Eles surgiram no inicio dos anos 90, época de ouro do grunge e rock melódico, um pouco depois do “boom” de Madonna e Michael Jackson, que estouraram suas carreiras na década passada. Mas, isso não foi um empecilho para que os Backstreet Boys desistissem de buscar seu espaço dentro os maiores da música pop. Foram para Europa e trilharam seu caminho, e desde então, é sucesso atrás de sucesso, com álbuns muito bem classificados pela crítica e turnês de excelência categoria, com vozes afinadas e ritmadas, assim como as coreografias, que a cada ano que passa está melhor do que nunca.
Neste ano, a banda anunciou que iria regressar ao Brasil, e para a alegria dos fãs e surpresa dos que acreditavam de que eles nem existiam mais, os BSB farão OITO apresentações em território brasileiro na primeira quinzena do mês de junho, respectivamente em, Pernambuco (6), Rio de Janeiro (8 e 11), Minas Gerais (9), São Paulo, (12, 13 e 14) e Rio Grande do Sul, (15). Um momento épico para a trajetória dos garotos aqui no país, já que em 2001 eles realizariam três concertos por aqui, e um teve que ser cancelado por motivos de ingressos.
Os fãs da banda, a maioria que já passou dos 25 anos, estão em êxtase pela espera destes shows, bastante ansiosos e animados para conferir a performance dos rapazes, que completaram em Abril de 2015, 22 anos de carreira e com o conjunto completo, pois Kevin Richardson retornou para trabalharem juntos a promoção no novo disco, “In a World Like This” – lançado em junho 2013 – e também, o documentário sobre as duas décadas dos BSB, “BACKSTREET BOYS: SHOW ‘EM WHAT YOU’RE MADE OF” – lançado em janeiro de 2015, e exibido no Brasil em Abril de 2015.
E toda essa excitação dos admiradores brasileiros não ficará apenas para o show, pois uma semana antes, a promotora de eventos, Gisele Marinello, fechou uma parceria com a casa noturna Mono Club, sediada na Rua Augusta, em São Paulo, para fazer um “esquenta” do show.
A festa Warm Up Backstreet Boys acontecerá no dia 5 de junho, na capital paulista, e assim os fãs possam liberar toda essa adrenalina acumulada.
Será uma noite repleta de sucessos dos eternos meninos da rua de trás, do começo da carreira até o último álbum misturados com remixes e b-sides, tudo isso em uma pista exclusiva para os fãs dessa banda que conseguem arrancar suspiros de mulheres de todas as idades. Além de projetores que irão passar videoclipes dos BSB, para todos dançarem a noite inteira, e também haverá sorteios de brindes durante toda a noite.
Para os que apenas curtem os Backstreet Boys,e não estão tão afim de ficar uma noite inteira ouvindo garotos, haverá uma pista com muita música boa também, entre os gêneros estão, pop, black, eletrônico. É uma noite para todos os gostos e estilos, só não vale ficar parado!
SERVIÇO
Warm Up Backstreet Boys
Data: 5/ Junho/ 2015
Horário: 23h
Local: Mono Club
End: Rua Augusta, 480 – Consolação/ SP.
Entrada:
R$20,00 ou R$50,00 de consumação (com nome na lista)
R$30,00 ou R$60,00 de consumação (sem nome na lista)
Lista amiga: bsb.listavip@gmail.com
Confirme sua presença na página de eventos no Facebook!
Não é de hoje que São Paulo é uma cidade multi, multi no tamanho, mas manifestações sociais, na arte e populacional, basta andarilhar pela capital paulistana que a cada esquina encontra-se algo novo, diferente e irreverente, para mudar os ares dessa selva de pedras.
Nas artes não é diferente, são centenas de artistas espalhados pelas ruas, mas com pouco estímulo e incentivo à eles, fazendo com que muitos têm de levar seus trabalhos para as ruas, e conseguir alguns centavos para seu sustento.
