[OBC AWARDS] Os melhores de 2015 foram…

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Mais um ano chega ao fim, um ano de muitas descobertas culturais, eventos excepcionais, shows incríveis, e alguns acontecimentos pouco agradáveis, ainda mais num país quão o nosso e pouco valoriza a verdadeira e essencial cultura popular.

Um ano corrido e repleto de realizações, onde as novidades deram ar a mesmice e reciprocidade dos envolvidos em nos conhecer foi ímpar, gerando uma bela amizade.

E para comemorar o término de 2015, apresentamos aos nossos tripulantes os melhores do ano aqui em nossa embarcação, com muita arte e cultura, para não perder o costume. Todavia, sem mais delongas, segue abaixo a seleção de vencedores eleitos pela redação d’O Barquinho Cultural.11147174_866412230143034_5422101799243796968_n

Livro: “The Witch Who loved” – Juliana Loyola

Autor: Ruy Pinto

Tecnologia: “Smartphone Robô” – RoBoHon

Projeto Social:Live Together Project” – leia mais AQUI;

Webvideo:

Melhor Snap: Maísa Silva – mmaisa-silvac1f39560-c4a2-4f04-8cea-16610dd35659

Ator: Diego Martins; no curta-metragem “Por Inteiro

Atriz: Bruna Linzmeyer; na trama de “Amuleto

Teatro:Consertando Frank

Exposição: DC Comic na Iron Studios

Evento do ano: Comic Con Experience

Filme:Os Vingadores – Era de Ultron

Diretor: Nick Carter

6Cantor: Caíque Bordão

Cantora: Carol Andrade

Banda: Dest_lado

Instrumentista: Lucas Almeida

Álbum do ano: “So Complicated” – Marcos Zeeba.

Videoclipe:Peço Perdão” – Yannick.

Show: Lançamento do álbum “99% álcool; 1% inspiração” – Dest_lado.

Música: “Mais Bebida” – Dest_lado.

Série de TV:Marias. Elas não vão com as outras“; Dirigido por: Vera Egito.

Pois bem, esse foram os melhores de 2015 segundo nossa redação. Esperamos que vocês tenham gostado e no próximo ano queremos ver todo mundo ancorado em nossa embarcação. Um 2016 com muita arte, cultura e entretenimento para todos!

Até o ano que vem…
Staff @obarquinho

[Caixa de Som] Rapper paulistano ‘pede perdão’ em seu novo videoclipe

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O músico paulistano Yannick, lançou nesta semana seu novo videoclipe, “Peço Perdão”. Um single que fala sobre um homem que perdoa a mulher qual teve mais que um namoro,mas uma amizade, que mesmo após o término do relacionamento, aceitou sem mágoas e ressentimentos, pois nada que é obrigado há de ser fiel e feliz.

Cantada em primeira pessoa, ele diz dos perdões cometidos, e incentiva o outro que já esteve ao seu lado para seguir seu caminho, sendo junto dele, com outro ou sozinha.12047018_855964731186334_1045573095587225351_n

A música desmistifica toda a cena do RAP nacional atual, aonde retrata a imagem feminina de forma ostensiva e pejorativa, mostrando a mulher apenas como um desejo de líbido. Formando assim, uma nova geração de rapper e MCs, mas não fugindo da essência do gênero em pautar algo em que a sociedade necessita ouvir, falar e debater.

O vídeo foi gravado num cenário bastante familiar do artista, a Rua Augusta. Dirigido pelo produtor Augusto Takeshi e interpretado pelo próprio artista e a estudante Marina Barbosa.


Yannick é paulistano, tem 31 anos e desde a adolescência soube que seu propósito era propagar a arte e a cultura alternativa através da música. Criador e curador da festa OBRIGAAAH, ele traz artistas da cena independente aos olhos dos grandes centros, compartilhando o que cada um tem de melhor a oferecer.

Recentemente, ele está em processo de produção de seu primeiro compacto, aonde terá um compilado de canções inéditas e autorais.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Paula Cavalciuk traz seu íntimo musical para a música brasileira

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Paula Cavalciuk é paulista da cidadezinha de Tapiraí, mas iniciou sua carreira musical em Sorocaba, no interior de São Paulo. Todavia, ainda na infância já arrancava alguns acordes de forma pop e visceral, com sua voz suave e bastante marcante, que cativa o ouvinte já na primeira estrofe.

Foto por: Amanda Fogaça

Foto por: Amanda Fogaça

Antes de partir para a carreira solo, fez parte de vários grupos e duplas, dentre essas ela conheceu Vinicius Lima (voz, violão, viola caipira e guitarra), que ficaram tão íntimos musicalmente que desde então a parceria permanece até hoje.

