próximo domingo, 26, visa-se ‘domingo de Carnaval’, é também domingo de cinema, pois acontecerá a 89ª edição da cerimônia do Oscar, que será realizada no Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia, e transmitida como de práxis ao vivo pelo canal TNT, e o anfitrião neste ano será o apresentador, Jimmy Kimmel. Continuar lendo “[Cabine da Pipoca] Oscar 2017 acontece no próximo domingo”→
Neste mês de outubro o cinema falado completo 88 anos, após a primeira exibição do musical “O Cantor de Jazz”, no dia 6 de outubro de 1927, em Nova Iorque.
O filme de grande duração, com falas e cantos sincronizados ao disco de acetato, foi um marco no cinema mundial, substituindo os filmes mudos, sendo o grande ápice na sétima arte.
Um dos maiores atores na época foi Al Jolson, sendo pioneiro e um dos melhores atores a cantar e atuar nos longas, sucesso na Broadway.
Apesar de que, as falas sempre existiram dentro dos filmes, já que em várias projeções os atores e atrizes cantavam escondidos atrás da tela em forma de dublagem, assim como os pianistas ficavam frente as telas improvisando a sonoplastia das películas.
A trama de “O Cantor de Jazz” retrata um jovem que desafia as tradições de sua família judia tradicional, onde ele cantarolava numa casa de diversões estadunidense canções populares da década, mas seu pai o punia por isso, então ele foge de casa e anos depois se torna um grande cantor de jazz, todavia seu conflito familiar permanecia e sua herança cultural também.
Sinopse:
A história de O Cantor de Jazz começa com o jovem Jakie Rabinowitz desafiando as tradições de sua família judia tradicional, cantando numa casa de diversões norte-americana canções populares da época. Punido por seu pai, um Chazan ou cantor litúrgico da sinagoga, que queria ver seu filho seguir seus passos, Jakie foge de casa. Anos depois se torna um cantor de jazz de sucesso, mas sempre em conflito com as relações com sua família e herança cultural.
Assista abaixo um trecho do filme “O Cantor de Jazz”:
O cinema nacional é muito mais amplo do que os exibidos pela Globo Filmes, mas infelizmente nem sempre são propagados para a massa, que acaba tendo que digeri o que é transmitido na TV e não fica sabendo do que acontece fora dela.
Visando nisso, o Cine Comunidade, tem o objetivo de democratizar as produções audiovisual brasileira, formando um público para o cinema nacional e ocupando os espaços públicos e comunitários, criando um novo conceito de exibição.
O projeto foi criado em 2006 e idealizado pela Associação Cultural Simbora, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, e realiza ações sócio-culturais no Brasil e no exterior através de projetos ligados ao audiovisual e temas relacionados à sustentabilidade.
Os filmes escolhidos são todos brasileiros, de curta e longa metragem, com foco em filmes independentes e que são pouco conhecidos pela população.
O projeto conta o com apoio da Secretaria Estadual da Cultura do Estado de São Paulo, e a cada edição expande ainda mais a proposta, compartilhando a sétima arte do Brasil, para àqueles que só tem a TV aberta para se entreter, criando novos espectadores e divulgando novos produtores.