[Cabine da Pipoca] Tela Larga apresenta o longa “A Presa”

A Presa

Sinopse:

Nathan (Grégoire Colin) viaja com a esposa Claire (Bérénice Bejo) para a tradicional reunião de outono na casa de campo do sogro. Eles pretendem anunciar a chegada do primeiro filho do casal e tomar delicadas decisões para salvar a empresa de pesticidas da família. Logo na primeira noite, um veado ataca o pai de Claire e os homens da família decidem se aventurar pela floresta para entender os motivos do comportamento estranho do animal. Carregando uma arma pela primeira vez na vida e percebendo a tensão crescente entre pai e filhos, Nathan logo descobre que a estação de caça ainda não terminou.

Confira a resenha crítica do fotógrafo e produtor audiovisual, Pierre Cortes:

Por: Pierre Cortes, do blog Tela Larga

[8 Bits] “HUE BR” – Uma praga a ser eliminada

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Esse vai ser um texto bem diferente dos de costume. Não será uma crítica, uma resenha ou expectativa sobre algum game ou console. O papo é mais sério. Pode ficar bem grande e com isso, abrindo diversas questões, críticas ou algo a mais, mas isso pode ser resolvido depois.

Confesso ter guardado este assunto com um certo sigilo, pois falar deste assunto envolve apontar dedos, criticar e pode gerar confusões sérias, mas certas horas devem se tomar atitudes necessárias.

Pragas existem em todos os lugares, seja nas ruas, como os ratos, na internet como os vírus ou hackers, e até no mundo dos games. Esses seres (se assim pode dizer) conseguiram criar um estigma péssimo, e para piorar, ainda levantam a bandeira da nossa pátria amada: Estou falando dos HUE BRs.

E quem são estes? Para responder isso, seria uma longa história, mas colocando em linhas simples: Jogadores Brasileiros que destroem e acabam com a diversão do jogo apenas por puro prazer. Seja ele um aliado do seu time atiçando a equipe toda por atrapalhar a partida ou o inimigo cheio de hacks que faz dele imbatível, e consequentemente, esfrega na sua cara o quanto você é ruim e ele, insuperável. Para piorar, eles carregam a identidade brasileira, fazendo com que qualquer brasileiro que jogue algum game online de outro país, seja visto como “câncer”, mesmo que este jogador brasileiro do exemplo acima não seja maldoso outenha péssimas intenções. Isto fez com que todas as comunidades criassem um estigma onde “Brasileiros são o câncer da internet”. A pior parte, então, é como evitar isso?

Para aqueles que estão lendo, devem se lembrar (e com raiva) as tantas partidas de jogos online, como League of Legends por exemplo, onde os HUE BRs causam dor de cabeça e mais stress. O pior de tudo é assistir (pois você está jogando) a sua idiotice completa, pondo você, sua equipe e até ele mesmo numa derrota amarga por estupidez. Felizmente, há sim uma solução para tal praga: Ignorá-la. Mas como?

Simples, basta ignorar a pessoa completamente. Se o jogador lhe xinga, não retruque. Se atrapalha sua jogatina, apenas finja que este não existe.

Eles vivem de atenção e da conhecia “rage”. Sem ter esses dois fatores, o HUE BR se cansa e logo desiste, pos não ninguém para crítica-lo ou motivar-lhe a fazer mais. E o mais importante: Tenha respeito. Isso sempre foi a melhor arma contra qualquer situação semelhante.

Está longe de acabar esta terrível praga dos games, mas com um pouco de paciência, respeito e tolerância, a cada dia ela fica cada vez menor.

Por: Daniel Bárris

[Cabine da Pipoca] “Quase em Casa” retrata de forma poética as idas e vindas da vida

Foto por: Vitor Araújo

Foto por: Vitor Araújo

O que vivemos nesta vida, só nos interessa a nós e a quem viveu junto conosco. Mesmo com o passar do tempo e as mudanças sendo inevitáveis, porém o que ficou marca e fica para sempre em nosso retrato.

Baseado nisso, o diretor e produtor Weslley Cruz desenvolveu a obra “Quase em Casa”, inspirada em um dos grandes sucessos de Chico Buarque em parceria com Vinicius de Moraes, “Valsinha”.

Quando somos jovens queremos tudo para já, viver cada momento intensamente, se apaixonar repentinamente, sem visar muito para o amanhã, todavia essas surtos impulsivos podem marcar eternamente nossa vida, dando-a outro rumo e trazendo quem menos esperávamos para perto de nós, e nos afastando de quem nunca pensávamos em viver sem. Porque quando é para ser, nem mesmo o tempo a de impedir.

A vida acaba se tornando uma grande história, onde os encontros e desencontros acontecem de forma oportunas, os amores e desamores vem e vão, fazendo com damos voltas e voltas em torno de uma cena, onde sempre acabamos voltando para aquela que mais nos apetece. Um ciclo comum e rotineiro, em que nos faz priorizar aqueles que serão os primeiros.

O curta-metragem “Quase em Casa” trata um pouco desta cena do cotidiano das pessoas, mostrando que mesmo que a vida de voltas, quem permanece nela, mesmo com seus percalços, permanece.

Assista abaixo o curta “Quase em Casa”, uma produção independente da Siberian Tigers Audiovisual:

Por: Patrícia Visconti

[Cabine Bits] Cinema e Games – Unindo Artes

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E começando aqui mais um debate com algo relacionado a nosso querido mundo dos games, e hoje com algo que agrada muitos fãs, principalmente com expectativas fervorosas. Filmes feitos com base em histórias de games: é possível?

A resposta é mais que óbvia: Mas é claro que sim! Como não lembrar filmes do Resident Evil? Ou até da franquia Mortal Kombat?

A questão é: Bons filmes. Não tenho nada contra com quem gostou das séries citadas acima, mas me refiro a filmes que tragam com mais seriedade a trama já encontrada nos games que possam ser passado das telinhas para às telonas.

Um exemplo claro (e com grandes rumores sobre isto acontecer) é a franquia Assassin’s Creed, da Ubisoft. Há rumores de um filme estar sendo encabeçado e com “previsão” para 2016. Mas, novamente, a questão é: Será um filme bom?

Não só trazer para o cinema, uma adaptação bem feita, mas também um enredo coerente (lembra-se do fiasco de Double
Dragon, em 1991?) e que se encaixe como uma luva com o enredo do game. É trabalho duro, e convenhamos, quem fizer isso merece aplausos e prêmios.

Cortando fora toda essa conversa, o texto ficou curto, mas deixa uma questão muito importante para nós gamers, que tem o sonho de ver nossos heróis e vilões preferidos nas telonas (e com grande estilo!). Você tem vontade de ver seus games favoritos no cinema? Se sim, quais?

Por: Daniel Barris

[8 Bit] O que esperar da nova geração?

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Nossos tão aguardados videogames foram revelados com capacidades acima do esperado, e ainda mais, superaram e muito a expectativa de seus fãs, mas nem todos foram assim, e não vamos citar exemplos. Mas, o mais importante foi que nossas ansiedades foram sanadas, porém mais delas foram criadas.

Pudera! Jogos com temáticas já antigas, mas com novas mecânicas de jogo, tendo um excelente exemplo Assassin’s Creed Unity, onde agora não só teremos a saudosa campanha solo, mas uma nova e bela campanha em grupo, onde é possível concluir o jogo com quatro amigos. Algo que já foi visto em tantos outros jogos, e agora marcando presença nesta franquia de peso da Ubisoft.

Não vamos esquecer da nova sequência de Far Cry, onde agora novos campos serão explorados, mais precisamente no Himalaia, além de uma leve mudança na mecânica do jogo, o que faz o antigo parecer novo. E não para por ai!

Para os fãs da lendária série da Rocksteady, chegará em julho de 2015 (com um delay já dito pela empresa) a conclusão épica desta sequencia: Batman Arkham Knight. Que deve chegar contudo às lojas, e além do mais importante: trará aos fãs do jogo as respostas que tanto aguardavam. Quem será o misterioso Arkham Knight? O que enfim houve com Batman após a morte de seu famoso inimigo? Que planos e alianças nosso Cavaleiro das Trevas encontrará ao longo da trama? Mais e mais perguntas, e a ansiedade crescendo cada vez mais.

E não só os jogos que prometem nesse ano, mas os consoles ficaram cada vez mais poderosos e a maioria aqui já possui uma clara noção das qualidades que cada um traz.

Wii U trazendo clássicos para um mundo HD, Ps4 entregando aos fãs um console inovador,e o Xbox One com seu logo “All In One”, com várias funções em um único aparelho.
Com tudo isso, temos uma ideia de que esta será uma das gerações mais marcantes, mas também nos faz sonhar com as próximas que vivenciaremos.

Por: Daniel Barris