O músico paranaense Rapha Moraes está em produção de seu segundo álbum, mas enquanto ele não é lançado, o artista estreou em seu site oficial nesta semana a série, “A Viagem La Buena”.
Essa série surgiu a partir de uma viagem de carro que Rapha fez no início de 2015, passando pelo litoral sul do Brasil, costa do Uruguai, centro e norte da Argentina.
Cada episódio traz uma nova história com entrevistas e relatos de residentes nas cidades que ele passou, além da experiência que o músico absorveu durante essa aventura pelo sul das Américas.
E por falar em novidades, o primeiro compacto autoral do Rapha, “La Buena Onda”, lançado em maio de 2014, agora está disponível para streaming e download nas plataformas digitais, facilitando ainda mais os fãs do músico a curtir e se deleitar de canções de qualidade em apenas um clique. Basta acessar o site oficial de Moraes!
Em promoção de seu primeiro EP, “So Complicated”, o cantor e compositor Marcos Zeeba fará seu primeiro show no dia 18 de novembro, no Na Mata, em São Paulo, apresentando um pouco de seu som autoral e alguns covers que o influencia.
Dentre esses covers estão “Yellow”, do Coldplay; “You Know I’m Not the Only One”, de Sam Smith; “Pumped up Kicks”, do Foster The People; “Valerie”, da Amy Winehouse; “Lonely Boy”, do Black Keys; “Unaware”, do Allen Stone, entre outras. Entre as músicas autorais estão a pop roqueira “So Complicated”; o rock vigoroso de “You & You”; a mescla característica do músico em “Give it Up”; e a balada “Colors”.
Zeeba nasceu na California, mas se mudou para São Paulo na adolescência, sua paixão pela música sempre foi única, tanto que aos 19 anos ele regressou aos Estados Unidos para se tornar um profissional do ramo, onde foi estudar Music Business em Los Angeles, e sua vocação já estava formada.
Nesta época, o músico era guitarrista e compositor do Bonavox – grupo roqueiro com influência do brit pop, numa linha Coldplay meets Keane – fazendo seu nome do circuito norte-americano da música, sendo selecionados pelo Grammy Amplifier Competition, levando-os a se apresentar no tradicional festival South by Southwest, além de abrirem a turnê de Allen Stone.
Porém, Marcos Zeeba queria dar outros ares a sua carreira, e alguns anos mais tarde ele resolveu seguir carreira solo, dando origem ao “So Complicated”, um projeto que contém cinco faixas que transitam pelas frequências alternativas e independente, percorrendo do pop-rock ao indie rock, lançado em junho de 2015.
Esse EP traz discussões sobre amor e relacionamentos, com algumas batidas punk rock e uma energia um pouco sarcástica, para os corações aquebrantados, tendo com a primeira impressão a aproximação amigável e bem-humorada de assuntos relacionados ao coração.
Confira abaixo o lyric video deo single homônimo ao EP, “So Complicated”:
Serviço
Marcos Zeeba em SP
Data: 18 de novembro
Horário: Abertura da casa às 19h30;
Banda de abertura “After Blue” às 21h30;
Show às 22h.
Duração: 1h30
Local: Na Mata
Endereço: R. da Mata, 70 – Itaim Bibi/ SP.
Tel.: (11) 3079-0300
Entrada: R$40,00 | Lista amiga: R$30,00
Paulistano, rapper, poeta, instrumentista, dançarino e compositor, James Bantu é o que podemos chamar de um artista completo.
Com sua voz doce e sutil, faz árduas críticas sociais, dando voz àqueles que nunca são ouvidos pela sociedade atual, mostrando que nem só de pobreza e sofrimento vive a periferia das grandes cidades, onde a festa e as brincadeiras fazem parte da arte e da história dessa gente, afinal, não é só nos grupos elitistas que há cultura.
Suas letras autorais influenciado pelos rappers estadunidenses, mas mixando com o estilo e jeitinho brasileiro de impôr cultura negra em seu estilo, sempre com muita rima, afinação e harmonia, em estilos que vão além do RAP, mas também passando pelo soul, funk e pop em suas canções.
Estudou canto e dança na Escola Técnica de Artes de São Paulo, onde lá absorveu todo conhecimento para ser um multiartista e levar sua arte e sua música além das fronteiras que ele vivência, mas para lugares que ninguém o conhecia.
Um artista nato, de um carisma ímpar que transpira poesia e conquista seu público com suas canções, arte e percepções filosóficas, histórias negras cotidianas, discursos refinados de identidade e outras sutilezas.
