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“Fim de Semana em Família no Itaú Cultural” – Um projeto para incentivar a criatividade das crianças e adultos

Neste fim de semana tem oficina de desenho e espetáculo de O Livro de Ouro, no Itaú Cultural, comandada pelo ilustrador Gustavo Rinaldi, que tem o intuito de estimular a criatividade para as crianças, permitindo que não só os pequenos, mas também os adultos possam criar seus personagens por meio de uma mancha colorida. Continuar lendo “Fim de Semana em Família no Itaú Cultural” – Um projeto para incentivar a criatividade das crianças e adultos

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[Cyber Cult] Turma da Mônica no celular – Uma parceria entre MSP e a Movile

A Maurício de Sousa Produções fechou parceria com a Movile, para levar os quadrinhos para a tela do celular, mas sem precisar baixar nada, pois a tecnologia é a MMS (Multimedia Message System), integrando texto, imagem, cor e som no envio de mensagem com a mesma simplicidade do SMS e este serviço já está disponível para qualquer tipo de celulares com essa tecnologia MMS, em todo território nacional. Continuar lendo [Cyber Cult] Turma da Mônica no celular – Uma parceria entre MSP e a Movile

[TOTAL FLEX] 4º Festa Literária de Duque de Caxias tem como anseio incentivar a leitura e propagar a cultura da região

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No dia 13 de junho é comemorado o dia de Santo Antônio, padroeiro de Duque de Caxias (RJ), feriado na cidade, e acontece a tradicional festa em celebração ao Santo. Junto à comemoração, será realizada a 4º Festa Literária de Duque de Caxias, evento com artistas locais que tem o objetivo de investir e incentivar o hábito da leitura. Continuar lendo [TOTAL FLEX] 4º Festa Literária de Duque de Caxias tem como anseio incentivar a leitura e propagar a cultura da região

[Cantinho Literário] Os 150 anos de Alice no País das Maravilhas

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Sem ideia e sem paciência com o Internet Explore, que não sei porque, só está abrindo esse no meu PC e muito apaixonada pela história da Alice no País das Maravilhas, resolvi falar um pouco sobre essa literatura inglesa, que faz sucesso entre crianças, adolescentes e adultos em todo o mundo, há 150 anos. Desde o dia 4 de julho de
1865, quando Charles Lutwidge Dodgson, ou mais conhecido como Lewis Carroll, começou a história de uma menina chamada Alice, que cai em uma toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurda característica dos sonhos.

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O livro de Lewis é cheio de ilusões, fantasias e sátiras, que leva o leitor realmente ao mundo de mágico das maravilhas, pois faz com que você caia no buraco junto com a pequena Alice.

O primeiro livro lançando no ano de 1865, teve as ilustrações de John Tenniel e teve uma tiragem de 2 mil exemplares, mas foi removida das pratileiras devido a reclamações do ilustrador, pois ele achou que a qualidade da impressão era inferior e não havia ficado como ele queria, já na segunda edição da publicação as vendas se esgotaram rapidamente, tornando assim um grande sucesso, obtendo leitores famosos como Oscar Wilde e pela rainha da Inglaterra da época, a Rainha Vitória, rendendo cerca 180 mil cópias e traduzida para mais de 125 idiomas, sendo que só na língua inglesa teve mais de 100 edições vendidas.

aliceA origem dessa história, começou no ano de 1864, segundo o manuscrito de Alice Debaixo da Terra, no qual originou a história que conhecemos, Lewis Carroll, foi bastante influenciado por seus amigos, como seu mentor George MacDonald, então Carroll decidiu publicar o livro, apenas mudando a versão original, que aumentou o número de leitores, de 18 mil para 35 mil, além do mais ele acrescentou o Gato de Cheshire e o Chapeleiro Maluco. Que essa história é sucesso até hoje, desde na literatura até mesmo nos cinemas, que leva uma legião de seguidores para o buraco do País das Maravilhas ou então vendo essas maravilhas Através do Espelho.

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Conheça um pouco os personagens da história da Alice abaixo

Alice: é a protagonista da história; É racional e corajosa, e vai fazendo considerações à medida que a aventura prossegue. Muitas vezes representada por uma menina de cabelos loiro amarrado por uma faixa preta, no entanto, sua cor de cabelo não foi especificado na obra. E se popularizou através das primeiras ilustrações da obra literária.

