[Caixa de Som] Ítalo Lencker se prepara para lançar seu primeiro álbum autoral ainda neste ano

Foto por: Thiago Sapienza

Foto por: Thiago Sapienza

Como primeira postagem em nossa “Caixa de Som”, temos que mostrar algo que marcara 2016 e trará bons frutos aos nossos ouvidos, e esse artista que o conheci durante um show da cantora Bruna Moraes me cativou, não apenas pelo seu jeito carismático, mas por sua voz doce e marcante.

11022569_874109662652094_8568793732831189490_nPaulista de alma cearense desde cedo soube que seu futuro seria na música, um amante da música popular, se preparar para lançar seu primeiro álbum de inéditas – intitulado “Forasteiro” – ainda neste ano. Ítalo Lencker, é cantor, compositor e instrumentista, além de atuar em várias produções musicais e dar aulas de música.

375137_520601331336264_815679507_nEstudou na UNESP e EMESP Tom Jobim, aonde se aperfeiçoou seu dom para poder compartilhar com outros futuros musicistas e também, apreciadores da boa e autêntica música popular brasileira. Participou de diversos festivais nacionais, tendo seu trabalho reconhecido e premiado e diversos dele, como o Festival de MPB Certame da Canção; Tatuí – SP, FEM; São José do Rio Preto – SP, VII Prêmio Sorocaba de Música, Festival da Canção de Miracema entre outros.

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Ítalo com sua irmã Camila.

Sua voz doce e sutil, harmoniza cada verso com precisão e delicadeza, formando uma canção única e de som excepcional, com influências que vão dos ritmos regionais ao rock, samba, jazz, soul, mpb e reggae. Mas, a principal referência musical de sua vida, sua irmã e parceira, Camila de Oliveira, que sempre o apoia ajuda em seus projetos musicais. Há também grandes nomes da música brasileira como Garoto, Tom Jobim, Guinga, Edu Lobo e Toninho Horta.

11140259_894808280582232_4562738248071416838_nComo dito acima, Lencker está prestes a lançar em primeiro disco, que deverá ter nove canções inéditas e autorais, muitas parcerias, entre eles estão Camila de Oliveira , Cris Rangel , Hellen Issa , Daniel Conti , Arthur Krocovec e André Fernandes. A produção musical ficou por conta de Rodrigo Panasslo Camila de Oliveira , Cris Rangel , Hellen Issa , Daniel Conti , Arthur Krocovec e André Fernandes.

Esse projeto foi concebido por meio de financiamento coletivo, onde eles precisavam de 19 mil reais, e conseguiram bem mais do esperado, e os contribuidores foram todos gratificados pelo apoio. Todavia, ainda não há data oficial do lançamento, mas pode conferir alguns singles deste álbum no Youtube oficial do músico.

Enquanto não chega o disco, confira “Nano”, faixa presente no álbum “Forasteiro”;

E para conhecer mais sobre o trabalho do Ítalo, acesse:
Facebook | Youtube | SoundCloud

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Rapper paulistano ‘pede perdão’ em seu novo videoclipe

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O músico paulistano Yannick, lançou nesta semana seu novo videoclipe, “Peço Perdão”. Um single que fala sobre um homem que perdoa a mulher qual teve mais que um namoro,mas uma amizade, que mesmo após o término do relacionamento, aceitou sem mágoas e ressentimentos, pois nada que é obrigado há de ser fiel e feliz.

Cantada em primeira pessoa, ele diz dos perdões cometidos, e incentiva o outro que já esteve ao seu lado para seguir seu caminho, sendo junto dele, com outro ou sozinha.12047018_855964731186334_1045573095587225351_n

A música desmistifica toda a cena do RAP nacional atual, aonde retrata a imagem feminina de forma ostensiva e pejorativa, mostrando a mulher apenas como um desejo de líbido. Formando assim, uma nova geração de rapper e MCs, mas não fugindo da essência do gênero em pautar algo em que a sociedade necessita ouvir, falar e debater.

O vídeo foi gravado num cenário bastante familiar do artista, a Rua Augusta. Dirigido pelo produtor Augusto Takeshi e interpretado pelo próprio artista e a estudante Marina Barbosa.


Yannick é paulistano, tem 31 anos e desde a adolescência soube que seu propósito era propagar a arte e a cultura alternativa através da música. Criador e curador da festa OBRIGAAAH, ele traz artistas da cena independente aos olhos dos grandes centros, compartilhando o que cada um tem de melhor a oferecer.

