[Cantinho Literário] Ruy Pinto: O Sergipano-Carioca com paixão na arte literária

408081_451317128283164_1875975379_n

Estou um pouco sem ideia para publicar no Cantinho Literário, mas já faz uns dias que adicionei esse senhor, que que vive da arte literária, pois ele já escreveu livros e sendo premiado em diversas concursos de literatura, seu nome é Ruy Pinto.

Ruy é um sergipano, que veio para sudeste, no Rio de Janeiro, em busca de uma vida melhor, pois já faz algum tempo que ele mora por aqui nesta região, no meio dos cariocas ele se tornou um seresteiro, cantor, compositor, professor universitário, com pós em docência superior, criou seus filhos e netos, no qual tem orgulho de dizer.

O poeta de 72 anos foi primeiro colocado no Concurso de Poesia do DAP (Departamento de Aposentados do IBGE), com o livro “Regina – 80 Anos – 80 Estrofes – Medalha de ouro. Medalha de ouro em poemas com o título “As Capitais do Brasil” – Classificado no Concurso de Poesia de Volta Redonda – Coletânea “50 Novos Poetas Brasileiro”, com dois Poemas: “As Capitais do Brasil”e Poema Para Meu Filho” em fase de impressão.

Sendo que Ruy é Embaixador da Divine Académie Française de Arts, Lettres et Culture, Comenda Pablo Neruda da PUC/Chile, Membro da Academia de Artes, Ciências e Letras, de Iguaba Grande/RJ, Cadeira 115. Participante de 12 Antologias, incluindo Brésil en Scène, lançado em março/2014 no Salon du Livre de Paris, e Pablo Neruda e seus convidados, lançado em agosto/2014, na PUC, em Santiago do Chile.

Em breve ele será um dos entrevistados aqui do nosso Cantinho Literário, então podemos ouvir dele mesmo, de como Ruy Pinto, começou na carreira literária e como é sua vida através dessa arte esplendorosa, que te leva para todo mundo, sem precisar pagar ingresso ou passagem.

1234340_523917584356451_2030428632_n

Para conhecer mais sobre o poeta Ruy Pinto, acesse seu perfil do Facebook e saiba mais de suas façanhas literárias;

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Eu Me Chamo Antônio – Poesias de boteco juntas em uma obra literária

1524790_698600503533804_5266229796905500508_n

Essa semana não vai ser dicas de livros, nem apresentação de novos autores, e também não será nenhum especial de escritores renomados, como semana passada foi do William Shakespeare.

O Cantinho Literário de hoje será de uma obra lançando à três anos atrás, em outubro de 2012, que não tem um enredo, mas sim poemas distribuídos em suas páginas, para expressar o conhecimento que o autor do livro, Pedro Gabriel queria passar,entendo o português através a cada palavra lida, já ele não é brasileiro, mas sim nascido em N’Sjamena, na África, capital do Chade.

10300779_698597643534090_875880052051957318_n

O livro “Eu Me Chamo Antônio” é uma narrativa que transita por todas as fases de um relacionamento amoroso, com um estilo simples e acessível, mas nem sempre óbvio, o leitor acompanha os encontros e desencontros de Antônio. Além de perceber uma irreverência no tom de versos e trocadilhos como, “Invista nos amores à primeira vista”.

10360407_698615706865617_5280862326733617198_nOutras emoções são apresentadas de forma singela, quando há uma separação, por exemplo, “Você, distante, diz tanto sobre mim”. Enquanto a angústia, sentimento que faz parte da instabilidade de qualquer casal, também é citada no livro, “Na dança do amor – dor pra cá, dor pra lá”.  Antônio é um personagem sensível e verossímil, talvez seja por isso que os leitores cultivem a dúvida sobre até onde vai a linha tênue que separa a realidade da ficção.

Pedro faz das suas palavras o seu brinquedo, fazendo da sua diversão se tornar trabalho depois de adulto, pois ele se tornou publicitário e quando deu por si, já estava virando um aspirante a escritor e com um projeto de um livro.

11701036_892903460770173_4735366313543435412_nTudo isso começou como uma página no Facebook, que Pedro Antônio, publicava fotos de guardanapos de bares rabiscados com poemas, então esses pensamentos e ideias gerou seu primeiro livro, “Eu Me Chamo Antônio”, lançando no ano de 2013, pela editora Intrínseca.

