[Caixa de Som] Projeto MOPRI: Poetizando a realidade e somando qualidade

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Já que nesta semana foi “comemorado” o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Área, no dia 13 de Maio de 1888, onde abolia a escravidão entre os negros, mas isso foi apenas na teoria, pois a situação dos mesmo, não mudou muita coisa, para não dizer que as chibatas dos capataz ordenados pelos senhores doía menos que as discriminações que eles iriam enfrentar perante a sociedade. Aonde a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias, e isso ocorre ainda hoje, mesmo após 127 anos da abolição ainda existe este preconceito.

E baseado nessa ideia, um trio de rappers do Projeto MOPRI estreou nesta semana o videoclipe “Sem Massagem”, onde eles cantam uma realidade distinta daquela periferia mostrada nas telenovelas, onde todo mundo entra sem bater e todos andam sorrindo e saltitando, mas sim uma verdade que nem mesmo os jornais mostram, onde mais de 70% dessas pessoas são negras e vivem as margens da sociedade, recebem muito menos do que os brancos e ainda, tem de ouvir piadinhas pejorativas e medíocres de seres irracionais que acham que estão fazendo piadas.

Um país onde a população é miscigenada como o Brasil, seria inadmissível algo deste parâmetro, porém a cor da pele, a raça, a religião e o quanto você possuí em sua conta bancária contam mais do que o seu caráter, que na maioria das vezes é ignorado e defasado dentre tantas outras “prioridades” diante a sociedade politicamente correta.

O Projeto MOPRI tem influências de vários gêneros musicais, como Rock, funk, Soul, Hardocore Heavy metal, Chilltrap, Trap Chillstep, Dubstep, apesar da base da banda ser o RAP. Com letras que apresentam uma realidade oculta pela grande mídia, mas muito presente na sociedade, principalmente aquela que corre, que luta e tá na labuta diária par conquistar seu espaço, sua dignidade e não deixar e engolem seu caráter.

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A banda é formada pelos músicos Eri Q.I., Lucas Beatmaker e Luciano Mello, que tinham uma química tão forte musicalmente que a interligação foi imediata, e assim se entregando de corpo e alma, os músicos foram somando suas influências musicais com a rotina cotidiano, surgindo um som autoral e verídico, o projeto MOPRI.

Conheça mais do Projeto MOPRI nas redes sociais do trio:
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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Marcio Lugó canta os reflexos mudanos

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Foto por: Equipe da Tag TV

 

Cantando um mix de gêneros e estilos da música brasileira, com uma urbanidade inconfundível em seu som, Marcio Lugó traz uma liberdade extrema na hora de mostrar seu trabalho ao público. Com canções que contagiam logo na primeira vez que escutado.

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Foto por: Erika Neves

Suas letras remetem ao cotidiano de qualquer cidade, traz relacionamentos, rotinas, amores e desamores, algo que pode ter acontecido com qualquer pessoa, músicas de si para todos.

Em se primeiro álbum, “Desacelera” foi baseado como base em reflexo à sociedade, no ponto de seguirmos tantos padrões, e sermos iludidos por uma “liberdade” cheia de regras e limites, e a sociedade inocente acredita ser realmente livre.

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Foto por: Bijou Monteiro

Um artista que canta o cotidiano, sem receio em descobrir sua essência e seus pensamentos, em inovar e mudar quando for preciso, sair fora da caixa, ver que há um mundo diferente e mais humano ao que vivemos. Acreditar que a felicidade é muito mais extensa do que a estipulada pela mídia convencional e oportunista, que apenas visa em ludibriar a alegria alheia, para que consumimos o que é oportuno à eles.

E foi justamente essa mudança que Lugó apresentou em seu segundo álbum intitulado “Liberdade Aparente”, onde ele mostrou um suporte maior para conseguir buscar novas reflexões, abrangendo um público maior e mais focado nesta vivência.

Um trabalho renovado, único, social e contemporâneo, repleto de vida e emocionante para uma população que está prestes a mudar.

Assista abaixo o vídeo gravado no Teatro Décio de Almeida Prado, no lançamento do segundo álbum de Lugó, e tire suas próprias conclusões sobre essa revelação da música popular brasileira.

Para conhecer mais sobre Márcio Lugó, acesse o site oficial do músico e baixe o novo disco “Liberdade Aparente”, além de conferir vídeos, fotos e agenda de compromissos do cantor, o siga nas redes sociais.