Conheça, ouça e veja um pouco do trabalho de James Bantu:
Para saber mais sobre esse grande propagador da cena do rap do nacional atual acesse:
Ele tem apenas 21 anos, mas toca tanto quanto os grandes celebres da guitarra. Paulistano de nascimento e residência, Lucas Almeida sempre quis aprender tocar bateria, mas pela falta de espaço que tinha em sua casa, seus pais resolveram lhe dar uma guitarra aos 12 anos de vida.
Mas, essa paixão pelos acordes já vem desde cedo, tendo a música como base em sua formação e educação familiar, já que em sua família sempre tinha um violão em casa, e ele era o ápice das festas e confraternizações.
Quando Lucas tinha 10 anos, um amigo emprestou o DVD do show “G3 live in Denver”, com Joe Satriani, Steve Vai e Yngwie Malmsteen, e desde então se encantou pelo instrumento, cambiando a percussão dos pratos pelos acordes da guitarra. O músico assistia tanto esse DVD, que hoje ele nem funciona mais!
Como um autêntico músico ele não segmenta seus estilos e influências, apesar de ter começado a pesar para o lado da música por causa do rock, mas ele ouve de tudo um pouco, jazz, fusion, choro, etc, como ele mesmo diz, “se alguém fuçar o meu celular vai encontrar desde John Coltrane a Fundo de Quintal”.
Assim como suas influências musicais, no meio das guitarras Lucas não tem preconceito, de artistas instrumentais como, Charlie Parker, Chet Baker, John Coltrane, Weather Report, Trio Corrente, Cama de Gato, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, entre variadas estilos e gêneros musicais, desde o rock, com Jimi Hendrix, no jazz, Wes Montgomery e na música brasileira, Nelson Faria, entre outros que se formos listar aqui ficaremos até amanhã citando sua inspiração nas guitarras.
Seu maior sonho é um dia viver 100% de música, sendo compondo, produzindo, ensaiando, gravando, e buscando seu espaço entre os instrumentistas na cena nacional, sem importar com estilo e categoria musical, apenas mostrando ao público, sua grande paixão.
Atualmente, o músico toca em uma banda de rock gospel, onde eles estão prestes a lançar o primeiro EP. Além do mais, ele também toca numa banda de baile “Soun’d Boa”, faz freelas em outros grupos, tocando pela noite paulistano e também, dá aulas particulares de guitarra. Lucas pretende lançar no próximo ano seu próprio canal no Youtube, onde ele irá produzir alguns vídeos próprios, para divulgar um pouco mais de seu trabalho, e também ensaio para um duo acústico, sem previsão de lançamento, assim como seu primeiro compacto instrumental.
Confira a performance de Lucas na apresentação juntamente com a cantora Diana Marinho e a Banda Dendê na Garoa:
E para conferir outros vídeos deste artista afinado nos acordes, acesse seu Facebook, e assista outras performances de Lucas Almeida.
Na noite do último sábado (16), uma baiana para lá de arretada e deu uma simpatia ímpar mostrou um pouco de seu Rock n’ Roll aos paulistanos.
Foto por: Carlos Mercuri
Diana Marinho, nasceu no Vilarejo de Nova Ibiá, aprendeu a tocar praticamente sozinha, em uma guitarra velha que seus pais compraram de um vizinho na época que ela era adolescente, e desde então estudou e aperfeiçoou esse dom musical e busca trilhar seu caminho nesse mundão.
Atualmente ela toca em bares na noite de Salvador, todavia o propósito de Diana é alçar voos maiores, atingir as grandes metrópoles como a capital paulista, e no último sábado, ela se apresentou no bar Cantinho do Ipiranga, localizado no bairro do Ipiranha, zona sul paulistana. Um lugar onde a música está estampada não apenas nas paredes, mas na alma de seus frequentadores, proprietários e garçons.
Foto por: Carlos Mercuri
Foi uma noite onde a energia roqueira dominou na casa, com clássicos de Guns n’ Roses, Bon Jovi, Temptations, entre outros, e claro, a grande musa e professora de Diana, Janis Joplin. Levando e agitando o público, com solos exclusivos de cada músico. Uma banda, que ninguém diria que foi formada em apenas um dia, mas que mostrou uma afinidade e harmonia inigualável desde os primeiros acordes, conectando Adson Silva, no baixo, Hariel Quieroz, na bateria e Lucas Almeida, na guitarra, com a empatia dessa cantora e instrumentista, que se entrega de corpo e alma em cima do palco, apresentando a verdadeira essência Rock n’ Roll um pouco perdida nos tempos atuais.
Assista abaixo um trecho da performance de Diana Marinho – gravado por Carlos Mercuri – e a banda cantando “Sweet Child O’ Mine”:
Para conhecer mais sobre essa artista acesse sua fanpage, ou então entre em contato com o jornalista e produtor executivo Carlos Mercuri: