Fotos por: Chico Tchello, do Blog São Paulover
Que tal expressar seu amor pela cidade de São Paulo resenhando histórias em forma de desenhos nos muros do Largo da Batata?
No próximo sábado, 6, acontece o Wallpeople São Paulo 2015 – Escrevendo Muros (Writing Wallpeople), com muita arte, música e criatividade, onde todos pode participar e expressar sua ideia e relação artística com a cidade.
Uma ideia que se originou em Barcelona, na Espanha e visa convidar as pessoas a criar e fazer parte do unico momento num espeço urbano específico, compondo a arte dentro da sociedade, tornando-a em uma única coisa.
No Brasil, a projeção foi do portal “Olhe os Muros“, dispõe em mostrar que são nos muros que podemos encontrar a cidade de uma cidade, em seus grafites, lambe-lambe, stencil, e tudo que interfere na urbanidade social daquela comunidade, suas histórias, seus relatos, sua vivência.
Fazer com que as pessoas olhe mais para seu redor, ainda mais hoje em dia, onde todos parecem robotizados mirando para seus smartphones conferindo seus “likes” e seus “posts”, e esquecendo que além daquele mundinho que ela cria, há uma imensidão para ser vista e admirada, há pessoas criando e proliferando a arte e a cultura local, enquanto compartilha algo “legal” a quilômetros e distância. Além do mais, a monotonia mundana acaba alienando as pessoas, e fazendo com que elas apenas enxergue o que está diante do seu nariz e o que elas querem ver, fechando os olhos e as mentes para qualquer manifestação alternativa que acontece ao seu redor.
A proposta do “Olhe os Muros” é sensibilizar as pessoas para que olhem não apenas os muros, mas tudo o que há em volta deles, se transformando em um espaço que sirva para conectar experiências e para compartilhar fotos, opiniões, ideias, tudo isso e muito mais.
Além das intervenções artísticas nos muros da região do Largo da Batata, haverá apresentações das bandas Ouro e Chá e Embues Beer Band, e também a participação de Seu Molina, levando cultura, literatura, poesia e arte para os paulistanos.
COMO PARTICIPAR?
1. Qualquer pessoa pode participar! Vá para o Largo da Batata, ao lado do muro do Mercado, no dia 6 de junho, às 14h.
2. Você vai encontrar três histórias já iniciadas no muro. Escolha uma.
3. Pense em uma continuação para a história, de modo que ela siga fazendo sentido, e cole-a no muro.
4. Leia outras histórias e participe delas também!
5. Seja criativo: crie, invente, produza! Além das histórias coletivas, haverá espaço para outros trabalhos. Você pode reinterpretar uma obra literária em uma ilustração, fazer stêncil de um poema ou um tributo a algum autor ou livro, etc.
6. Em cada história, você vai encontrar uma pessoa da organização do Wallpeople, que vai lhe dar todo apoio e materiais necessários para você colaborar com as histórias. Lembre-se que as letras devem ser legíveis e grandes para que possam ser lidas com facilidade.
SERVIÇO
Wallpeople São Paulo 2015
Data: 6/ Junho/ 2015
Horário: 14h às 18h
Local: Largo da Batata – São Paulo/ SP
Entrada e participação: FREE
Mais informações: Facebook
Por: Patrícia Visconti
Há 14 anos atrás falecia um dos ícones mais irreverentes da música popular brasileira, com voz rouca e seu jeito moleca de ser, Cássia Eller deixou mais que um legado na música, mas também para a sociedade.
Teve sua pré-estreia na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com estreia nacional no dia 29 de janeiro de 2015. Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, o documentário que traz um pouco sobre a vida e a obra dessa grande artista, que apesar de ser tímida por trás dos palcos, tinha uma força gigantesca e inquieta em suas performances dentro dele.
Cássia Eller foi um grande marco da MPB no final da década de 80 e nos anos 90, que teve sua carreira interrompida em 2001, aos 39 anos, após sua morte precoce decorrente de um infarto repentino no coração.
Um filme sobre a cantora, a mãe, a mulher que expôs sua vida pessoal e rompeu barreiras, deixando um belo legado social e artístico. Além de depoimentos de nomes de suma importância da música nacional, como Nando Reis, Oswaldo Montenegro, Zélia Duncan, entre outros, além da própria Cássia.
Confira abaixo o trailer oficial do documentário:
Por: Patrícia Visconti
Em 24 de dezembro de 2013, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou a abertura do Parque Municipal Augusta, porém dias o próprio alegou de que não haveria verba para a reconstrução do mesmo, e de que o projeto não poderia dar continuidade.
Porém, a população não desanimou, e buscou meios e artifícios para que o Parque fosse novamente uma área lazer, com muito verde e ar puro para respirar.
Essa luta já dura 13 anos, onde já foram realizadas inúmeras atividades, atos de protestos, eventos lúdicos, manifestações de rua, oficinas, debates, piqueniques, assembleias, audiências públicas, etc. O caminho foi longo, árduo e cansativo, mas que resultou na criação do Projeto de Lei do Parque Augusta.
Diversas pessoas se envolveram no projeto, entre artistas, jornalistas, cidadãos de São Paulo e até de outras capitais, aderiram a campanha e enviaram em apoio à iniciativa.
Mas, um ano se passou e o parque foi novamente fechado, contrariando a cláusula pétrea na escritura de uso público do terreno. A solução financeira para a desapropriação foi encaminhada ao prefeito, mas mesmo assim ele insiste em ignorá-la para não tomar a decisão que contraria os interesses privados das construtoras.
Por isso, os idealizadores do projeto decidiu retomar a campanha “Parque Augusta Já!”, e convoca toda a sociedade para aderir e continuar propagar essa ideia, seja através de uma poesia, com uma história, empunhando seu cartaz, sozinho ou com seu pet, compondo uma música, desenhando uma charge ou, simplesmente compartilhando e repassando aos seus amigos o que for criado.
Portanto, se você for humano, contribua com essa campanha, pois o verde e o oxigênio vale mais do que o dinheiro ganho pelas construtoras, que apenas destroem o meio ambiente e enriquecem as custas do que é beneficio para a humanidade, criando crises ambientais e transformando a paz em caos social.
Para mais informações: Site | Facebook
Por: Patrícia Visconti
Sabe o que acontece quando uma professora de inglês cansa da sala de aula e resolve inovar e propagar a arte com objetos que iriam para o lixo, e ainda convida seus filhos e a comunidade para compartilhar disso? Ocorre uma COMPARTILHAGEM!
Isso mesmo, Compartilhagem um projeto que visa divulgar o consumo consciente, utilizando-se de peças recicláveis transformando-as em algo para decoração ou adornos para si mesmo.
A ideia surgiu quando a professora Renata Penna, 40, cansou da rotina árdua das salas de aula, e há três meses atrás começou a criar mandalas com alguns CDs inutilizados, a partir dai ela com o dom de lecionar e ensinar algo novo para as pessoas, ensinou aos seus filhos, que hoje realizam e propagam uma arte única e especial para a comunidade.
Além de ofertar cursos, para que a ideia seja difundida e procrie, retirando utensílios que a sociedade descarta diariamente no lixo, em algo novo e artístico, ajudando ONGs e Instituições carentes e unindo uma família e a comunidade que a cerca dela.
Para conhecer mais dessa iniciativa acesse o site da COMPARTILHAGEM, e ficar ligados nos cursos, exposição e também sobre o projeto.
Por: Patrícia Visconti