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Foto por: Luciano Andolini

 

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Banda Vexus: Superar os obstáculos é alcançar a independência

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Todos sabemos a cena independente não é um caminho fácil para trilhar, há sempre os percausos durante percorrer, e muita gente querendo se dar bem as custas do talento alheio. Todavia, aqueles que conseguem ganhar destaque neste meio, sabe sobre essas controvérsias, e aprende a levantar e superar as dificuldades e obstáculos que aparecem.

Como a banda paulistana “Vexus”, que o próprio nome já diz tudo sobre superações, já que o significado é uma variação do verbo “vexar”, originário da palavra “vexare” de origem latina, com o significado de “superar todos os obstáculos”.

A banda está junto há 12 anos, com influências de grupos renomadas10306396_655040777907417_2627348280648724406_n da cena pop e rock nacional e internacional, como Bon Jovi, Metallica, Live, Iron Maiden, Nickelback, RPM, Capital Inicial, Roupa Nova, Legiao Urbana, entre outros, eles estão lançando seu segundo álbum de inéditas, totalmente autoral.

Intitulado “Novo Tempo”, o disco foi produzido por Tito Falashi, e traz canções que remetem ao cotidiano, relacionamentos, amores e amizade, com letras fortemente relacionadas a conscientização social e humana, muita escassa em muitas músicas hoje em dia.

A Vexus é formada pelos músicos Marcelo Bachega (vocalista) e Valter Dream (baterista), ambos fundadores da banda, contam ainda com Maestro Carlos Henrique Ferreira (guitarras e violões) desde meados de 2009 e recentemente com Jui (baixo).

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Confira abaixo um pouco do som da Vexus, e curta um pouco do pop-rock alternativo e original, que ultimamente apenas encontramos no cenário independente.

Para mais informações sobre a banda, ou para ouvir o novo compacto na íntegra, acesse o site oficial da Vexus.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Marco Civil x liberdade de expressão na Internet

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Como todos nós sabemos a Internet é um rede livre e quase sem nenhuma regra à seus usuários e frequentadores, ainda mais nas redes sociais, aonde você encontra posts desejáveis e outros nem tanto assim. Tanto que para controlar essa liberdade há um projeto na Câmara dos Deputados para neutralizar as informações trafegadas na web, fazendo que todas sejam tratadas da mesma maneira e navegando com a velocidade igualitária. Basicamente, tornando a Internet um espaço mais democrático a quem transita na rede.

O projeto foi criado no final de 2009, com o propósito de regular o uso da Internet no Brasil, através da previsão de princípios, garantias, direito e deveres para os internautas, tornando um canal aberto para a atuação do Estado. Assim, os dados ficariam livres e acessíveis a todos na rede, todos com o mesmo grau de importância.

Porém, há o problema da liberdade de expressão, como o já criado o projeto de lei de cibercrimes conhecido como Lei Azeredo, que foi comparado ao AI-5 Digital, já que irá impor obrigações de responsabilidade civil aos usuários e provedores, tornando um canal livre, mas com restrições impostas pelo governo, que teria aval em proibir ou não, algo publicado pelo internauta.

A Câmara se divide em opiniões, apesar da presidente Dilma Roussef e a Ministra das Relações Internacionais, Ideli Salvatti viram um motivo oportuno para adiantar a aprovação do projeto, depois que o país foi alvo de espionagem eletrônica pelos Estados Unidos em julho de 2013, atendendo assim os planos de controle do governo federal. Alguns deputados ainda estão indecisos em relação ao Marco Civil, outros visando a posição contrária renegam ao projeto, alegando como um produto de opção política, mesmo que baseada na diversidade de interesses plurais da sociedade.
Essa ideia de neutralizar os dados na rede já tem sido pauta em outros países, que tiveram aprovação da lei em seus Estados, visando semelhança ao Marco Civil da Internet.

Além do mais, em parâmetro internacional, há o Acordo Comercial Anticotrafação (ACTA, sigla em inglês para: Anti-Counterfeiting Trade Agreement), que tem o propósito de medir a medida internacional ao cumprimento da legislação sobre marcas registradas, patentes e direitos autorais, e a Parceria Trans-Pacífica (TPP, em inglês Trans-Pacific Partnership), se o livre comércio.

Por: Patrícia Visconti