[Cyber Cult] BatBand – Ouvidos livres ao ouvir música

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Já imaginou um fone em que não vai ao ouvido? Parece estranho, mas existe um projeto assim.

A KickStarter quer tirar do papel um dispositivo que permite ouvir música individualmente e ao mesmo tempo poder escutar o som externo.

Esse projeto é o BatBand, fones de ouvidos que fica na cabeça e transmite o som através dos ossos da cabeça, deixando as orelhas livres.

O fone há três transdutores que ficam nas laterais e no meio da cabeça, responsáveis por manter a fidelidade da experiência de som, contando ainda com um microfone embutido, porta e cabo USB, além de uma bateria que pode fornecer energia por até 6h de conversação.

Sendo possível emparelhar a BatBand a um computador ou smartphone via Bluetooth. O dispositivo pode ser usado durante jogos, chamadas e reprodução de faixas de áudio.

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Os responsáveis pela ideia é o estúdio Banana Things, que segundo eles, as ondas sonoras são transmitidas em uma frequência que atravessa os ossos do crânio, passam pela cabeça e são transmitida ao ouvido externo, deixando a orelha livre para ouvir os sons de fora e também não prejudicar a audição com os fones de ouvido.

Quem curtiu essa ideia, já pode encomendar seu BatBand, por apenas US$ 149, pelo site da empresa KickStarter Invetions e o prazo de entrega é para o ano que vem (2016), no mês de abril.

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Mais informações:

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Veja abaixo um vídeo apresentando o BatBand:

 

Por Priscila Visconti

[Caixa de Som] Carol Andrade: Uma nova faceta da MPB

Foto por: Luis Avelima

Foto por: Luis Avelima

Carol Andrade é paulistana, cantora, compositora e professora de música, seu anseio em ser musicista começou na infância, aos 11 anos, por influência da mãe, que também cantava e tocava, ganhou seu primeiro violão, posteriormente, foi ter aulas com o compositor Zé Modesto, e que foi através dele que seu desejo em ser artista só aumentou. Estudou Canto Popular, na Universidade Livre de Música Tom Jobim e técnicas vocais com Magali Mussi.

Foto por: Michel Brébant

Foto por: Michel Brébant

Depois de se especializar tanto a técnica e na teoria, ela partiu para a prática, foi crooner da banda Jazz Q., aonde se apresentou nas casas mais tradicionais de jazz de São Paulo, além de ser finalista do “Festvalda”, em 1998. Se apresentou com o violinista Alex Maia, desenvolvendo o projeto MPB de voz e violão, e tocou por anos pela noite da capital paulista, que sucessivamente foi a partir desta época que Carol estrou seu primeiro show em homenagem a Tom Jobim. Participou de diversos festivais apresentando seu trabalho autoral, além de conquistar vários prêmios.

Seu primeiro álbum, “Vida Adentro” só chegou em 2005, totalmente autoral, com arranjos de voz e violão projetados e executados pelo músico Alex Maia.

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Após a divulgação e deste álbum em diversas performances da artista, ela estreou em 2010 o espetáculo “Outras Mulheres”, em homenagem a todas as mulheres compositoras nos tempos de hoje. E essa apresentação foi tão celebre que em 2012 o projeto virou um disco, contemplado pelo ProAC do Governo do Estado de São Paulo para a gravação e lançamento do mesmo. Além do mais, esse mesmo álbum foi apresentado em três cidades europeias, sendo elas, Londres, Amsterdã e Bruxelas, e foi bastante aplaudido na Europa.

Atualmente, ao lado de Alex Maia estreou seu show “A Linha e o linho”, com canções de Gilberto Gil, em comemoração dos 18 anos da parceria com o músico.

Foto por: Mauricio de Paiva

Foto por: Mauricio de Paiva

Conheça um pouco do som de Carol Andrade:

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Charme Chulo apresenta o seu ‘Caipira n’ Roll’

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Você já viu o Rock fazer Feat com diversos estilos musicais e instrumentos, do pop a rap, até passando pelo reggae. Mas, algo inusitado e peculiar é somar o punk com a viola caipira. E foi justamente isso que a banda curitibana, Charme Chulo fez, usou todas suas influências para apresentar uma proposta nova e nada sistemático, dando um ar “caipirês n’ roll” ao gênero da banda.

546659_354311124646706_1308476987_nFormanda pelo músicos Igor Filus (voz), Leandro Delmonico (guitarra e viola caipira), Hudson Antunes (baixo) e Douglas Vicente (bateria), mostra um som que transita do rock, caipira e indie, com letras que remetem ao cotidiano de cada integrante, fazendo críticas sociais, mas com pitadas de humor sobre os fatos do cotidiano de qualquer caipira da cidade grande.

As inspirações da Charme Chulo ultrapassa as barreiras da música, já que eles se entregam em suas performances cênicas em cima do palco, e até mesmo cantando, percebendo esse resgate em cada canção executada.

11136646_809552409122573_584651492104312596_nA banda já possuí três álbuns lançados – Charme Chulo (2007), Nova Onda Caipira (2009) e Crucificados Pelo Sistema Bruto (2014) – todos inéditos e autorais. Além do EP “Você Sabe Muito Bem Onde Eu Estou”, lançado em 2004, sendo primeiro trabalho autoral da CC.

Com mais de uma década na estrada participando de eventos e festivais com grandes nomes da cena roqueira nacional e internacional, dando a confirmação e êxito ao lugar de destaque da Charme Chulo ao rock brasileiro moderno. Um grupo que foge do comum, mas não deixa sua essência enraizada se levar pelas ondas convencionais.

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Assista o o videoclipe “Palhaço de Rodeio”, retirado do último álbum “Crucificados Pelo Sistema Bruto”:

Para conhecer mais sobre a Charme Chulo acesse:
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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Nonô Lellis traz de volta a essência e sutileza ao pop nacional

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Com sua carinha de anjo e sua voz imponente, Nonô Lellis já era um êxito na internet, mas após sua participação no programa The Voice Brasil em 2014, a cantora viu sua carreira alavancar, com direito a canal oficial na Vevo e videoclipe inédito bombando na web, esse single estará incluso no primeiro álbum da artista, que terá seu próprio nome no título.10403397_975924839106569_1076504200052832549_n

A carioca de 17 anos, Nonô canta com a percepção de uma cantora experiente e com anos de estrada, e mesmo com a carinha fofo e angelical, sua força ao cantar ecoa pelos ouvidos dos amantes da boa música, contagiando, fazendo refletir deixando-se levar ao som de sua voz e letra, falando de amor, relacionamento e cotidiano, em que todos aqueles que amam ou amarão podem passar ou sentir dentro de si.11204972_973705935995126_8456272736253812214_n

Além de cantora, Nonô também compõe e produz suas canções, tornando-a uma artista completa e ímpar no hall da música, da arte e do carisma, pois rostinho bonito não é para sempre, mas cativar sua essência é relevante para uma carreira de êxito e duradoura.

Assista abaixo o videoclipe de “Nossa História”, do primeiro álbum de Nonô:



Para conhecer mais sobre o trabalho da jovem cantora, acesse seu site oficial ou então, acompanhe-a em suas redes sociais.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] “Massa Rara” instrumentaliza a harmonia da canção

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Eles não tem letra, mas em compensação possuem uma afinação ímpar para hora de instrumentalizar suas canções. Formada em 2009, a banda de Psicodelia Instrumental – como os integrantes mesmo se “rotulam” – “Massa Rara”, apresenta que quando o grupo está sincronizado e a letra fica secundária na canção.

Formada pelos músicos, Saulo Duarte, João Leão, Beto Gibbs e Klaus Sena trazem uma experiência nova ao groove, rock e psicodélico, com uma essência única e peculiar ao seu som, até sendo trilha sonora do documentário “Surfar é coisa de Rico”, um longa que mostra a trajetória do surfista e empresário Rico de Souza.11913986_1671751026394395_1912313066563121157_n

Mas, não vamos entrar em mais detalhes, afinal esse o Caixa de Som, e não o Cabine da Pipoca, então nosso foco é a música. E isso, essa banda tem muito a mostrar!

A “Massa Rara” é a típica música para ouvir curtindo a brisa da maré e refletir sobre o mundo caótico em que vivemos atualmente, vivendo na paz e se libertar de qualquer pensamento negativo que agrega em nossa mente.

Um grupo raro que a massa deveria ouvir e curtir, pois mesmo sendo apenas instrumental, o sonido compensa e cativa pela harmonia.

Confira abaixo o single “O céu é azul, meu cabelo é amarelo”:

Para conhecer mais sobre a “Massa Rara” acesse:
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Por: Patrícia Visconti