Arquivo da tag: 50 anos

Paul McCartney no Brasil e uma experiência única aos fãs com a “The Freshen Up Tour”

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Foto por Marcos Hermes

Paul McCartney está no Brasil, para realização de mais uma turnê pela América Latina, “The Freshen Up Tour”, que aconteceu ontem (terça-feira) e hoje (quarta-feira), no Allianz Parque, em São Paulo, e depois o ex-Beatle chega para Curitiba, para a apresentação no sábado, dia 30, no Estádio Couto Pereira. Continuar lendo Paul McCartney no Brasil e uma experiência única aos fãs com a “The Freshen Up Tour”

[Total Flex] “HAIR – A Revolução do Amor” estreia em novembro em São Paulo

No mês de novembro a capital paulista vai viver uma época de música, arte e liberdade, com a releitura do musical “HAIR – A Revolução do Amor“, que completa 50 anos este ano. Continuar lendo [Total Flex] “HAIR – A Revolução do Amor” estreia em novembro em São Paulo

[Cabine da Pipoca] Star Trek: Sem fronteiras – 50 anos da Jornada!

O espaço, a fronteira final… Estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos para explorar novos mundos, pesquisar novas vidas, novas civilizações, audaciosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve.’ – James T. Kirk. É com essa frase que iniciamos nossa Cabine da Pipoca dessa semana.

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[Total Flex] Os 50 anos da comilona mais magrela do Brasil!

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Em 2013, a gorducha, dentuça, que só anda de vermelho e tem um coelhinho que ela não desgruda por nada, e ainda quando ela fica nervosa, sai dando coelhada para tudo que lado, principalmente nos moleques que vivem enchendo a paciência dela, a Mônica. Já em 2014 foi o ano dela já passou, pois esse ano é vez da Magali completar cinco décadas.

cEla adora comer, e sempre que da da uma passadinha na cozinha para beliscar a coxinha, ou uma melancia – a sua fruta favorita – ou qualquer coisa que esteja deliciosamente amostra pronta para ser devorado. Apesar de ser a mais magra da Turma da Mônica.

Magali é a melhor amiga da Mônica, está sempre junto com ela, e a defendendo dos meninos, que sempre a zoam por ser baixinha e gordinha.

magaliFilha de Dona Lili e Seu Carlito, ela habitualmente usa um vestido amarelo, e tem um gato da raça angorá, chamado Mingau, ele é mimoso como a dona, embora não tenha o mesmo apetite.

Uma menina doce e carinhosa, que diferente de Mônica quase nunca fica irritada, a não ser quando não deixam ela comer, pois sua fome é quase que infinita.

Conheça um pouco dessa garota que é magrela, mas ninguém tem um apetite maior que o dela:

E para comemorar os “cinquentão” da comilona mais querida das histórias em quadrinhos, a estação Sé, em São Paulo recebe a exposição organizada pelo cartunista e jornalista JAL (José Alberto Lovetro) que homenageará a personagem Magali.

A personagem de Maurício de Sousa será retratada por 60 imagens com diferentes estilos, produzidas por diversos artistas brasileiros, como Baptistão, William Medeiros, Bruno Honda, Mônica Fuchshuber, Crís Carnelós, Amorim, entre outros as próprias filhas do autor, Magali e Marina.

A mostra “Flashexpo Magali” inaugurou nesta semana, no dia 10 de abril e vai até no fim deste mês, dia 30, no metrô Sé, em São Paulo.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Mafalda celebra seus 50 anos no Brasil

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A garotinha curiosa, sarcástica, reflexiva, crítica, antenada e bastante esperta, completou no mês de setembro, meio século de idade, ou 50 anos, se ela fosse real, já não seria mais uma menininha, mas sim uma senhora, mas como personagens de desenhos são eternas crianças, ela continua com a mesma carinha e jeito de uma menina.

Mafalda é a criação mais famosa do célebre cartunista argentino Quino, de 82 anos, que completou este ano de 2014, 60 anos de trabalho e se orgulhando da sua obra e porque não dizer uma eterna menininha, que nasceu do papel, para fazer sucesso em todo mundo e por isso está ganhando diversas exposições, principalmente na Argentina, país de nascimento da Mafalda e de seu pai Quino. Para celebrar os 50 anos da sua obra, que virou um fenômeno mundial, traduzida em mais de 26 idiomas, sua nenenzinha, a Mafalda.

