A Segunda Edição da Campus Party Digital acontece em julho 2021

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A Campus Party Brasil anunciou na última sexta-feira (9), a nova edição da versão online do evento, que neste ano terá mais espaço para o pessoal do meio dos jogos eletrônicos e suas temáticas para o movimentos legítimos que trazem causas de suma importância social. Essa será segunda edição da Campus Party Digital, que trará para esse mundo virtual o mesmo sentimento de pertencimento e diversão que há nas edições físicas, visando estimular a integração entre todas as comunidades e participantes.

A Campus Party é maior experiência tecnológica do mundo, está de volta mais uma vez, em versão digital, planejada especialmente para atender as expectativas e interesses do público brasileiro. Neste ano, o evento acontecerá entre os dias 22 a 24 de julho e será totalmente gratuito. Como não poderia deixar de ser, a programação voltada para a comunidade gamer é um dos destaques.

Além da meta é superar a entrega de eventos no molde “zoom + plateia”, com um projeto omnichannel, que transmite o conteúdo em várias plataformas de streaming e redes sociais. O festival já tem as participações confirmadas de Maitê Lourenço (CEO e fundadora do BlackRocks Startups), Eva Lazarin (CEO e fundadora da Benkyou), Luís Justo (CEO do Rock in Rio) e Caito Maia (Fundador da Chilli Beans), entre vários outros nomes de peso.

Nesta edição deve prezar por uma interação cada vez maior o público, transformando a Campus Party em um hub para comunidade de games, fazendo um tipo de interconexão transcedendo o evento, além de abrir possiblidades para uma série de novas ações em conjunto.

Conheça algumas das principais atrações da Campus Party Digital Edition 2021:

Projeto Valkirias:
Criado pela gamer Pamela Mosquer, o projeto treina garotas que desejam melhorar nas filas ranqueadas ou se tornarem profissionais de League of Legends. Em março, as mais de 300 participantes do projeto organizaram o 1º Torneio Valkirias de PUBG Mobile para mulheres. A competição chamou atenção do público no Facebook e Youtube. E cercadas de expectativas, as Valkirias estarão nesta edição da Campus Party Digital.

Copa Rebecca Heineman (CRH):
O campeonato com foco no público trans promete agitar a Campus Party Digital Edition no Brasil. A CRH surgiu de uma parceria entre Transcurecer (Sher Machado) e a organização de eSports Strigi Manse. A primeira edição do campeonato, teve o apoio da Riot Games, criadora do jogo League of Legends. A transmissão foi feita através do Canal da Strigi Manse e obteve cerca de 2.600 espectadores únicos, além de 4.200 visualizações ao vivo.

Liga dos Surdos:
A Liga dos Surdos foi formada em 2019 por André Luiz Santos, “NerdSurdo”, a partir de uma comunidade de surdos que se dedicavam a jogar League of Legends e começaram a organizar campeonatos e a disputar outras modalidades de esportes eletrônicos. A presença da Liga na segunda edição da Campus Party Digital visa incentivar maior
participação de pessoas com deficiência na comunidade gamer e de eSports.

Wakanda Streamers:
A Wakanda Streamers nasceu em 2018, focada inicialmente em streamers pretos inseridos na comunidade gamer. Mas após inúmeros pedidos de pessoas que se identificaram com a ideia, houve uma ampliação. Hoje o grupo dá suporte à comunidade preta através de redes de apoio, com troca de experiências, orientações e prestação de serviços. Durante a Campus Party, o grupo quer, além de jogar, reunir campuseiros para debater novas iniciativas para a comunidade preta.

Afrogames:
Idealizado pelo empresário Ricardo Chantilly, em parceria com o AfroReggae, o projeto AfroGames foi inaugurado em maio de 2019, em Vigário Geral, no Rio de Janeiro. É o primeiro centro de treinamento em games e eSports dentro de uma favela e visa formar jogadores e profissionais da indústria dentro da comunidade. O projeto conta com vagas em três modalidades: League Of Legends, Fortnite e Programação de Jogos. A Campus Party é a plataforma ideal para apresentar o sucesso do projeto.

Brazilians Against Time (BRAT):
Trata-se de uma maratona de games, com jogadores voluntários e baseada em speedruns (competição que visa terminar o jogo no menor tempo possível). Objetivo da BRAT é conseguir fundos e ajudar causas humanitárias. O evento acontece desde 2016 e já teve seis edições que juntas arrecadaram mais de R$ 139 mil para diversas instituições como: AACD, APAE-SP e Médicos Sem Fronteiras.

Para mais informações da Campus Party Digital, acesse os endereços abaixo:

Site | Facebook | Twitter | Instagram

Por Priscila Visconti

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