[Cyber Cult] Telegram – A nova moda dos brasileiros

teaser-telegram

Depois do bloqueio temporário do Whatsapp, que durou apenas um dia, os usuários que não conseguem viver sem o aplicativo de mensagens, baixaram o Telegram, que é algo similar ao messenger do Whatsapp, mas aqui no Brasil não era muito conhecido até o presente momento.

O Telegram é um mensageiro instantâneo, criando pelos irmãos russos Nikolai e Pavel Durov, no ano de 2013.

O messenger Telegram é um dos mais seguros, segundo os irmãos Durov, pois o código do servidor não é software livre, porque o Telegram requer uma grande reformulação da arquitetura a fim de permitir que os servidores independentes para troca de dados e agir como uma parte do Telegram em uma nuvem unificada.

O Telegram está disponível para todos os aplicativos, como Android (incluindo tablets), iOS (incluindo iPad), Windows Phone (ainda em versão beta), Windows, OS X, Linux e um cliente web; outras plataformas e clientes alternativos podem existir a partir de desenvolvedores independentes que usam o API do Telegram.

A criptografia do Telegram é baseado em 256 bits de criptografia simétrica AES, criptografia RSA 2048 e garantia de troca de chaves Diffie-Hellman e todos os chats criptografados, ou seja, uma vez que o tempo da mensagem se esgote, as mensagens desaparecem em ambos os dispositivos.

O mensageiro possui dois tipos de chats, o similar ao do Whatsapp, Line ou Viber, que são os chats comuns e os bate-papos secretos, que utilizam o end-to-end, que só pode ser acessado a partir de dois dispositivos participantes.

Mas é isso ai, para quem curte as plataformas de mensageiros instantâneo, vai curtir esse aplicativo, que nas últimas semanas, vem só aumentando o número de usários do messenger, qualquer um pode baixar em seus aparelhos, basta acessar a lojinha do aplicativo do aparelho, baixar o Telegram e curtir mais um mensageiro instantâneo.

Para mais informações acesse o site do Telegram;

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] E-cig pode ser tão nocivo quão os cigarros convencionais

GTY_e_cigarette_jef_130923_16x9_608

A nova sensação entre os fumantes que querem evitar o tabaco enrolado nos cigarros, são os cigarros eletrônicos, ou então os e-cig ou vaping, que são aparelhos eletrônicos desenvolvidos com o objetivo de simular o ato de fumar.

Esse dispositivo produz uma fumaça sem nicotina, porém com vapor inalável, podendo ter com vários sabores diferentes, como de frutas, doces e bebidas, sendo uma alternativa peculiar aos fumantes, mas como dito acima, sem adição do tabaco.

Todavia, segundo uma pesquisa de Havard, esses cigarros não são uma alternativa segura e saudável com muitos há de pensar. Já que os vaping podem sim contem substâncias químicas nocivas, podendo causar doenças respiratórias e problemas nos pulmões, dificultado a respiração.

Os organizadores da pesquisa analisou 51 tipos de e-cig, e também alguns modelos líquidos, encontrando os compostos diacetil, acetoína ou 2,3-pentanodiona em 47 deles. Ainda mais, o que alegam que ficam isenta de nicotina não é tão verídico assim, já que os os autores do projeto encontraram diferentes níveis da substância nos cigarros eletrônicos, além de outras cancerígenas, como o formaldeído.

Hoje já são quase dois milhões de usuários do e-cig em todo o mundo, um aumento exorbitante de 2013, quando o número de “fumantes eletrônicos” eram de 660 mil, aumentando tanto em 2014 e sendo tendência uma no ano de 2015.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Energia elétrica gerada por bactérias, iluminam regiões sem luz

20151124133614_660_420

Alguns pesquisadores da Universidade de Engenharia e Tecnologia, do Peru desenvolveu uma nova forma de gerar luz para a população, que tem difícil acesso a energia elétrica, chamada de “lâmpada planta”, mas o que é esse tipo de energia?

Pois bem, essa tecnologia se utiliza das geobactércias, ou seja, é um tipo de bactéria que alimenta uma lâmpada de LED e ilumina todo ambiente.

‘Nuevo Saposoa’, uma aldeia onde teve suas redes elétricas destruídas por fortes chuvas, os pesquisadores levaram 10 protótipos, que estão sendo testado por algumas famílias, sendo a primeira região peruana, a utilizar desse tipo de energia de geobactérias.

Essa energia é captada dos microorganismos, que é gerada e armazenada em uma bactéria comum, mas pode alimentar uma lâmpada por duas horas do dia.

Mas, os cientistas afirmam que essas novas lâmpadas são mais brilhantes e menos prejudiciais à saúde, do que os modelos de querosene, também sendo mais sustentável
ao meio ambiente.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Wik PowerPak – A mochila que carrega seus gadgets

20151118115522_660_420

Quem não queria ter uma mochila que carrega seus aparelhos eletrônicos, como smartphone, tablet e até o notebook? Agora já é possível sonhar com isso, pois está disponível para venda no Kickstarter e já pode ser encomendaoa para o Brasil.

O produto foi nomeada de WIK PowerPak, vem com uma capa com revistimento impermeável, para proteção de seus equipamentos, além da bateria de 10.000 mAh, que fica na parte interna dos cabos USB, aonde o usuário pode carregar seus dispositivos e também pode ser anexada a bolsa na mala de viagem.

A mochila vem batendo recorde de vendas pelo site e logo terá sua produção iniciada e o preço da bolsa com bateria é de US$ 139 doláres, cerca de R$ 560 reais.

Possuí três opções de cores, preta, cinza e amarela, a Wik PowerPak pesa aproximadamente 1 kg, como um pacote de feijão e as entregas de compras pelo site Kickstarter devem começar a ser entregues em março de 2016.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Simon – O robô que conversa com os humanos

20151111143529_660_420

Os pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, Chrystal Chao e Andrea Thomaz, criaram um robô, batizado de Simon, que se comunica com os seres humanos. Afinal, com o mundo cada vez mais tecnológico, em que tudo em nossa volta é monitorada por câmera, máquinas e em que a comunicação humana está cada vez mais escassa, por quê não conversar com um robô?

Simon recebeu uma inteligência artificial, chamado Candence, que permite que ele entenda todo o conceito de falar em turnos quando se está conversando, pois há dois padrões de conversa, o ativo e o passivo, no ativo ele é mais extrovertido, fala alto e interrompe mais as pessoas com quem está falando. Já no passivo ele é mais introspectivo e permite que o interlocutor fale mais.

Além do mais, o robô fica com a fala do sere humano, que conversar, inclusive mudando o tópico de uma conversa, que de repente pode ser interrompido pelo interlocutor.

hqdefault

Assista abaixo um vídeo do robô Simon:

Por Priscila Visconti