BAD LUV: A essência do clássico com a originalidade em fluidez do moderno e alternativo, que surpreende a cada performance

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O encontro nasceu durante a pandemia, após entrarem saírem de suas antigas bandas. E quando achava que já era a hora de dar um tempo na carreira, e descansar longe do cenário musical, a BAD LUV surgiu com uma proposta para trazer a essência do rock-pop alternativo e emo core a cena novamente. Com a essência singular de se envolver unanimemente na produção, a banda se juntou para mostrar o rock independente nacional com plena veracidade. Continuar lendo “BAD LUV: A essência do clássico com a originalidade em fluidez do moderno e alternativo, que surpreende a cada performance”

Renata Schneider expressa sua arte com singularidade unindo referências particulares e reflexões substanciais

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A atriz, dançarina, cantora e contorcionista Renata Schneider, acaba de lançar seu novo single, Protagonista, parte de seu projeto autoral, do qual ela divulga esporadicamente nas redes sociais canções singulares, referentes e idôneas, que refletem sobre relacionamentos, rotina, perspectiva, sonhos e anseios, com influências da música pop, indie e folk, a artista vai ganhando seu espaço e conquistando o público por suas produções independentes e autossuficientes. Continuar lendo “Renata Schneider expressa sua arte com singularidade unindo referências particulares e reflexões substanciais”

‘Eu, Punk’ – Um documentário visceral que além da estética do movimento nas periferias do Brasil

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No final da década de 1970 surgiu um movimento que ia contra o sistema, que vivia um ápice revoltante da Ditadura Militar que o Brasil enfrentava naquela época, esses “rebeldes” (como era rotulados) expressavam a revolução contra a repressão e a realidade urbana com seu som autêntico e estética inigualável. Continuar lendo “‘Eu, Punk’ – Um documentário visceral que além da estética do movimento nas periferias do Brasil”

TRAP É O NOVO ROCK: REBELDIA, ESTILO E IDENTIDADE DA JUVENTUDE

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O rock foi por décadas a trilha sonora da juventude. Nos anos 1950 e 1970, artistas como Elvis Presley, Chuck Berry e The Beatles não apenas dominavam as paradas musicais, mas também moldavam comportamento, moda e atitude dos jovens. A energia das guitarras, o ritmo acelerado e a rebeldia contida nas letras representavam uma ruptura com valores tradicionais e ofereciam aos adolescentes uma identidade própria. Bandas surgiam em garagens, qualquer um podia tentar, e o espírito do faça você mesmo (DIY) se consolidava como parte da cultura jovem. Continuar lendo “TRAP É O NOVO ROCK: REBELDIA, ESTILO E IDENTIDADE DA JUVENTUDE”