Mas, foi em solitário que ela se encontrou, e junto com uma equipe de músicos extraordinários, como Ítalo Ribeiro (voz e percuteria), Fabrício Masutti (baixo) e Lucile Cavalciuk (voz e violão) fazem um som ímpar e peculiar, não fugindo de suas essências, mas apresentando um frescor novo e único para a música popular brasileira.

Foto por: Amanda Fogaça

Foto por: Amanda Fogaça

Em outubro, a cantora lançou seu primeiro projeto autoral, o EP intitulado “Mapeia”, produzido por Ítalo Ribeiro e teve co-produção de Gustavo Ruiz e Bruno Buarque. O trabalho é resultado das primeiras investidas autorais apresentadas no show intitulado “Músicas (Im)Próprias”. Um disco que fala do cotidiano, relacionamentos, sociedade, além de medos e coragens que todos nós temos e enfrentamos diariamente durante nossa rotina mundana.

Além de cantora, Paula é instrumentista, e toca gaita, violão, percussão e kazoo. Suas principais influências vem do rock e pop internacional, entre eles estão, Beatles, Pink Floyd, Janis Joplin, Madonna e The Cranberries, porém ela busca inspirações no melhor de cada estilo, mesclando todos em um, e fazendo seu som único e inerente, criando sua própria identidade musical, em que a cantora desenha e constrói um fanzine, vendidos em seus shows, onde ela traduz sua melodia em palavras e desenhos.

Foto por: Xinxilah Photos

Foto por: Xinxilah Photos

Conheça um pouco da Paula em seu primeiro videiclipe, do single “Maria Invisível”;

Para saber mais acesse:
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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] “Bonsai” traz um Camará maduro, mas com a mesma essência musical

Foto por: Rodrigo Fiuza

Foto por: Rodrigo Fiuza

405298_520404404642015_1266855246_nA dupla de cantores e compositores, Victor Cremasco (voz) e Raphael Amoroso (violão), da banda Camará, lançaram no último mês o segundo álbum, intitulado “Bonsai”.

O disco composto pelos próprios músicos, contendo 11 faixas da nobre e pura música popular brasileira com umas pinceladas indies e muita bossa nova e samba da nova geração, com letras que remetem ao cotidiano, relacionamentos e superação, mostrando o lado maduro de ambos os artistas.

44284_607380069277781_338317007_nPara conferir o novo projeto dos amigos, basta fazer o download gratuito através o site oficial dos garotos, além do mais, poderá ouvir na faixa pelo SoundCloud da banda.

Uma banda minimalista e de uma musicalidade sem limite, que mesmo com dois integrantes, fazem a harmonia de uma banda completa, trazendo a essência e brasilidade da música nacional, a cada faixa de seus projetos musicais.

Ouça abaixo a faixa “Quarta-Feira”, do novo disco do Camará:

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Moldar: Produz música pela sua essência

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O que acontece quando três amigos cariocas, um paulistano e uma rondonense se encontram na capital paulista para partilhar sua paixão e arte aos amantes do rock alternativo?

1017356_390803884395222_2670762334508597294_nClaro, que só poderia dar música, e com qualidade como a história da Moldar, uma banda de rock autoral e independente, radicada em São Paulo, mas com integrantes de outros estados do Brasil.

Tudo começou em maio de 2013, quando os amigos cariocas, Gustaf Rosin (guitarra e voz) e Bruno Dantte (baixo) vieram à São Paulo e meses depois10408742_463553633786913_6372197742504958212_n Daniel Cavalcante (bateria) decidiu sair da cidade maravilhosa rumo a capital paulista, passando a fazer música e assim, formar a Moldar.

Naquele mesmo ano os garotos resolveram promover esse projeto e gravá-lo em um EP e foi então que a guitarrista Ellen Lousada se uniu a banda, vindo direto do norte do país, de Rondônia, assumindo 10659199_464672910341652_5184726314747375394_ncomo guitarra solo do grupo e junto com ela, o tecladista Vitor Garcia se juntou a Moldar, e concretizando a formação atual.

Mesmo com pouco tempo de carreira, a banda já conquistou alguns feitos importantes, entre eles estar entre as dez bandas do Festival Projeto Bandas Novas, que aconteceu em 2014, além de outros acontecimentos que eles estão escrevendo, para manter a história do grupo junto ao da música alternativa nacional.

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Uma banda que escreve o que sente, que marcaram suas vidas, entre alegrias, tristezas, decepções, saudades, etc, não sendo clichê e comercial de apenas tocar o que vende e o que o mercado fonográfico quer mostrar, mas sim o que está na alma de cada um dos integrantes, ou como eles mesmo se descrevem: “Moldar é o ponto de partida. É apenas o início de uma história em construção. Uma história que o tempo, a vida e nossas experiências vão moldar, ainda mais”.

Para conhecer mais sobre a Moldar, acesse:

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Por: Patrícia Visconti