
No final de 2018, a banda caiçara Sentido Litoral lançou o novo EP, intitulado “Tudo Pode Acontecer”, com três faixas, gravado no estúdio PlayMix, em São José dos Campos/SP, a produção do disco ficou a cargo de Glauber Ribeiro, que têm em seu portfólio bandas de renomes da cena nacional, como Sepultura, Voltz e Turnê. Continuar lendo “Sentido Litoral: A genuinidade que o rock nacional precisa”
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Banda Leela leva o épico ao Auditório Thunder na homenagem dos 80 anos de Superman na CCXP 2018
Você acha que acabou as novidades sobre a CCXP 2018, achou errado. Pois, ainda tem muita coisa para falar sobre o maior festival de cultura pop do mundo, aonde reuniu diversos nichos artísticos e culturais num mesmo espaço. E dentre essas atrações, ouve muita música na quinta edição da Comic Con Experience, principalmente no palco Creator. Uma atração nova, que chegou este ano ampliando com o palco Music Con que havia nas edições anteriores.
Mas, o que temos que pautar é a performance ímpar que os cariocas da banda Leela fizeram durante a homenagem dos 80 anos do super-herói mais popular do Planeta, o Super-Homem. Continuar lendo “Banda Leela leva o épico ao Auditório Thunder na homenagem dos 80 anos de Superman na CCXP 2018”
Banda Celofane traz a ebulição do Rock n’ Roll, de forma simples e inerente
O trio de São Bernardo do Campo, região do Grande ABC Paulista, se juntou em 2008 para fazer um rock autêntico, original, com letras ímpares e inigualáveis, surgindo então a Banda Celofane, que após oito anos eles se firmaram com a formação que é hoje.
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[Caixa de Som] Gabriel Coelho canta o cotidiano tocando na alma de cada pessoa

Foto por: Vinicius Amano
Desde que se entende por gente Gabriel Coelho sabia que a música era seu futuro, e sempre esteve infiltrada em sua veia. Pois, quando pequeno, antes mesmo de entrar na escola, o músico ganhou uma “guitarrazinha” daquelas de plástico, vendidas em feiras livres. Logo, esse se tornou o melhor brinquedo para Gabriel, ele o levava para cima e para baixo, embalando sucessos de Caetano Veloso, Belchior, Roberto Carlos, Leandro e Leonardo e até Xuxa durante apresentações na sala de casa ou em festas familiares, depois apaixonou-se à primeira vista por um Di Giorgio que apareceu em seu quarto, desde então sua paixão pela música só cresceu, e seu anseio em aprender mais ultrapassou todos os limites da musicais e artístico. Continuar lendo “[Caixa de Som] Gabriel Coelho canta o cotidiano tocando na alma de cada pessoa”
[Caixa de Som] Duas décadas sem a autenticidade e originalidade dos Mamonas Assassinas

Há duas décadas atrás, o Brasil perdia não apenas uma banda de rock, mas um grupo de rapazes que fizeram a diferença na música popular brasileira, em pouco menos de um ano, os Mamonas Assassinas mostraram que carisma, letras fácies e amor, faz toda discrepância para o êxito eterno e por gerações.
Os Mamonas Assassinas começou oficialmente em junho de 1995, quando foi lançado o primeiro compacto, homônimo o nome da banda.
Formado pelos músicos, Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, Samuel Reoli e Sérgio Reoli, todos residentes da cidade metropolitana de Guarulhos. Lugar onde conheceram o produtor musical Rick Bonadio, e fez com que o som dos Mamonas propagasse por todo o território nacional e também, internacional. Todavia, até antes os Mamonas Assassinas não existiam, foi após a gravação de “Pelados em Santos” e “Robocop Gay”, que fizeram mudar o perfil do grupo e transforma-los não só em mais uma banda de rock, como tantas que já sucedem, mas algo épico e excepcional, conquistando fãs mesmo após seu término trágico.
Sim, trágico pois em 2 de março de 1996, um acidente de avião na Serra da Cantareira ocasionou na morte cruel de todos os integrantes do grupo, trucidando e encerrando a carreira meteora de um das maiores bandas na história da música brasileira, que vendeu mais de três milhões de cópias em todo o país, com discos de diamante, ouro, platina e platina dupla, sendo um sucesso exorbitante para uma banda que apenas lançou um único álbum, mas no tempo certo para marcar, apesar do curto período, marcar por décadas e por gerações.
Por: Patrícia Visconti