Coelho Branco (no original em inglês: White Rabbit): é quem inicia a aventura, quando Alice o segue até a toca. Ele carrega um relógio e parece estar muito atrasado para alguma coisa. Em contraste com a Alice, o Coelho Branco tem medo de tudo – da sua rainha, da Alice e das próprias situações onde se encontra. Esta oposição foi pretendida pelo autor para enfatizar os atributos positivos da personalidade principal. E durante o julgamento de um valete de copas (o último capítulo), dá-se uma mudança repentina na covardia, revelando uma vontade de manipular.

Rato: Revela um grande pavor de gatos e um carácter muito seco quando cita a História com a intenção de secar os animais molhados, deixando-os antes aborrecidos e molhados (terceiro capítulo). Provavelmente foi baseado numa governanta da casa das irmãs Liddell.

Dodô (no original em inglês: Dodo): É uma caricatura do autor, e este terá usado o nome numa paródia ao modo como ele pronunciava o próprio nome, uma vez que era gago (Do… do… Dodgson); Usa palavras excessivamente complicadas.

Arara: Personificação da irmã Loriny Liddell.

Pato (no original em inglês: Duck): É uma caricatura do reverendo Robinson Duckworth, amigo do autor que esteve presente na viagem pelo rio Tâmisa que deu origem à obra presente.

Aguieta (no original em inglês: Eaglet): Reflexão da irmã Edith Liddell e não entende as palavras muito difíceis.

Lagarto: É o humilde servo do Coelho Branco que é empurrado por Alice pela chaminé a cima (quarto capítulo) e mais tarde é um dos jurados durante o julgamento de um valete de copas (décimo primeiro capítulo). Esta personagem (Bill), pode ser uma brincadeira com o nome do estadista britânico Benjamin Disraeli, pois uma das ilustrações de Tenniel em Alice no Outro Lado do Espelho retrata a personagem referida como o Man in White Paper (quem Alice conhece como um passageiro com quem partilha um trem no comboio), como uma caricatura de Disraeli, usando um chapéu de papel.

Lagarta (no original em inglês: Caterpillar): Está sentada num cogumelo a fumar calmamente um cachimbo de água. Não presta muita atenção a Alice, respondendo às suas perguntas com monossílabos.

Duquesa: Muito feia, com um queixo pontiagudo. Concordava com tudo que Alice dizia e procurava issentemente uma moral para tudo, embora raramente tivesse relação ou sentido (oitavo capítulo).

Gato de Cheshire ou Gato Risonho: É extremamente independente e consegue desaparecer e aparecer. Carroll obteve o nome na expressão idiomática da língua inglesa sorrir como um gato de Cheshire. Além disso, o gato representado nas figuras de Tenniel é considerado representativo da raça British Shorthair, devido à forma da boca, considerada como um sorriso9 .

Chapeleiro maluco e a Lebre de Março (no original em inglês: Mad Hatter and the March Hare): São figuras retiradas de expressões correntes no período vitoriano da língua inglesa louco como uma Lebre de Março ou louco como um Chapeleiro, devido ao vapor de mercúrio usado na fabricação de feltro que causa transtornos psicóticos10 ; O Chapeleiro Louco é provavelmente uma referência a Teófilo Carter, um conhecido comerciante de móveis em Oxford pelas suas invenções pouco ortodoxas e pelo uso de uma cartola na parte de trás da cabeça à porta da sua loja 11 ; São ambos totalmente loucos (como todos os moradores do País das Maravilhas, segundo o Gato Risonho). Estão perpetuamente na hora do chá, porque, segundo eles, o Chapeleiro discutiu no mês de Março com o Tempo e, em vingança, este não muda a hora para os dois habitantes. O Chapeleiro aparentemente teve problemas com a Rainha ao cantar uma música na sua presença, pelo que esta sentenciou a sua decapitação sob o pretexto de estar a matar o Tempo.

Arganaz (no original em inglês: Dormouse): Está constantemente a dormir e ocasionalmente acorda durante alguns segundos. Conta uma história sobre três irmãs, nomeando-as de Elsie, Lacie e Tillie. Estas são as irmãs Liddell: Elsie é LC (Lorina Charlotte), Tillie é Edith (seu apelido de família é Matilda), e LaCie é um anagrama de Alice.

Rainha de Copas (no original em inglês: Queen of Hearts): É talvez a caricatura da mãe das irmãs Liddell; É extremamente autoritária e impulsiva, estando constantemente a ordenar aos seus soldados (cartas de baralho) decapitar todos. Porém o Grifo disse que tal é apenas uma fantasia dela, uma vez que depois ninguém morre.

