Hoje em dia muitas bandas se formam, mas poucas tem um embasamento musical e fiel ao gênero e estilo musical, e principalmente uma harmonia ímpar que faz com que o ouvinte se identifique e conheça a real essência do grupo.
Mas distinto disso, estão os estadunidenses de Nova Iorque da MAKUTA, que mescla a pop music, com rock, batidas eletrônicas, jazz, blues, clássico e gospel. Uma sintonia peculiar que somados as vozes aos instrumentos, segue um som único e original, eliminando qualquer comparação existente.
Formado pelos músicos Jane (Vocals, Violin, Piano, Viola), Aleata (Vocals, Bass, Harp, Piano), Rose (Vocals, Guitar, Violin, Piano) e Doug (Vocals, Piano, Cello, Guitar), foram descobertos e mostrado a público pelo músico e produtor Timbaland, que também é nova iorquino e apresenta novos talentos em sua produtora, ole-Bluestone, qual também agencia a MAKUTA.
Em março de 2016, o grupo lançou seu novo single “Feelin’ Good”, em parceria com Leo Brixx, um rapper da Virginia que vive a música intensamente, compondo e produzindo cada canção, independendo do estilo ou gênero, mas fazendo por amor a sua criação. Essa faixa encontra-se disponível no iTunes e também, para SoundCloud oficial da banda.
A MAKUTA lançou seu primeiro EP em 2014, intitulado “The Kingbird Sessions”, com cinco faixas e traz uma mistura de sons e estilos conectando em perfeita harmonia a banda aos ouvintes, fazendo com que esse álbum seja tocado diariamente, mas transmitindo uma nova emoção a cada descoberta.
Uma banda que mostra a sintonia e harmonia em quatro vozes afinadíssimas em perfeita reciprocidade com a letra e a canção, sem importar com rótulos e distinção musical, mas fazer música de alma e coração, para compartilhar sua verdadeira origem ao mundo.
Assista abaixo a uma performance ao vivo da MAKUTA, no The Gutter, in Brooklyn, NY:
Como primeira postagem em nossa “Caixa de Som”, temos que mostrar algo que marcara 2016 e trará bons frutos aos nossos ouvidos, e esse artista que o conheci durante um show da cantora Bruna Moraes me cativou, não apenas pelo seu jeito carismático, mas por sua voz doce e marcante.
Paulista de alma cearense desde cedo soube que seu futuro seria na música, um amante da música popular, se preparar para lançar seu primeiro álbum de inéditas – intitulado “Forasteiro” – ainda neste ano. Ítalo Lencker, é cantor, compositor e instrumentista, além de atuar em várias produções musicais e dar aulas de música.
Estudou na UNESP e EMESP Tom Jobim, aonde se aperfeiçoou seu dom para poder compartilhar com outros futuros musicistas e também, apreciadores da boa e autêntica música popular brasileira. Participou de diversos festivais nacionais, tendo seu trabalho reconhecido e premiado e diversos dele, como o Festival de MPB Certame da Canção; Tatuí – SP, FEM; São José do Rio Preto – SP, VII Prêmio Sorocaba de Música, Festival da Canção de Miracema entre outros.
Ítalo com sua irmã Camila.
Sua voz doce e sutil, harmoniza cada verso com precisão e delicadeza, formando uma canção única e de som excepcional, com influências que vão dos ritmos regionais ao rock, samba, jazz, soul, mpb e reggae. Mas, a principal referência musical de sua vida, sua irmã e parceira, Camila de Oliveira, que sempre o apoia ajuda em seus projetos musicais. Há também grandes nomes da música brasileira como Garoto, Tom Jobim, Guinga, Edu Lobo e Toninho Horta.
Como dito acima, Lencker está prestes a lançar em primeiro disco, que deverá ter nove canções inéditas e autorais, muitas parcerias, entre eles estão Camila de Oliveira , Cris Rangel , Hellen Issa , Daniel Conti , Arthur Krocovec e André Fernandes. A produção musical ficou por conta de Rodrigo Panasslo Camila de Oliveira , Cris Rangel , Hellen Issa , Daniel Conti , Arthur Krocovec e André Fernandes.