Visando nisso, um grupo de artistas resolveu ocupar desde o dia 1º de maio, o prédio da Rua Ouvidor número 63, um prédio de 13 andares de propriedade do CDHU, desocupado há dez anos, tornando àquele lugar não apenas um centro cultural, mas sim a residência destes artistas, que na maioria das vezes vem de outro Estado, para conquistar seu espaço da cidade grande, e não possuí um lugar para morar.
São diversas atividades artísticas, desde música, artes plásticas, cênicas, fotografia, dança, desenho, etc, todos juntos com o mesmo propósito, transformar o ócio de pedra em residência artística e cultural para a cidade. Limparam as salas, consertaram os encanamentos, mexeram na fiação e decoraram os ambientes de modo bastante cultural e despojado, fazendo com que a vizinhança do Ouvidor não apenas se incomode com o barulho,
mas faça parte desse grande movimento cultural criado em São Paulo, integrando a capital à cultura de rua.
A programação do prédio é voltada para todos aqueles que tem interesse cultural e social, é sempre afixada na entrada do prédio, que não há um porteiro ou recepcionista, basta entrar, subir e conferir a programação do dia – divulgada também na página no Facebook. Dentre essas programações há oficinas (de dança, vídeo ou bambolê), apresentações performáticas, dramáticas e musicais, exposições artísticas, exibições cinematográficas, entre outras atividades. Além do mais, o imóvel ainda serve de moradia, como foi dito acima, para que os artistas, possam desenvolver e planejar melhor seus projetos em questão.
Um projeto que mobilizou até mesmo o prefeito Fernando Haddad que ficou interessado em conhecer a ideia do projeto e também pelo que eles fazem por lá, já que isso inspira para que novos grupos floresçam seus pensamentos e dão diretriz em suas visões políticas. Transformando ideias em realizações, cimento em cultura e arte em soluções para desenvolvimento solidário e humano na cidade.
Para mais informações sobre oficinas, apresentações ou até mesmo para visitar por curiosidade, acesse o Facebook do coletivo, que lá sempre traz novidades sobre o acontece no edifício.
Estava pensando com meus botões, sobre artistas tão bons estarem escondidos em bares suburbanos, e pessoas sem talento algum, ganhando êxito e glamour, perante aos holofotes, e desde que zapeando pelo Facebook encontro um banner que dizia a respeito do tamanho da platéia em relação ao amor e trabalho que o artista quer mostrar ao seu público.
Então, pensei…
Por quê há tantos obreiros da arte oblíquos, tentando e lutando pelo seu espaço ao Sol, enquanto àqueles que apenas visam a fama e grana, estão sendo bajulados por uma mídia hipócrita que apenas vangloria o que aliena, e não o que propaga a cultura?
Atores, músicos, artistas plásticos, fotógrafos, poetas, escritores, entre outras várias facetas da arte que estão sobre becos e ruelas, apenas esperando uma oportunidade, que na maioria das vezes é ofertado por quem nem mesmo contribuí com dinheiro, mas com a divulgação e aplausos, que para os artistas de verdade são mais que válidos, pois enquanto houver uma pessoa para conferir sua arte, eles estarão fazendo seu melhor, diferente de outros aí, que só se importam com quantidade e não qualidade do público presente.
Tanto que, podemos observar diversos artistas de renome abandonando este vínculo de quantidade, imposto pelas produtoras e gravadoras, se tornando independentes e propagando sua arte destinada para aqueles que mais importam à eles, seus fãs. Desvinculando desta grande roda mafiosa que apenas quem ganha são os grandes, e a arte é omitida em forma de marketing exacerbado.
Temos que parar e pensar que artistas de verdade não anseiam apenas do ter, mas sim em compartilhar e difundir sua obra aos quatro cantos do mundo, sem importar com quantidade, mas sim pela qualidade do coletivo a prestigiar a sua arte, multiplicando e ampliando seu ofício à multidões.
Todavia, essa é uma realidade de poucos, e de bons artistas, que se desvinculam dessa indústria fonográfica conceitual, para fazer a seu próprio trabalho, com os intuitos idealizados desde quando começaram, e não maquiados por uma destreza ferrenha e cruel, que idolatra e renega seus ídolos em questão de segundos, levando-os do Sol as trevas, e o transformando em apenas um nada.