer tirar do papel um dispositivo que permite ouvir música individualmente e ao mesmo tempo poder escutar o som externo.

Esse projeto é o BatBand, fones de ouvidos que fica na cabeça e transmite o som através dos ossos da cabeça, deixando as orelhas livres.

O fone há três transdutores que ficam nas laterais e no meio da cabeça, responsáveis por manter a fidelidade da experiência de som, contando ainda com um microfone embutido, porta e cabo USB, além de uma bateria que pode fornecer energia por até 6h de conversação.

Sendo possível emparelhar a BatBand a um computador ou smartphone via Bluetooth. O dispositivo pode ser usado durante jogos, chamadas e reprodução de faixas de áudio.

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Os responsáveis pela ideia é o estúdio Banana Things, que segundo eles, as ondas sonoras são transmitidas em uma frequência que atravessa os ossos do crânio, passam pela cabeça e são transmitida ao ouvido externo, deixando a orelha livre para ouvir os sons de fora e também não prejudicar a audição com os fones de ouvido.

Quem curtiu essa ideia, já pode encomendar seu BatBand, por apenas US$ 149, pelo site da empresa KickStarter Invetions e o prazo de entrega é para o ano que vem (2016), no mês de abril.

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Mais informações:

Facebook | YouTube | Site

Veja abaixo um vídeo apresentando o BatBand:

 

Por Priscila Visconti