[Caixa de Som] Banda Dr. Swing leva o swing cingano aos ouvidos de todos

Foto por: Divulgação
Foto por: Divulgação

A música sempre esteve presente na cultura humana, seja do ritmo mais quente até a batida do funk, do Candomblé africano até as sinfonias de Beenthoven .

Responsável por ativar várias partes do cérebro a música é uma das ferramentas mais usadas por profissionais da psicologia e do esporte, nos levando a um minuto de emoção até a perca de quilo.
Uma banda formada por Argentino, Uruguaio e Brasileiros mostrou no último show de sua turnê por São Paulo, um ritmo divertido e agitado que promete não deixar ninguém parado.

Em uma entrevista exclusiva ao Barquinho Cultural, a banda Dr. Swing contou sobre a sua trajetória e sobre o ritmo envolvente que o swing cigano carrega.

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Foto por: Vanderleia Santana

O Barquinho Cultural: Como surgiu a ideia de formar a Banda?
Dr. Swing: Tudo começou em Bueno Aires, quando alguém me falou que tinha que encontrar o Alejandro, um violinista argentino que tocava swing cigano no Rio de janeiro. Quando cheguei encontrei ele tocando no metro com a sua namorada. Eu já tocava com outros amigos no metrô swing cigano também, músicas latinas até valses franceses. Nesse tempo conheci outro violinista, Salvador, que tocava Chorinho no metrô. Numa noite ele apareceu na casa de um amigo e tocamos clássicos do swing cigano. Daí nos encontramos com Alejandro e sua namorada, tocamos um pouco e falamos em montar uma banda, em seguida Alejandro disse que conhecia um baixista. No dia seguinte já estávamos tocando na rua. E foi isso, um ano e meio atrás.

OBC: A banda tem um público-alvo?
Dr. Swing: Não. Tocamos para quem goste, nosso público é bem diverso. Crianças param para dançar frequentemente.

OBC: A música sensibiliza o ser humano. Até que ponto ela pode nos mover?
Dr. Swuing: Até o limite de cada um, é muito pessoal. Pode ser associada a lembranças, ela transmite vibrações, te faz entrar em um ritmo corporal especifico. Seu coração bate diferente, mexe com a sua sensibilidade.

OBC: Sobre a escolha do seu instrumento de trabalho, houve influência na escolha?
Dr. Swing: Não de parte direta, quando eu tinha 6 anos na minha cidade natal tinha muitos instrumentos. Eu virei para a minha mãe e falei quero tocar esse, apontando o clarinete com o dedo. E comecei a fazer aulas básicas no ano seguinte. Meu primeiro professor foi aquele que vi tocar e me fez gostar do clarinete, ele se chama Christian Chiron.

OBC: E porque você escolheu o swing cigano?
Dr. Swing:  Porque a ouvir no fim da adolescência e viajei com a melodia. Me transportava para um outro lugar. Também é um desafio por que precisa trabalhar em uma lata velocidade. Me identifico muito com a vida de cigano viajante. Não sou muito materialista e gostaria de ter a minha casa rodante, pouco a pouco realizando o meu sonho.

OBC: Que dica vocês dariam para quem está em duvida na escolha de um instrumento?
Dr. Swing: Que escolhe o som do instrumento que prefere, com qual viajou mais.

(Créditos do vídeo: Vanderleia Santana)

Mais info: SiteFacebook

Por: Vanda Santana

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