Na última terça-feira (16), chegou ao Brasil, no espaço Praça das Artes, em São Paulo, a mostra inédita O Mundo Segundo Mafalda com  entrada gratuita e ficará em cartaz até fevereiro de 2015.

A exposição é uma realização da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e do programa São Paulo Carinhosa, em parceria com a produtora cultural Mundo Giras e com a curadoria do Museo Barrilete da cidade de Córdoba, na Argentina, a mostra faz parte programação do Circuito São Paulo de Cultura.

A exposição é dividida em 13 módulos e duas oficinas, O Mundo Segundo Mafalda é uma viagem pelos cartuns e histórias em quadrinhos que cativam leitores de todo o mundo. A mostra foi pensada pra todas as idades.

Pois apresenta elementos que ajudam Mafalda a compreender um mundo cada vez mais confuso para seus pequenos olhos: sua casa, o carro de seus pais, os amigos, seu armário, os globos “terráqueos”, além de publicações originais e uma antiga vitrola.

As crianças podem desenhar e pintar com carimbos dos principais personagens das histórias: além de Mafalda, estão na exposição os eternos amigos Manolito, Felipe, Susanita, Miguelito, Guille e Libertad.

Por isso quem quiser prestigiar a mostra em comemoração ao aniversário da sapeca Mafada, pode conferir no espaço Praça das Artes, que fica na região central da capital paulista. Sendo uma boa pedida para garotada se divertir e aprender nas férias de verão.

PRAÇA DAS ARTES
O Mundo de Mafalda
De 16 de dezembro de 2014 a 28 de fevereiro de 2015
Todos os dias, das 9h às 20h (Nos dias 24, 25 e 31/12/14 e de 01 a 06/01/2015 não haverá expediente)
Endereço: Av. São João, 281– Centro – São Paulo
Próximo às estações Anhangabaú e República do Metrô
Classificação livre
Gratuito

Mais informações Exposição “O Mundo de Mafalda”:
Facebook

Mais informações sobre a Produtora WM Novo Rumo
Pagina: http://www.facebook.com/WMnovorumo
E-mail: wmnovorumo@gmail.com
Cel: (11) 9.8819-3159 Oi [whats]

PS: Na próxima semana no Cantinho Literário, se liguem aqui no OBC, que terá especial do pai da Mafalda, o mestre Quino!

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] Celebrando os 50 anos da argentina mais famosa dos HQs

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Como foi dissemos na segunda-feira, no Cantinho Literário [veja aqui], que teria mais Mafalda aqui no OBC, aqui estamos falando sobre seu filme que foi lançando no ano de 1982, baseado todo nas tirinhas do escritor argentino Quino.

Pois a festa dos seus 50 anos, ainda vai rolar até o fim deste ano, afinal são poucas animações que chegam a meia década, com a mesma carinha menina, só a Mafalda e a nossa Mônica, que estão com cinquentinha, mas continuam tão fofas como como quando eram crianças.

A personagem principal das tirinhas, Mafalda é uma menina de mais ou menos sete anos de idade, odeia sopa , adora os Beatles e os desenhos do Pica-Pau. Comporta como uma típica menina na sua idade, mas tem uma visão aguda da vida e vive questionando o mundo à sua volta.

Um filme divertido, no qual poderá desfrutar de suas aventuras mais desmiolada. Uma visão crítica do mundo dos adultos que nos fará passar por um momento engraçado.

Título Original: Mafalda – La Película
Ano de Lançamento: 1982
País: Argentina
Audio: Espanhol
Legenda: Português
Direitos reservados ao Canal 7 (TV Publica Argentina)

Assista abaixo o filme completo de Mafalda:

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Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] 50 anos da pequena Mafalda

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A garota mais famosa da Argentina, Mafalda completou este ano de 2014 meio século de vida, 50 anos, mas ainda continua com a mesma carinha de menininha, assim como a gorducha da Mônica, que também completou 50 anos este ano.

MAFALDA 50 AÑOS BAJAA personagem da Mafalda começou como uma tira escrita e desenhada pelo cartunista argentino Quino, que teve o nome inspirado pela novela Dar la cara, de David Viñas, e alguns outros, foi criada em 1962 para um cartoon de propaganda que deveria ser publicado no diário Clarín. No entanto, Clarín rompeu o contrato e a campanha foi cancelada. Mas Mafada só se tornou um cartoon de verdade sob a sugestão de Julián Delgado, na época o editor-chefe do hebdomadário Primera Plana e
amigo de Quino.

