[Caixa de Som] MADRENEGRA mostra o que o Brasil quer esconder

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“Já foi em Brasília, conhece o palácio?
Depois do palácio existe um lixão
e depois do lixão tudo vira favela
e depois da favela somos todos iguais.

Todos iguais, NÓS SOMOS TODOS IGUAIS:
Todo SONHADOR é viciado em Esperança.”

Banda formada na periferia de Brasília, em 2011, e com ânsia de combater o racismo, preconceito e a ignorância, além de compartilhar a cultura a um público carente, mas com muita influência popular.

A MADRENEGRA é uma banda que mistura rock and roll e poesia, o som é pesado e as letras diferenciadas, falam de esperança, respeito, liberdade, igualdade, amor e amizade.

Os riffs marcantes da guitarra e as linhas de baixo e bateria trazem a energia e atitude que pulsam o grupo, e a efervescência poética reflete a essência da MADRENEGRA, mostrando quão contestadora, sonhadora e irônica, mas sem permitir que o discurso seja o mais importante que o som, contradizendo aqueles que acham que música é apenas um produto, e que conteúdo não é importante.

10401886_256517231200729_8803104026060537383_nBaseado nessa visão social, política e cultural, a banda lança nesta sexta-feira (6), no Kazebre, em São Paulo, o mais novo EP, “Quem Tem O Que Dizer Merece Ser Ouvido”.

O EP conta com seis faixas e a novidade fica por conta da produção musical, assinada por Marcão (ex-Charlie Brown Jr e A Banca) e mixado e masterizado por André Freitas (La Família 013). E a composição ficou por conta da própria banda, que trouxe inspirações das raízes da música brasileira, que vão desde Legião Urbana, Racionais MC’s, Raul Seixas, Sabotage, Raimundos, entre outros.

Integrantes:

MARCELINO – Vocal
DERVAN SOARES – Guitarra
ALLAN CARVALHO – Baixo
LEANDRO MATHIOLLE – Bateria

Canais Oficiais:

Facebook | My Space | Youtube | Site oficial


SERVIÇO

Lançamento do EP “Quem Tem O Que Dizer Merece Ser Ouvido”

Data: 06 de Junho, sexta-feira
Abertura da casa: 22h
Local: O Kazebre
Line Up : Madrenegra, CPM 22 e Trela
Local: O Kazebre
Endereço: Av. Aricanduva, 12.200, 03527-900 São Paulo
Contato: (11) 3479-2780

Ingresso:

2º LOTE: R$ 40,00

Pontos de venda:

TENNIS EXPRESS
RUA : TUIUTI 1941
TATUAPÉ – TEL: 11 4561 0503

ETRURIA IMOVEIS
Av. Sapopemba, 13.874 – São Mateus
Tel: (11) 2919-0077

O KAZEBRE
Av. Aricanduva, 12.200
Tel: (11) 3479-2780

BELLI ROOTS REGGAE – Galeria do Rock
R. 24 de Maio, 116 – Loja 28 – Piso Terreo
Tel: (11) 3224-8882

CAFÉ SKATE SHOP – Galeria do Rock
R. 24 de Maio, 62 – Loja 338 – 2º Andar
Tel: (11) 3361-3721

Venda on-line: AQUI

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Helena Sofia apresenta suas ironias sentimentais

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Cantando o amor e todas suas nuances de emoção, a curitibana Helena Sofia, lança seu primeiro álbum de inéditas, intitulado “Desejo Canibal”. Com composições altamente autorais, Helena apresenta uma forma irônica e arrebatadora de falar de amor.

A cantora, compositora e instrumentista de acordeon e violonista têm bastante influência de compositores da Vanguarda Paulista, transitando por temas aparentemente ingênuos, porém retratando este sentimento tão puro, mas não confuso quão o amor, de uma maneira despojada e bem humorada. Como por exemplo, o primeiro single do disco, a canção homônima a ela “Desejo Canibal”, que remete a confusão entre o amor carnal e o desejo mais profundo, mas com toques de ironia, mostrando um forma única de referir-se ao sentimento. Assim como as demais faixas do álbum, que menciona os antônimos e sinônimos de amores, paixões e relações da vivência de alguém apaixonado pela vida e vive tudo por um sonho.
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Helena Sofia é acompanhada por um trio de músicos de peso em suas apresentações, e também em seu primeiro projeto, entre eles estão Gladson Targa (baixo e efeitos eletrônicos), Leandro Superchinski (bateria) e Rafael Borba (guitarra).

Os músicos têm influências, como eles mesmo ditam por músicos “malditos” na música popular brasileira, entre eles Itamar Assumpção, Walter Franco, Arrigo Barnabé e Patife Band, buscam o conceito do Desejo Canibal e da “Música Perturbada Brasileira” – nome do trio – para produzir coletivamente os arranjos das canções, que sugerem o estranhamento do incomum, com cortes inesperados (ou “mordidas”) em trechos das músicas.

