[Cabine da Pipoca] Esquadrão Suicida – Os Vilões salvando o mundo

O que dizer sobre o filme do Esquadrão Suicida?

13

Bem, digamos que a DC Comics realmente superou em fazer um filme em que os vilões salvam o mundo. Afinal, quando poderíamos imaginar onde os vilões mais sujos e na grande maioria arqui-inimigos do Batman, podem se tornar os heróis?! Continuar lendo “[Cabine da Pipoca] Esquadrão Suicida – Os Vilões salvando o mundo”

image

Quando a madrugada adentra, as vitrines do centro da capital paulista são invadidas para fazer uma crítica ao Feminicídio, a Mercantilização do corpo e mente das Mulheres, e também a vampirização dos mesmos, desmistificando o capital patriarcal.

Um projeto integrado ao Vulvar, tem como proposta das Mal-Amadas Poéticas do Desmonte Grupo de Teatro Feminista da Cooperativa Paulista de Teatro. “Vitrines Mortas” as mulheres são peças de vitrines, mas bem distinta do que como são mostradas nas passarelas e mostruários da moda.

As apresentações acontecem duas vezes por mês, sendo a próxima ocorrerá no dia 29 de Abril, a partir das 18h, na rua Cel. Xavier de Toledo, 210/ sala 112, em frente ao metrô Anhangabaú. Sempre com uma análise crítica e social da maneira que a mulher é exibida na sociedade.

image

image

image

image

Por: Patrícia Visconti

[FOTOGRAFIA] Vitrines Mortas

[Cabine da Pipoca] Tela Larga apresenta o longa “A Presa”

A Presa

Sinopse:

Nathan (Grégoire Colin) viaja com a esposa Claire (Bérénice Bejo) para a tradicional reunião de outono na casa de campo do sogro. Eles pretendem anunciar a chegada do primeiro filho do casal e tomar delicadas decisões para salvar a empresa de pesticidas da família. Logo na primeira noite, um veado ataca o pai de Claire e os homens da família decidem se aventurar pela floresta para entender os motivos do comportamento estranho do animal. Carregando uma arma pela primeira vez na vida e percebendo a tensão crescente entre pai e filhos, Nathan logo descobre que a estação de caça ainda não terminou.

Confira a resenha crítica do fotógrafo e produtor audiovisual, Pierre Cortes:

Por: Pierre Cortes, do blog Tela Larga

[8 Bits] “HUE BR” – Uma praga a ser eliminada

HUE HUE BR BR

Esse vai ser um texto bem diferente dos de costume. Não será uma crítica, uma resenha ou expectativa sobre algum game ou console. O papo é mais sério. Pode ficar bem grande e com isso, abrindo diversas questões, críticas ou algo a mais, mas isso pode ser resolvido depois.

Confesso ter guardado este assunto com um certo sigilo, pois falar deste assunto envolve apontar dedos, criticar e pode gerar confusões sérias, mas certas horas devem se tomar atitudes necessárias.

Pragas existem em todos os lugares, seja nas ruas, como os ratos, na internet como os vírus ou hackers, e até no mundo dos games. Esses seres (se assim pode dizer) conseguiram criar um estigma péssimo, e para piorar, ainda levantam a bandeira da nossa pátria amada: Estou falando dos HUE BRs.

E quem são estes? Para responder isso, seria uma longa história, mas colocando em linhas simples: Jogadores Brasileiros que destroem e acabam com a diversão do jogo apenas por puro prazer. Seja ele um aliado do seu time atiçando a equipe toda por atrapalhar a partida ou o inimigo cheio de hacks que faz dele imbatível, e consequentemente, esfrega na sua cara o quanto você é ruim e ele, insuperável. Para piorar, eles carregam a identidade brasileira, fazendo com que qualquer brasileiro que jogue algum game online de outro país, seja visto como “câncer”, mesmo que este jogador brasileiro do exemplo acima não seja maldoso outenha péssimas intenções. Isto fez com que todas as comunidades criassem um estigma onde “Brasileiros são o câncer da internet”. A pior parte, então, é como evitar isso?

Para aqueles que estão lendo, devem se lembrar (e com raiva) as tantas partidas de jogos online, como League of Legends por exemplo, onde os HUE BRs causam dor de cabeça e mais stress. O pior de tudo é assistir (pois você está jogando) a sua idiotice completa, pondo você, sua equipe e até ele mesmo numa derrota amarga por estupidez. Felizmente, há sim uma solução para tal praga: Ignorá-la. Mas como?

Simples, basta ignorar a pessoa completamente. Se o jogador lhe xinga, não retruque. Se atrapalha sua jogatina, apenas finja que este não existe.

Eles vivem de atenção e da conhecia “rage”. Sem ter esses dois fatores, o HUE BR se cansa e logo desiste, pos não ninguém para crítica-lo ou motivar-lhe a fazer mais. E o mais importante: Tenha respeito. Isso sempre foi a melhor arma contra qualquer situação semelhante.

Está longe de acabar esta terrível praga dos games, mas com um pouco de paciência, respeito e tolerância, a cada dia ela fica cada vez menor.

Por: Daniel Bárris

[Cabine da Pipoca] “Quase em Casa” retrata de forma poética as idas e vindas da vida

Foto por: Vitor Araújo

Foto por: Vitor Araújo

O que vivemos nesta vida, só nos interessa a nós e a quem viveu junto conosco. Mesmo com o passar do tempo e as mudanças sendo inevitáveis, porém o que ficou marca e fica para sempre em nosso retrato.

Baseado nisso, o diretor e produtor Weslley Cruz desenvolveu a obra “Quase em Casa”, inspirada em um dos grandes sucessos de Chico Buarque em parceria com Vinicius de Moraes, “Valsinha”.

Quando somos jovens queremos tudo para já, viver cada momento intensamente, se apaixonar repentinamente, sem visar muito para o amanhã, todavia essas surtos impulsivos podem marcar eternamente nossa vida, dando-a outro rumo e trazendo quem menos esperávamos para perto de nós, e nos afastando de quem nunca pensávamos em viver sem. Porque quando é para ser, nem mesmo o tempo a de impedir.

A vida acaba se tornando uma grande história, onde os encontros e desencontros acontecem de forma oportunas, os amores e desamores vem e vão, fazendo com damos voltas e voltas em torno de uma cena, onde sempre acabamos voltando para aquela que mais nos apetece. Um ciclo comum e rotineiro, em que nos faz priorizar aqueles que serão os primeiros.

O curta-metragem “Quase em Casa” trata um pouco desta cena do cotidiano das pessoas, mostrando que mesmo que a vida de voltas, quem permanece nela, mesmo com seus percalços, permanece.

Assista abaixo o curta “Quase em Casa”, uma produção independente da Siberian Tigers Audiovisual:

Por: Patrícia Visconti