Esse projeto foi concebido por meio de financiamento coletivo, onde eles precisavam de 19 mil reais, e conseguiram bem mais do esperado, e os contribuidores foram todos gratificados pelo apoio. Todavia, ainda não há data oficial do lançamento, mas pode conferir alguns singles deste álbum no Youtube oficial do músico.
Enquanto não chega o disco, confira “Nano”, faixa presente no álbum “Forasteiro”;
Há mais ou menos um mês atrás apresentávamos aos nossos tripulantes d’O Barquinho Cultural – veja aqui – som da cantora e compositora paulistana, Carol Andrade, com sua voz doce e sútil, trazendo os sons brasileiros todos juntos e misturados.
Foto por: Anaryá Mantovanelli
Atualmente Carol está em processo de produção no estúdio Arsis, em São Paulo produzindo seu novo disco, intitulado “Sorria” ele terá dez faixas inéditas de filosofia humanista, mas não diferente do que devem estar pensando, não é mostrar o homem como peça chave do ecossistema, mas sim relacionar positivamente esse elo de Homem e Natureza, um completando a vivência habitual do outro.
Esse álbum assim como os outros projetos da cantora terá um mix de estilo para concretizar seu som único e original, será uma mescla de samba,jazz, maracatu, baião, bossa nova, valsa, entre outros gêneros que formam a cultura brasileira e a essência de Carol Andrade.
Para somar o time da produção, uma equipe de peso está realizando esse processo, entre eles estão, o produtor musical Alex Maia, na base musical, no contrabaixo, Johnny Frateschi e Vlad Rocha na bateria, além de Adonias Junior, fazendo a engenharia do som e nos cliques do backstage de da confecção do encarte do compacto, a fotógrafa Anaryá Montovanelli.
Ainda não há data de lançamento deste projeto, mas assim que sabermos informaremos nossa tripulação. Enquanto isso, deleite-se ouvindo o primeiro single homônimo ao álbum, “Sorria”.
Com sua voz potente e repleta de ritmo, o paulista de São Caetano do Sul, criado na zona leste de São Paulo, Beto Soul descobriu sua ânsia pela música ainda na infância, inspirado pelo avó materno, mas foi após sua irmã mais velha dar um violão à ele que as primeiras poesias e canções começaram a serem criadas.
Cantando seu cotidiano, suas letras podem ser alocadas na vida de qualquer habitante de uma metrópole caótica e apaixonante como São Paulo, dividindo ideias e repartindo sentimentos, mesmo não ditos da boca para fora, mas apenas vistos nos olhares de cada um.
Beto já participou de diversos festivais e circuitos culturais, entre eles o festival “Ultra Som”, promovido pela extinta MTV, qual ele conquistou o primeiro lugar, e incluiu uma música na coletânea lançada pela emissora em parceria com a Abril Music, além de outra participação importante no Projeto “Rumos Musicais”, realizado pelo Itaú Cultural, reunindo canções de diversas parte do Brasil em diversas vertentes.
Seu primeiro foi lançado em 2002, intitulado “Gema do Mundo”, sob a direção e produção musical de Julinho Teixeira, e Beto apresentava em seu repertório releituras de grandes nomes da MPB, entre eles Caetano, Gil, Djavan, Clube da Esquina, João Bosco e Marisa Monte, entre outros, na noite paulistana.
Cinco anos depois, em 2007 o segundo disco do artista, o “Mais Além” saía do forno, mais livre e maduro em suas criações, Beto faz um tour pelo pop, jazz, soul e MPB. Este projeto ele rompeu as fronteiras e atravessou o oceano para propagá-lo, indo à Espanha e Itália mostrar um pouco de seu trabalho autoral e qualitativo para a música mundial.
Com uma carreira solidifica e ciente do que ele quer apresentar ao seu publico, Beto irá lançar seu terceiro álbum, mas dessa vez ele escolheu apenas uma versão eletrônica, já que o disco será apenas lançado em EP com apenas seis faixas, dentre essas quatro em parceria com o produtor musical Ricardo Parronchi.
Beto Soul traz uma nova faceta para a música popular brasileira, abordando assunto que falam de amor, medos, cotidiano, verdades e mentiras que martelam na cabeça de qualquer pessoa sobre o mundo em que vivemos, além de músicas dançantes e descompromissadas, para agregar até mesmo os ouvidos mais seletos musicalmente.
Assista abaixo o primeiro videoclipe “A cidade das esquinas pouco iluminadas”: