[Cabine da Pipoca] “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” deve representar o Brasil no Oscar

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O premiado “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” foi indicado nesta semana pelo Ministra da Cultura, Marta Suplicy na Cinemateca de São Paulo, de que o longa-metragem representará o Brasil no Oscar 2015. A película tem direção de Daniel Ribeiro, e foi escolhida para tentar uma vaga na categoria de”Melhor Filme Estrangeiro.

A trama foi baseado no curta-metragem “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, como já foi dito aqui em nossa embarcação – veja aqui. Uma história que mostra o amor adolescente e a descoberta de uma nova vida independente, além de discutir a sexualidade, algo que que é debatido em todo o mundo. Um filme que pode agradar a Academia.

O longa tem no elenco os jovens atores, Guilherme Lobo, Fabio Audi, Tess Amorim, Lúcia Romano, Eucir de Souza, Isabela Guasco, Selma Egrei e Naruna Costa.

Todavia ainda não é a indicação final, já que essa será divulgada apenas em janeiro/ 2015, e a cerimônia do Oscar acontece no dia 22 de fevereiro.

Se o Brasil emplacar nesta indicação será o primeiro depois de 15 anos desde o último longa-metragem a ser indicado. O último filme a entrar na disputa de Melhor Filme Estrangeiro foi “Central do Brasil”, de Walter Salles.

“Hoje eu quero Voltar Sozinho” foi escolhido entre uma lista de 18 filmes nacionais, qual um comissão formada pelo diretor, produtor e roteirista Jeferson De; o jornalista Luis Erlanger, a coordenadora-geral de Desenvolvimento Sustentável do Audiovisual da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Sylvia Regina Bahiense Naves; o presidente do conselho da Televisão América Latina (TAL), Orlando de Salles Senna e o ministro do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, George Torquato Firmeza.


Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] A Bienal do Livro compartilha o conhecimento em São Paulo

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Há uma semana atrás – dia 22 de agosto – começou a maior feira de livros do Brasil, a 23ª Bienal do Livro de São Paulo, que acontece até domingo (31), no Pavilhão de Exposição do Anhembi, sediado no Parque Anhembi, na zona norte da capital paulista.

São milhares de estandes, com diferentes gêneros da escrita nacional e mundial, além de autores revelações e outros já consagrados, muitas pessoas já passaram pela Bienal e tantas outras ainda passarão neste fim de semana. Uma festa da literatura na maior cidade do país.

Estudantes, professores, profissionais da mídia, escritores, nerds, músicos, atores, etc. Haverá muita gente reunida para debater, compartilhar e agregar cada dia mais, um conhecimento único e oportuno para suas vidas, trocando experiências profissionais e até mesmo, pessoais, dando nuances distintas em um mundo onde todos apenas visam para a ganância, soberba e arrogância.

O evento traz aos seus frequentadores essa maneira de entreter e aflorar seus conhecimentos mais íntimos, ou seja, aqueles que apenas demonstramos em nosso quarto, com nosso próprio pensamento. Um acontecimento que apresenta algo novo e compartilha permeando com o clássico, não discriminando nenhuma forma culta de aquinhoar a literatura brasileira, que é tão jovem e ainda, há muito para ser desbravada.

Para aqueles que ainda não foram à Bienal poderão conferir neste sábado e domingo, respectivamente dias 30 e 31 de Agosto – últimos dias do evento -, qual terá encontros com os autores, palestras, conversas, workshops, lançamentos, musicais, entre outros acontecimentos exclusivos para este fim de semana, que das 10h às 22h, com exceção no domingo que a bilheteria fechará às 19h e o evento encerra com sua super festa literária às 21h. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através o site bienaldolivrosp.com.br.

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Por: Patrícia Visconti

[Fotografia] A arte de clicar e sua história a desbravar

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Na próxima terça-feira (19), será celebrado o Dia Mundial da Fotografia e como estávamos sem fotos para subir hoje, nada mais justo do que resenhar um pouco sobre este dia.

Não é de hoje que o ser humano adora registrar e guardar suas belas memórias em imagens, uma arte criada no século 17, quando o francês Louis Daguerre criou o “daguerreótipo”, em 1937, produzida em uma câmera escura, onde apenas havia um pequeno orifício para captar a luz, qual toda a amostragem era chamada de “Diorama”, todavia alguns anos antes o também francês, Joseph Nicéphore Niépce já fazia suas “experiencias”, em uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia, todavia a imagem produzida demorou cerca de oito horas de exposição ao Sol para ficar pronta, este processo foi chamado pelo próprio de “heliografia”. E por ambas as descobertas serem parecidas, Daguerre e Niépce trocavam análise e experimentos, para que no futuro firmassem sociedade.

Mas, antes disse Leonardo da Vinci descreve em 1515 as propriedades da “Câmera Escura” em seus cadernos de notas, que escritos ao contrário, só podiam ser lidos com o auxílio de um espelho.

Quando as imagens dos objectos iluminados penetram num compartimento escuro, através de um pequeno orifício e se recebem sobre um papel branco situado a certa distância desse orifício, vêem-se, no papel os objectos invertidos com as suas formas e cores próprias“.

Desde então, este conceito desenvolvido por da Vinci foi bastante utilizado pelos artistas da época, como um auxílio ao seu desenho.

Após o invento do “Daguerreótipo”, já a afiliação de Daguerre e Niépce, outros inovadores criaram inventos baseados deste novo projeto surgia, e já que até então a obra era única e exclusiva, sem qualquer tipo de reprodução, 1840, Fo Talbot apresenta em primeira mão, o negativo, criando assim a possibilidade de reproduzir cópias.

Mas, ainda não era algo popular, já que a fotografia apenas se popularizou no final do século 19, quase início do século 20 em Londres foi quando George Eastman mostrou ao mundo o lançamento da “Kodak 100 Vistas”, que levou a substituição das placas de cristal, utilizadas até os dias atuais. Este lançamento utilizava-se 100 fotos circulares e para popularização, usando um slogan que tornou de práxis para ascensão da marca no mercado, “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Criando posteriormente o rolo de filme, tendo por finalidade usar com uma proteção que permitia sua extração e colocação embaixo da luz solar.

Todavia, a pesquisas apresentadas 150 anos depois do invento pelo prof. Boris Kossoy, de que o processo também da criação da fotografia se deu origem no Brasil, pelo Hércules Florence, na Vila de São Carlos – atual cidade de Campinas.

Florence pretendendo publicar seus estudos sobre a flora e fauna brasileira, deparou com a inexistência de oficinas impressoras na Província de São Paulo, criando então seu próprio método de impressão, intitulado de “Poligraphie” (1832), já encontrado em seus descritos e desenhos em uma loja de tecidos qual trabalhava, notando o descolorimento que os mesmo sofriam expostos à luz solar e informado pelo jovem boticário (e futuro botânico de nomeada) Joaquim Correia de Melo das propriedades do nitrato de prata, deu início às suas investigações sobre fotografia.

Data-se que as primeiras experiência com a câmera escura foi em janeiro de 1833, encontrando-se documentos registrados no manuscritos Livre d’Annotations et de Premier Matériaux, onde foi usado pela primeira vez a palavra “photographie”.

Mas, apenas no século 20 a fotografia se tornou oficialmente popular, dando-se a essência de demonstrar o real, registrando sua época, tornando um elemento de comunicação, tornando uma obra factual, começando a entrar na imprensa e sendo uma amostragem do fato.

Desde então este mercado vem inovando, criando filmes coloridos, impressões instantâneas, foco automático, minimizando os custos, reduzindo etapas e digitalizando o clique, facilitando o processo dos princípios básicos da fotografia. Criando uma amplitude desta arte e dando aos fotógrafos profissionais uma escalada a mais no conhecimento, já que com a popularização fotográfica digital, todos acabam se tornando um.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Transformers 4 estreia nos cinemas brasileiros

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Estreou nesta quinta-feira (17), o quarto filme da saga Transformers, o Transformers: Age of Extinction (Transformers: A Era da Extinção, que continua com muita ação,a ventura e claro a ficção científica, que tem nas outras películas.

