[Caixa de Som] O rock alternativo e progressivo ainda vive no século 21

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Eles são paulistanos da Vila Pompéia, já tiveram várias formações antes de concluir a atual formação, a banda de rock Choque DB, traz influências do rock progressivo dos anos 80 e 90, com um ritmo acelerado nos vocais e nas instrumentalização, guitarras e bateria conectadas na mesma sintonia fazem a harmonia ímpar do grupo.

1464611_554819037941214_1739832228_nFormado pelos músicos Gustavo Simão (vocal e guitarra), Silvio Lodi (baixo) e Otavio Elias (bateria), tem como proposta mostrar o autêntico Rock n’ Roll, de forma despretensiosa e sem rótulos, apenas sendo eles e sua música, sua essência e origem. Autênticos e autorais, eles cantam o que pensam, sobre diversos assuntos do cotidiano, relacionamento e reflexões irônicas sobre o mundo contemporâneo, algo que todos vêem, mas nem todo mundo quer evidenciar em seus debates.

555257_305559922867128_1155238145_nEm 2011 a Choque DB gravou seu primeiro compacto autoral, mas anteriormente eles já haviam participando de várias apresentações, em festivais e casas de shows em São Paulo, como Ego Club, Zink Bar, Fidalga, Marcenaria, Tribe House, Livraria da Esquina, Novo Aeon Rock Bar, Central do Brasil, Festival de Rock da Faculdade Fefisa, entre outras.

Suas principais influências como dito acima são bandas progressivas, entre elas estão Bad Religion, Danko Jones, The Hellacopters, Running Wild, Talisman, Thin Lizzy, etc.

Um grupo alternativo que foge dos padrões da grande mídia, pelo fato deles cantarem o que a massa sente e vive realmente, e algumas produtoras se incomodarem com palavras dita pelos garotos, e não se encaixarem no padrão regrado por elas, sendo genuíno e repleto de atitude.

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Assista o último videoclipe dos meninos “Zona de Impacto”:

Para conhecer mais sobre a Choque DB, acesse as redes sociais da banda abaixo:

Facebook | SoundCloud | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Planeta D, uma banda desperta, lança o primeiro CD

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O primeiro CD da banda Planeta D será lançado nesta sexta-feira, 29 de maio, no Teatro Lauro Gomes – rua Helena Jackey, 171, no Rudge Ramos, São Bernardo do Campo. O show começa às 20h e os ingressos custam 20 reais (inteira) e 10 reais para quem tem direito à meia-entrada.

Formada há três anos por Gustavo Vervloet (vocal e violão), Lucas Ferletto (guitarra e vocal) Rafael Fernandes (baixo) e Leo Prieto (bateria e vocais), a banda junta rock, pop e música brasileira, com letras que abordam temas existenciais, o cotidiano e relações afetivas, tudo sob uma “perspectiva positiva”, define o cantor Gustavo.

O capixaba de Vitória Gustavo Vervloet começou a tocar aos 15 anos e, aos 23, teve outra banda, a Nave S/A, em sua cidade natal, com a qual participou de festivais de rock. Em São Paulo desde 2011, Gustavo é o integrante da banda com mais bagagem no meio musical.

Sobre o nome da banda, diz Gustavo: “No Planeta D, o ‘D’ significa ‘desperto’, mas também pode ser de ‘drama’ ou ‘desejo’, situações vividas em nosso dia a dia. A ideia é a de acordar de uma ilusão na qual vivemos. Estarmos conscientes do que cada um carrega dentro de si. Esse autoconhecimento tem um poder de expansão da consciência, num mundo tão automático. É tentar viver melhor. Uma só realidade, um só planeta e uma mesma sintonia”.

O álbum foi produzido por Rodrigo Castanho, responsável por álbuns de bandas como CPM 22, Tihuana, O Surto e Planta & Raiz. Ganhador de dois Grammys Latinos, ambos na categoria de melhor disco de rock brasileiro, com as bandas CPM 22 (Cidade Cinza , de 2008) e NX Zero (Agora, de 2009).

Sobre influências, o Planeta D bebeu em diversas fontes: de Beatles até o também inglês Munford and Sons, passando por Mutantes, Pearl Jam, Tom Jobim, Lenine, Incubus, Gilberto Gil e Nando Reis. Gustavo também gosta de ressaltar suas referências literárias como Fernando Pessoa, Hermann Hesse, Eckhart Tolle e Vinicius de Moraes.

Veja abaixo a faixa “Se ao Menos”, que abre o CD e fala sobre como é importante para as pessoas, antes de qualquer coisa, conhecerem a si mesmas;

Além do show de lançamento, a banda tem agendada apresentação em 26 de julho, às 18h, no Parque Salvador Arena (Av. Caminho do Mar, 2.980 – Rudge Ramos, São Bernardo do Campo), com a Trupe Chá de Boldo.

Para saber mais sobre a Planeta D e ouvir o CD:

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Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[Caixa de Som] Bárbara Ohana: O pop nacional, com potencial!

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Com influência de ícones da música pop, como David Bowie, Madonna, Lykke Li, Radiohead, New Order, Fleetwood Mac e Lana Del Rey, Bárbara Ohana trabalha nesta vibe, caminhando pelo Dream Pop e Indie Glam.

Foto por: Ariela Bueno

Foto por: Ariela Bueno

Cantora, compositora, carioca, mas radicada em São Paulo, ela inciou sua trajetória na música cantando no Meninas Cantoras dos Canarinhos de Petrópolis, cantando em latim, francês e português. Na adolescência, foi estudar nos Estados Unidos, passou uma período por Nova Orleans, Louisiana, onde ela se firmou como cantora e compositora, pois foi a partir daí que ela inciou a compôr em inglês.

