“Você não possui seu jogo, você só possui a licença para jogá-lo” é uma frase que, há tempos, vem ganhando força na comunidade de jogos em geral. Ao longo dos anos, houveram inúmeros casos em que o consumidor foi prejudicado em prol de interesses comerciais e, quando tais esforços não atingiam suas metas — fossem por baixas vendas ou críticas diretas em torno de desempenho — a remoção do título e seus serviços tornava-se uma realidade decepcionante.
Continuar lendo “Projeto de lei prevê mínimo de dois anos de serviço ativo para jogos”

.jpg)



