BAD LUV: A essência do clássico com a originalidade em fluidez do moderno e alternativo, que surpreende a cada performance

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O encontro nasceu durante a pandemia, após entrarem saírem de suas antigas bandas. E quando achava que já era a hora de dar um tempo na carreira, e descansar longe do cenário musical, a BAD LUV surgiu com uma proposta para trazer a essência do rock-pop alternativo e emo core a cena novamente. Com a essência singular de se envolver unanimemente na produção, a banda se juntou para mostrar o rock independente nacional com plena veracidade.

Formada pelas mentes inquietas e criativas, com João Bonafé (baixo), Murilo Amancio (guitarra), Vitor Peracetta (bateria), e completado por Gee Rocha (guitarra) e Caio Weber (vocal). Uma harmonia significativa e visceral que consolida a experiência, com o âmago e musicalidade da banda, que entrega intensamente ao que está predestinado a fazer, a música. Com sua identidade única, envolto de emoção e uma amplitude estética, permeando entre distintos gêneros, mas sem perder a visceralidade essencial.

No final de 2025, a BAD LUV lançou o primeiro projeto autoral, “Nós”, um álbum que celebra a conexão e pluralidade de estilo e diversidade, envolvendo diretamente na relação e processo criativo dos integrantes, tornando-o o disco ainda mais singular e eloquente, dando vazão a sonoridade e emoção envolto a interação de cada um a partir dos encontros desde o começo da banda, embasado pelas histórias e nas coisas relevantes que eles consideram hoje em dia.

O projeto produzido através de encontros reais e gravações autênticas e orgânicas, aonde cada integrante debateram os conceitos verazes, que tornaram o compacto possível, dando a personalidade e originalidade de uma mistura do rock clássico, com o moderno, o alternativo e a cultura urbana. Um resgate coletivo que resulta na identidade da BAD LUV, entre riff pesados e vocais melodiosos executados com fluidez e voracidade, surpreendendo e emocionando os ouvintes mais assíduos, além de entregar uma estética que emerge numa energia contínua e notável.

por Patrícia Visconti

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