[Cyber Cult] Snapchat – Comunicação em tempo real e em poucos segundos

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O Cyber Cult dessa semana vamos falar de um aplicativo que está dando o que falar, principalmente entre os jovens, parece um Whatsapp, mas que também faz vídeo e também pode adicionar legenda nas fotos, facilitando a comunicação visual entre os amigos, esse é o Snapchat.

Desenvolvido pelos estadunidense Evan Spiegel, Bobby Murphy e Reggie Brown, quando eram estudantes da Universidade de Stanford.

O aplicativo tem o arbítrio do usuário se comunicar por texto, mas também por fotos, que pode ser adicionado legenda nas fotos e também por vídeos, mas o tempo para a visualização é bem rápido, pois depois de enviado para o contato, a foto ou vídeo de cada snap não passa de 10 segundos, ou seja, quem demora para ler mensagem, vai ficar à ver navios, pois o ‘negócio’ é rápido.

Mas se caso salvar a foto ou vídeo no seu dispositivo (celular ou tablet), a foto poderá ser compartilhada em outras redes, como Facebook, Twitter ou Instagram.

Mas o aplicativo está se tornando bastante popular e não é só aqui no Brasil e nos Estados Unidos, mas também em várias partes do mundo, pois tem para todos os idiomas, como Alemão, Francês, Árabe, Italiano, Japonês, Coreano, Chinês , Espanhol, Norueguês, Dinamarquês, Sueco, Holandês e claro, o Português e Inglês.

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O Snapchat foi um trabalho de faculdade de Evan, um dos co-fundadores do aplicativo, pois quando ele estudava Design de Produto, o curso qual ele não se formou, ele se juntou com seus amigos de grupo e montaram o APP Snapchat, que assim colocaram para download no iTunes, sendo um dos aplicativos mais baixados e entrando no TOP 10 da ‘lojinha’ da Apple.

Na época que foi lançando o aplicativo não tinha para o sistema Android, mas hoje já pode ser baixado para esses dispositivos, o único que ainda não tem para baixar é para o sistema Windows Phone.

Para mais informações acesse os contatos do APP Snapchat

Site | Twitter

 

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] As #minasprogramam tanto quanto os manos!

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Hoje em dia a área de tecnologia de informação anda em alta, com aplicativos sendo criados, programas, computadores, entre tantas outras maneiras de operar o conhecimento tecnológico em nossa dia a dia.

Porém, essa área sempre foi dominada pelos homens, já que em nossa sociedade acredita-se que eles são mais aptos para exercer tal função, enquanto as mulheres cuidam a parte interpessoal das empresas, e isso gera um pouco de preconceito com as meninas que desejam ingressar neste campo.

Visando essa nuance social de discriminação contra o que uma mulher deve ou não escolher para sua carreira, dias estudantes de Relações Internacionais da USP, Bárbara Paes e Fernanda Balbino, viram a dificuldade de entrar na área, mas a ânsia de aprender a programar e saber desenvolver tudo aquilo que era relacionado a TI, elas uniram suas forças e mostraram que atuar na área de tecnologia também é coisa de mulher, independendo do incentivo e estímulo que elas têm em suas vidas.

Elas foram buscar mais apoiadores para suas questões e quem sabe desenvolver um projeto em prol as programadoras, foi então que conheceram a Ariane Cor, designer, prog-amadora, sócia na Agencia Iara e integrante da ONG Casa de Lua.

Então o trio visionário desenvolveu curso de programação voltado às mulheres, apoiando meninas que sonham em ser programadoras a desmitificarem todo preconceito que há na área, criado então o #MinasProgramam. Promovendo uma formação básica em programação para meninas e mulheres que querem fazer sites e trabalhar com tecnologia, além de saber mais sobre programação, e conhecer um pouco sobre o mercado de trabalho que elas desejam atuar, segurança e privacidade, software livre e ativismo.

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Para conhecer mais sobre o projeto e também para se inscrever, acesse o site, ou siga-o nas redes sociais e também, acompanhe a hastag #MinasProgramam para zapear novidades criadas recorrentes aos cursos.

Facebook | Twitter | Instagram

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Porto Digital, em Recife – O Vale do Silício Brasileiro

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Nessa semana o estado do nordeste, Pernambuco foi destaque pela grande imprensa brasileira, se destacando como o Vale do Silício Brasileiro, já que lá se destaca grande maioria das inovações tecnológicas do país, no Porto Digital, em Recife, na capital pernambucana.

Mas, o que é esse Vale do Silício?

Pois bem, o Vale do Silício começou em meados da década de 50, nos Estados Unidos, onde se concentra as maiores empresas da área de tecnologia de todo o mundo, e tem como objetivo inovar e gerar invenções científicas e tecnológicas, destacando na produção área eletrônica e informática. O Vale do Silício, nos EUA fica no sul do
estado Califórnia, entre a áera da baía de São Francisco (Palo Alto e Santa Clara), se estendendo até os subúrbios de São José.

No ínicio da década de 90, o impulso do desenvolvimento foi bastante grande, pois depois da Segunda Guerra e principalmente da Guerra Fria, devido a corrida armanentista e aeroespacial, mas foram as indústria de eletrônica do vale do Silício que forneceram os transitores para os mísseis e circuitos integrados para os compuradores que guiavam as naves Apollo.

