[Caixa de Som] Emblues Beer Band: Da mesa do bar, para as ruas da grande cidade

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Foto por: Priscila Requena

Eles começaram nas ruas de Embu das Artes, durante o carnaval de 2013, mas apenas em maio, que eles se oficializaram como banda. Com uma sonoridade que vai do jazz ao funk, eles propagam esse ritmo pouco difundido na cultura popular brasileira.

11022627_419565914881210_6220567284256238101_nEmblues Beer Band tem forte influência das bandas de rua de Nova Orleans, como uma mistura da cultura caipira e região paulista e brasileira. Se apresentando nas ruas, levando ao público ao redor muita alegria, ritmo e diversão, com suas letras espontâneas e peculiares, que nascem de uma mesa de bar sobre cotidiano, relacionamentos, além de cantarem o amor a música e a arte.

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Foto por: Ellen Ricarte

Tocando nas ruas, a banda pode não só divulgar seu som gratuitamente ao seu público, como dar mais musicalidade a megalópole inquietante e estressante, que quase não tem tempo para parar e observar os sons, as cores e os momentos. E por isso, a Emblues Beer Band convida a todos para mais uma apresentação na praça.

A banda se apresenta nesta sexta-feira (10), na Praça Coronel Custódio Fernandes Pinheiro, mais conhecida como Praça do Pôr do Sol no Alto de Pinheiros, às 17h28, com um setlist exclusivo para começar o fim de semana com muita luz, música, alegria e canções que vão do jazz ao rock, blues, funk e um pouco e regionalidade para aquele momento.

Assista abaixo uma das apresentações da EBB pelas ruas de São Paulo:

SERVIÇO

Emblues Beer Band na Praça do Pôr do Sol
Data: 10/ Abril/2015
Hoário: 17h28
Local: Praça do Pôr do Sol
End: Pça. Coronel Custódio Fernandes Pinheiros, s/n – São Paulo/ SP
Ingresso: GRÁTIS! Basta apenas levar sua canga, seu cooler e a contribuição do chapéu do artista, afinal é da sua diversão e alegria que eles sobrevivem.

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Além do mais, nesta sexta-feira a banda fará uma pré-venda da nova cerveja do Emblues Beer Band. Uma Red Lager de 6,2% produzida pela a Microcervejaria Embu. São apenas 10 garrafas e com o rótulo antigo. Sem reservas e encomendas, apenas amanhã na Por do Sol, o valor por unidade é de R$25.

Conheça mais sobre a Emblues Band Beer em:
Facebook | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Hotelo: Autêntico e contemporâneo!

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Os paulistanos da banda Hotelo tem diversas influências, que somadas todas, eles conseguem formar um som único, autêntico e particular. Criando sua própria identidade, sem rótulos definidos e tocando canções do cotidiano que qualquer pessoa que vive numa metrópole como São Paulo, possa experienciar.

Uma banda formada por uma base bem peculiar dos grupos da atualidade de grande sucesso, como guitarra, vocal, baixo e bateria.

Um som que passa do rock ao pop, do reggae ao rap, com umas pitadas de MPB, com uma batida irreverente e contagiante, daquela música que quando começa a ouvir não consegue parar.

Suas principais influências são Skank, Paralamas do Sucesso, The Beatles, Los Hermanos, Blink 182, Raimundos, além de outros artistas e bandas que fazem parte de suas playlists particular, como Sublime. Bob Maley. Planet Hemp. Foo Fighters. Pink Floyd. Criolo. Skank. Peixoto&Maxado. Cazuza. Charlie Brown Jr. Goldfinger. Reel Big Fish. Mamonas Assassinas. Nirvana, entre outros.

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Confira abaixo um pouco do som dos caras no videoclipe de “Velho Esquema”, e para ouvir mais e fazer o download gratuito da Hotelo, acesse o SoundCloud deles e sinta a emoção da poesia musical contemporânea.



Para conhecer mais sobre a Hotelo, acesse o Facebook oficial da banda e fique ligados em shows, lançamentos de EPs, singles e vídeos.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Roberto Terzini traz sutileza e leveza a música popular contemporânea

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Sabe aquela música boa para ouvir num sábado a tarde, de boa em casa, sozinho, apenas curtindo e apreciando a melodia e a letra da canção? Pois bem, isso que transmite as canções de Roberto Terzini aos ouvintes que escutam a sua música numa primeira vez.

Natural de São Paulo, cidade qual vive até hoje, Roberto se formou na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, mas seus planos não era apenas cuidar de números, gerências e tampouco engravatar-se atrás de uma mesa, pois a música proliferou mais alto, e o seu amor pelo ritmo e melodia transcendeu pelas ondas da web.

Além de cantor, Terzini é instrumentistas e compositor, e adora juntar suas ideias com a dos seus ídolos, criando uma nova composição, dando contemporaneidade a canção.

Com uma voz doce e cativante, sua potencialidade vocal enobrece a música popular brasileira da atualidade, que apenas visa refrões monossílabos e letras sem sentindo algum.

Um músico com essência e origens dos grandes ícones da música, mas com a originalidade do mundo novo e moderno, gerando uma nova inspiração para a música popular.

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Confira abaixo a primeira composição própria que Roberto publicou em seu canal no Youtube, o vídeo da música “Marinheiro”:


Para conhecer mais sobre o trabalho do música acesse:


Facebook | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Quem disse que Bahia é só axé? Shalin e os Attemporais

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Eles levam um balanço muito dançante, pulsante, com raízes soul, funk, pegadas rock, mais outros ritmos que bebem nas fontes africanas, como o ijexá, o samba, o jazz, o reggae e ainda transitam pela embolada, o maracatu, chula, ragga, dub, capoeira, enfim, a proposta é não se fixar em um só estilo, reproduzindo o caldeirão cultural que existe na Bahia – que tem muito mais do que o axé e o arrocha dos carnavais.
bloga_shaShalin Way, nascida em Salvador em 1977, é filha de Jacks Wu, cantor e compositor, parceiro da patota de Tim Maia e seus Velhos Camaradas (Hyldon, Cassiano, Fábio, entre outros), que a influenciou a seguir a linha soul music. É de Wu a música “Deus, a Natureza e a Música”, que dá nome ao segundo disco de Hyldon, de 1976. Shalin estudou canto erudito na Universidade Federal da Bahia e, em 1998, estreou como solista do coral Acbeu, sob a regência do maestro
Cícero Alves Filho.

Integrou como cantora, de 1995 a 1999, a banda Naum, que atuava no circuito alternativo de Salvador. Em 2005, cantou a faixa “Talismã”, de Alexandro Videro, no projeto Balaio Atemporal, pela gravadora carioca Guitarra Brasileira, dirigido por Renato Piau. O CD tem participações, além de seu pai, de Tim Maia, Luiz Melodia, Armandinho, Fábio, Léo Gatti e Fernanda Morais e um time de músicos e arranjadores da pesada.

bloga_tavisNo mesmo ano, com o instrumentista e diretor musical Tavis “Black” Magalhães, concebe a banda Attemporais (nome inspirado no CD do Balaio), com o qual se apresenta desde então. Já se apresentou em diversos espaços pela Bahia e outros estados. Segundo diz, o som da Attemporais tem “uma concepção bem brasileira, mas com uma linguagem universal com identidade e personalidade construída ao longo do tempo”.

Tavis Black começou a estudar violão clássico aos 13 anos na Federal da Bahia, onde aprimorou o conhecimento musical e instrumental em diversos cursos e workshops. Concluiu o curso técnico de música em 1998, mas, apesar da formação erudita, pendeu para a música popular, produzindo outros artistas no estúdio Tríade, de sua propriedade. Por ali passaram nomes como Léo Gandelman, Luiz Melodia, Nico Assumpção, Márcio Montarroyos, Arthur Maia, Peninha, Beto Guedes, entre outros, que forneceram a bagagem diversificada que hoje imprime nas músicas e produções do Attemporais.