Buscando sempre o imprevisível e evitando o óbvio, tornando uma marca para o grupo. Incluindo elementos eletrônicos, com ruídos de máquinas de som de cigarras, anexos à performance da banda no palco, levando o ouvinte a uma viagem musical e sensorial, pelas performances históricas apresentadas em cena.

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Na próxima quinta-feira (12), Helena fará sua performance de lançamento em São Paulo, no Kabul Bar, com abertura da banda Alaska e um repertório diverso, com músicas inéditas e de artistas consagrados, como Tom Zé e Itamar Assumpção. Além de, até a data prescrita a cantora publicará faixa a faixa em seu perfil oficial no Facebook, para que seus admiradores possam interagir e compartilhar ainda mais com suas canções.

Assista abaixo o videoclipe da faixa “Desejo Canibal”:



Para conhecer mais sobre essa artista de voz doce e sútil, mas emoções e relevações bastante peculiares, acesse o Facebook oficial da cantora e fique ligado nas novidades musicais que lá possam interessar.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Entrando numa ‘buena onda’ com Rapha Moraes

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No começo deste mês o curitibano Rapha Moraes (veja aqui), lançou seu primeiro álbum de inéditas conta com 12 faixas todas elas de autoria do próprio músico, canções que ele escreveu enquanto viajava pela América Latina e resgatava as essência de cada cultura, origem e início, desbravando lugares e habitantes novos, e compartilhando essa sensação com seus ouvintes e fãs.

10336756_624329620992221_5294509830290792195_nProduzido, dirigido e instrumentado pelo Rapha, assim como os arranjos, que há participações dos músicos, Noélle Bonacin, Helena Sofia e Juninho Júnior, integrantes da banda do artista.

Gravado em Curitiba, cidade natal do músico, no Nico’s Studios por Vinicius Braganholo e mixado por Rapha e Vinicius.

Um projeto sonhado e aguardado por Moraes, por isso há tanta participação do próprio da produção deste disco, o primeiro de muitos que ainda virão, pois retrata passagens em sua vida, porém pode remeter lembranças de qualquer pessoas que esteja ouvindo pela primeira vez.

Músicas l1978819_586584881433362_567950106_neves, com batida meio rock, pop, soul, folk e muita latinidade ao longo do compacto. Aquele disco que você coloca para tocar e viaja em outra dimensão, contemplando as letras e se deixando levar pelo som fluindo do rádio.

Por falar em apresentação, Rapha está promovendo o disco em algumas capitais do país deste o início de maio, passando por Curitiba, Rio de Janeiro, São José do Rio Preto e no próximo sábado, será a vez dos paulistanos contemplar sua performance, com músicas novas, mas a mesma energia e carisma que o músico mostra em seus shows.

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Esse é o ‘La Buena Onda’, um disco para quem contempla o lado simples da vida e ama música como o ar que respira, concebendo os momentos diários e retratando os sons da vida.

Assista abaixo o primeiro videoclipe de ‘La Buena Onda’, a faixa ‘Quando Coração Sorri’:


O show de Rapha Moraes em São Paulo acontecerá no Teatro Alma D’Alma, no dia 1º de junho e os ingressos já estão sendo vendidos, e quem garantir seus bilhetes antecipados pela internet – clique AQUI – poderá participar de um bate-papo + pocket de pré lançamento no sábado antes do show no domingo.

SERVIÇO

Rapha Moraes
Show de lançamento do cd “La Buena Onda” em SP
Data: 1/ Junho/ 2014
Horário: 17h
Local: Teatro Alma D’Alma
End: Rua Saturnino dos Santos 74, Ipiranga – SP
Contato: (11) 5062.5164 | (11) 3832.7769
Site | Facebook
Ingressos: Inteira R$20,00 | Meia R$10,00

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Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] O amor pela literatura é maior que tudo

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Como todos já sabem, aqui no OBC, nós propagamos a cultura alternativa, divulgamos nossos artistas de todas as áreas cultural e publicamos aqui no boletim, ou em forma de entrevista ou apenas em um simples texto e nesta semana não será diferente, afinal nossa equipe d’O Barquinho Cultural, caça pelas ruas e pela internet os artistas mais escondidos de todo o Brasil e apresentamos à tripulação mais cultural de toda WEB.

64753_390069474336674_1179194844_nNesta semana, a caça da vez é o paulistano – baiano, Inácio Bezerra Cruz Filho, ou simplesmente Cinho Cruz, que tem formação na área de eletromecânico, mas com alma de literário, pois apesar de ter cursado Técnico Eletromecânico, ele sempre sentiu vontade de ser escritor, pois sua paixão pela literatura sempre foi maior que tudo, afinal, basta acessar seu blog pessoal e ver seus contos, poemas e artigos e já predestina seu amor pela arte da escrita literária.