Mafalda começou a aparecer diariamente no Mundo de Buenos Aires, permitindo ao autor cobrir eventos correntes
mais detalhadamente. As personagens Manolito e Susanita foram criadas nas semanas seguintes, e a mamãe de Mafalda estava grávida quando o jornal faliu em 22 de Dezembro de 1967.

A publicação recomeçou seis meses mais tarde, em 2 de Junho de 1968, no hebdomadário Siete Días Illustrados. Como os quadrinhos tinham que ser entregues duas semanas antes da publicação, Quino era incapaz de comentar as notícias mais recentes. Ele decidiu acabar com a publicação das histórias em 25 de Junho de 1973.

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A obra mais famosa de Quino é a tira cômica Mafalda, publicada entre os anos 1964 e 1973, editada em tiras nos jornais, Mafalda questionava todos os problemas políticos, de gênero, e até científicos que afligiam sua alma infantil e, ao mesmo tempo, refletia o conflito que as pessoas da época enfrentavam, sobretudo com a progressiva mudança dos costumes e a já incipiente introdução da tecnologia no cotidiano.

Por isso nós d’O Barquinho Cultural, queremos desejar um feliz aniversário a Mafalda e que ela continue mais 50, 60, 80 e 100 anos, animando, incentivando a leitura e também mobilizando a sociedade para tentar mudar o mundo, ficando livre de qualquer violência.

Felicidades Mafalda!!!

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PS: Ainda terá mais Mafalda por aqui no OBC.

Por Priscila Visconti

[Caixa de Som] Jair Rodrigues: Um artista sem rótulos, apenas um apaixonado pela música

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O post de hoje era para ter saído na semana passada, mas com mil coisas na cabeça e centenas de pautas enfileiradas desde o mês passado, acabaram tumultuando minhas ideias.

Porém, para não atrasar mais, cá está…

Como todos sabemos no último dia 8 de maio, o cantor Jair Rodrigues faleceu em sua casa em Cotia, Grande São Paulo, enquanto estava na sauna. O motivo da morte foi fulminante, já que até antes ele estava bem, e prestes a dar continuidade a sua agenda de shows.

Jair Rodrigues tinha 75 anos, completado no último 6 de fevereiro. Um artista completo, cantava do ritmos tradicionais brasileiros, como o sertanejo e o samba, passando pelo o rap, funk, pagode, até o rock.

Jair e elisNascido em Igarapava, mas criado em Nova Europa, o músico teve outras profissões antes de se tornar um cantor, como engraxate, mecânico e pedreiro, mas foi quando se inscreveu no programa de calouros da Rádio Cultura e classificou-se em primeiro lugar, fazendo sua vida mudar repentinamente.

Um grande parceiro da cantora Elis Regina, ambos fizeram bastante sucesso cantando juntos, principalmente em O Fino da Bossa, programa da TV Record.

O seu maior sucesso dentro todos que ele teve, com certeza foi ‘Disparada’, canção que venceu o ‘Festival de Canção de 1966’, empatado com ‘A Banda’, de Chico Buarque. Desde então, assegurou Jair a dar continuidade a sua carreira, trazendo efeitos em seus êxitos como artista.

jair rodrigues, nara leão e chico buarqueGravou samba-enredo, e sucessos que até hoje são marcados, assim como a sua energia e sua alegria, que contagiava por onde passava. Foram quase 50 anos de carreira, que ficaram para sempre marcados na música popular brasileira, assim como o carisma que cativava esse grande artista.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] 10 filmes nacionais para entender os 50 anos do Golpe Militar 1964

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Nesta semana no Cabine da Pipoca, vamos homenagear os 50 anos do Golpe Militar, que aniveráriou na última quarta-feira, 1º de abril, sendo uma história tensa e bastante triste, para muitos brasileiros, como pais que tiveram filhos mortos e filhos que não conheceram seus pais. Ditadura essa que foi marcada pela contradição dos direitos humanos, diversos casos de tortura e abuso de poder e além de uma situação econômica alarmante.

O Golpe Militar de 1964 designa o conjunto de eventos ocorridos em 31 de março de 1964 no Brasil, atos que culminaram, no dia 1º de abril de 1964, com um golpe de Estado que encerrou o governo do presidente democraticamente eleito João Goulart, também conhecido como Jango. Jango havia sido democraticamente eleito vice-presidente pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) – na mesma eleição que conduziu Jânio da Silva Quadros, do Partido Trabalhista Nacional (PTN), à presidência, apoiado pela União Democrática Nacional (UDN).

