Os paulistanos da banda Hotelo tem diversas influências, que somadas todas, eles conseguem formar um som único, autêntico e particular. Criando sua própria identidade, sem rótulos definidos e tocando canções do cotidiano que qualquer pessoa que vive numa metrópole como São Paulo, possa experienciar.
Uma banda formada por uma base bem peculiar dos grupos da atualidade de grande sucesso, como guitarra, vocal, baixo e bateria.
Um som que passa do rock ao pop, do reggae ao rap, com umas pitadas de MPB, com uma batida irreverente e contagiante, daquela música que quando começa a ouvir não consegue parar.
Suas principais influências são Skank, Paralamas do Sucesso, The Beatles, Los Hermanos, Blink 182, Raimundos, além de outros artistas e bandas que fazem parte de suas playlists particular, como Sublime. Bob Maley. Planet Hemp. Foo Fighters. Pink Floyd. Criolo. Skank. Peixoto&Maxado. Cazuza. Charlie Brown Jr. Goldfinger. Reel Big Fish. Mamonas Assassinas. Nirvana, entre outros.
Confira abaixo um pouco do som dos caras no videoclipe de “Velho Esquema”, e para ouvir mais e fazer o download gratuito da Hotelo, acesse o SoundCloud deles e sinta a emoção da poesia musical contemporânea.
Para conhecer mais sobre a Hotelo, acesse o Facebook oficial da banda e fique ligados em shows, lançamentos de EPs, singles e vídeos.
Sabe aquela música boa para ouvir num sábado a tarde, de boa em casa, sozinho, apenas curtindo e apreciando a melodia e a letra da canção? Pois bem, isso que transmite as canções de Roberto Terzini aos ouvintes que escutam a sua música numa primeira vez.
Natural de São Paulo, cidade qual vive até hoje, Roberto se formou na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, mas seus planos não era apenas cuidar de números, gerências e tampouco engravatar-se atrás de uma mesa, pois a música proliferou mais alto, e o seu amor pelo ritmo e melodia transcendeu pelas ondas da web.
Além de cantor, Terzini é instrumentistas e compositor, e adora juntar suas ideias com a dos seus ídolos, criando uma nova composição, dando contemporaneidade a canção.
Com uma voz doce e cativante, sua potencialidade vocal enobrece a música popular brasileira da atualidade, que apenas visa refrões monossílabos e letras sem sentindo algum.
Um músico com essência e origens dos grandes ícones da música, mas com a originalidade do mundo novo e moderno, gerando uma nova inspiração para a música popular.
Confira abaixo a primeira composição própria que Roberto publicou em seu canal no Youtube, o vídeo da música “Marinheiro”:
Para conhecer mais sobre o trabalho do música acesse:
Eles levam um balanço muito dançante, pulsante, com raízes soul, funk, pegadas rock, mais outros ritmos que bebem nas fontes africanas, como o ijexá, o samba, o jazz, o reggae e ainda transitam pela embolada, o maracatu, chula, ragga, dub, capoeira, enfim, a proposta é não se fixar em um só estilo, reproduzindo o caldeirão cultural que existe na Bahia – que tem muito mais do que o axé e o arrocha dos carnavais. Shalin Way, nascida em Salvador em 1977, é filha de Jacks Wu, cantor e compositor, parceiro da patota de Tim Maia e seus Velhos Camaradas (Hyldon, Cassiano, Fábio, entre outros), que a influenciou a seguir a linha soul music. É de Wu a música “Deus, a Natureza e a Música”, que dá nome ao segundo disco de Hyldon, de 1976. Shalin estudou canto erudito na Universidade Federal da Bahia e, em 1998, estreou como solista do coral Acbeu, sob a regência do maestro
Cícero Alves Filho.
Integrou como cantora, de 1995 a 1999, a banda Naum, que atuava no circuito alternativo de Salvador. Em 2005, cantou a faixa “Talismã”, de Alexandro Videro, no projeto Balaio Atemporal, pela gravadora carioca Guitarra Brasileira, dirigido por Renato Piau. O CD tem participações, além de seu pai, de Tim Maia, Luiz Melodia, Armandinho, Fábio, Léo Gatti e Fernanda Morais e um time de músicos e arranjadores da pesada.
No mesmo ano, com o instrumentista e diretor musical Tavis “Black” Magalhães, concebe a banda Attemporais (nome inspirado no CD do Balaio), com o qual se apresenta desde então. Já se apresentou em diversos espaços pela Bahia e outros estados. Segundo diz, o som da Attemporais tem “uma concepção bem brasileira, mas com uma linguagem universal com identidade e personalidade construída ao longo do tempo”.
Tavis Black começou a estudar violão clássico aos 13 anos na Federal da Bahia, onde aprimorou o conhecimento musical e instrumental em diversos cursos e workshops. Concluiu o curso técnico de música em 1998, mas, apesar da formação erudita, pendeu para a música popular, produzindo outros artistas no estúdio Tríade, de sua propriedade. Por ali passaram nomes como Léo Gandelman, Luiz Melodia, Nico Assumpção, Márcio Montarroyos, Arthur Maia, Peninha, Beto Guedes, entre outros, que forneceram a bagagem diversificada que hoje imprime nas músicas e produções do Attemporais.