Recentemente, ele está em processo de produção de seu primeiro compacto, aonde terá um compilado de canções inéditas e autorais.

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] Fogo toma conta do Museu da Língua Portuguesa

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Nesta segunda natalina (21), uma catástrofe aconteceu na região central da capital paulista, mais exato, no Museu da Língua Portuguesa, na Luz, que teve seu prédio tomado pelas chamas no final da tarde. Felizmente, não havia ninguém, além de alguns funcionários do museu, já que o mesmo é fechado às segundas-feira para o público. Todavia, um bombeiro civil faleceu no recinto, resultando de uma parada cardiorrespiratória.

Foto por: Juliano Nunes

Foto por: Juliano Nunes

O fogo começou no primeiro andar, e logo se alastrou com força e rapidez para as demais dependências do museu, já que há muito material inflamável lá dentro, como madeira, borracha e plástico, tornando ineficiente a chuva que caía naquele horário e também, as viaturas dos bombeiros que foram controlar as chamas.

O museu que em março de 2016 completaria 10 anos, reúne uma vasta trajetória da língua portuguesa em todo o mundo, passando por Portugal, países africanos, ameríndia até chegar no Brasil, além de passear por outros idiomas de origens latinas ou não.

Foto por: Fausto Mefistofeles

Foto por: Fausto Mefistofeles

Atualmente o MLP exibe a mostra “Esta Sala é uma Piada”, onde apresenta mais de 100 obras selecionadas no 42º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, e retrata a sociedade atual em análise a corrupção. A curadoria é de Raphael Ramos da Costa Fioranelli Vieira.

Infelizmente os danos da tragédia foram fatais, e o material não se salvou, mas segundo a curadora Isa Ferraz disse que são reversíveis, já que muita coisa do museu está em back up, basta só remontar os vídeos e filmes.

Foto por: Rina Ricci

Foto por: Rina Ricci

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse em nota que irá reconstruir o museu o quanto antes.

O Museu da Língua Portuguesa é um dos museus mais visitados no Brasil e da América do Sul, desde a sua inauguração mais de 2,9 milhões pessoas já passaram por lá.

Um triste fato não apenas para São Paulo, mas também para o Brasil, que perde peças raras da origem da nossa língua, que agora ficará em hiato por algum tempo até que a reinauguração do museu com materiais ímpares e exclusivos dos falantes da língua portuguesa.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Moldar: Produz música pela sua essência

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O que acontece quando três amigos cariocas, um paulistano e uma rondonense se encontram na capital paulista para partilhar sua paixão e arte aos amantes do rock alternativo?

1017356_390803884395222_2670762334508597294_nClaro, que só poderia dar música, e com qualidade como a história da Moldar, uma banda de rock autoral e independente, radicada em São Paulo, mas com integrantes de outros estados do Brasil.

Tudo começou em maio de 2013, quando os amigos cariocas, Gustaf Rosin (guitarra e voz) e Bruno Dantte (baixo) vieram à São Paulo e meses depois10408742_463553633786913_6372197742504958212_n Daniel Cavalcante (bateria) decidiu sair da cidade maravilhosa rumo a capital paulista, passando a fazer música e assim, formar a Moldar.

Naquele mesmo ano os garotos resolveram promover esse projeto e gravá-lo em um EP e foi então que a guitarrista Ellen Lousada se uniu a banda, vindo direto do norte do país, de Rondônia, assumindo 10659199_464672910341652_5184726314747375394_ncomo guitarra solo do grupo e junto com ela, o tecladista Vitor Garcia se juntou a Moldar, e concretizando a formação atual.

Mesmo com pouco tempo de carreira, a banda já conquistou alguns feitos importantes, entre eles estar entre as dez bandas do Festival Projeto Bandas Novas, que aconteceu em 2014, além de outros acontecimentos que eles estão escrevendo, para manter a história do grupo junto ao da música alternativa nacional.

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Uma banda que escreve o que sente, que marcaram suas vidas, entre alegrias, tristezas, decepções, saudades, etc, não sendo clichê e comercial de apenas tocar o que vende e o que o mercado fonográfico quer mostrar, mas sim o que está na alma de cada um dos integrantes, ou como eles mesmo se descrevem: “Moldar é o ponto de partida. É apenas o início de uma história em construção. Uma história que o tempo, a vida e nossas experiências vão moldar, ainda mais”.

Para conhecer mais sobre a Moldar, acesse:

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Por: Patrícia Visconti