Os militares brasileiros favoráveis ao golpe, se declararam herdeiros do país, tornando o Brasil, um regime autoritário e nacionalista, politicamente alinhado aos Estados Unidos, que acarretou profundas modificações na organização política do país, bem como na vida econômica e social. O regime militar durou até 1985, quando Tancredo Neves foi eleito, indiretamente, o primeiro presidente civil desde 1964.

No cinema este período já foi relatado em diversos filmes nacionais, às vezes de maneira lúdica, outras vezes de modo duro e realista, tanto em documentário quanto em ficção. Confira abaixo 10 filmes, que contam um pouco do golpe de 1964.

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Cabra Marcado Para Morrer (1985), de Eduardo Coutinho: O documentário sobre um líder camponês teve que ser interrompido com o golpe militar. Dezessete anos depois, o cineasta retorna ao local onde filmava, e retrata como a ditadura afetou a vida das pessoas envolvidas no filme.

O Dia que Durou 21 Anos (2012), de Camilo Tavares: Documentário sobre a influência norte-americana no golpe, com a grande pressão exercida pelo governo dos Estados Unidos para a retirada de Goulart do poder. Confira a nossa crítica.

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger: Ficção sobre uma criança deixada sozinha quando seus pais são perseguidos e sequestrados durante a ditadura.

Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias: Um dia, um trabalhador é confundido com um militante, sequestrado pelo regime militar e brutalmente torturado nos porões da ditadura.

Dossiê Jango (2013), de Paulo Henrique Fontenelle: Documentário sobre o governo de João Goulart e as consequências de sua saída ao poder. Confira a nossa crítica.

Jango (1984), de Silvio Tendler: O documentário retrata toda a história de Jango, desde a sua formação até a entrada na política, o golpe e o exílio no Uruguai.

Ação Entre Amigos (1998), de Beto Brant: Muitos anos após o regime militar, quatro antigos militantes discutem sobre as consequências deste governo no país.

Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda: Enquanto os militares controlam e reprimem diversas formas de manifestação artística no Brasil, um soldado se apaixona pelo líder de um grupo teatral anárquico. Confira a nossa crítica.

O Que É Isso, Companheiro? (1997), de Bruno Barreto, e Hércules 56 (2006), de Silvio Da-Rin: Uma ficção e um documentário retratam de maneiras distintas a mesma história sobre o sequestro de Charles Burke Elbrick, embaixador dos Estados Unidos no Brasil, por militantes que exigiam a liberação de presos políticos.

Zuzu Angel (2006), de Sergio Rezende: Quando descobre que seu filho foi torturado e morto por militares, a estilista Zuzu Angel tenta localizar o corpo e enterrá-lo.

Assista abaixo o trailer do filme “Zuzu Angel”, de 2006:


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Sinopse: Brasil, anos 60. A ditadura militar faz o país mergulhar em um dos momentos mais negros de sua história. Alheia a tudo isto, Zuzu Angel (Patrícia Pillar), uma estilista de modas, fica cada vez mais famosa no Brasil e no exterior. O desfile da sua coleção em Nova York consolidou sua carreira, que estava em ascensão.

Paralelamente seu filho, Stuart (Daniel de Oliveira), ingressa na luta armada, que combatia as arbitrariedades dos militares. Resumindo: as diferenças ideológicas entre mãe e filho eram profundas. Ela uma empresária, ele lutando pela revolução socialista e Sônia (Leandra Leal), sua mulher, partilha das mesmas idéias. Numa noite Zuzu recebe uma ligação, dizendo que “Paulo caiu”, ou seja, Stuart tinha sido preso pelos militares.

As forças armadas negam e Zuzu visita uma prisão militar e nada acha, mas viu que as celas estavam tão bem arrumadas que aquilo só podia ser um teatro de mau gosto, orquestrado pela ditadura. Pouco tempo depois ela recebe uma carta dizendo que Stuart foi torturado até a morte na aeronáutica.

Então ela inicia uma batalha aparentemente simples: localizar o corpo do filho e enterrá-lo, mas os militares continuam fazendo seu patético teatro e até “inocentam” Stuart por falta de provas, apesar de já o terem executado. Zuzu vai se tornando uma figura cada vez mais incômoda para a ditadura e ela escreve que não descarta de forma nenhuma a chance de ser morta em um “acidente” ou “assalto”.

Por Priscila Visconti