[Caixa de Som] Bloodbuzz canta com harmonia a rotina da metrópole

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Hoje em dia todos querem ingressar no ramo musical, mas poucos são originais e autorais, sendo regrado pela industria fonográfica para exitar com rapidez, sem se importar em trilhar um caminho, esquecendo suas origens e essência.

Foto por: Bruna Bordim

Foto por: Bruna Bordim

O rock e a pop music são as que mais sofrem essa denigração sonora sendo exacerbados por ritmos sem sentidos e letras plagiadas de artistas internacionais, além de copiar até mesmo o estilo de outras artistas. Então, quando você ouve uma banda focada em seu gênero e distinta do que toca nas rádios convencionais, é quase uma raridade.

Como a banda paulistana de rock progressista Bloodbuzz, que se formou em 2010, composta pelos músicos Júlia Abrão (vocal), Carlos E. Freitas (guitarra e vocal), André Mainardi (baixo e vocal) e Aécio de Souza (bateria). Quatro amigos que se uniram para compartilhar seus sentimentos em forma de canção, trazendo a Júlia com sua voz doce e sutil nos vocais e os meninos harmonizando a BBZZ em uma sintonia ímpar e afiada.

10502225_805159959514705_4852797301311591815_nSuas canções refletem a sociedade em geral, falando sobre relacionamentos, trabalho, civilização, humanização e uma vivência árdua num mundo frio e calculista, onde até o amor é comprado e quando percebemos o que passou, já é tarde demais. Uma banda que transcreve o caos rotineira de uma grande cidade e as pertubações de seus habitantes.

Em março de 2014, a BBZZ lançou seu primeiro EP, homônimo a banda, o demo contém quatro faixas, que podem ser baixadas gratuitamente através do site oficial do grupo, além de conferir as letras do mesmo.

Para conhecer um pouco mais sobre a Bloodbuzz acesse Site | Facebook da banda e confira um pouco do som deles.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Yumi Kurosawa traz a paz cultural do oriente para o ocidente

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Sei que hoje nossa Caixa de Som chegou um pouco atrasada, mas porque buscando uma atração do outro lado do mundo, lá da terra do Sol poente, e que possuí um instrumento bem peculiar e tradicional daquele país, o Koto Player, qual Yumi Kurosawa domina muito bem.

11951213_414180755373938_3346042123176153031_nYumi é nascida e crida no Japão, começou a tocar o instrumento quando era bem pequena, aos três anos de idade, com os ensinou a tocar foi seus pais, Kazuo e Chikako, depois disso ela só se aprofundou e agregou o Koto à sua vida, que anos mais tarde ela começou a compôr e a improvisar s canções.

A artista ganhou diversos prêmios, nacionais e internacionais, desde o primeiro a “Competição Nacional Japonesa de Koto”, em 1989 e 1992 e anos mais tarde, em 1998 conseguiu uma bolsa de estuda da Agência de Assuntos Culturais do Japão e neste mesmo ano, Yumi fez sua primeira apresentação com Praga Cello Ensemble no Suntory Hall em Tóquio, sendo destaque no NHK produzido GENJI MONOGATARI Wakana como solista principal, tocando Koto entre um tudo corda conjunto ocidental.1653828_284432908348724_897708699_n

Em 2002, chegou ao ocidente, entrando em Nova Iorque e propagando a cultura tradicional, clássica e contemporânea japonesa, sempre abordando algo novo e inovador em suas composições, autorais e originais, mixando com elementos de jazz moderno e eletrônico.

Já lançou dois álbuns, o primeiro “Beginning of a Journey”, de 2009 com uma melodia original, mixada com outros gêneros mundiais, além de incluir violiono, cello, trombone e sons eletrônicos, abrangendo culturas tradicionais e contemporâneas no mundo. E em abril de 2015, Yumi lançou seu segundo compacto intitulado “Haru”, com participações dos gêmeos franceses Laurent and Larry Bourgeois, os Les Twins e Yumi aperfeiçoando ainda mais seu estilo único em compartilhar uma cultura milenar ao mundo ocidental.

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Todos os álbuns de Yumi podem ser encontrados em plataformas digitas na íntegra, além de vídeos no Youtube, em que a artista divulga um pouco de suas produções, mas também de sua essência nacional japonesa.

Confira abaixo um pouco desta essência nipônica, que já conquistou o norte da América, e pode trazer a paz do oriente à terras latinas.

Para conhecer mais sobre Yumi Kurosawa acesse:
Site oficial | Facebook | Youtube | Instagram | Twitter

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Carol Andrade mostra que sorrir é fazer um mundo melhor para se viver

Foto por: Marcos Costa

Foto por: Marcos Costa

Há mais ou menos um mês atrás apresentávamos aos nossos tripulantes d’O Barquinho Cultural – veja aqui – som da cantora e compositora paulistana, Carol Andrade, com sua voz doce e sútil, trazendo os sons brasileiros todos juntos e misturados.

