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[Caixa de Som] Buscai a Coroa: Músicas para tocar na alma do mundo!

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Já que estamos nas prosperidades natalinas, onde todos rementem seus pensamentos a paz, amor e união, nada mais justo do que compartilhar músicas que nos permita uma reflexão sobre tal. E justamente isso a banda de pop-rock Buscai a Coroa tenta mostrar em suas canções.

De princípio achamos que é apenas uma banda de igreja, como tantas que existem por aí, mas os garotos que vivem de música e fazem disso o seu ganha pão, apenas utiliza-se do nome de Jesus para propagar e transmitir paz e o amor, e não apenas para divulgar igreja A ou B.

Afinal, paz, amor e união estão tão escassos atualmente, em um mundo onde cada um olha para seu próprio umbigo e apenas procura o outro quando já está submerso sobre seu próprio ego e arrogância.

10574337_1507299829509186_8820753567358184845_nFormada em Itaquera, zona leste de São Paulo e liderada por Andersonn Lopes, e integrada pelos músicos Israel Allan, Leandro Brisa e Diógenes Lemos (Dó), a Buscai a Coroa faz músicas que trazem paz a alma, reflexão sobre o mundo atual, compartilhando o amor e a esperança.

No começo de novembro, o grupo lançou o single oficial, intitulado “Esperança”, e estará no primeiro compacto da BAC, ainda sem previsão de estreia.

Mas, enquanto não chega o CD, confira abaixo a primeira música de trabalho dos garotos;

Para conhecer mais sobre a Buscai a Coroa, acesse o Facebook oficial da banda e confira as novidades sobre lançamentos, shows, além de aforar músicas que remetem a reflexão do mundo, e não apenas visa a alienação e imodéstia.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Shakespeare’s: Pop-rock autoral e original, em amor à arte

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O que acontece quando três amigos, amantes da arte se juntam para trabalhar e propagar este dom artístico?

Claro, que não poderia sair algo ruim, pois aquele que vive a arte 24 horas por dia, só visa em enriquecer e transcender sua música e seu ofício aos quatro ventos nesta grande bola chamada Planeta Terra.

10494796_1440447212894432_7988049727838745249_nAndré De Luca (Cajon), Gustavo Nunes (Violão) e Zé Junior (Voz) são três atores que querem viver de arte e ser feliz com o que fazem, buscando crescer cada dia mais e levar música para todas as pessoas possíveis.

Tudo começou quando Zé Junior alucinado por música queria montar uma banda, então ele convidou alguns amigos, isso foi em 2010, porém por intermédio de alguns imprevistos pessoais e profissionais, o grupo teve que dar uma parada, mas o sonho de Zé ainda estava prescrito, e ele regressou em um trio acústico, formando assim a Shakespeare’s. Porém, os testes para caçar novos integrantes ainda continua, afinal quando o projeto flui rápido, as boas vibrações navegam pela rede e a galera busca agregar a ideia.

Uma união de três garotos, um de cada canto do Brasil que se conheceu na cidade do Rio de Janeiro, que por intermédio de trabalhos paralelos surgiu mais do que um grupo, mas uma amizade musical e fraternal. Fazendo o que gostam e se entregando de corpo e alma a essa paixão, que é a música, a interpretação, a arte.

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Confiram um pouco do primeiro single que os meninos publicaram na web, e que já tem quase sete mil visualizações:

E para mostrar que os meninos não estão neste mundo a passeio, eles convidam a todos para votar na Banda Shakespeare’s que está participando do concurso junto com outras bandas, no concurso que irá abrir o Show da Virada no dia 31 de janeiro, na Avenida Paulista.

Quem puder firmar seu voto [AQUI], nesta banda que traz canções autorais, originais e com temas atuais, sem aspas e com muito carisma, alegria e simpatia.

Para conhecer mais sobre a Shakespear’s acesse os canais oficiais do grupo na web, e fiquem ligados nas novidades deste futuro do pop/rock nacional.

Facebook | Instagram | Youtube

 

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Sampa e suas nuances no pop-rock nacional

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Não é de hoje que São Paulo é o centro do cenário pop-rock no país, principalmente da cena alternativa, que vem crescendo em exorbitância atualmente, não apenas no pop-rock, mas de diversos outros gêneros, são relativamente várias bandas se formando por toda a capital paulita. Como os paulistanos da Banda Judith, que uniu professor e alunos em uma única paixão, a música.

14732417214_63f9b091fb_zNos vocais apresentando o professor universitário, Antonio Pires e na sequencia integram a banda os seus alunos, Nadia Pannaroni (bateria) e Marcelo Silva (guitarra), além dos jovens músicos Rock Barbieri (baixo) e Camilla Fidelis (backing vocal).