Valete de Copas: Inicialmente é o criado que transporta a coroa do Rei, mas mais tarde é acusado de roubo de torta (décimo primeiro capítulo).

Rei de Copas: O rei tem menos influência do que ela, pelo que vive na sombra desta; É talvez a caricatura do pai das irmãs Liddell.

Grifo: Diz as piores deixas, em contraste à sua antiga linhagem. Provavelmente é uma caricatura dos estudantes do colégio onde leccionava o escritor (é o brasão de armas do Trinity College, em Oxford, e aparece no respectivo portão10 ).

Tartaruga Fingida (no original em inglês: Mock-Turtle): É uma triste vítima do destino, pois foi em tempos uma tartaruga de verdade que vivia no mar. O nome tem origem na Sopa de Tartaruga Fingida (no original em inglês: Mock-Turtle Soup) vulgar na Inglaterra, sendo um caldo verde feito com cabeça de vitela de modo a imitar sopa de tartaruga10 . Daí Tenniel ter ilustrado esta figura com uma cabeça de bezerro, cauda e pernas; Esta personagem fala de um professor de Despenho que era um Congro, que costumava ensinar-lhe uma vez por semana Despenho, Destroço e Tintura a Carvão. Esta é uma referência ao crítico de arte John Ruskin, que ia uma vez por semana a casa de Liddell ensinar Desenho e Pintura a óleo às irmãs.nota 4 ; A personagem também canta “Sopa de Tartaruga”, uma paródia a Bela Estrela (Beautiful Star), que foi executada como um trio por Lorina, Alice e Edith Liddell para Carroll em casa de Liddell, durante o mesmo verão em que foi contada a história de As Aventuras de Alice Debaixo da Terra.

Por: Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Projeto “Leitura no Vagão”, incentiva usuários do metrô lerem nos trens

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Salve salve galerinha, dessa vez não vou indicar nenhum autor, nem dar dicas de livros e tampouco falar sobre cursos literários, mas sim quero apresentar um projeto que está incentivando cada vez mais os usuários do metrô a largarem o celular e lerem mais nos trens, afinal quem lê estimula o cérebro e mexer toda hora no telefone, sem proposito algum, só para não olhar na ‘cara’ dos outros, só aliena e estimula o egoísmo nas grandes metrópoles.
Por isso, se liguem nessa ideia, pois com certeza os amantes da literatura, vai aderir ao projeto e participar da troca dos livros.

Quem pega metrô nos grandes centros das capitais brasileiras, está sempre com o livro dentro da bolsa para distração da viagem, e foi pensando nisso que o desenvolvedor de Software Luís Fernando Tremonti, teve a ideia de criar o projeto “Leitura no Vagão”, que pretende incentivar os usuários do Metrô a deixar o celular de lado para ler um livro em seus deslocamentos.

A ideia do projeto também é que os leitores usuários do metrô, tiram selfies com seus livros e compartilhem em suas redes, como Twitter, Facebook ou talvez no Instagram, com a hastag #leituranovagão e contar um pouco do livro que estiver lendo. O curador do projeto, o Luís Fernando, também espalha livros pelos bancos dos trens, além de sortear algumas publicações para os seguidores das páginas, esperando que, depois da leitura, os contemplados “esqueçam” o livro dentro de um vagão para que outras pessoas tenham acesso a ele.

O “Leitura no Vagão” chega no mesmo momento em que outro projeto de leitura foi desativado. Em 2004, o “Embarque na Leitura”, coordenado pelo Instituto Brasil Leitor, inaugurou uma pequena biblioteca na Estação Paraíso. Em que emprestava livros gratuitamente aos usuários do transporte público. A ideia deu certo e outras cinco unidades foram abertas (Tatuapé, Linha 12 – Safira; Luz, Linha 4 – Amarela; Largo Treze, Linha 5 – Lilás; Santa Cecília, Linha 3 – Vermelha e na estação Brás, da CPTM). O Metrô contabilizou 700 mil empréstimos para 50 mil usuários cadastrados. Mas todas as unidades foram fechadas em dezembro do ano passado.

Pois segundo o gerente do projeto, “Embarque na Leitura” acabou por falta de incentivo e patrocínio dos grandes, como os governantes e empresários. Por isso quem quiser participar do projeto “Leitura no Vagão”, pode entrar em contato com Luís, através das páginas oficiais e conferir quais livros serão deixados nos trens do metrô e como pode participar para deixar livros, afinal é melhor fazer trocas de livros e renovar sua cultura literária, pois assim incentiva a leitura em sua cidade.

