Dafne: Um longa que mostra de forma sútil e intrínseca a reconexão após uma perda insubstituível

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O luto é algo tenso e difícil para qualquer pessoa, enfrentar a dor da morte, pode ser cruel e perturbador, gerando o isolamento pleno do convívio social. Agora, imagine quando essa pessoa é sua mãe, e essa filha é uma pessoa com síndrome de down, que além de enfrentar os problemas que a sociedade coloca à ela, tem de aproximar ainda mais de seu pai, seu único elo familiar e afetivo mais próximo.

Essa trama envolvente e emocionante é do novo longa italiano que chega aos cinemas na primeira semana do próximo, “Dafne”, que traz uma jovem determinada e pronta para encarar qualquer situação, independendo os percalços que a vida o coloca, e após a morte inesperada de sua mãe, ela precisará se conciliar com o pai (Antonio Piovanelli) e aprender a lidar com o próprio luto e ainda, será peça fundamental para apoiar seu pai, que entrará numa depressão profunda depois da morte da sua esposa. E essa relação entre pai e filha se tornará inerente e próxima, quando ambos seguem juntos para fazer trilha nas montanhas.

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O longa é dirigido por Federico Bondi, com com distribuição da Pagu Pictures, mostra de forma sútil e característica a forma de cada indivíduo enfrentar seus medos e batalhas, entre os relacionamentos, a amizade, o amor e a conexão que unem as pessoas e faz o verdadeiro sentido e significado em estar vivo.

A película é estrelada por Carolina Raspanti, o longa venceu o Prêmio da Crítica na última edição do Festival de Berlim em fevereiro deste ano, e chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de setembro.

 

Por Patrícia Visconti

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