Então foi com essa garra e vontade, que Cinho começou escrever seu primeiro livro, “A Mulher Que Não Fala Palavrão”, com as experiências que ele teve em sua vida, morando em diversos lugares, como São Paulo, Bahia e até no Pará ele começou o trabalho da sua primeira obra, que atualmente encontra-se em diversos lugares para vender, na versão física e também digital.

Mas Cinho não quer parar só neste livro, ele já tem planos para escrever outras obras, pois seu sonho de escritor não é momentâneo, que para no primeiro exemplar, mas sim, produzir muitos e muitos livros, para propagar seu amor pela arte de escrever e a literatura em todo o Brasil, e quem sabe para todo o mundo, afinal o país precisa cada vez mais, de escritores que amam a literatura de corpo, alma e coração e não só de escritores que só visam o lucro e não estão nem ai para a importância desta arte tão rica e ao mesmo tempo, tão esquecida por muitos brasileiros.

10174879_808717819138502_6176785125938196689_nVeja a sinopse de A Mulher Que Não Fala Palavrão, de Cinho Cruz:

“Helena é uma mãe solteira em busca da esperança de conseguir um emprego em uma cidade fictícia chamada Parauabape – a história tem um fundo de realidade – que é conhecida como a CIDADE DO MINÉRIO, mas é lá que a sua esperança se torna um pesadelo.

Ela conhece um rapaz chamado Márcio, que trabalha em uma empresa de mineração, e eles têm um relacionamento sério, apesar de serem muito diferentes.

Eles sentem a dificuldade de viver em uma cidade violenta e doente, mas com muito esforço, conseguem lutar contra o preconceito por serem tão distintos.

Correndo contra o tempo, Helena tenta mostrar o seu valor como mulher e, diferente das outras, ela não falava palavrão. Mesmo assim, ela vai em frente com toda a sua esperança.”

Assista abaixo o trailer do livro:

Contatos do escritor Cinho Cruz:

Blog Pessoal | Facebook | YouTube

Mais informações sobre as vendas do livro, A Mulher Que Não Fala Palavrão:

SARAIVA DIGITAL | CLUBE DE AUTORES

A lei da cidade: “Se você não mudar, vai morrer ou a família sofrerá.”

Por Priscila Visconti

[Caixa de Som] Neto Lobo e a Cacimba canta a essência do nordeste, com uma pitada de música popular

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Quando mistura-se rock com uma pitada de ritmos interioranos do nordeste, só pode dar música original e de qualidade, afinal o novo sempre cativa aos ouvidos mais apuradas e as mentes abertas. Essa é a tendência da banda Neto Lobo e a Cacimba.

neto_cacimba 2O grupo já segue esse compasso desde 2001, e eles são abertos a todos os estilos, ritmos e inspirações, viajando da poesia a literatura, indo até a longevidade da seca nordestina, qual inspirou também outros autores e poetas, como descreve-se na escrituras literárias brasileiras.

A poesia cantando a efervência nordestina, propagando essa cultura tão rica que há no país, misturando com linguagens do pop, rock, heavy metal e africanas. Uma salada musical com cadência e melodia.

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O primeiro disco da banda foi lançando em 2012, reunindo um apanhado de 11 anos do grupo, com letras que ditam o cotidiano nordestino, entre outras viagens e adversidades frequentada pelos integrantes, embaladas por um sotaque forte regional e pela voz marcante e cativante de Neto Lobo, que canta a alma do povo do nordeste. Confira abaixo o single ‘A peleja do diabo com a flor‘, parte do primeiro álbum do grupo:


Agora, a banda segue a trajetória preste a lançar o segundo álbum, ‘Meu Pé de Umbu’, título dado com base na citação do escritor Euclides da Cunha, no livro ‘Os Sertões’, quando se refere ao umbuzeiro como árvore sagrada do sertão.

O disco traz ainda mais forte as raízes nordestinas afloradas na essência da banda, mostrando quão as origens valem mais do que qualquer modismo, visando a propagação da cultura regional e efervescendo a baianidade, a resistência das tradições e o lado poético-positivo da realidade vista e vivida no interior nordestino.

1798371_444363542362887_2025076249_nNeto e a Cacimba mostra quão rica é mesclar essas tradições culturais, com ritmos populares da industria fonográfica, transformando o regional em algo novo e original.

Agora é aguardar pelo lançamento de ‘Meu Pé de Umbu’, e atribuir mais da cultura nordestina em nós, cativando o regionalismo e a originalidade de somar a outros estilos e ritmos musicais.

Mais informações sobre Neto Lobo e a Cacimba:
Site | Facebook | SoundCloud

Por: Patrícia Visconti