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Para mais informações acesse as redes do Leitura no Vagão:
E-mail: leituranovagao@gmail.com
Twitter: https://twitter.com/leituranovagao
Facebook: https://www.facebook.com/leituranovagao

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Projeto literário promove incentivar a leitura no Brasil

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Como essa semana já estou atrasada com o Cantinho da Literário e também bastante ‘zuada’ de gripe, pois estou espirrando tanto que daqui uns dias eu causo um terremoto no país. Mas vamos a literatura, porque aqui não é meu diário, para falar o que acontece comigo, e sim sobre o mundo cultural.

Vamos ao que interessa e falar sobre um projeto bastante interessante que estará participando da primeira edição da Comic Con, aqui no Brasil, a Comic Con Experience, que acontece na primeira semana de dezembro deste ano de 2014, no Centro de Exposição do Imigrantes.

O projeto, Leitura Alimenta foi desenvolvido com a intenção de criar o hábito da leitura em pessoas que têm acesso restrito aos livros.

O intuito do projeto é doar livros que já foram lidos, para incentivar a leitura no país, já que o Brasil é um dos países que menos lê em todo o mundo, por isso idealizadores se uniram com livrarias e ONGs literárias, para arrecadar o maior número possível de livros.

Mas como e onde doar, muitas pessoas devem estar pensando?

Basta levar seus livros a uma das unidades da Livraria da Vila e entregar seu livro, que pode ser novo ou usado, o que importa é incetivo à leitura. Mas se você não quiser se desfazer de sua coleção, também pode colaborar comprando um livro virtual, cuja renda será revertida inteiramente para a compra de livros reais.

O Projeto Leitura Alimenta tem a preocupação de que o conteúdo selecionado seja relevante para as famílias que receberão o material, por isso, ao escolher seu livro para doação, deixe de fora assuntos como: didático ou técnico, religioso ou político, erótico ou pornográfico, fotográfico, de língua estrangeira ou com conteúdo ofensivo.

O projeto Leitura Alimenta estará recebendo doações na CCXP 2014, por isso que foi ao evento, pode levar seus livros para doação. Lembrando a CCXP acontece nos dias 04 a 07 de dezembro de 2014, no Centro de Exposição do Imigrante, que fica as margens a Rodovia do Imigrantes, em São Paulo.

Para mais informações sobre o projeto Leitura Alimenta, acesse as redes abaixo:

http://www.leituraalimenta.com.br/
https://www.facebook.com/LeituraAlimenta/
https://twitter.com/LeituraAlimenta

Mais informações sobre a CCXP 2014:

http://www.ccxp.com.br/
https://www.facebook.com/comicconexperience
https://twitter.com/ComicConXP
http://instagram.com/comicconxp
https://plus.google.com/109526500879887076954

Boa semana a todos e até semana que vem
Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] A adolescente que compartilha e influencia outras crianças na leitura

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Ela tem apenas 17 anos, mas já é uma escritora premiada de prestígio e influencia outras crianças à leitura e a escrita.

Adora Svitak, a jovem escritora e palestrante nascida em Springfield, Oregon é uma criança prodígio, que aos sete anos já havia lançado seu primeiro livro, “Flying Fingers” – em português intitulado “Dedos voadores”, e mesmo com a pouca idade já influenciava outras crianças a ânsia na leitura, sendo até avançada de sala durante este período, incentivando ainda mais pessoas, para que conheçam melhor quem é Adora, fazendo com que os leitoras saiba mais o que há embaixo da manga desta garota. Seus objetivos, seus anseios, suas virtudes, sua duvidas e certezas.

8361_10151612599247704_1623074684_nComeçou a ler aos três anos e meio, e também foi considerada a pessoa influente mais jovem do mundo – The Century for Young People – no meio literário, recebendo a comanda das mãos de Peter Jennings, e ainda com os dizeres do próprio de que ela é o futuro.

Em 2007, ganhou um laptop de sua mãe e o que fascinava a garota era dissertar seus textos do Word. Após disso, seus tios mostraram outras funções na máquina, e ela ficou bastante ansiosa para experimentar e descobrir as outras ferramentas. Com a ajuda dos programas “JumpStart Typing for Kids” e DK’s “Creative Writing”, Adora já digitava 60 palavras por minuto.

Desde então, sua paixão pela escrita só aumentou, assim ela já poderia redigir sozinha cada programa instalado em seu laptop, além do mais, aprendeu novas palavras, enriquecendo seus textos fazendo-os que ficassem mais conjuntos e emocionantes.534135_10151611875387704_1340455852_n

Recentemente a jovem escritora e educadora começou a trabalhar em seu novo livro ‘History Tips for Kids‘ – “Dicas de histórias para crianças”. Um projeto que ajudará outras crianças a perceberem que a leitura pode ser mais legal, do que elas imaginam.

