[Caixa de Som] Priscilla Alcântara canta na alma dos puros de coração

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Vocês devem conhecer a Priscilla Alcântara apresentadora, quando ela ainda criança apresentava o Bom Dia e Cia ao lado do Yudi Tamashiro. Todavia, aquela garotinha cresceu, mas sua paixão pela arte e pela música não.

Cantora desde que se entende por gente, Priscilla conciliava sua carreira como apresentadora, estudante e apresentações musicais.

10710501_794696467262619_8798531314744793992_oHoje, com 18 anos e recém formada do colégio, a artista lançou dois singles neste ano, “Onde Ele Vai Eu Vou Atrás” e o grande sucesso “Espírito Santo”. E o próximo álbum ela pretende lançar em breve.

Seu primeiro álbum saiu quando a garota tinha apenas 10 anos, ao lado de Yudi Tamashiro, o CD “Os Pequenos Rebeldes”, com regravações de músicas do grupo RBD, sendo parceria do SBT e da EMI. Dois anos (2008) depois, ela gravou seu primeiro CD solo, “Inicio”.

Desde então, ela se engajou e mergulhou de cabeça do mundo da música e lançou seu segundo disco em 2010. Intitulado “Meu sonho de criança”, pela Line Records e atualmente Priscilla está em turnê com o seu terceiro compacto, “Pra Não Me Perder”, lançado pela Atrio Records com a produção de Wesley Ros.10687102_814640748601524_6264381243844711052_n

Priscilla participou da trilha oficial do remake da novela Carrossel em 2013, cantando junto com seu ex-parceiro de programa, a música de abertura e também regravou a musica “Ciranda da Bailarina”.

Uma cantora com anseios e propósitos sólidos de que não está neste mundo apenas a passeio, mas sim para compartilhar seu som puro, jovem e renascente, perante a um mundo de cópias e plágios, a originalidade na produção vale mais do que qualquer modinha tocada nas rádios.

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Confira um pouco desta jovem cantora, que suaviza com suas canções e encanta com sua voz forte e potente:

Para conhecer mais sobre o trabalho musical desta jovem cantora, acesse site oficial, ou então suas redes sociais, onde ela mesma compartilha um pouco da sua rotina e também de sua agenda.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Natália Matos: A nova faceta da música paraense

Foto por: José de Holanda

Foto por: José de Holanda

Ela nasceu em Belém, e foi lá que descobriu que queria trabalhar e viver de música para sua vida toda. Natália Matos, é cantora e compositora, e veio de uma família musical, além de ser uma admiradora da música brasileira.

Foto por: Aluisio Almeida

Foto por: Aluisio Almeida

Estudou piano na Escola de Música da UFPA e mais tarde canto popular na ULM, em São Paulo, onde também se graduou em Arquitetura e Urbanismo, no Mackenzie.

Com uma voz doce e sutil, a artista canta o amor, o cotidiano, relacionamentos e a felicidade. Com muitas influências paraenses, Natália já mostrou que não está neste mundo para brincar.

A cantora já participou em diversos festivais e ao lado de grandes nomes da música brasileira. Entre eles o Festival Recbeat ao lado de Mestre Vieira; no projeto Música na estrada pelo interior do Pará; no espetáculo Terruá Pará 2013; a gravação do programa Cantoras do Brasil, do Canal Brasil, e a realização do seu primeiro CD através do Natura Musical, com produção de Guilherme Kastrup e participações de Zeca Baleiro, Felipe Cordeiro, Kiko Dinucci e outros.

Foto por: José de Holanda

Foto por: José de Holanda

No início de 2014 a cantora lançou seu primeiro álbum, gravado na capital paulista, o disco trás uma sonoridade nova, traçando caminhos diferentes das atuais produções da cena musical paraense, Natália aposta no reforço de uma brasilidade através da combinação de origens distintas.

O repertório Natália apresenta canções próprias, de uma leva de compositores do Pará – como Felipe Cordeiro, Dona Onete, Ronaldo Silva, Iva Rothe, Almirzinho Gabriel – e ainda dos paulistanos Kiko Dinucci e Rômulo Fróes.

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Uma revelação à música brasileira, e uma nova roupagem a música paraense, afinal lá não existe só Calypso e o tecnobrega, há cultura e diversidade também.

Para conhecer mais sobre o trabalho desta revelação da música brasileira, acesse o site oficial dela ou então, a siga em suas redes sociais.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Marcio Lugó canta os reflexos mudanos

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Foto por: Equipe da Tag TV

 

Cantando um mix de gêneros e estilos da música brasileira, com uma urbanidade inconfundível em seu som, Marcio Lugó traz uma liberdade extrema na hora de mostrar seu trabalho ao público. Com canções que contagiam logo na primeira vez que escutado.

