Netflix anuncia que o primeiro stop motion mexicano entrará em seu catálogo – “Sou a Frankelda”

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Habitado em um México do século XIX, somos apresentados a Frankelda, uma escritora talentosa que mergulha em seu próprio subconsciente para encontrar os personagens de suas histórias assustadoras. Em meio a sua jornada de escrita, Frankelda encontra Herneval, um príncipe que vive preso entre sonhos e pesadelos, enquanto tenta salvar a fronteira entre a ficção e a realidade. Continuar lendo “Netflix anuncia que o primeiro stop motion mexicano entrará em seu catálogo – “Sou a Frankelda””

Dos fatos à ficção, ‘Brasil 70: a saga do tri’ lembra ao brasileiro o legado por trás da amarelinha

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A Copa do Mundo é sinônimo de muitas palavras: união, alegria, cor e talvez, a mais importante delas, orgulho. Para o brasileiro, vestir a amarelinha novamente reacende a esperança de conseguir, edição após edição, a sexta estrela bordada no brasão da seleção. No entanto, em contraste com a estreia contra o Marrocos e amistosos passados, o imaginário do público reside quase na resignação na volta iminente para casa. Entre as memórias nostálgicas de um tempo totalmente perfeito, Brasil 70: a saga do tri serve como um lembrete de que nem sempre o passado foi brilhante ou fácil. Continuar lendo “Dos fatos à ficção, ‘Brasil 70: a saga do tri’ lembra ao brasileiro o legado por trás da amarelinha”

Um jogo de detetive que te leva à China do início século XX resolvendo casos intrigantes

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A OMEGAMES STUDIO anunciou o novo jogo Murders on the Yangtze River, previsto para lançar no terceiro trimestre de 2026. O jogo tem uma estilo Ace Attorney, que leva você a uma jornada pela China do início do século XX enquanto resolve uma série de casos intrigantes. Continuar lendo “Um jogo de detetive que te leva à China do início século XX resolvendo casos intrigantes”

‘O Som que Mora em Mim’: Um romance tênue sobre existência e pertencimento

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A diferença está além dos atributos físicos ou psicológicos de cada indivíduo, mas sim, em cada na singularidade pessoal de como nos queremos ser. Podendo assim, tornar uma pessoa única e característica, para ser autêntica e profunda, em mundo de rótulos e regras, que apenas apontam dedos e julgam conceitos, aonde as minorias são excluídas e marginalizadas diante de uma sociedade mesquinha e egoísta, fazendo com que muitos escondam seu verdadeiro âmago de vida. Continuar lendo “‘O Som que Mora em Mim’: Um romance tênue sobre existência e pertencimento”