[Cabine da Pipoca] Os Minions estão de volta

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As bananinhas mais adoradas de todo o mundo estão de volta, os Minions vem com mais aventura, embarcando em uma emocionante, nos levando a conhecer o novo mestre dos Minions. Mas nesse filme Kevin, Stuart e o pequeno Bob, vão fazer diversas parcerias mal sucedidas que vão desde T. Rex a Napoleão.

Mas depois de uma profunda depressão entre os fofinhos, o Minion Kevin tem um plano, junto com os outros dois (Bob e Stuart), de sair pelo mundo e buscar o novo chefe malvado para ele e seus irmãos.

Então o trio embarca em uma jornada, que vai levá-los a conhecer a vilã Scarlet Overkill, que é uma das primeiras supervilã de todo o mundo, o trio viaja da Antártica para Nova York, em 1960 e terminam em Londres, onde irão enfrentar o grande desafio de suas vidas, que é salvar todos os Minions da aniquilação.

Minions é uma animação que deve ínicio em outro filme Meu Malvado Favorito, no ano de 2010, que foi produzido pela Illumination Entertaiment e distribuído pela Universal Pictures e foi escrito por Brian Lynch, dirigido por Pierre Coffin e Kyle Balda, e produzido por Chris Meledandri e Janet Healy.

A animação das bananinhas mais amadas de todo o mundo já pode ser conferida nos cinemas em todo o mundo, principalmente aqui no Brasil, que foi estreado algumas semanas atrás, na sexta-feira dia 25/junho de 2015.

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Confira abaixo o elenco da animação na versão em inglês e também em português

Minions: Pierre Coffin

Chris Renaud: Guilherme Briggs

Herb Overkill: Jon Hamm – Vladimir Brichta

Scarlet Overkill: Sandra Bullock – Adriana Esteves

T-Rex: Jorge Vasconcelos

Drácula: José Santa Cruz

Gru: Steve Carell – Leandro Hassum

Dr. Nefario: Luiz Carlos Persy

Antonio: Arthur Aguiar

Genghis Khan: Pedro Bismarck

Napoleão Bonaparte: Renato Aragão

Walter Nelson: Michael Keaton – Jorge Lucas

Professor Flux: Steve Coogan – Claudio Galvan

Rainha Elizabeth Segunda: Jennifer Saunders – Mabel Cezar

Madge Nelson: Allison Janney – Angélica Borges

Guarda do Relógio: Ronaldo Júlio

Narrador: Geoffrey Rush – Élcio Romar

Sinopse

Minions são seres multicelulares amarelos que existiram desde o início dos tempos, evoluindo de amarelos organismos unicelulares em seres que têm apenas um propósito: Servir os vilões mais ambiciosos da história. Porém, depois que sua inépcia destrói todos os seus mestres, incluindo um T. Rex, Genghis Khan, Napoleão e o Drácula, eles decidem isolar-se do mundo e começar uma nova vida na Antártida.

Em algum momento na década de 1960, a falta de um mestre dirige-los em depressão, então Kevin e outros dois Minions (Stuart e Bob) partiram para encontrar um novo mestre. Eles chegam na convenção de vilões, onde eles competem pelo direito de ser capangas para Scarlet Overkill, uma vilã elegante e ambiciosa determinada a dominar o mundo e se tornar a primeira super-vilã mulher.

Assista o trailer do filme abaixo

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Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Mario de Andrade – O poeta paulistano que marcou A Semana de Arte de 22

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O problema com o Explore ainda continua, por isso estou aceitando ajuda com meu PC, para não atrasar os posts aqui no Cantinho Literário, pois tenho muitas  pautas para caçar e muitos novos escritores para descobrir, que estão espalhados por esse mundão chamado INTERNET e por esses motivos, vamos no clássico da literatura e falar um pouco sobre o poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista e ensaísta, Mário de Andrade.

Mário Raul de Moraes Andrade, era paulistano e foi um dos pioneiros da poesia moderna ao lado de Oswald de Andrade, Tarsíla do Amaral entre outros, sendo uma das figuras principais do movimento de vanguarda de São Paulo, A Semana Arte Moderna de 22, se tornando o polímata nacional do Brasil.

Andrade fazia ensaios fotográficos, no qual ele cobria para ampla variedade de assuntos, desde literatura, história e até no cenário musical, que eram divulgados  nos pequenos e grandes veículos da imprensa da época.

Ele já trabalhou como professor de música e colunista de jornal, publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928, mas continuou a publicar obras sobre  música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro.

Sempre polêmico em suas obras, como Amar (1927) e Macunaíma (1928), ele foi um dos primeiros escritores a gerar um escândalo na época, contando a história de  um adolecente e uma mulher madura, uma alemã contratada pelo pai do jovem. O segundo, desde sua primeira edição, é apresentado pelo  autor como uma rapsódia, e não como romance, é considerado um dos romances capitais da literatura brasileira.