Foto por: Ariela Bueno

Foto por: Ariela Bueno

Já na fase adulta, ela regressou ao Brasil, mas especificamente na capital paulista, e peregrinou no Bar Riviera, Cidade Matarazzo, Serralheria, Bar Secreto, além de outros bares e teatros pelo mundo a fora, como Leblon Jazz Festival, Teatro Solar, Nublu (NY), Bossa Lounge (DC), Teatro Candido Mendes e outros.

Bárbara também fez backing vocal de Gilberto Gil, gravando no álbum banda larga Cordel e singles do cantor.
Mas, foi em 2014 que ela chamou atenção pelo seu pop soul, com o lançou o single “Golden Hours”. Com sua voz doce e sutil, mas com muita imponência e suas letras que remetem ao cotidiano, falando de amor, sonhos e realizações.

Assista o primeiro videoclipe de Bárbara, “Golden Hours”:

E na próxima sexta-feira, 29, a cantora se apresenta o lançamento do seu primeiro EP, lançado no começo deste ano, “Dreamers”, na Casa do Mancha, em São Paulo. Uma oportunidade para o público conferir ao vivo toda essência e sutileza que Bárbara expressa artisticamente em suas composições musicais.

Foto por: Lucas Mielnik

Foto por: Lucas Mielnik

Para conhecer mais sobre o trabalho da Bárbara Ohana, acesse:
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Ouça abaixo o single do EP “Dreamers”, “Ordinary Piece”:

SERVIÇO

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Lançamento do EP “Dreamers”
Local: Casa do Mancha
End: Rua Filipe de Alcaçova, s/n – Vila Madalena/ SP.
Data: 29 de maio – sexta-feira
Horário abertura da casa: 19h
Horário show: 21h
Ingresso: R$ 20,00
Capacidade: 100 pessoas
Obs: pagamento apenas em dinheiro e débito
Evento no Facebook: AQUI

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Projeto MOPRI: Poetizando a realidade e somando qualidade

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Já que nesta semana foi “comemorado” o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Área, no dia 13 de Maio de 1888, onde abolia a escravidão entre os negros, mas isso foi apenas na teoria, pois a situação dos mesmo, não mudou muita coisa, para não dizer que as chibatas dos capataz ordenados pelos senhores doía menos que as discriminações que eles iriam enfrentar perante a sociedade. Aonde a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias, e isso ocorre ainda hoje, mesmo após 127 anos da abolição ainda existe este preconceito.

E baseado nessa ideia, um trio de rappers do Projeto MOPRI estreou nesta semana o videoclipe “Sem Massagem”, onde eles cantam uma realidade distinta daquela periferia mostrada nas telenovelas, onde todo mundo entra sem bater e todos andam sorrindo e saltitando, mas sim uma verdade que nem mesmo os jornais mostram, onde mais de 70% dessas pessoas são negras e vivem as margens da sociedade, recebem muito menos do que os brancos e ainda, tem de ouvir piadinhas pejorativas e medíocres de seres irracionais que acham que estão fazendo piadas.

Um país onde a população é miscigenada como o Brasil, seria inadmissível algo deste parâmetro, porém a cor da pele, a raça, a religião e o quanto você possuí em sua conta bancária contam mais do que o seu caráter, que na maioria das vezes é ignorado e defasado dentre tantas outras “prioridades” diante a sociedade politicamente correta.

O Projeto MOPRI tem influências de vários gêneros musicais, como Rock, funk, Soul, Hardocore Heavy metal, Chilltrap, Trap Chillstep, Dubstep, apesar da base da banda ser o RAP. Com letras que apresentam uma realidade oculta pela grande mídia, mas muito presente na sociedade, principalmente aquela que corre, que luta e tá na labuta diária par conquistar seu espaço, sua dignidade e não deixar e engolem seu caráter.

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A banda é formada pelos músicos Eri Q.I., Lucas Beatmaker e Luciano Mello, que tinham uma química tão forte musicalmente que a interligação foi imediata, e assim se entregando de corpo e alma, os músicos foram somando suas influências musicais com a rotina cotidiano, surgindo um som autoral e verídico, o projeto MOPRI.

Conheça mais do Projeto MOPRI nas redes sociais do trio:
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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] 2 Coelhos: Um projeto que reúne música e espontaneidade na mesma harmonia

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Quando dois amigos bem humorados e apaixonados por música se juntam, só pode dar um encontro musical e espontâneo, com criações originais e peculiares, com letras que remetem a rotina diária de uma grande cidade, com seus amores e desamores. Surgindo desde então, o projeto 2 Coelhos.

10341877_642018935891178_8960291750168406498_nA 2 Coelhos é uma banda formada pelos músicos brasiliense, Jim Dom e Regnaldo Neto, e meses depois ingressaram a trupe, Danilo Lins e Renata Goulart, trazendo novas influências e autenticidade ao grupo, que faz uma mistura de gêneros e estilos, que vão do Folk a Bossa Nova, da MPB a música country. Com instrumentos afiados e consolidados na mesma sintonia, unindo o ritmo, poesia e melodia, tudo em uma única harmonia.

Canções que você que elevam a refletir sobre si, o mundo e seus amores, um ritmo diferenciado das músicas tocadas nas rádios hoje em dia, com letras que fazem sentido a qualquer pessoa que saiba interpretar e contemplar uma música qualidade. Falando de amor e de um cotidiano de uma grande cidade, como Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro, apenas traduzindo em poesia traspassamento mundano. Ou como a banda mesmo diz; “Quase uma jovem-guarda da cracolândia”.

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Conheça um pouco mais sobre o 2 Coelhos, no videoclipe de “Sete Dias”:



Para saber mais sobre o projeto acesse: Facebook | Youtube

Por: Patrícia Visconti