
Mais um ano chega ao fim, um ano que teve seus altos e baixos, tristezas e alegrias, como outro qualquer, algumas perdas insubstituíveis e momentos únicos, épicos e inesquecíveis.
Continuar lendo “[OBC AWARDS] Os melhores de 2016 se encontra aqui!”

Mais um ano chega ao fim, um ano que teve seus altos e baixos, tristezas e alegrias, como outro qualquer, algumas perdas insubstituíveis e momentos únicos, épicos e inesquecíveis.
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O rapper paulistano Yannick lançou no final de 2015 seu mais novo videoclipe do single “Peço Perdão” (leia aqui), chegando a mais de 1.500 visualizações nos primeiros meses de 2016, e alavancando a carreira do músico à outros continentes, conquistando novos ouvintes e apreciadores de música de qualidade.
E no próximo domingo, dia 8 de Maio, Yannick estreia na TV a cabo com este vídeo. O programa Udigrudi, da PlayTV traz a música alternativa e independente na TV, no entanto “Peço Perdão” será lançado pela primeira vez fora na web.
O programa começa a partir das 20h30 e vai até às 21h.

Agora fiquem com o videoclipe de “Peço Perdão”, que traz mais do que um rap romântico, mas sim um pedido de desculpas sincero e honesto com quem um dia já o fez muito feliz, e hoje não o pertence mais a sua vida.
Por: Patrícia Visconti
Paulistano, aquariano, ator e um apaixonado pela arte e suas vertentes, se entrega de corpo e alma quando está engajado em um trabalho, com ele está atualmente, na divulgação no curta-metragem “Indiferente”.
Fernando Bittencourt, 20, começou sua carreira em Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo. Já fez drama, comédia, romance, sempre com profissionalismo e ânsia em propagar seu trabalho e sua essência na arte da interpretação.
O jovem ator já atuou em adaptações teatrais como, “O Corcunda de Notre Dame”, “O Ébrio”, “Moulin RougeNTKeB”, “A Bela e a Fera, e o feitiço da Rosa”, “Senta que Lá vem História”, “Não existe melancolia na América Latina”, “O Príncipe do Egito”, “O Rei Leão – Musical”, “Paixão de Cristo”, “Yerma”, “Um Conto de Natal”, “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, além dos curtas-metragens, “Celulares”, “Meu nome é Ricardo”, “Desejos da Alma” e agora, “Indife
rente” [leia a resenha AQUI].
Um ator simpático, que esbanja carisma e amor pelo que faz, mostrando seus anseios em prosperar nesta carreira tão volátil, quão a artística.
Confira abaixo a entrevista que Fernando concedeu à nossa embarcação. Onde ele falou sobre carreira, dificuldades, objetivos e longitude futura em seu ofício.
OBC- Quando surgiu essa ânsia em ser ator?
Fernando Bittencourt: Vem de muito tempo,sempre gostei muito de filmes,lembro que quando pequeno, depois que eu assistia um filme, me imaginava como o personagem que mais tinha me identificado(risos). Fui crescendo e entendendo mais sobre essa arte,até que surgiu a oportunidade de fazer uma aula,daí não consegui mais parar.
OBC- Entre atuar e modelar, o que você prefere?
FB: Atuar,esse é meu ofício! Porém,nessa profissão temos que ter mais de uma função para termos um leque bom de trabalhos.
Além de atuar, procurei aperfeiçoar outros lados como música,dança e modelagem,para me sentir mais completo como artista e também para poder abrir novos horizontes de trabalho.
OBC- Drama, romance ou comédia. Qual gênero teatral é seu favorito, ou acha mais “fácil” para atuar?
FB: Eu gosto de todos(risos). Tive a oportunidade de já ter passado por esses 3 gêneros citados. Porém, foi pelo drama o qual eu mais passei, creio que por isso acabei aguçando mais o lado dramático.
Acho que não tem mais difícil ou fácil. Na minha opinião, todos devem ser levados a sério,para que alguma sensação chegue no público,desde um sorriso,uma lágrima ou um suspiro de amor.
OBC- Palcos, telas ou TV. Por quê?
FB: OS 3! (risos) Hoje,meu objetivo é TV, por questão de visibilidade, o público de massa esta sentado no sofá assistindo TV, é lá que o ator será mais visto,e isso é ótimo para um ator iniciante e jovem como eu.
Porém, nunca quero deixar o solo sagrado do teatro, como diz Tony Ramos: “O Palco é o chão do Ator’’.
OBC- O que um ator que está começando enfrenta para consolidar neste ramo “glamourizado” para quem está de fora, mas tão árduo para aqueles que vivem a rotina 24h por dia?
FB: Além da falta de estabilidade financeira,espaço no mercado,e grande concorrência,oquê é clichê de todo ator iniciante como eu dizer. Creio que o quê mais pesa é a desvalorização pelo fato de não ser famoso, parece que se um ator não é famoso, para as pessoas,ele é apenas mais um.
Isso é oque mais dói,mas essa é a nossa realidade,a sociedade de hoje em dia está assim,as pessoas só valem oque tem, e não que são.
OBC- Atualmente você está engajado no curta “Indiferente”. Queremos saber, quais são as expectativas sobre este projeto?
FB: As melhores possíveis,que possamos ter um bom público,que o público sinta,entenda,e se identifique com oque esta sendo contado alí.
Além de gerar mais views para o canal,para a page da Traskovesky Films, e que cada vez mais as pessoas conheçam nosso trabalho.
OBC- Quais são suas prospecções futuras para sua carreira?
FB: Bom, desejo trabalhar muito (risos)… Estou começando minha vida profissional artística agora, espero muita coisa,sei por onde ir,até onde posso ir.
Porém, sei que aquilo não pode ser a coisa certa e de repente precise mudar de direção.Mas,almejo ganhar cada vez mais espaço no mercado,seja ele em qualquer função, teatral, audiovisual, televisiva, publicitária ou até na área da moda.
Espero que sempre possa trabalhar, me sustentar dessa arte,viver ela,dela e para ela. E que daqui á alguns anos, possa dar essa entrevista para vocês novamente,e possa falar muita coisa boa que conquistei! (risos)
Por: Patrícia Visconti
É bom assistir filmes, séries, vídeos online na televisão, pois é com a tecnologia avançada, como as presentes nos tempos atuais, já temos essa possibilidade, mas a ideia de ter que puxar fios pela casa já está ultrapassada.
No último dia 24, a Google lançou uma nova plataforma de conexão chamada Chromecast, ele é parecido como um pendrive que plugado na TV, nos permite a utilizar a internet sem fio.
O aparelho encontrado-se nos EUA na loja do Google Play por US$ 35 (cerca de R$ 78).
No Brasil, o Chromecast já chegou primeiramente com o desenho animado “Galinha Pintadinha”, e é encontrado por R$ 199, encontrado em modelos comuns em diversas lojas de todo Brasil, como por exemplo nas Casas Bahia e a rede de supermercados Extra.
O aparelho é fácil de usar o Chromecast, ele também liga no celular, tablet ou computador para a TV HD, permitindo assim que o usuário visualize o conteúdo desejado da Web em sua TV. Mas, importante lembra que o aparelho não é compatível com qualquer conteúdo, ele permiti usar aplicativos como: Netflix, You Tube, Google Play Movies e Google Play Music. Não precisa de controle para seu funcionamento, você pode controlar tudo com um celular ou tablet por exemplo.
Mais fácil, rápido e prático com um preço acessível. Chromecast um jeito novo de estar conectado ao mundo virtual!
Por: Nathália Sant’ana

