
O paulistano Daniel Viana, 35, lança seu segundo álbum nesta semana, um compacto autoral e totalmente independente que traz a verdadeira essência do músico, que também é compositor, produtor, educador e instrumentista. Mora na Casa Brasa Mora junto com outros quatro artistas, sendo mais do que colegas de profissão, mas sim como irmãos, um apoiando o outro e compartilhando o que há de novo e com qualidade na música popular brasileira.

Foto por: Leticia Kamada
Daniel se entrega a cada projeto com toda sua alma, colocando-o seu coração à ele, resistindo e propagando a música em primeiro lugar, fazendo com que a semente seja plantada em cada âmbito pessoal e transborda pelo chão, como as batatinhas que se espalha rama pelo chão.
Neste novo disco, intitulado “Coração dos Pés”, conta com uma produção de peso da cena alternativa paulistana e brasileira, músicos, produtores e instrumentistas que antes de tudo, são amigos de Viana e dedicaram-se junto com ele a dar vida e luz a essa projeto musical, são 15 faixas únicas e excepcionais, sem meio termo e meias-palavras, como o músico mesmo diz; “sem medida que atravessa tateando música com o coração dos próprios pés”.

Foto: Arquivo pessoal
Dentre essas parcerias do álbum estão, Bárbara Eugênia, Poeta Arruda, Zeca Baleiro, Maurício Pereira, Peri Pane, Paulo Viggu, Marcelo Dworecki (Bixiga 70), Tatá Aeroplano, Fernando Maranho (Cérebro Eletrônico), Danislau (Porcas Borboletas), Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo), Eristhal, Ota Carvalho (Vitrola Sintética), Turcão, Decio Gioieeli, Marelo Monteiro, Thadeu Romano, Gustavo Souza, entre outros artistas.
Um projeto que reúne um emaranhado de ideias, momentos, estações, mundos e fundos, mostrando a origem e essência da real música que toca na alma e no coração não apenas de quem canta, mas daquele ouve e partilha os momentos e acontecimentos com outras pessoas, fazendo com que a energia transmitida pelas canções seja transmitida pelo corpo inteiro, e não só nos ouvidos.

Foto: Vinícius Müller Duran
Um projeto independente e autoral, que além de amigos e irmãos, conta com seu apoio para se tornar realidade, já que Daniel o desenvolveu por base de crowfounding – financiamento coletivo -, para ratear os custos que ele teve com produção, mixagem, masterização, impressão, entre outros gastos arcados pelo próprio músico. Mas, que ainda da tempo de colaborar, apesar de já terem atingindo a meta inicial, porém ainda há despesas
com divulgação, videoclipe, produção para as futuras apresentações, etc. Sendo uma ideia única e não apenas um meio para auto-promoção, mas sim para propagação de algo que a cultura nacional está carente hoje em dia, boas músicas e artistas de verdade.
Para ouvir o compacto na íntegra, basta acessar o SoundCloud oficial de Daniel Viana, e conferir esse material peculiar e inerente do músico.
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Para saber mais sobre o “Coração dos Pés”, assista o vídeo abaixo:
Por: Patrícia Visconti


A música “Me Ensina” é a primeira faixa do EP, além de ser a composição primogênita da cantora, por isso foi escolhida para o primeiro clipe, lançado no último domingo, dia 6. “Ela teve uma boa repercussão, é aquela letra que pede um clipe, sabe?”, explica. Para a gravação, ela contou com a ajuda de uma equipe: o namorado Edson Fell e os amigos Henrique Schettine, Jeisy Beals e Douglas Alonso. O roteiro é de sua autoria. “O Edson e o Henrique foram responsáveis pelas filmagens e edição, a Jeisy e o Douglas foram os atores amadores, mas que se saíram muito bem”, conta.
O clipe tem uma ideia simples, mas bem executada. Mary admite que o processo foi puxado. Foram dois dias de gravações, um para as cenas externas, feitas na Avenida Paulista, e um para as internas, em um apartamento alugado. “Consegui produzir esse clipe com ajuda da galera que topou se doar sem fins lucrativos e com o meu investimento, afinal, não sou patrocinada”, explica.
Ela reconhece a dificuldade de viver da música, por isso divide o tempo entre o trabalho e a faculdade de psicologia, sua outra paixão. “A música é vida. Invisto nisso não só para, um dia, poder viver dela, mas para disseminar sentimentos e reflexões”, conta. Mary se inspira na cantora Maria Rita, mas confessa que a sua maior influência, com a qual sonha em dividir o palco, é Adriana Calcanhoto. “Amo essa mulher”, brinca.
Seu livro de mais conhecimento e premiado foi “O Nome da Rosa”, lançado em 1980, lhe dando o Premio Strega, no ano de 1981, este livro foi traduzido para diversos idiomas e abrindo as portas da carreira literária para todo o mundo, sucedendo à outras obras como “O Pêndulo de Foucault”, “A ilha do dia antes”, “Baudolino”, “A misteriosa chama da rainha Loana” e “O cemitério de Praga”.
Seu último livro escrito, será publicado nesta sexta-feira (26), na Itália, na mesma semana, em que será o funeral do escritor, o livro foi entitulado de “Pape Satan Aleppe”, que é um compilado de seus ensaios publicados desde 2000 no semanário italiano “L’Espresso”, ao qual o filósofo contribuía e o título do livro, retoma as palavras iniciais do canto VII do Inferno da Divida Comédia de Dante Alighieri. Este significado misterioso, deu lugar a muitas interpretações, mas para Umberto Eco, a expressão era suficiente para caracterizar a confusão do nosso tempo.


Dando continuidade as aventuras do peixinho Nemo, da Disney Pixar, o filme Procurando Dory estreia no dia 17 de junho, nos Estados Unidos, enquanto no Brasil, o lançamento está previsto para 30 junho.
O filme traz a peixinha mais querida do mar, que após se perde de seus amigos peixes-palhaço onde mora no recife, ela põe pai e filho à caçá-la. Se foi difícil para Marlin (pai de Nemo) atravessar os sete mares em busca de seu filho, imaginem a Dory, que sofre de perda de memória recente, cercada de polvos, leões-marinho e baleias?
A cantora, compositora e instrumentista lançou no dia 30 de janeiro de 2016 seu novo EP, “Free”. Que traz o single homônimo ao compacto, e apresenta uma canção bem intima, mas que qualquer apaixonado pela sua liberdade irá se identificar. A letra foi composta pela própria artista, assim como os arranjos, que traz sua voz doce e marcante em cada estrofe, mostrando que mesmo após algumas decepções a vida pode prosseguir feliz e em paz.