Contatos do escritor Pedro Antônio

Site | Twitter | Facebook | E-mail

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Mario de Andrade – O poeta paulistano que marcou A Semana de Arte de 22

mario-de-andrade

O problema com o Explore ainda continua, por isso estou aceitando ajuda com meu PC, para não atrasar os posts aqui no Cantinho Literário, pois tenho muitas  pautas para caçar e muitos novos escritores para descobrir, que estão espalhados por esse mundão chamado INTERNET e por esses motivos, vamos no clássico da literatura e falar um pouco sobre o poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista e ensaísta, Mário de Andrade.

Mário Raul de Moraes Andrade, era paulistano e foi um dos pioneiros da poesia moderna ao lado de Oswald de Andrade, Tarsíla do Amaral entre outros, sendo uma das figuras principais do movimento de vanguarda de São Paulo, A Semana Arte Moderna de 22, se tornando o polímata nacional do Brasil.

Andrade fazia ensaios fotográficos, no qual ele cobria para ampla variedade de assuntos, desde literatura, história e até no cenário musical, que eram divulgados  nos pequenos e grandes veículos da imprensa da época.

Ele já trabalhou como professor de música e colunista de jornal, publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928, mas continuou a publicar obras sobre  música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro.

Sempre polêmico em suas obras, como Amar (1927) e Macunaíma (1928), ele foi um dos primeiros escritores a gerar um escândalo na época, contando a história de  um adolecente e uma mulher madura, uma alemã contratada pelo pai do jovem. O segundo, desde sua primeira edição, é apresentado pelo  autor como uma rapsódia, e não como romance, é considerado um dos romances capitais da literatura brasileira.

Já Macunaíma vem do trabalho etnográfico do alemão Koch-Grünberg, conforme relata o próprio autor. Koch-Grünberg, no livro Von Roraima zum Orinoco, recolheu lendas e histórias dos índios taulipangues e arecunás, da Venezuela e Amazônia brasileira.

A partir desses materiais, Andrade criou o que ele chamou rapsódia, um termo ligado a tradição oral da literatura. O livro editado por Tele Ancona Lopes possui  extenso material sobre o intertexto deste livro.

Mas no final de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade e no país.

Mário de Andrade deixou um legado de poesia, música e muita cultura, não só para a cidade de São Paulo, mas para todo o Brasil, pois a Biblioteca Municipal  de São Paulo, foi trocado de nome na década de 60, se tornando Biblioteca Mário de Andrade de São Paulo.

Além de vários poemas, no qual ele sempre marcava seu
amor pela cidade na qual ele nasceu e morreu. O escritor faleceu em sua casa em São Paulo, no dia 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos, devido a um enfarto no coração.

frase-ja-nao-tenho-tempo-para-mediocridades-mario-de-andrade-107206

Por Priscila Visconti
(só espero que até semana que vem,
eu esteja com um navegador descente.
)

[Cantinho Literário] Zuenir Ventura na Acadêmia Brasileira de Letras

zuenir_ventura-285042

Na última sexta-feira (6), a cadeira de número 32, da Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), voltou a ser ocupada, pelo jornalista e escritor, Zuenir Ventura, de 83 anos, a vaga antes pertencia ao paraíbano Ariano Suassuna, que faleceu em julho de 2014, que agora passa a ter a posse de um mineiro, que já fez e ainda faz muito pelo jornalismo brasileiro.

A cadeira 32 tem como fundador o jornalista, professor e poeta Carlos de Laet e tem como patrono o poeta, professor, jornalista, diplomata e teatrólogo Araújo Porto-Alegre. Depois foi ocupada por Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo, Genolino Amado e Ariano Suassuna.

1425691940014Em seu discurso de posse, Ventura fez uma relação entre a chegada dele à ABL e a de Ariano Suassuna e da emoção de se tornar um imortal. “No seu discurso de posse em 9 de agosto de 1990, Ariano revelou que, desde menino, sabia que um dia chegaria aqui como imortal, ao contrário de mim, que jamais sonhei em alcançar essa glória. Pode-se então imaginar a emoção deste filho e ajudante de um pintor de parede, em estar sendo acolhido neste templo do saber com tanta estima e consideração.”

Zuenir Ventura é casado com Mary Ventura há 51, tem um casal de filhos, Elisa e Mauro, é bacharel e licenciado em letras neolatinas,
jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e agora será imortalizado pela ABL, ocupando a cadeira número 32.

9saktxv1f1bwv5qgnzxpcdmvt

Parabéns Zuenir Ventura, que outros jornalistas, letrados, escritores e poetas, também sejam reconhecidos como você foi, pela Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), pois isso é um fato marcante não só para história das Letras, mas também de todo o Brasil.

Por Priscila Visconti