O quadrinista gaúcho de 25 anos, Dieferson Trindade, autor de diversas obras como Cornos e O Mundo de OZ, Afronta e Aérea e Nossos Olhos e Buracos, está com um novo projeto no Catarse de sua HQ, “Os Dias Ruins Acabaram“, a primeira versão digital, foi lançada em 2020, e neste ano de 2021, Dieferson está lançando uma versão ampliada, além das 32 histórias, também mais 16 extras.
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“MENINAS QUE FALAM ou Histórias de todas nós” – Uma obra nacional em poder à amizade
O primeiro livro da autora Dani Santos, “MENINAS QUE FALAM ou Histórias de todas nós“, até parece um pouco o longa da princesinha do pop, Britney Spears, Crossroads – Amigas para Sempre, que foi lançado em 2002, que a trama gira em torno de três adolescentes, à medida que fazem uma viagem pelo país, e encontrando a sua amizade no processo. Continuar lendo ““MENINAS QUE FALAM ou Histórias de todas nós” – Uma obra nacional em poder à amizade”
Guilherme Castel – Emoção e sensibilidade em forma de melodia e harmonia
Guilherme Castel é cantor, compositor, instrumentista e um poeta, que traduz em forma de palavras os sentimentos mais inerentes compartilhados em suas canções autorais e significativas, que adentram pelos ouvidos e chegam direto ao coração, fazendo uma conexão ímpar e harmoniosa entre a melodia e a emoção. Continuar lendo “Guilherme Castel – Emoção e sensibilidade em forma de melodia e harmonia”
Post Mortem: A saga de um jovem necromante em busca do seu destino

A obra crida pelo autor e quadrinista Pedro Ferreira, Poste Mortem, conta trilogia de um jovem necromante que sai por aí em uma viagem em um único objetivo, salvar seu irmão e resgatar sua família. Continuar lendo “Post Mortem: A saga de um jovem necromante em busca do seu destino”
Pedro Ferreira lança o último livro da saga Post Mortem no Catarse
O goiano radicado na capital paulista, Pedro Ferreira, acaba de lançar no Catarse, a última parte da trilogia de Ahran, Post Mortem, uma minissérie em quadrinhos, sobre jovem necromante, que tem o controle dos mortos como se fossem marionetes, mas o custo dessa magia esquecida é o próprio tempo de vida do usuário. Isso significa que, quando reanima e move os mortos, Ahran entrega um pouco da sua própria vida.
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