A banda foi formada em 2013, com um propósito de mostrar uma nova gradação a música popular brasileira, com canções de rimas significativas e com conteúdo, em refrões e letras com temas atuais, e que refletem na vivência de cada ouvinte ao escutá-la, pois música boa é aquela que entra pelos ouvidos e entra diretamente em seu consciente, e não vira chiclete impertinente.14702102964_728808bcea_z

O repertório do grupo são todos em português, com composições próprias e vários estilos interligados ao gosto pessoal da banda, entre eles estão, o pop, rock, R&B, MPB, etc, mostrando um novo frescor, com uma eferverscência contagiante e marcante em suas canções, transbordando arte e poesia por onde passam.

Conheça um pouco da Banda Judith no primeiro videoclipe, “Popstar”:


Para saber mais sobre a Banda Judith acesse o site da banda, ou então siga-os nas redes sociais, e lá poderá conferir agenda, lançamentos de singles, fotos e vídeos da galera.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A Voz popular e autoral da música brasileira

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Como prometido(veja +), conversamos com o Kio Olivieri, voz e violão da banda Voz em Dó, e ele nos contou um pouco sobre a banda, o início, as influências, carreira, prospectivas para o futuro, e claro, muita música, afinal esse é nosso assunto favorito.

Confira abaixo a nossa entrevista com o Kio:

1- A quanto tempo existe a banda?
A banda existe a apenas 9 meses. Uma gestação musical.

O Barquinho Cultural – Quais as influências do Voz em dó? Por que?

Kio Olivieri: Cada integrante tem suas influências, que vão desde a MPB até o Heavy Metal. As que predominam em nosso contexto geral são: Engenheiros do Hawaii, O Teatro Mágico, Los Hermanos, entre tantos. Acredito que são nossas influências por serem, naturalmente, também o que gostamos de ouvir.

10559292_667557319993448_272722784_nOBC – Vocês já possuem singles lançados, quantos e quais? E quanto ao álbum, já há previsão de lançamento?
KO: Sim. Em março deste ano lançamos o nosso primeiro EP, chamado ‘Voz em Dó – menor’. Um trocadilho bem colocado, acredito. O EP conta com cinco canções que estão disponíveis para download em nossa página no Soundcloud.
Quanto ao álbum, estamos com um pouco mais de calma. A ideia inicial era lançá-lo em Novembro deste ano, mas preferimos deixá-lo para o ano que vem. Queremos fazer algo grandioso, completo. Algo que converse com nossos shows em questão de estética, cenário e etc.
Não há prazo exato, mas para gerar manchete, Junho de 2015. (rs)

OBC – Vocês compõem as próprias canções, certo… Vocês acreditam que para um músico que está começando agora, é mais fácil cantar covers, para serem reconhecidos primeiro, ou já apresentar seu repertório próprio, para agregar a uma determinada nuance musical, antes de ingressar a um estilo próprio?

KO: Olha, a pergunta é boa e fácil de ser respondida.
Sim, é mais fácil o músico começar a caminhada fazendo covers e versões. Mais do mesmo para garantir o coro da canção.
Nós optamos pela música autoral porque não queremos atalhos. Nunca apresentamos um cover em nossos shows. Nem sequer temos algum ensaiado. Respeitamos quem o faz, mas preferimos ir contra a corrente.

10563082_274021889473339_3423339289967116828_nOBC –  Como um artista se mantêm firme e forte, em uma carreira tão volátil quão essa que vocês vivem, que hoje vocês podem estar por cima, amanhã já há outro neste lugar? Por quê?

KO: O mercado independente é muito complicado, mas muito amplo. Engana-se quem acha que ele está abandonado. Bandas se ajudam e se comunicam. Há uma relação bacana. O maior problema é achar lugares para se apresentar e ser respeitado como profissional.
Temos que nos manter sempre atualizados e sempre com novas ideias. Manter uma relação bem próxima ao nosso público e fazer com que isso seja agradável para todos.
Ascensão e queda dependem muito de qual lado você está. Às vezes não estar na grande mídia não quer dizer que você está indo mal. Assim como estar na grande mídia não significa que você está bem. Relativo.

OBC – Quais são as expectativas da banda para o futuro? Shows, singles, EPs, álbuns…

KO: Este ano faremos nosso primeiro aniversário e estamos planejando um espetáculo lindo. Será dia 8 de Novembro, no teatro Alma D’alma, em São Paulo. Vai rolar gravação de DVD e outras surpresas.
O álbum fica para 2015. Poderíamos fazer algo para este ano, mas acho que antes, temos muita gente para alcançar com nosso EP. Um passo por vez.
Quanto a agenda, nos apresentaremos sábado agora (09.08) no Feeling Music Bar, na Vila Mariana em SP. O Show será às 18h. Mais informações estão em nossa página oficial no Facebook.