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Neste sábado (28), Shalin e os Attemporais estreiam novo show, o “Viagens Attemporais”, que será realizado na Livraria e Espaço Cultural Porto dos Livros, em Salvador. Além do pocket-show, o evento terá exposição do artista visual Edson Ferrer e o relançamento do livro “Quando o amor faz feliz”, de Cymar Gaivota. O show começa às 20h, com ingressos a R$ 15. O Porto dos Livros fica no Largo Porto da Barra, loja 2.

Neste vídeo, Shalin e os Attemporais cantam “Bahia com H”, de Hyldon e Jacks Wu, gravada por Hyldon em seu disco “Soul Brasileiro”, lançado em 2009:

Enquanto Shalin e os Attemporais não pintam por aqui, conheça o trabalho deles pelos seus canais no Youtube e no Soundcloud.

YouTube | SoundCloud | Facebook

Ouça aqui o disco “Balaio Atemporal”!

Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[Cabine da Pipoca] Memorial da América Latina exibe premiados filmes latinos neste fim de semana

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O Cineclube Latino-Americano, no Memorial da América encerra a semana com um clico de animações, longas históricos, e também um espaço para o o debate sobre “A História do Cinema do Ponto de Vista do Público”. abordando a história do cinema a partir da influência que o público exerceu sobre a revolução da linguagem, da arte, do espetáculo cinematográfico.

As sessões acontecem no Pavilhão da Criatividade, entrada pelos portões 8 e 9, as apresentações serão mediadas pelo pesquisador de história do cinema da Universidade de Montreal (CA) e militante cineclubista, Felipe Machado, e os debates são coordenados por Frank Ferreira, um experiente cineclubista, presidente do Cineclube Latino-Americano e animador do Cineclube Darcy Ribeiro, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

A entrada custa apenas uma taxa de cinco reais por sessão, todavia aos que frequentarem o ciclo da história do cinema haverá desconto de 20%. Os que tiverem pelo menos 75% de presença receberão ao final certificado relativo à sua participação em cada etapa. Da mesma forma, completado o ciclo, receberão o respectivo certificado final.

Confira abaixo as sinopses e horários dos filmes e debates:

Dia 20, Sexta- Feira, 20h – Ciclo animação

Maria y yo: Filme que explora o autismo por meio de um caso real. Maria, uma jovem autista, viaja para passar férias com Miguel, seu pai. Os desenhos tornaram-se um bom meio de comunicação entre ambos, apesar dos problemas de convívio. Relata a relação de afeto entre pai e filha apesar das barreiras existentes.

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Cena do filme “Pachamama”, de Javier Fuentes-León.

Dia 21, Sábado, 19h – Ciclo Carretera Latina

Pachamama: O documentário faz uma viagem ao coração aberto da América do Sul, através da floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político de seus países e que pela primeira vez na história buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino.

Dia 22, domingo, 15h – Ciclo História do cinema do ponto de vista do público

A institucionalização do cinema: Curtas do Cineclube Cinema do Povo – 1913/14, filmes ingleses das Workers film Leagues, além do francês Germinal, de Albert Capellani

SERVIÇO

Cineclube Latino-Americano no Memorial da América Latina
Datas e horários: 20 (às 20h), 21 (às 19h) e 22 (às 15h) de março de 2015
Local:Memorial da América Latina: Cineclube Latino-Americano (Pavilhão da Criatividade Darcy Ribeiro)
End: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/ SP Acesso pelos portões 8 e 9 do Memorial.
Entrada: R$ 5,00.
Mais info: cineclubelatinoamericano@google-groups.com

Por: Patrícia Visconti