Seus livros favoritos são sobre batalhas e armas, de preferência que estejam recheados de ação e história, e essa essência que Adora pretende passar para as crianças de hoje.

Adora Svitak new children in the worldAlém do mais, a garota é editora do jornal da sua escola, escreve sobre ficção contemporânea, e está terminando seu épico pirata intitulado ‘The Ship Danger‘ – previsto para ser lançado em Outubro, que reúne um compilado de histórias de Adora emparelhados com seus próprios exercícios de aprendizagem e dicas de escrita.

O mais válido e ideal de Adora, é que a escritora apoia em suas próprias ideias, em seu estilo rebelde, sua escrita é impulsionada por um desejo de compartilhar com outros, fazendo-o com que elas pensam sobre a pauta em questão, formando suas próprias personagens femininas tem a tornado libertadora e educativa.

Além do mais, a criação de uma personagem própria, sendo ela a protagonista e no futuro ser ‘inteligente, forte, carinhosa e compassiva, e mais tarde involuntariamente escaninhos si mesma quando ela admite uma inclinação natural que tem atormentado os escritores ao longo dos séculos; “Muitas vezes eu dou os meus protagonistas minhas próprias características.

adora_12Transformando sua imaginação fértil e criativo, para capacitar a destilação de sua vasta erudição em prosa dinâmica, a coragem para explorar diferentes gêneros, com sabedoria e maturidade para aceitar com as críticas, e um desejo incansável para melhorar seu ofício, escrevendo e revisando todos os dias. Uma grande escritora, mas antes de tudo, um gênio na literatura no século 21.

Para conhecer mais sobre o trabalho de Adora, acesse suas redes na web, desfrute um pouco desta menina, que mesmo com pouca idade, já disseminou sua breve sabedoria a outras crianças.

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Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] E a leitura, como vai?

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Uma pesquisa divulgada no final do mês passado pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Ibope Inteligência, diz que o brasileiro está lendo bem menos do que lia a sete anos atrás, tendo um declínio de 5% – caiu de 95,6 milhões (55% da população estimada), em 2007, para 88,2 milhões (50%), em 2011 -, mas considerável apenas para aqueles que ainda estudam, pois quando saem do colégio ou de níveis superiores, pouco leem. Porém, há uma controvérsia nesta história, já que o texto digital aumentou o índice de leitura, todavia o público tem saído dos livros físicos e densos, e ido para publicações e posts mais coloquiais, diretos e dinâmicos, onde há um discernimento na leitura, mas de uma maneira “popularesca”, introduzindo o hábito na sociedade.

Essa contração da leitura foi medida até entre crianças e adolescentes, que leem por dever escolar. Em 2011, crianças com idades entre 5 e 10 anos leram 5,4 livros, ante 6,9 registrados no levantamento de 2007. O mesmo ocorreu entre os pré-adolescentes de 11 a 13 anos (6,9 ante 8,5) e entre adolescente de 14 a 17 (5,9 ante 6,6 livros).

Além do mais, com as redes sociais, houve um número exorbitante de impulsionar a escrita no Brasil, amplificando-os ainda mais nos meios tecnológicos, seja ele nas redes sociais, e-mail ou blogs, criando um debate dilatado de opiniões, ou seja, mais gente produzindo conteúdo e outras tantas, compartilhando opiniões, criando discussões sobre um determinado assunto.

Porém, há uma outra controvérsia, já que apesar do brasileiro ler e escrever mais na web, seu nível de arquivamento sobre uma pauta expedita é menor, pois assim como ela chega veloz, não permanece tão veraz, sendo dispersada e questão de segundos, quando surge outro fato em questão, disseminado a multidões, mas abarcado por poucos. Tornando a informações “burn notice”, sendo dissipada em pouco tempo.

No entanto, vamos nos conectar as redes sociais, comentar e opinar nos blogs, mas obtendo um conhecimento amplo e mantendo o foco de leitura física também, pois não adianta nada ler o que está na “moda”, mas pouco conhecer sobre os pensadores literários. Ampliar a leitura, é agregar sabedoria a sua vida intelectual, mas principalmente social, pois quem lê sêmea o conhecimento e amplia sua cultura, descentralizando apenas de um único vínculo.

Por: Patrícia Visconti