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Assista abaixo a gravação do show de lançamento do EP ‘Voz em Dó – menor’, que aconteceu em Março/2014, no Hangar 110, em São Paulo:


Como o Kio comentou acima em nosso bate-papo, o grupo se apresenta neste sábado (9), no Feeling Music Bar, sediado na Rua Domingo de Morais, Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

Os meninos foram uma performance mostrando seus singles, sucessos e novidades da banda. Além da Voz em Dó, também rolará shows com as bandas Depois do Fim, Persia, Trimotor, Flutue, ForLove e Arcade.

SERVIÇO

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Voz em Dó de volta a Feeling
Data: 09/Agosto/2014
Horário: a partir das 17h
Local: Feeling Music Bar
End: Rua Domingo de Morais, 1739 – Vila Mariana
São Paulo/ SP
Entrada: R$20,00 (antecipado) | R$25,00 (na porta)
Mais info: AQUI

E para conhecer mais sobre a Voz em Dó,  acesse as redes da banda e interaja com os garotos, pois além de ouvir um som de primeiro conhecerá artistas natos, que vivem fazem arte com amor e dedicação aos seus fãs.

FACEBOOK | SOUNDCLOUD | YOUTUBE

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A Voz da emoção!

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O pop rock é muito comum baladas com letras melosas e sentimentais, reunindo ambos os gêneros, com uma pegada mais forte nas guitarras e solos exclusivos de bateria.

Pensando por esse lado, os paulistanos da zona leste de São Paulo, da banda “Voz em Dó”, se encaixariam perfeitamente ao estilo, assim como qualquer outra banda, porém os garotos se destacam, pois além de falarem sobre amor e relacionamentos, eles apostam num encalce peculiar e próprio, pois além de produzirem e compôr suas canções, eles escrevem tocando diretamente para seu público, mesmo que involuntariamente. Uma banda que faz música com a alma, para almas e cabeças pensantes, que visam a música em primeiro plano, e não a fama, como muitos por aí.

“Voz em Dó” é mais do que um grupo de garotos que cantam, mas sim um conjunto de músicos que expressam arte e vivem isso 24 horas, mesmo tendo outras atividades paralelas, eles respiram e mantêm essa paixão e a chama sempre acesa, para que sua música seja propagada e compartilhada, tocando não apenas os mais próximos, mas a todos que apreciam a arte a musicar uma poesia.

Confira abaixo o novo single dos meninos, “Dezoito do Seis”:


Aguarde em breve a entrevista faremos com garotos do “Voz em Dó” aqui em nossa embarcação. Mas, enquanto não acontece isso, conheça mais sobre os meninos na página oficial [AQUI], atualizando diariamente pelos próprio integrantes da banda.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Neto Lobo e a Cacimba canta a essência do nordeste, com uma pitada de música popular

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Quando mistura-se rock com uma pitada de ritmos interioranos do nordeste, só pode dar música original e de qualidade, afinal o novo sempre cativa aos ouvidos mais apuradas e as mentes abertas. Essa é a tendência da banda Neto Lobo e a Cacimba.

neto_cacimba 2O grupo já segue esse compasso desde 2001, e eles são abertos a todos os estilos, ritmos e inspirações, viajando da poesia a literatura, indo até a longevidade da seca nordestina, qual inspirou também outros autores e poetas, como descreve-se na escrituras literárias brasileiras.

A poesia cantando a efervência nordestina, propagando essa cultura tão rica que há no país, misturando com linguagens do pop, rock, heavy metal e africanas. Uma salada musical com cadência e melodia.

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O primeiro disco da banda foi lançando em 2012, reunindo um apanhado de 11 anos do grupo, com letras que ditam o cotidiano nordestino, entre outras viagens e adversidades frequentada pelos integrantes, embaladas por um sotaque forte regional e pela voz marcante e cativante de Neto Lobo, que canta a alma do povo do nordeste. Confira abaixo o single ‘A peleja do diabo com a flor‘, parte do primeiro álbum do grupo:


Agora, a banda segue a trajetória preste a lançar o segundo álbum, ‘Meu Pé de Umbu’, título dado com base na citação do escritor Euclides da Cunha, no livro ‘Os Sertões’, quando se refere ao umbuzeiro como árvore sagrada do sertão.

O disco traz ainda mais forte as raízes nordestinas afloradas na essência da banda, mostrando quão as origens valem mais do que qualquer modismo, visando a propagação da cultura regional e efervescendo a baianidade, a resistência das tradições e o lado poético-positivo da realidade vista e vivida no interior nordestino.

1798371_444363542362887_2025076249_nNeto e a Cacimba mostra quão rica é mesclar essas tradições culturais, com ritmos populares da industria fonográfica, transformando o regional em algo novo e original.

Agora é aguardar pelo lançamento de ‘Meu Pé de Umbu’, e atribuir mais da cultura nordestina em nós, cativando o regionalismo e a originalidade de somar a outros estilos e ritmos musicais.

Mais informações sobre Neto Lobo e a Cacimba:
Site | Facebook | SoundCloud

Por: Patrícia Visconti