Neste sábado (28), Shalin e os Attemporais estreiam novo show, o “Viagens Attemporais”, que será realizado na Livraria e Espaço Cultural Porto dos Livros, em Salvador. Além do pocket-show, o evento terá exposição do artista visual Edson Ferrer e o relançamento do livro “Quando o amor faz feliz”, de Cymar Gaivota. O show começa às 20h, com ingressos a R$ 15. O Porto dos Livros fica no Largo Porto da Barra, loja 2.
Neste vídeo, Shalin e os Attemporais cantam “Bahia com H”, de Hyldon e Jacks Wu, gravada por Hyldon em seu disco “Soul Brasileiro”, lançado em 2009:
Enquanto Shalin e os Attemporais não pintam por aqui, conheça o trabalho deles pelos seus canais no Youtube e no Soundcloud.
O Cineclube Latino-Americano, no Memorial da América encerra a semana com um clico de animações, longas históricos, e também um espaço para o o debate sobre “A História do Cinema do Ponto de Vista do Público”. abordando a história do cinema a partir da influência que o público exerceu sobre a revolução da linguagem, da arte, do espetáculo cinematográfico.
As sessões acontecem no Pavilhão da Criatividade, entrada pelos portões 8 e 9, as apresentações serão mediadas pelo pesquisador de história do cinema da Universidade de Montreal (CA) e militante cineclubista, Felipe Machado, e os debates são coordenados por Frank Ferreira, um experiente cineclubista, presidente do Cineclube Latino-Americano e animador do Cineclube Darcy Ribeiro, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
A entrada custa apenas uma taxa de cinco reais por sessão, todavia aos que frequentarem o ciclo da história do cinema haverá desconto de 20%. Os que tiverem pelo menos 75% de presença receberão ao final certificado relativo à sua participação em cada etapa. Da mesma forma, completado o ciclo, receberão o respectivo certificado final.
Confira abaixo as sinopses e horários dos filmes e debates:
Dia 20, Sexta- Feira, 20h – Ciclo animação
Maria y yo: Filme que explora o autismo por meio de um caso real. Maria, uma jovem autista, viaja para passar férias com Miguel, seu pai. Os desenhos tornaram-se um bom meio de comunicação entre ambos, apesar dos problemas de convívio. Relata a relação de afeto entre pai e filha apesar das barreiras existentes.
Cena do filme “Pachamama”, de Javier Fuentes-León.
Dia 21, Sábado, 19h – Ciclo Carretera Latina
Pachamama: O documentário faz uma viagem ao coração aberto da América do Sul, através da floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político de seus países e que pela primeira vez na história buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino.
Dia 22, domingo, 15h – Ciclo História do cinema do ponto de vista do público
A institucionalização do cinema: Curtas do Cineclube Cinema do Povo – 1913/14, filmes ingleses das Workers film Leagues, além do francês Germinal, de Albert Capellani
SERVIÇO
Cineclube Latino-Americano no Memorial da América Latina
Datas e horários: 20 (às 20h), 21 (às 19h) e 22 (às 15h) de março de 2015
Local:Memorial da América Latina: Cineclube Latino-Americano (Pavilhão da Criatividade Darcy Ribeiro)
End: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/ SP Acesso pelos portões 8 e 9 do Memorial.
Entrada: R$ 5,00.
Mais info: cineclubelatinoamericano@google-groups.com
A casa estava cheia, com cara de estreia e a expectativa estava a mil. O espetáculo aconteceu, e vai até o dia 26 de abril [veja aqui], no Teatro MuBE Nova Cultural, no Jardim Europa, ao lado do Museu de Imagem e Som.
“Consertando o Frank” poderia ser apenas mais um drama-cômico sobre a polêmica do momento a “cura gay”, mas trata de algo um pouco mais complexo e denso, pois fala sobre nossa mente, até quando podemos ser manipulada por opiniões contraditórias?
Frank Johnston é gay, jornalista e tem a missão que pode mudar as diretrizes de sua carreira monótona. Uma pessoa frágil de decisão e carente de afetos, que tem de investigar atese do psicológo Dr. Arthur Apsey, que acredita que já “converteu” vários homossexuais a virarem héteros, e nisso ele vai usar seu métodos mais a fundo pra mexer com a cabeça de Johnston.
Todavia, sua matéria pode afetar seu companheiro de uma vida, seu marido e também psicólogo, Dr. Jonathan Baldwin, que luta para que Apsey perca seu registro e pare com esse desfecho realizado dentro da cabeça das pessoas.
Uma peça de jogo e joguetes, onde a atuação principal é a mente humana. Um órgão tão incrível quão perverso, que transforma verdades em mentiras, moldado por apenas uma frase ou uma palavra, tornando-os fantoches nas mãos dos manipuladores, e constantemente destruindo aqueles que mais amamos, trancafiando nossas ideias essenciais, expondo suposições que saem de nossas bocas quando estamos com raiva ou repúdio, como vozes que falam em nossas cabeças e nos confessam a contradizer o que pensamos por autenticidade.
O contexto tão idêntico ao cotidiano que nem parece que esse texto foi escrito há mais de uma década, trazendo o público em uma plena reflexão sobre até que ponto a realidade é verídica e a manipulação, é factoide.