As maiores empresas do mundo de tecnologia e eletrônicos, nasceram no Vale do Silício e ainda são referência e destaque até hoje, como Apple Inc., Altera, Google, Facebook, NVIDIA Corporation, Electronic Arts, Symantec, Advanced Micro Devices (AMD), eBay, Maxtor, Yahoo!, Hewlett-Packard (HP), Intel, Foursys, Microsoft (hoje está em Redmond, próximo a Seattle), entre muitas outras.

Mas fora do Vale do Silício nos Estados Unidos, existem diversos outros Vales tecnológicos pelo mundo, depois da Califórnia, o segundo que se destaca é o Silicon Wadi, em Israel, que é o segundo Vale em indústria de tecnologia de pont.

Porém, aqui no Brasil também tem seus Vales do Sílicio, e não é só em Permambuco, outro lugar vem ganhando espaço pela mídia, é o polo tecnológico de Campinas, no interior paulista , no Rio de Janeiro, o Tecnopuc, em Porto Alegre, no Parque Tecnológico de São José, em Florianopólis, no Sapiens Parque e o Porto Digital, em Recife.

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O destaque dessa semana é para o polo de Recife, que a cada dia o polo surge mais e mais espaço para as empresas tecnológicas do Brasil, pois os fatores decisivos para essa transformação foi desde 2000, quando foi criada a fundação de Porto Digital, em 2000, onde abriga fábricas e centros de pesquisas de multinacionais como IBM, Accenture, Microsoft, HP e Samsung.

Além de abrigar essas grandes empresas mundiais, também o polo de Porto Digital ficou marcado pela criação do curso de Ciência da Computação da UFPE, que surgiu nos anos 70, e do Centro de Estudo e Sistemas Avançados de Recife (CESAR), de 1996, que fez com que surgisse no Estado, cada vez mais profissionais capacitados na áera de TI, fazendo com que o polo tecnológico de Recife cresça a cada dia, sendo a área que mais cresce e de maior investimento não só no Brasil, mas em todo o Mundo.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Connect Wireless Stick: Um pendrive sem fio para o seu celular!

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Hoje em dia os smartphones não saem da mão das pessoas, e cada vez com mais aplicativos, seja eles de mensagens ou editores de vídeos e fotos, e nisso a memória dos nossos celulares acabam superlotando sempre, e nós temos que fazer um backup para os nossos PCs.

Visando na facilidade em armazenar arquivos a SanDisk criou o primeiro pendrive. Ok, este não é o primeiro, já que existem outros para realizar total operação, mas não tão popular assim, porém a vantagem deste pendrive é que ele é sem fio.

A SanDisk projetou toda o incômodo de cabos e conexão do USB ao seu celular para transferir seus arquivos, dando uma memória a mais ao seu celular.

Para funcionar, o SanDisk Connect Wireless Stick utiliza-se uma bateria interna, já que não há cabos para se conectar, carregado consegue armazenar até 128 GB, dando muito mais espaço ao aparelho e a sua carga dura 4.5 horas.

Além do mas, ele pode ser usado como backup automático de fotos e vídeos, onde você captura com a câmera e vai direto para o drive.

O Connect Wireless Stick já pode ser encontrado nos Estados Unidos no valor de US$ 30 a US$ 100, com opções de 16, 32, 64 e 128 GB de armazenamento interno, sendo compatível em equipamentos Android e iPhones.

Para conhecer mais ou adquirir o produto basta acessar o site da SanDisk.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Jewelbot – Comunicação e programação para as mulheres do futuro

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Lembram da pulseirinha da amizade?  Agora já é possível ter uma, mas não só para unir você e suas amigas, como se fazia no passado, mas também para se comunicar e programar suas redes sociais, até mesmo gerar códigos, sim isso mesmo, tudo isso, apenas usando a pulseira, a Jewelbot e seu celular, que por enquanto, o sistema é só para iPhone (sistema iOS).

A Jewelbot conta com quatro LEDs, conexão USB e Bluetooth, e um motor para vibração. É open source e tem aplicativos para Android e iOS, por meio dos quais as garotas podem aplicar a programação, como usar um software de código aberto que expõe aos usuários a possibilidade de codificação em uma forma divertida e fácil, usando apenas a engenharia básica, para as garotas poderem programar seus Jewelbots.

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Porém a Jewelbot, ainda não está a venda, pois as criadoras da pulseira, as norte-americanas Sara Chipps e Brooke Moreland, e a brasileira Maria Paula Saba, as garotas estão com o projeto no Kickstarter, para arrecadar lucros para o lançamento. Mas o produto custará US$ 59, enquanto o pacote com duas sairá por US$ 89, e as vendas devem começar em março de 2016. Foi criada uma campanha no Kickstarter visando US$ 30 mil, mas, faltando mais de 25 para o término, já foram arrecadados quase US$ 70 mil.

Para mais informações para doar para a Jewelbot acesse a página do Kickstarter e ajuda as garotas nesse projeto, que pode ajudar, não só as garotas mais novas, mas também as mais velhas e principalmente as da área de comunicação, como a que vos fala, que curtiu a ideia e quer ver esse produto no mercado.

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Jewelbot no Kickstarter

Mais informações sobre o Jewlbolt:

YouTube | Facebook  | Twitter | Site

Veja o vídeo promocional do Jewelbots abaixo:

Por Priscila Visconti