Foto por: Anaryá Mantovanelli

Foto por: Anaryá Mantovanelli

Atualmente Carol está em processo de produção no estúdio Arsis, em São Paulo produzindo seu novo disco, intitulado “Sorria” ele terá dez faixas inéditas de filosofia humanista, mas não diferente do que devem estar pensando, não é mostrar o homem como peça chave do ecossistema, mas sim relacionar positivamente esse elo de Homem e Natureza, um completando a vivência habitual do outro.

Esse álbum assim como os outros projetos da cantora terá um mix de estilo para concretizar seu som único e original, será uma mescla de samba,jazz, maracatu, baião, bossa nova, valsa, entre outros gêneros que formam a cultura brasileira e a essência de Carol Andrade.

197182_465605940158990_1408733591_nPara somar o time da produção, uma equipe de peso está realizando esse processo, entre eles estão, o produtor musical Alex Maia, na base musical, no contrabaixo, Johnny Frateschi e Vlad Rocha na bateria, além de Adonias Junior, fazendo a engenharia do som e nos cliques do backstage de da confecção do encarte do compacto, a fotógrafa Anaryá Montovanelli.

Ainda não há data de lançamento deste projeto, mas assim que sabermos informaremos nossa tripulação. Enquanto isso, deleite-se ouvindo o primeiro single homônimo ao álbum, “Sorria”.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Serge Erege traz os ritmos diurnos em seu novo projeto

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O músico piauense Serge Erege lança seu novo single, marcando um novo passo de sua carreira, mais amadurecido e tranquilo. A canção “Rhythm of the Day” mostra o lado diurno do artista, sua caminhada e também evolução na música, priorizando a socialização da rotina diurna, fugindo um pouco da loucura da noite.

Foto: Murillo José

Foto: Murillo José

A faixa foi produzida e composta pelo próprio Serge, gravada em apenas três dias ela frisa as sonoridades synth-pop e darkwave, estilos que marcam seu novo projeto. Ou como ele mesmo diz; “um passeio em um bosque enevoado em que uma pessoa conduz a outra a um destino desconhecido, mas irresistível”.

A canção foi criada em 2011, aonde até então ela estava na reserva, recentemente que Erege voltou a trabalhar em cima dela criando uma nova letra e uma boa base, então a partir daí o “loop” da música foi puxando o restante, agregando bateria, arpejo, outros instrumentos e por fim, a percussão. O músico quis resgatar algo especial e melancólico, mas com a vivacidade não apenas de si próprio, mas de cada individuo. Suas principais influencias vão de Depeche Mode a Chromatics, de Pink Industry a Chris Isaak e Soft Cell.

Live@SP na rua por Érica Alves

Live@SP na rua por Érica Alves

Para promover esse novo projeto, Serge Erege realizará duas apresentações até o fim dese mês, uma em São Paulo e outra em Recife, respectivamente nos dias 25 e 31 de outubro, onde ele trará uma novo formato ao seu show, com teclado e novas canções, com bases de loops sobrepondo e montando um sampler sequenciado. Além do mais, o artista se prepara para lançar o videoclipe de “Rhythm of The Day”, e também outros singles do projeto.

Confira abaixo o novo single de Serge Erege:

SERVIÇO

Serge Erege
Mirante 9 de Julho
Data: 25 de outubro
Horário: 17h
Local: Mirante 9 de Julho
Endereço: Rua Carlos Comenale, s/n – São Paulo
Gratuito

Coquetel Molotov
Data: 31 de outubro
Horário: 21h10
Local: Coudelaria Souza Leão – Rua Dias D’Ávila – Várzea – Recife/PE
Ingressos: AQUI

Mais informações: www.skol.com.br

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] James Bantu transmiti suas percepções sociais com muita rima e poesia

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Foto por: Tiago Santos

Paulistano, rapper, poeta, instrumentista, dançarino e compositor, James Bantu é o que podemos chamar de um artista completo.

10537162_545144058945324_3302722565606122399_nCom sua voz doce e sutil, faz árduas críticas sociais, dando voz àqueles que nunca são ouvidos pela sociedade atual, mostrando que nem só de pobreza e sofrimento vive a periferia das grandes cidades, onde a festa e as brincadeiras fazem parte da arte e da história dessa gente, afinal, não é só nos grupos elitistas que há cultura.

JBSuas letras autorais influenciado pelos rappers estadunidenses, mas mixando com o estilo e jeitinho brasileiro de impôr cultura negra em seu estilo, sempre com muita rima, afinação e harmonia, em estilos que vão além do RAP, mas também passando pelo soul, funk e pop em suas canções.

Estudou canto e dança na Escola Técnica de Artes de São Paulo, onde lá absorveu todo conhecimento para ser um multiartista e levar sua arte e sua música além das fronteiras que ele vivência, mas para lugares que ninguém o conhecia.

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Um artista nato, de um carisma ímpar que transpira poesia e conquista seu público com suas canções, arte e percepções filosóficas, histórias negras cotidianas, discursos refinados de identidade e outras sutilezas.

Conheça, ouça e veja um pouco do trabalho de James Bantu:

Para saber mais sobre esse grande propagador da cena do rap do nacional atual acesse:

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Por: Patrícia Visconti