Já Macunaíma vem do trabalho etnográfico do alemão Koch-Grünberg, conforme relata o próprio autor. Koch-Grünberg, no livro Von Roraima zum Orinoco, recolheu lendas e histórias dos índios taulipangues e arecunás, da Venezuela e Amazônia brasileira.

A partir desses materiais, Andrade criou o que ele chamou rapsódia, um termo ligado a tradição oral da literatura. O livro editado por Tele Ancona Lopes possui  extenso material sobre o intertexto deste livro.

Mas no final de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade e no país.

Mário de Andrade deixou um legado de poesia, música e muita cultura, não só para a cidade de São Paulo, mas para todo o Brasil, pois a Biblioteca Municipal  de São Paulo, foi trocado de nome na década de 60, se tornando Biblioteca Mário de Andrade de São Paulo.

Além de vários poemas, no qual ele sempre marcava seu
amor pela cidade na qual ele nasceu e morreu. O escritor faleceu em sua casa em São Paulo, no dia 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos, devido a um enfarto no coração.

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Por Priscila Visconti
(só espero que até semana que vem,
eu esteja com um navegador descente.
)

[Cabine da Pipoca] Roteiro da quarta saga do filme As Crônicas de Nárnia está pronto

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Essa vai para quem curte a trilogia da saga As Crônicas de Nárnia, pois tudo indica que o próximo filme deve ser começado a rodar em breve, já que o roteiro final de As Crônicas de Nárnia – A Cadeira de Prata, inspirado no quarto livro da série, está pronto.

Essa afirmação veio do próprio roteirista, David Magee, que também escreveu As Aventuras de Pi e Em Busca da Terra do Nunca, pois ele passou mais de um ano trabalhando no projeto, pois essa produção começou em 2013, quando a C.S. Lewis Company fechou um acordo com a produtora The Mark Gordon Company para desenvolver a adaptação.

Vale lembrar que nessa trama de As Crônicas de Nárnia – A Cadeira de Prata, não conta com os três irmãos Pevensie e foca na volta de Eustáquio, vivido por Will Poulter no terceiro filme de Nárnia, ao lado de sua amiga Jill Pole.

Mas ainda não tem data do inicio das gravações do longa, pois ele terá que passar por revisões e ser aprovado, pois ainda vai ter todo o processo de escalação de elenco e diretor, afinal ainda não se sabe se algum dos três atores dos três primeiros filmes da saga, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (2005),  Príncipe Caspian (2008) e A Viagem do Peregrino da Alvorada (2010), vão retornar.

Mas vamos aguardar mais informações ansiosos pelo filme da saga, pois quem esperou por quase cinco anos, pode esperar por mais algum tempo para sair oficialmente o filme da quarta saga de Nárnia, As Crônicas de Nárnia – A Cadeira de Prata.

Por Priscila Visconti

[Total Flex] Festas Junina – A tradicional festa caipira do Brasil

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Salve pessoal, essa semana iríamos falar sobre a Virada Cultural, mas como tem diversos sites e publicações falando do evento e nosso boletim não visa pautar o mesmo que outros veículos estão pautando, veio um ‘inside’ aqui e pensamos em porque não falar um pouco de festa junina, uma festa tradicional, que acontece todo
o ano e atualmente é pouco dita na grande imprensa, pois se não tiver o ‘artistinha X ou Y’, a festa ‘mia’.

Por isso, falaremos um pouco das tradicionais festas junina, de como começou essa festa caipira que é dançado em toda a parte do Brasil, principalmente no nordeste, onde a tradição se mantem forte e com os principais ícones do evento, como a quadrilha, as roupas caipiras e claro a enorme fogueira.

A festa junina acontece no mês de junho, e é popularmente a celebração dos santos, Santo Antônio, São João e São Pedro, e a festa que comemoração aqui no Brasil, tem origem de Portugal, já que é um estado bastante cristão e com que segue fervorosamente as tradições da igreja católica.

Essa celebração é importante no Norte da Europa como Dinamarca, Estônia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia, mas também ocorrem em grande escala na Irlanda, na Galiza, em partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.

A música e os instrumentos usados (cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco etc.) estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos para o Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão e as roupas caipiras são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir caipira tanto no Brasil como em Portugal.

A decoração das festas junina caipira, são extramamente simples, tem enfeites de papel, bexigas e pólvora. Na cidade de Porto, em Portugal há uma abundância de cores e explosões no céu, o enchendo a noite toda, já as fitas, são típicas do Brasil, mas tem origem da Península Ibérica.

Agora é só pegar o vestido de xita, amarrar as duas trancinhas e partir para a quadrilha, para dançar, cantar e pular fogueira, pois nessa época do ano, uma fogueira é sempre bem vinda, além das comidas gostosas que só fica deliciosa nessa época do ano, como a pipoca, pé de moleque, o quentão para aquecer nas noites de arraial
e tantas outras.



Por Priscila Visconti