O escritor, ilustrador e cineasta Antônio Carreira Alvim, de 15 anos, apresenta a sua obra mais recente: ‘Joaquim e Call: O Mundo Submerso’, pela Editora Ases da Literatura.
Lançada em abril de 2026 e ilustrada pelo próprio autor, a história conta sobre os irmãos Joaquim e Call na Vila dos Anjos, um lugar onde seres diversos vivem em harmonia. Mas, logo uma jovem feiticeira chamada Felitrix convoca os irmãos para batalhar contra Omatrix, um tirano que ameaça corromper realidades. Para encarar o vilão, outro amigo surge nessa jornada, Jimmy/Josh, um ser de duas personalidades muito habilidoso. Assim, no decorrer da missão, os cinco personagens despertam poderes ligados a valores como empatia, amizade, solidariedade e amor, ao enfrentar um mundo repleto de perigos, criaturas sombrias e portais mágicos.
Durante o livro, enquanto Joaquim convive com o peso da responsabilidade e a culpa por ter sobrevivido, Call esconde suas inseguranças por trás do humor e da ironia, lutando contra pensamentos que alimentam o medo da rejeição e do fracasso.
Com essa narrativa e profundidade, a história busca ir além da fantasia e da imaginação do autor ao relatar reflexões psicológicas, como pertencimento, superação, introspecção, e as misturar com experiências pessoais enfrentadas por Antônio, como traumas, perdas e bullying. A escolha de colocar esses temas mais sensíveis em uma história fantasiosa de 294 páginas vem do desejo de dar voz àqueles que se sentem excluídos, incompreendidos ou julgados e repassar uma mensagem de solidariedade, empatia e amor.
“Solidariedade é o elo que une as pessoas nas horas mais difíceis. É o impulso de estender a mão quando o outro não consegue se levantar. É agir sem recompensa, movido apenas pela certeza de que ninguém deve enfrentar a dificuldade sozinho. É o que transforma multidões em comunidades, desconhecidos em aliados e momentos de fraqueza em oportunidades de força compartilhada. É, no fim, o reflexo mais puro da humanidade em movimento“. – (Joaquim e Call: O Mundo Submerso, p. 69)
Com esse lançamento, o autor reforça que não é preciso ter uma idade específica para se contar histórias, e também consolida a força do gênero fantasia, como instrumento de superação, autoconhecimento, educação e impulsionador de ideias e reflexões.
Essa obra é dedicada ao avô do jovem, José Eduardo Carreira Alvim. “Dedico ao meu avô, J. E. Carreira Alvim, que com sua vida de escritor me inspirou a contar minhas próprias histórias.”
por Milena Pierrot

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