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Foto por: Erika Neves

Suas letras remetem ao cotidiano de qualquer cidade, traz relacionamentos, rotinas, amores e desamores, algo que pode ter acontecido com qualquer pessoa, músicas de si para todos.

Em se primeiro álbum, “Desacelera” foi baseado como base em reflexo à sociedade, no ponto de seguirmos tantos padrões, e sermos iludidos por uma “liberdade” cheia de regras e limites, e a sociedade inocente acredita ser realmente livre.

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Foto por: Bijou Monteiro

Um artista que canta o cotidiano, sem receio em descobrir sua essência e seus pensamentos, em inovar e mudar quando for preciso, sair fora da caixa, ver que há um mundo diferente e mais humano ao que vivemos. Acreditar que a felicidade é muito mais extensa do que a estipulada pela mídia convencional e oportunista, que apenas visa em ludibriar a alegria alheia, para que consumimos o que é oportuno à eles.

E foi justamente essa mudança que Lugó apresentou em seu segundo álbum intitulado “Liberdade Aparente”, onde ele mostrou um suporte maior para conseguir buscar novas reflexões, abrangendo um público maior e mais focado nesta vivência.

Um trabalho renovado, único, social e contemporâneo, repleto de vida e emocionante para uma população que está prestes a mudar.

Assista abaixo o vídeo gravado no Teatro Décio de Almeida Prado, no lançamento do segundo álbum de Lugó, e tire suas próprias conclusões sobre essa revelação da música popular brasileira.

Para conhecer mais sobre Márcio Lugó, acesse o site oficial do músico e baixe o novo disco “Liberdade Aparente”, além de conferir vídeos, fotos e agenda de compromissos do cantor, o siga nas redes sociais.

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Foto por: Luciano Andolini

 

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Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Música de qualidade e gratuita marcam presença em mais uma edição do projeto “Som na Faixa”

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A Vila Madalena é muito conhecida pela diversidade cultural e artística em São Paulo, e isso o projeto “Som na Faixa” remete imensamente essa autenticidade em ampliar e promover essa cultura, principalmente mostrando novos sons e novas bandas, que só querem um lugar para tocar e apresentar sua essência.

No próximo dia 7 de dezembro, acontece mais uma edição deste evento que promete propagar e compartilhar novas facetas da cena independente no país, com um show gratuito e com muita energia da banda Batuntã, que promete mostrar seu ritmo instrumental, com pitadas de canção, o brilho dos metais e a força dos tambores, no Centro Cultural Rio Verde.

Porém o festival não acaba por aí não, pois antes da banda entrar o DJ Tahira traz sua discotecagem eclética, misturando diversos gêneros de várias épocas e sonoridades distintas. Um evento completo, diferente e o melhor gratuito!

Serviço som-na-faixa“Som na Faixa” recebe Batuntã e DJ Tahira

Dia: 7 de dezembro Horários: 17h – DJ Tahira 19h – Batuntã Local: Centro Cultural Rio Verde Endereço: Rua Belmiro Braga, nº 119 – Vila Madalena/ SP.

Informações: Tel.: (11) 3459-5321 E-mail: kiki@centroculturalrioverde.com.br

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Mais música, mais amor!

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Sei que o “dia de música” em nossa embarcação já foi, mas como todo dia é Dia de Música, ainda mais hoje, 22 de novembro – “Dia do Músico”, nada melhor do que falar de música.

Eles cantam e encantam a cada apresentação, estão trabalhando enquanto as outras pessoas se divertem, rodam por diversos bares, até mesmo na rua, para compartilhar e propagar a sua paixão, a sua profissão. Os músicos de verdade, não importam com o tamanho da plateia, nem com quantos bilhões irá vender seu disco, mas sim com a qualidade de seu público, sempre transmitindo uma boa energia da geral seja recíproco.

Escrevem o que veem, o que sentem, o que curtem, para que os outros interpretem da sua maneira, não se importam com luxo ou glamour, os bons músicos se contentam com um banquinho, um violão e uma cerveja gelada no copo, para que a festa seja unida e compartida.

Uma festa que apenas aqueles que fazem o que gostam, sabem o que é sentir a vibração de alguém que nem mesmo sabem que são, mas que estão ligados na mesma emoção.

Então, para todos aqueles que cantam, compõem, tocam algum instrumento musical, escrevem canções, regem ou se predispõem em dividir sua música com outras pessoas, meus parabéns. Vocês são a alma e a luz que a humanidade precisa para viver, pois a música é o ar e água, para que a sociedade mantenha a emoção viva e presente em mundo de caos em qual vivemos.

Por: Patrícia Visconti