Foto: Arquivo Pessoal: Maria Joaquina (Larissa Manuel) e Fabio Di Martino ( Dr. Miguel) nos intervalos das gravações
“Outro dia estava passeando no Parque Vila Lobos e uma criança me perguntou: “Você que é o Pai da Maria Joaquina”?”. Eu disse: “ Não, sou pai do Luca e da Catarina” (seus filhos). A criança ficou triste e então eu falei: “É brincadeira!”. Na verdade a criança não consegue fazer essa diferença”.
Em um papo descontraído tomando um café, o Ator Fabio Di Martino que interpretou o Dr. Miguel na novela Carrossel, esbanjou simpatia falando da sua carreira, dos seus projetos futuros e, sobretudo do preconceito que a personagem Maria Joaquina, interpretada por Larissa Manuela, tinha na trama.
De Campinas para São Paulo, depois de ter que optar entre a Faculdade de administração e o teatro, claro, ele preferiu o teatro. Fabio di Martino iniciou sua carreira na televisão no programa Sandy e Junior. Participou de vários comerciais e programas de TV. Ganhou prêmio de melhor Ator no curta-metragem nacional com “Milímetros”, Festival Paulina de Cinema em 2009. Mas o sucesso veio mesmo foi na pele do Dr. Miguel.
Ainda hoje o assédio dos fãs mirins é muito grande. Segundo ele isso acontece na maioria das vezes que vai levar seu filho ao colégio, no restaurante ou no aeroporto. Muitas vezes esse assédio não vem das crianças e sim dos adultos: “É a mãe que cutuca o filho e o aponta dizendo que é ele o pai da Maria Joaquina e isso é muito bacana”, diz ele.
Preconceito

Foto – Arquivo Pessoal: Jean Paulo Campos (Cirilo) Fabio Di Martino (Dr. Miguel ) nos bastidores esperando para gravar
Segundo o Ator, na versão da novela Carrossel mexicana o preconceito era escancarado: por várias vezes o personagem Cirilo (Jean Paulo Campos) foi chamado de “preto” sem pudor. Na adaptação de Iris Abravanel (autora da novela) esse tema é abordado de forma leve considerando o público-alvo (crianças). “É legal a novela falar do preconceito, do negro, por exemplo, mas de uma forma gostosa de ouvir e não como um coitadinho, isso tem que ser explicado: olha, ele é negro e você é branco e podem ser amigos porque não! Chama-o para jogar bola, seja amigo dele, na hora de fazer um grupo na escola convida, ele para fazer parte do seu grupo”.
Fabio fala de algumas novelas que abordam o preconceito através de vários assuntos, mas é direcionado para gente grande, que sabem o que estão falando. Já na novela Carrossel o preconceito era falado para criança na forma que a criança iria entender e aplicar. “Tanto que o Personagem Jaime (Nicholas Torres) gostava de comer e assim ficar gordinho e tal, um dia meu personagem o Dr. Miguel falou pra ele, o que deveria comer, o que faria mal, mas tudo isso de uma forma que ele iria entender, delicado, e não de forma escrachada, acho que isso na televisão falta.”
Depois que acabou o contrato com a emissora Fabio di Martino cheio de projetos segue a carreira atuando no que mais gosta, na publicidade e diz: “Vem novidade por ai!”, brinca.
Alguns de seus trabalhos:
• Sandy e Junior- 1998
• Acampamento legal- 2000
• Ou não – seriado CNT-
• Titi-Titi- Globo -2010
• Uma Rosa com Amor
• Milímetros – Curta- melhor ator-209
• Passione – Globo- 2010
• Carrossel – SBT – 2013
Por: Tito Martins