O filme é baseado na linha brinquedos e série animada da Hasbro, Transformers, com direção de Michael Bay e produção executiva do grande Steven Spielberg.

O primeiro longa da série que não terá a participação de Shia LaBeouf, ator principal nos três primeiros, e conter um elenco totalmente renovado, com a exceção de três robôs: Autobots, Optimus Prime e Bumblebee. Mark Wahlberg, Nicola Peltz, Jack Reynor e Kelsey Grammer estrelam a continuação.

Confira a siinopse e o trailer do filme abaixo:

Sinopse:

Com os Estados Unidos se reorganizando quatro anos depois da conclusão de Transformers: Dark of the Moon, Autobots e Decepticons desaparecem da face da Terra.

Contudo, um poderoso grupo de cientistas e empresários, na busca por aprender com as invasões passadas dos Transformers, acaba ultrapassando as barreiras da tecnologia para além do seu controle. Ao mesmo tempo, uma nova ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira.

Trailer de Transformers 4:

Direção
Michael Bay

Produção
Don Murphy
Tom DeSanto
Lorenzo di Bonaventura
Ian Bryce
Roteiro Ehren Kruger

Elenco
Mark Wahlberg
Nicola Peltz
Jack Reynor
Kelsey Grammer
T. J. Miller
Sophia Myles
Li Bingbing
Stanley Tucci
Han Geng
Titus Welliver

Gênero
Ação
Aventura
Ficção científica

Idioma
Inglês

Música
Steve Jablonsky

Cinematografia
Amir Mokri

Edição
William Goldenberg

Estúdio
Paramount Pictures
di Bonaventura Pictures
China Movie Channel
Jiaflix Enterprises

Distribuição
Paramount Pictures

Lançamento
Estados Unidos – 27 de junho de 2014
Brasil – 17 de julho de 2014

Mais informações:
Curta a página de Transformers no Facebook: http://www.facebook.com/Transformers.BR
Site: http://www.transformersofilme.com.br

Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] JUNHO – Os protestos que abalaram o Brasil

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Há um mês atrás acontecia um grande acontecimento na história do Brasil, onde as pessoas foram as ruas para manifestar sobre seus direitos e também comemorar a causa do movimento Passe Livre, que era pelos c$ 0,20 centavos da tarifa de ônibus, que havia sido revogado e o atual prefeito Fernando Haddad, acabou não aumentando o valores das passagens.

Baseado nisso, o jornalista João Wainer junto a Folha de São Paulo, produziu o documentário “JUNHO – O Mês Que Abalou o Brasil“, que teve sua estreia no último dia 5 de junho, no cinema e também no iTunes.

As imagens de JUNHO mostra as manifestações desde o momento passivo, quando os manifestantes sobem até a Avenida Paulista, até o quebra-pau, que ocorria após os protestos, entre as manifestantes e policiais, dando a Folha um prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura entre o mundo real e o digital.

JUNHO é uma construção histórica impressionante sobre a presença de mais de um milhão de pessoas nas ruas, os protestos deixaram de ser por “20 centavos” e se transformaram em uma revolta contra a corrupção, a falta de estrutura social e os gastos com a Copa do Mundo, propondo uma reflexão sobre as reais mudanças conseguidas pelo movimento e deixam a pergunta – “Amanhã vai ser maior?”.

O filme que conta com o apoio da distribuidora O2 Play e tem vários nomes que fizeram esta manifestação ganharem repercussão mundial, como Bruno Torturra, da imprensa alternativa Mídia Ninja, Mônica Bérgamo do MPL (Movimento Passe Livre), Demétrio Magnoli e entre outros.

Segue abaixo os locais que está passando o longa JUNHO:

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Assista abaixo o trailer de “JUNHO – O Mês Que Abalou o Brasil”:

Para mais informações acesse os endereços do filme abaixo:

Site | Facebook

PS: Só que nessas manifestações não haviam ‘burgueses’ mascarados que fazia dos protestos um campo de guerra, pois em todas que tiveram o ano passado, eram limpas e todos mostravam o rosto e não cobriam e destruíam o patrimônio sem motivo algum.

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 Por Priscila Visconti
(orgulhosa de ter feito parte desta história)